A Carona Proibida

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 820 palavras
Data: 03/01/2026 07:30:28
Assuntos: Heterossexual

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Eu morava numa rua tranquila, com casas de muro conjugado. Minha vizinha era a Iale: baixinha, 1,49m de pura curva, casada agora com um cara que mal dava atenção. Ela tinha mudado um pouco desde os tempos de solteira – mais fit, malhada na academia, pernas grossas e firmes, bumbum ainda mais empinado e redondo, aqueles 110cm projetados pra trás como se desafiassem a gravidade. Seios fartos, cintura fina, um corpo que mesmo vestida de forma discreta não escondia o quanto era cavala.

Naquele dia, por pura coincidência, a vi saindo do shopping carregada de sacolas. Estava de short jeans apertado, mostrando as coxas torneadas, e uma blusinha que marcava os seios durinhos. Parei o carro ao lado.

"Ei, vizinha! Precisa de carona? Tá pesado isso aí."

A Iale sorriu, um pouco surpresa, mas aceitou na hora. "Ah, obrigada, Alan! Justo hoje que o ônibus tá lotado."

Entrou no carro, o perfume dela invadiu tudo – doce, feminino. No começo, conversa fiada: o tempo, o bairro. Mas o trânsito estava um caos, parado total. Ela começou a desabafar.

"Sabe como é, né? Contas atrasadas, o marido viajando de novo... Tá difícil. Financiamento da casa, luz, tudo acumulado."

Eu ouvia, olhando de relance aquelas pernas cruzadas. "Poxa, deve ser foda mesmo."

Ela suspirou fundo, olhando pela janela. "Eu preciso de dinheiro urgente. Tipo... faria qualquer coisa por 300 reais agora."

Olhei pra ela, arqueando a sobrancelha. "Qualquer coisa?"

Ela virou o rosto devagar, os olhos grandes me encarando. mordeu o lábio inferior. "Sim... qualquer coisa."

Meu pau já deu sinal de vida ali. Lembrei dos boatos antigos do bairro. "É verdade aquilo que falavam? Que antes de casar você... fazia programa?"

Ela corou, mas não negou. Baixou os olhos. "Era uma fase difícil... sim, fazia. Mas agora sou casada, tô tentando ser certinha. Só que... tô desesperada."

Ri baixo. "Então 300 reais resolve seu dia?"

Ela assentiu, voz baixa. "Resolve."

"Beleza. Mas eu quero uma coisa específica. Só o cu."

Ela piscou, assustada. "O quê? Só... o cu? Sério?"

"Sério. Nada de buceta. Só enrabar você até gozar."

Ela hesitou, o rosto vermelho. "Eu... nunca gostei muito disso. Dói, sabe? Mas... por 300 reais... tá bom."

Mudei a rota na hora, direto pro motel mais próximo. Ela ficou quieta o caminho todo, pensativa, chutando o chão do carro com o pé pequeno, nervosa.

No quarto, tranquei a porta. A Iale tirou a roupa devagar, revelando o corpo malhado: barriga tanquinho, coxas grossas, bumbum empinado pra trás, redondo e firme. Deitei ela de bruços na cama, abri as nádegas – o cuzinho apertadinho, rosado, piscando de nervoso.

Tirei a roupa. Meu pau já tava duro, 29cm de grossura, cabeçudo, veias saltadas. Ela virou o rosto e viu, os olhos arregalaram.

"Meu Deus... isso é enorme. Não vai caber!"

"Tenta."

Ela se ajoelhou, mãozinha pequena tentando fechar ao redor – não fechava, os dedos não se encontravam. Abriu a boca o máximo, mas a cabeça mal cabia, esticando os lábios. Chupou o que pôde, babando, engasgando, olhos lacrimejando.

"Não dá... é grande demais pra boca."

Cuspi no cuzinho dela, passei gel. Ela tremia.

"Vai devagar, por favor..."

Enfiei a cabeça devagar. Ela gritou, apertando o travesseiro.

"Ai! Dói! Tá rasgando!"

"Relaxa, vizinha. Aguenta aí."

Fui empurrando centímetro por centímetro. O cu dela era virgem de pau grande – apertado pra caralho, quente, engolindo com dificuldade. Ela choramingava, lágrimas escorrendo.

"Não... não gosto... tira, por favor... dói muito!"

Mas eu não parei. Segurei a cintura fina, meti mais fundo. O bumbum dela empinado facilitava – cada metida fazia as nádegas tremerem. Comecei o vai e vem, lento no começo, depois mais forte.

"Aaah! Tá me partindo ao meio! Seu pau é monstruoso..."

"Mas você aguenta, né? Por 300 reais..."

Ela chorava baixinho, mordendo o lençol, mas não pedia pra parar de verdade. O cu dela foi se abrindo aos poucos, milkando meu pau. As coxas malhadas tremiam, o corpinho pequeno se contorcendo embaixo de mim.

Aumentei o ritmo, socando fundo. O barulho de pele batendo na nádega empinada enchia o quarto. Ela gemia misturado com choro.

"Não curte, né? Mas tá levando todinho..."

"Não... não curto... dói pra caralho... mas vai logo, goza logo!"

Segurei os cabelos dela, puxei pra trás, enrabei com força total. Ela gritava a cada estocada, o cuzinho vermelho, inchado ao redor do meu pau.

Não aguentei mais. Tirei de repente, virei ela de frente. Ela ofegante, rosto molhado de lágrimas, maquiagem borrada.

"Abra a boca."

Gozei litros – jatos grossos e quentes na cara dela, nos olhos, boca, seios. Ela piscava, engolindo o que caía nos lábios, o rosto todo melado.

Fiquei olhando ela ali, destruída, mas com o dinheiro na mão que eu joguei na cama.

"Valeu a carona, vizinha."

Ela limpou o rosto devagar, ainda tremendo. "Nunca mais... mas... resolvi as contas."

Saímos separados. Até hoje, quando nos vemos no muro conjugado, a Iale baixa os olhos. Mas eu sei que ela lembra.

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Que coisa! A mina sai do shopping cheia de compras e bolsas e vai logo pedindo grana? Inverossímil

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