Caso você não tenha lido a primeira história dessa série, vou repetir o nome dos personagens que já foram mencionados e suas breves descrições (lembrando que são nomes fictícios). Não é necessário ler a última história pra entender essa, a ordem é da sua escolha.
Bianca: A namorada safada. Branquinha, levemente bronzeada; cabelos castanhos escuros e levemente ondulados; seus peitos são grandes e lindos. Tinha uma bunda mediana, mas nada mal, ainda mais quando você batia o olho mais embaixo e via aquelas coxas grossas e sua cinturinha fina. Era alta para uma mulher, tinha mais ou menos 1,75cm de altura. Resumindo, um mulherão do caralho.
Pedro: O corno.
Essa história NÃO é na minha perspectiva, é na de um amigo. Mas vou contar em primeira pessoa para o texto ficar mais interessante e divertido de ler. E hoje é a vez de Daniel se dar bem.
Eu nem queria sair naquele final de semana, estava com muita preguiça de sair de casa. Era o aniversário de Ricardo, em sua casa de praia. Tinha convidado todo o grupo (até eu, o “Gabriel”, estava lá), incluindo Bianca e seu namorado obviamente. E claro que isso anima qualquer um, como eu falei no último conto, Bianca sempre animava a festa com seu show de sedução (claro que com sua forma discreta). Então óbvio que marquei presença imediatamente e comecei a contar os dias.
Era as férias de julho, eu tinha acordado bem cedo para me encontrar com meus amigos e partir para casa de Ricardo. Gabriel ia dirigindo e eu estava de copiloto. No banco de trás vinha Breno, Igor e Hugo. Vocês acreditariam se eu falasse que todo mundo dentro desse carro acabou traçando Bianca pelo menos 1 vez? Loucura né? Ao decorrer dos anos a gente se reunia e contava nossos relatos, sempre morrendo de rir no processo (Foi assim que acabei com tantas histórias).
Mas depois de fumarmos 1 maço de cigarro inteiro no carro, além de tomar um engradado e meio de Brahma chope, chegamos vivos na praia (Claro que o motorista não bebeu… só um golinho…).
Já eram 9h da manhã, a maioria dos convidados tinham chegado. Fomos falar com Ricardo e com o resto do pessoal e, depois de muitos apertos de mão e abraços, estava finalmente livre para voltar a beber. Fazia muito tempo que não transava, então estava muito necessitado e busquei encorajamento na bebida. Peguei mais uma cerveja no cooler e fui me encontrar com a rapaziada na praia. Estavam jogando vôlei, e lá estava ela. Bianca estava com um biquíni vermelho, pequeno pro seu porte, quase não segurava seus peitos quando saltava para dar um saque. Fiquei hipnotizado por uns 5 minutos, cada vez que ela pulava meu pau latejava, era incrível. Já havia se formado uma plateia, Breno e Gabriel estavam do meu lado observando também. “Que gostosinha né?”, Breno falou abertamente. Eu rapidamente mandei calar a boca, mas ainda rindo de leve.
Se passaram mais 5 minutos e algo inesperado aconteceu. Na verdade foi até que previsível, aquilo não aguentaria por muito tempo, já estava na hora mesmo. Assim que Bianca aterrissou do seu salto seus peitos escaparam de leve, deslizaram graciosamente para fora do biquíni.
Fiquei em choque, boquiaberto e, claro, duro na hora. Que vontade de apalpar aqueles peitos, firmar minhas mãos com força e não soltar mais. Botei até a mão no short pra tampar a ereção, e tenho certeza que não fui o único.
O jogo continuou a desenrolar e ninguém comentava nada, era inacreditável. Ninguém percebia? Ou todos entraram de acordo para apreciar a vista? Do nosso grupo eu estava certo que tínhamos entrado em um acordo silencioso. Trocamos olhares entre nós, sem acreditar no que víamos. Até que Igor chegou e avisou pra ela. Eu sei, sacanagem. Mas é impressionante, eu sentiria se meu pau saísse da minha calça. Ela com certeza sentiu, sabia muito bem. Que safada.
Toda aquela cena me atiçou demais. Crescia dentro de mim uma vontade louca de transar com Bianca, segurar naquele quadril e botar nela até enjoar; enfiar meu pau entre aqueles seios marcados de sol pelo biquíni. Eu queria ela pra mim.
Assim que o jogo acabou, Bianca foi descansar no banco de areia perto da quadra. Meus amigos entraram pra jogar, mas eu disse que estava cansado demais pra isso. A verdade é que eu só queria uma oportunidade de conversar com ela.
Eu sentei do lado dela e a cumprimentei.
— Você joga muito. Deve até jogar em campeonato, né?
— haha, não não, que isso. Eu só fiz passar vergonha na verdade…
— Como, foi até você que desempatou!
— Estou falando do meu acidente…
— Ahhhhh, eu nem vi…
— Sei, deve ter ficado encarando.
— Eu?! Eu não faria isso, mesmo eles sendo bem atraentes…
— Daniel!!!! hahahahahaha
Nos divertimos bastante conversando ao som do jogo. Estávamos sentados bem juntinhos, nossas pernas levemente se encostando. Era realmente uma garota muito charmosa e atraente, ainda mais naquele biquíni vermelho. Gostava de olhar o seu perfil, seus olhos levemente apertados por conta do sol deixavam sua expressão muito atraente.
Eu a convidei para tomar um banho no mar e ela aceitou com muita animação. Descemos pela praia e vimos vários conhecidos pelas águas, todos muitos entretidos. Ela caminhava ao meu lado, seu andar era muito sexy, seu quadril balançava de uma forma muito graciosa; assim como seus peitos. Então começamos a entrar no mar, e chegando mais longe ela entrou de cabeça. Tive uma visão maravilhosa de sua bundinha quando ela entrou no mar.
Agora que estávamos mais no fundo, lutamos contra as ondas. Ela se segurava em mim para se proteger dos impactos. Ela pressionava seu corpo contra o meu, sentia seus seios, suas pernas e, de vez em quando, até sentia sua buceta roçando na minha perna. A água não conseguia separar nossos corpos, o tesão me prendeu a ela com força.
Foi então que pensei: Pedro! Onde será que ele estava? Fiquei subitamente com medo, imaginando ele nos observando de longe. Mas rapidamente esqueci, não tinha visto ele na praia até agora, se ele inventar de aparecer agora vai se arrepender.
Com esse pensamento fora da minha cabeça, voltei a aproveitar a companhia de Bianca. Queria satisfazer ela, deixar ela bem safada. Então comecei a esbarrar minha perna em sua buceta, as vezes até esfregando de leve, mas de propósito dessa vez. Seu rosto transparecia prazer, Bianca estava amando. Ela pedia mais, puxava meu corpo com desejo. Mesmo com o barulho do mar, ainda podia escutar seus pequenos gemidos.
Decidi mudar a pegada, virei meu corpo e comecei a pressionar meu pau na sua buceta. Empurrando e voltando, junto com aquela intensidade do mar, deixava aquilo ainda mais gostoso. Não me aguentei e disse:
— Quer ir lá pro quarto?
— Ai, eu não sei. Mas está tão gostoso…
— Vamos enquanto está cedo. Ninguém vai incomodar a gente.
Já fui puxando ela, eu sabia que no fundo ela estava doidinha pra isso. Ela devia estar muito carente sem Pedro por perto.
Fomos passando pela praia e em direção a casa, tentando no caminho desviar das pessoas e não causar nenhuma suspeita. A sala estava cheia de gente, então decidimos pular a janela do quarto de trás, deixando a gente livre pra subir as escadas e entrar no quarto mais reservado lá de cima.
A janela estava trancada. Tinha que pensar em outro plano rapidamente. Agarrei a mão dela e fui guiando ela até a praia novamente.
— Daniel, onde estamos indo?
— Você vai ver.
A esquerda da praia tinha formação rochosa perfeita, quase dividindo a praia em duas. Então segui em direção para dar a volta na barreira e se esconder no outro lado. Fomos pela linha rasteira de mato perto da praia, então ninguém deveria ter nos visto. Seguimos abaixados, tentando não chamar atenção de ninguém.
Chegamos, deu tudo certo. Estávamos a sós naquela espécie de guarita natural. Meu coração palpitava, louco pra começar. Então agarrei a cintura de Bianca e comecei a beijá-ja, acariciando seu quadril e pernas. Depois subindo as mãos para os seus seios e apertando eles gentilmente. E com seu corpo bem colado com o meu, já estava extremamente excitado, o pau duro cutucando suas coxas. Roçar naquelas pernas era muito delicioso.
Então eu senti sua mão agarrando meu pau pelo short. Ela apertava com força, pegando no corpo do pau e levemente massageando. Enfiou a mão dentro. “Uau”, foi o que eu pensei. Essa mulher tem atitude.
Ela ajoelhou na areia e abaixou meu short, fazendo meu pau pular pra fora, latejando por ela.
— Uau, Daniel… é tão largo. O que eu senti naquela água era verdade mesmo.
— E ainda fica melhor. Vem aqui.
Ela começou a beijar toda a extensão do meu pau, descendo até chegar nas bolas. Então até eu me assustei um pouco. Ela quase engoliu todo meu saco de uma vez só, foi por pouco. Depois continuou a chupar meus testículos suavemente.
Eu me apoiava na pedra que estava atrás de mim, e quanto mais ela lambia meu pau eu segurava a pedra com mais força. Precisava me acalmar, não vou dar uma de precoce agora. Mas aquela visão dela ajoelhada na areia era bom demais.
Mas quando eu menos esperava ela abocanhou a cabeça e começou a ir e voltar, acariciando meu pau com a língua. E que língua de puta, ela tinha habilidade incrível. Girava sem parar a língua ao redor da cabeça enquanto sugava que nem um aspirador de pó.
Minha mão acariciava seus cabelos castanhos, de vez em quando empurrando sua cabeça um pouquinho mais fundo. Já as suas mãos repousaram nas minhas pernas. Eu desamarrei seu biquíni e pude apreciar seus peitos levemente sujos de areia por conta do banho de mar.
— Nossa, Bianca, você é uma delicinha. — Eu falava enquanto apertava seus peitos com minhas duas mãos.
Tirei o pau da boca dela e comecei a bater ele na sua cara.
— Ai! mais forte! — ela sussurrou com intensidade, gemendo.
— Tome! Sua vadia!! Sobe aqui, Bianca, vou te fuder todinha.
Agarrei seus braços e levantei ela do chão, guiando-a até a pedra. Com ela deitada de costas para a pedra, tirei a parte de baixo do seu biquíni, revelando sua bucetinha. Me ajoelhei e comecei a lamber e beijar a lateral da sua virilha, bem ao redor da vagina. Depois beijei seus lábios bem lentamente enquanto acariciava suas coxas, depois seu joelho e terminando até com uma leve massagem nas suas panturrilhas. Eu sentia ela prendendo a respiração, suas mão apertando com mais firmeza meus cabelos, adorando cada minuto. Eu ofegava bastante, queria trabalhar bem aquele orgasmo e deixar ela doidinha, então mal parava pra respirar.
Estava tão úmida, muito bem lubrificada. Acariciava os arredores do seu clítoris e assim ela começou a gemer bastante, mas o barulho do mar e os ventos fortes devem ter abafado o som. Tudo aquilo ao ar livre deixava tudo mais gostoso. Qualquer um que inventasse de passar para aquele lado da praia nos pegaria. Aquele perigo me enchia de tesão.
Mas agora o medo começou a tomar conta, então decidi agilizar um pouquinho. Como já estava bem molhada, me levantei e agarrei seu quadril, ajeitando o pau com a mão direita, enfiando a cabeça bem devagar. Ela gritou, mas imediatamente tampou a boca, me deixando voltar a enfiar mais fundo.
Agora eu empurrava sem parar, tive até que jogá-la no chão e por de quatro na areia porque a pedra estava lhe machucando. Na areia ficou tudo melhor. De quatro me deu mais liberdade para usar toda minha intensidade guardada durante esse dia. Todo o tesão acumulado daquele jogo de vôlei estava vindo à tona agora.
Eu sei que foi bem imprudente da minha parte, mas mesmo eu sentindo que estava prestes a gozar eu só continuei a fuder com mais força. E então eu apertei com toda minha força sua cintura e comecei a gozar loucamente. Me sentia um canhão, sendo cada empurrada um tiro. Nem eu sabia que podia sair tanto assim, nunca gozei daquele jeito.
— Porra, Daniel! Você tem muita sorte que eu tomo anticoncepcional, cacete!
— ah ui — Eu nem conseguia formar uma palavra sequer, estava exausto.
— Minha nossa, está até vazando! E muito!
— É bom você entrar no mar… Deve ajudar, sabe.
Ela me olhou com um olhar mortífero, mas logo em seguida surgiu um sorriso safado no seu rosto. Eu dei uma leve risada e dei um tapa na sua bunda enquanto ela levantava e vestia o biquíni. Decidimos então seguir caminhos diferentes para voltar, evitar as suspeitas. Que no final não deu muito certo, nunca mais fui convidado pro aniversário dele kkkkkk. Pode falar o que quiser de Ricardo, mas ele era um homem esperto. Claro que ele já sabia das aventuras de Bianca, ele só juntou 2 + 2.
Continua... ela não parou por ai... ainda tem muitos amigos pra dar...
