Sexo pra mim sempre foi algo importante, não consigo em momento algum da minha vida fazer algo que não traga junto essa experiencia maravilhosa que é fazer os olhos de uma mulher revirar num orgasmo, e eu despejar todo o meu desejo dentro dela.
Minha lista de conquistas é relativamente longa, e ao invés de ficar citando uma por uma, posso resumir dizendo que a melhor parte dessas histórias ocorreu junto às mulheres da minha própria família. Sim, eu sou um pervertido que não pensou duas vezes antes de passar a vara na própria mãe, na vó, na tia e agora gostaria muito que essa lista não ficasse congelada.
Mais recentemente, fui fisgado entre lençóis pela nova esposa de meu pai. Ou seja, não contente de comer a primeira, eu tinha também que conferir a segunda esposa dele, e não posso reclamar de nada que conferi com elas. Apesar de não ser um incesto sanguíneo, eu estava psicologicamente trepando ainda em família, e não tinha muitas pretensões em quebrar tão cedo essa regra.
A proximidade agora com Jessica e meu pai me trouxe de volta a convivência com Patrícia, minha meia-irmã caçula, e Sara, a mais velha delas. Eu acompanhei muito pouco que acontecia por dentro delas, éramos praticamente estranhos um para o outro, nunca houve trocas de confidencias e experiencias como seria esperado entre irmãos. Por fora, no entanto, esse tarado aqui nunca deixou de acompanhar o desabrochar de seus seios, o torneamento de suas pernas, o amadurecimento de seus traços, a definição de suas cinturas e principalmente enchimento de suas calcinhas. Ambas as irmãs eram bem tentadoras, nenhum rapaz em sã consciência titubearia em convida-las pra sair, e devo confessar um certo ciúme de irmão que nunca resolvi completamente.
A Pat sempre foi mais complicada... seja pelo fato de ser bem mais nova que eu, ou pelo eterno mau humor que sempre carregava, a gente sempre teve uma convivência mais limitada. Já a Sara, com menos diferença de idade, acabava entrando em maior sintonia comigo com mais facilidade.
Principalmente agora, onde eu silenciosamente passava a vara na mãe delas, eu tinha mais oportunidades de estar ao lado delas, fazendo questão de participar de mais e mais eventos, e de certa forma tentar recuperar os anos de isolamento que eu claramente me sinto responsável.
Não precisou muito pra elas aceitarem sair um pouco mais comigo, a gente começava a convidar um ao outro para sair, tomar um sorvete, conversar, até mesmo pra falar um pouco sobre o que acontecia na cabeça delas e o que elas esperavam da vida.
Não posso reclamar, sempre tive um tesãozinho pelas duas, muito embora a Pat sempre carregasse aquela expressão fechada... mas a Sara, bem na linha da própria mãe, já era bem mais graciosa e atenciosa. Isso pra obviamente não perder meia hora descrevendo o quanto aquelas danadas eram gostosas... Sorte dos namorados, mas confesso que não seria má ideia eu também dar uma conferida depois nelas.
O tempo foi passando, eu discretamente carimbava Jessica sempre que era possível, mas meu objetivo agora descarado era criar oportunidades com minhas irmãs. Perto de seu aniversário de 17 anos, meu pai decide presentear a Pat com um intercâmbio de um ano na Inglaterra, algo que ela sempre havia desejado. Como eu tinha noção que não teria muito tempo pra investir na irmã caçula, eu descaradamente apontei meus canhões para a gostosa da Sara.
Ainda me recordo da despedida no aeroporto, foi uma das poucas vezes em que vi realmente eles transbordarem em sentimentos. Todos se abraçaram e choraram muito, e quando a Pat veio se despedir de mim, nem parecia a menina que eu sempre convivi. “Você não vai se esquecer de mim, não, né? Eu te amo muito, viu?” O cacete meio que deu uma estilingada, ouvindo isso com ela com seus peitos colados no meu, e desconfio que ela também percebeu, embora não tenha agido de forma estranha. Seu voo logo decolou e agora demoraria um ano inteiro até eu poder abraça-la novamente.
Meu tempo agora era todo dedicado à Sarinha... nossa cumplicidade foi evoluindo como eu bem queria, e não foi preciso muito tempo pra gente começar a sair sozinhos. Barzinho, cinema, lanchonete, restaurantes, shows, minha irmã começava a ocupar um lugar bem especial na minha vida. Se eu por acaso tivesse uma namorada, eu certamente ia escutar alguma reclamação de ciúmes...
Convidei ela pra um jantar bem especial, num restaurante que o pessoal da empresa tinha recomendado bastante. Cardápio, música, iluminação, privacidade... eram os ingredientes muito bem equilibrados para um encontro bem romântico. Ficamos ali para nosso jantar, e depois ainda esticamos mais um pouco, curtindo música e drinks.
- Caramba... por que eu não acho um cara que faz comigo exatamente o que você me faz?
- Como assim?!?
- Até já tive alguns namorados, mas você me paparica do jeito que eu gostaria que um namorado fizesse, mas até agora não consegui ninguém que chegasse nem perto do que você me proporciona.
Conversas tomando um rumo que eu tanto adorava!
- Talvez você não esteja procurando certo... dê uma chance a quem está à sua volta, talvez a pessoa certa já esteja nas suas mãos e você ainda nem perceba.
Enquanto eu falava isso, ela olha pra mesa, e sem nenhuma surpresa, ela estava segurando as minhas mãos. A conversa não havia sido arquitetada com tal grau de engenharia, mas confesso que os resultados superaram minhas expectativas...
- Ai, ai, ai... se essa pessoa fosse como você, eu me entregaria por completo!
Me ajeitei melhor ao seu lado e fiquei ajeitando suas mechas atras da orelha. Sinto muito, cabelo pra mim é algo extremamente erótico!
- Sara, deixe as experiencias fluírem em sua vida... cada não que você fala é uma chance que você deixa passar!
- Eu quero muito, mas não encontro...
- Pode estar do seu lado, tentando fazer você descobri-lo, mas você parece ignora-lo...
Mais explicito que isso, só metendo a mão nos peitos dela! Ela fica um segundo fitando o horizonte, digerindo o que eu tinha acabado de dizer...
- Eu não posso ignorar alguém que saiba como me agarrar!
Se isso era uma senha, eu não podia desperdiçar... coloquei a mão sobre suas coxas e apertei forte. Se ela ainda não havia percebido meu desejo, ou se por acaso achava que aquilo tudo era uma amizade ingênua entre irmãos, ali a ficha dela parecia ter caído.
Sara respirou fundo, engoliu em seco, e lentamente virou o rosto na minha direção.
- Você quer me dizer que...
Coloquei o dedo em seus lábios para impedi-la de completar os pensamentos... pelo menos com minha vó esse caminho tinha sido um sucesso. Ela me fitava, talvez excitada, mas também incrédula. Me aproximei de seu ouvido e sussurrei:
- Só não enxerga quem não quer ver, Sara...
A próxima hora e meia foi coisa de cinema. Beijo, língua, dedo, aperto, lambida, conta, flanelinha, carro, semáforo, motel, banheira, teta, dedada, buceta, chupada, pinguelo, tufo, espuma, bunda, óleo, coxas, massagem, mordida, pezinho, cabelo, soprada, pornô e por fim, sexo... Muita trepada, várias vezes, só pra relaxar e saborear aquela delícia de mulher. Minha irmã deliciosa se rendeu e se entregou completamente a mim, eu realizava nela tudo que eu silenciosamente desejei por anos, invejando os namorados que certamente conferiram todo aquele material antes de mim.
Éramos irmãos, sim, mas ambos cheios de desejos e objetivos na vida. Nada do que fazíamos no dia a dia parecia comprometer nossos encontros, sempre que conseguia a gente escapava para um motel ou viagem próxima, e se consumia numa transa que parecia não ter fim.
O desejo entre nós parecia crescer sem nos limitar. Ela parece ter escutado o que eu dizia a ela e encontrou um namorado que a conduzia como ela gostava. Ela tinha com ele descobertas sexuais que nunca antes podia imaginar, e depois vinha me confidenciar os detalhes enquanto gozava no meu pau.
A vida me mostrava que algumas mulheres da minha vida iam certamente ter outros homens, mas dificilmente iriam me deixar em paz. Não que eu reclamasse disso, eu curtia cada vez que ela tomava uma estocada e gemia, recebendo depois meu leite dentro dela. A gente só fazia as contas direitinho pra eu não ser pai do meu sobrinho, mas nosso tempo de cama não ficou devendo pra nenhuma das outras fêmeas da minha lista.
De tempos em tempos eu voltava a considerar uma das questões fundamentais da minha vida... “quem seria a próxima?” Se eu pudesse adivinhar, arriscaria dizer que em breve chegaria um voo do Reino Unido com gratas surpresas pra mim...