Quando eu tinha 12 anos, meus pais se divorciaram. Escolhi morar com meu pai, já que minha mãe decidiu se mudar para Portugal, e eu queria ficar por aqui mesmo. Fiquei mais do que de boa com isso, já que sempre me dei melhor com meu pai de qualquer jeito.
Olhando para trás, não era nenhum mistério o porquê aconteceu. Os dois eram bem miseráveis perto um do outro e brigavam direto. Eram muito melhores separados. Sendo filho único, eu tinha a sensação de que fui um acidente, e eles provavelmente só ficaram juntos por minha causa. Assim que o divórcio foi finalizado, dava pra perceber que meu pai tinha tirado um peso enorme das costas.
Ele ficou "solteiro" só alguns meses, embora sua colega de trabalho, Amanda, basicamente começou a passar as noites na nossa casa logo de cara. Descobri muito depois que eles vinham tendo um caso antes do meu pai finalmente pedir o divórcio.
Mesmo com 12 anos, eu conseguia entender porque meu pai queria ficar com ela. Era uma pessoa muito gente boa e super fácil de conviver. Alta, com cabelo castanho comprido, e curvas em todos os lugares certos. Tinha peitos muito grandes e vivia usando blusas justas e decotadas. Além de ser muito atraente, também tinha uma carreira de sucesso. Meu pai e ela se davam muito bem, sempre que eu via os dois juntos.
Amanda tinha uma filha de 13 anos chamada Vitória, que eu tinha conhecido algumas vezes quando Amanda vinha jantar em casa. Tendo 12 anos e apenas começando a puberdade, eu só recentemente tinha começado a reparar no sexo oposto. Quando conheci Vitória, lembro de ter pensamentos bem claros sobre como ela era bonita. Era tipo uma mini versão da mãe dela: mesmo cabelo castanho comprido, um rosto muito bonito, e um sorriso legal. Como ela também estava entrando na puberdade, era difícil não reparar que o corpo dela estava se desenvolvendo igual ao da mãe, especificamente na região do peito. Contra todas as probabilidades, ela também era super simpática e fácil de conversar. Eu adorava ficar com ela.
Numa noite, meu pai me chamou pra conversar.
"Miguel, você fica de boa se eu pedir pra Amanda e Vitória se mudarem pra cá?"
Não tive problema nenhum, já que meu pai estava tão feliz, e, sendo filho único, adorei a ideia de ter uma nova "irmã" morando no mesmo teto que eu.
"Sem problema, pai! Só quero que você seja feliz!"
Pai e Amanda se casaram alguns meses depois, e Vitória e eu viramos melhores amigos, sempre curtindo a companhia um do outro. Tínhamos nossos amigos separados, mas eu sempre preferia o tempo que passávamos juntos.
Além de inicialmente achar Vitória "bonita", eu não tinha pensado nela como um objeto sexual. Porém, conforme o tempo passou, comecei a desenvolver uma obsessão nada saudável com o corpo dela, especificamente com os peitos, que pareciam estar crescendo numa velocidade exponencial desde que ela se mudou. Vitória também estava passando por uma fase onde usava roupas mais reveladoras e peças mais provocantes pra mostrar suas curvas. Ela virou fruta proibida, e embora parecesse super errado na época, apesar de não sermos de sangue, ela foi a primeira garota de quem me lembro de ter batido punheta pensando.
A obsessão foi piorando cada vez mais, mas o pior que eu fazia era só fantasiar e bater uma pensando nela. Moramos juntos em casa por mais uns 5 ou 6 anos até ela se mudar quando foi pra faculdade. Eu acabei me mudando também, não muito depois dela, mas pra um apê perto de casa já que fui pra uma faculdade diferente da Vitória.
Superei a Vitória até certo ponto. A gente trocava mensagens, mas só a via umas duas vezes por mês nos jantares em família. Durante meu tempo na faculdade, nunca tive problemas em ficar com garotas. Sou abençoado por ter um pau grande, tanto em comprimento quanto em largura, e parecia que quanto mais garotas eu comia, maior a reputação que construí no campus de ser bom de cama. Me diverti muito com vários tipos diferentes de garotas, mais vadias do que gosto de admitir, mas eu nunca ia dizer não pra uma boa diversão. Atribuí a maioria dos meus talentos na cama à quantidade de pornô que assistia, provavelmente DEMAIS, mas as garotas me diziam que eu era ótimo nisso, não só pelo tamanho do meu pau mas como eu usava ele. As garotas com quem eu ficava variavam de nota 6 a 8, embora tristemente, nunca realmente fiquei com nenhuma garota com peitos particularmente grandes, o que sempre achei uma ironia triste, considerando que eu era obcecado por peitos grandes.
No meu segundo ano de faculdade, conheci uma garota chamada Bruna numa festa. Era uma loirinha pequena gostosa pra caralho, em ótima forma já que estava no time de natação. Nunca tinha tido uma namorada oficial até conhecê-la, e decidimos ficar exclusivos depois de uns meses namorando/transando. Não me importei em ficar exclusivo já que a gente se dava bem o suficiente, e nosso sexo era quente, e Bruna gostava de
pegada. O corpo pequeno dela me permitia dominar ela na cama, e ela adorava me fazer boquetes. Sempre levava tempo e me deixava bem na beirada, venerando meu pau e parecendo querer ele quase todo dia, e eu ficava feliz em satisfazer. Ela, de novo, tinha peitos meio pequenos, o que foi uma pena, mas compensava com o entusiasmo na cama e a bundinha empinada que eu adorava bater.
No meu último ano de faculdade, Bruna e eu ainda estávamos juntos. Um dia do nada, Vitória me ligou, chorando, e estava bem chateada. Tinha acabado de ser demitida do primeiro emprego pós-faculdade, e então um dia depois, terminou com o namorado, com quem estava morando na época. Me disse que precisava desesperadamente sair de lá e precisava de um lugar pra ficar. Automaticamente ofereci o segundo quarto do meu apê, e que ela podia ficar comigo até se reerguer. Ela chorou e aceitou, e ficou extremamente grata.
Durante a semana seguinte, ajudei ela a se mudar pro meu lugar e, pra ser honesto, fiquei animado pra morar com ela de novo. No primeiro dia, porém, instantaneamente voltei a ser aquele garoto desajeitado de 12 anos, sem saber direito como agir perto dela. Ela agora tinha 23 anos, provavelmente 1,62m, o mesmo rosto lindo, olhos e sorriso bonitos, não era super magra mas também não era gorda, tinha uma bundona, e os peitos eram enormes. Uns dias depois, olhei um dos sutiãs dela na máquina de lavar e descobri que eram tamanho 44DD. Achei difícil não ficar olhando pra ela quando não estava olhando. Minha única salvação era que Bruna estava no nosso apê o tempo todo, e eu descontava minha agressão sexual nela, o que ela curtia.
Por sorte, Bruna e Vitória se deram super bem, e nós três curtíamos muito juntos, fazíamos jantares, jogávamos videogame juntos, assistíamos filmes, etc. A única parte estranha era quando Bruna e eu íamos pro meu quarto pra dar uns amassos. Eu fazia questão de fechar a porta, e quando transávamos na minha cama, os dois tentávamos manter o barulho baixo, já que eu não queria que Vitória se sentisse desconfortável. Algumas ocasiões quando Bruna e eu realmente metíamos com força, às vezes esquecíamos de ficar quietos, e depois, eu ficava bem sem graça quando via ela na cozinha na manhã seguinte, embora ela nunca tenha dito nada.
Os próximos meses morando juntos foram ótimos. Quando o verão chegou, nosso apê ficava quente demais, e nós dois fomos "forçados" a tirar roupas pelo apê. Adorava quando ela usava roupinhas curtas por aí. Minha favorita dela era o shortinho preto justo da Lupo e uma regata preta larga. Na maioria das vezes, ela não usava sutiã, e isso me deixava louco. Os peitos dela eram enormes, mas não caídos, e eu sempre ficava olhando com vergonha. Ocasionalmente, eu andava só de cueca boxer preta, mas quando sentia uma ereção chegando, não ia passar despercebida, então tinha que fingir rapidamente que ia pro meu banheiro suíte no quarto até passar. Ou até eu bater uma quietinho até gozar. Geralmente a segunda opção.
Mais ou menos na mesma época, Vitória passou por uma fase meio de bebedeira/festas e frequentemente ia pra balada com as amigas. Isso também levou a uma fase meio vadia pra ela também, já que ficava toda arrumada e se vestia com vestidos sexys diferentes e roupas de balada quando saía. Adorava usar salto alto, saias ou leggings justas, e sempre blusas mais decotadas que realçavam os peitos. Eu gostava muito dos 10 minutos no apê antes dela sair pra balada, mas também ficava super ciumento dos caras que inevitavelmente iam dar em cima dela.
A primeira vez que ela trouxe um cara pra casa foi estranho, mas tentei me dizer pra calar a boca sobre isso, já que Bruna tava lá quase toda noite. Nessa primeira ocasião, porém, Bruna estava fora com as amigas numa noite de garotas. Fingi um oi amigável pro cara, mesmo achando que ele parecia um babaca. Vitória estava tão sexy, toda arrumada e usando uma legging preta brilhante mostrando a bunda curvilínea, e uma blusa chique com brilho que tinha um decote em V profundo. Os peitões dela estavam na cara de todo mundo. Tomamos uns drinks estranhos juntos na sala enquanto conversávamos antes de eu sair pro meu quarto e fechar minha porta. Consegui ouvir os dois imediatamente irem pro quarto da Vitória.
Tentei não fazer isso, mas não consegui me segurar e escutei pela minha porta. Depois de 5 minutos, com certeza comecei a ouvir fracamente eles transando. Ouvir Vitória gemendo algumas vezes despertou algo em mim, e comecei a sentir meu pau dar uns pulinhos. Decidi ligar minha TV e deitar na cama por um tempo, involuntariamente mexendo no meu pau. Mandei mensagem pra Bruna perguntando se a noite dela tinha acabado e pra vir aqui, mas ela respondeu com uma mensagem bêbada.
***Bruna: Uhuuuu, a gente tá na balaada dancandoooo! Depois vamos pra casa da Crisss***
Parecia que eu ia ficar sozinho. Os gemidos no outro quarto eram fracos, mas subconscientemente ouvi tudo, não importa o quanto eu tentasse parar de escutar. Meu celular vibrou de novo, outra mensagem bêbada da Bruna.
***Bruna: Tô com saudade amor, manda uma foto daquele pauzão pfvvvv***
Eu mandar uma foto do meu pau pra ela não estava fora do normal, e olhando pra baixo, já estava meio duro. Parecia estranho começar a me masturbar com minha meio-irmã transando a 6 metros de distância, mas depois de um minuto ou dois, percebi que força de vontade nunca foi meu forte. Então eu disse foda-se. Tirei minhas calças e comecei a passar a mão. Metade pelo pedido da Bruna, mas a outra metade pelos sons da Vitória sendo comida no outro quarto, imaginando o que aquele babaca sortudo estava fazendo com ela.
Depois que meu pau estava totalmente ereto, mandei a foto pra Bruna. Minha curiosidade tomou conta, e fui até minha porta e abri só uma fresta. Conseguia ouvir Vitória ofegando e gemendo, e percebi que minha ereção não estava diminuindo. Não consegui evitar e continuei batendo punheta escutando ela. Me senti chegando na beirada, fechei a porta, corri pro meu vaso, e explodi jato após jato nele. Sentindo vergonha, voltei pra minha cama, coloquei protetores de ouvido, e tentei dormir, percebendo que amanhã podia ser estranho.
Na manhã seguinte, ouvi o cara da Vitória sair bem cedo e ouvi Vitória ligar a TV na nossa sala. Esperei um pouco e saí do meu quarto pra encontrar Vitória sentada no sofá, claramente de ressaca, com um café, e usando uns shorts de pijama fofos e aquela maldita regata preta sem sutiã de novo.
Tanto meu pai quanto a mãe da Vitória sempre foram bem abertos quando se tratava de falar sobre sexo, então sempre consegui brincar sobre coisas estranhas com Vitória, então decidi quebrar o gelo do único jeito que sabia.
Dei um sorriso malicioso e disse, "Então o que aconteceu com VOCÊ ontem à noite! Seu cabelo tá bagunçado. E por que tá cheirando a sexo aqui?"
Ela riu alto. "Vai se foder! Se mete na SUA vida!"
Continuei. "Vai rolar casamento? Ele parecia... legal." Menti.
"Hum, não... na real me arrependo daquela ali pra ser sincera." e riu. "As vodkas, cara. Me pegaram legal."
"Ah, pegaram?" Decidi forçar um pouco a barra e cruzar a linha do que geralmente conversamos. "Ennnntão... ele era meio ruinzinho nas... habilidades?"
Ela hesitou e corou um pouco antes de responder. "Hummm...sim. Meio que... ele era estranho pra caralho. Dei uma performance digna de Oscar ali."
Não consegui evitar rir antes dela continuar.
"E o... equipamento dele era bem... modesto? Se é essa a palavra certa?"
"Dotado tipo um interruptor de luz, né?"
Ela explodiu de rir. "....Fiquei com dó!" Os dois rimos disso.
"Vamos buscar um café da manhã e não discutir ontem à noite, beleza?" Ela levantou do sofá, e eu descaradamente dei uma olhada na bunda linda e redonda dela enquanto ela ia pro quarto e se trocava. Só fez eu gostar ainda mais dela por conseguirmos brincar e falar sobre essas coisas.
Um mês se passou, e ela trouxe mais alguns caras pra casa, mas por sorte, Bruna ficava por lá durante essas vezes, e eu fiz o possível pra ignorar os sons saindo do quarto dela. Bruna e eu geralmente íamos pro meu quarto, assistir filmes, ou transar.
Numa ocasião, estávamos nos pegando e Bruna, com a boca cheia do meu pau disse que queria pedir um pornô na TV. A gente fazia isso de vez em quando quando estávamos extra excitados e deixava tocando no fundo enquanto a gente se comia. Geralmente, eu escolhia um aleatório, já que normalmente não me importo, mas enquanto estava rolando pelos títulos, vi o título de "Enfermeiras Peituda Volume 3". Vitória tinha reacordado meu fetiche por peitos grandes, então pedi ele.
Assistimos enquanto ela venerava meu pau. A garota fazia um ótimo boquete, tenho que admitir. De repente, uma morena com um tipo físico parecido com o da Vitória apareceu na tela, o que escalou as coisas pra mim. Tirei meu pau da boca da Bruna, dobrei ela, e comecei a comer ela forte por trás. Bruna não conseguia parar de guinchar. Nesse ponto, os dois atingimos o estágio "Foda-se", e transamos alto e forte por mais uns 10-15 minutos. Terminamos no missionário, e eu tirei e despejei um rio de porra quente em cima da barriga e rosto dela. Foi uma sessão de sexo daquelas pra gente, uma das nossas melhores.
Na noite seguinte, Vitória e eu sentamos pra assistir TV depois do jantar, e ela queria pedir um filme pay-per-view pra assistir. Não pensei nisso na hora, mas tinha um item de menu pra "Aluguéis PPV Atuais," e ela acidentalmente clicou nele, revelando o adorável item de uma linha com o pornô que Bruna e eu pedimos na noite anterior. Tinha esquecido que ia ficar lá por 24 horas.
"E o que é isso, senhor? Enfermeiras Peitudas, é?"
Senti uma onda enorme de vergonha, mas tentei rir disso de forma brincalhona.
"...Não foi você que pediu? Acho que você pediu."
"Hum, não. Não é o meu gênero, senhor." Ela faz o possível pra não me constranger. "Então? Como foi? Digno de Oscar?"
"Algumas performances ótimas, mas não exatamente." Achei que isso ia ser o fim. Mas ela continuou me cutucando.
"Então esse é o seu gênero, é? Enfermeiras? Ou Peitos Grandes? Ou os dois?"
Era uma pergunta estranha, os dois bem cientes de que ela era avantajada. Mas por sorte, eu estava várias cervejas dentro, e a coragem líquida me ajudou a engajar.
"Hummm.... bem... mais os peitos do que as enfermeiras. Tenho certeza que você notou que Bruna não é exatamente... super dotada nessa área em particular."
"Sabe, ter peitos grandes nem sempre é uma benção! Não entendo porque vocês gostam tanto dessas coisas." Meu pau deu um pulinho quando ela olhou pros próprios peitos e levemente pressionou as mãos neles. "São só sacos carnudos de pele."
Meu pau começou a crescer, e tentei empurrá-lo pra baixo com o cotovelo. Tentei rapidamente mudar de assunto. "Beeeeemmmmm....vamos só pedir um filme, beleza?"
Ela corou um pouco e me viu desconfortavelmente me ajustar no sofá. Sorriu pra mim, o que me deixou nervoso, mas não disse mais nada, e então foi pra lista de filmes. Escolheu "S.O.S. Malibu," com o qual fiquei de boa, já que era uma comédia leve e fofa com garotas gatas nele.
"Vai ser bom. Posso olhar pros abs do Zac Efron, e você pode olhar pros peitos da Alexandra Daddario. Que tal?"
Dei uma olhada pra ela, insinuando que ela calasse a boca. Ela só riu, e assistimos o filme. Quando o filme terminou, os dois fomos pros nossos quartos pra dormir.
O encontro e discussão me deixaram excitado pra caramba, porém, então precisava bater uma antes de conseguir dormir. Deitando na cama, comecei a olhar no celular, procurando vídeos de pornstars peitudas no Google. Passei a mão no meu pau longo e grosso pra cima e pra baixo até estar com capacidade total, e estava perto de gozar quando ouvi algo na cozinha e percebi que minha porta não estava completamente fechada. Tipo um cervo na luz dos faróis, vi Vitória, parada na cozinha de sutiã e calcinha, pegando sua garrafa d'água, e pro meu horror, a gente acidentalmente fez contato visual.
Rapidamente tentei pegar as cobertas pra me cobrir enquanto Vitória ficou ali congelada pelo que pareceu uma eternidade. Na realidade, provavelmente foi só um segundo ou dois.
"Eita! Desculpa!" ela exclamou e então rapidamente correu de volta pro quarto dela. Nunca tive uma ereção baixar tão rápido na minha vida, e não acreditei no que tinha acontecido. Tinha certeza que tinha fechado minha porta e nem pensei em checar de novo antes de começar a me masturbar. Percebi que amanhã ia ser MUITO constrangedor, se não motivo pra ela querer se mudar.
Fiquei ali deitado, vermelho, e não consegui dormir quando ouvi meu celular vibrar. Estava esperando que fosse Bruna, mas era Vitória.
***Vitória: Caraaaca desculpa por issooo! fecha a porra da porta da próxima vez hahaha! por favor não fica com vergonha!***
Achei que era melhor responder na hora, arrancando o band-aid o mais rápido possível.
***Miguel: Hahahah não, foi culpa minha, desculpa! tinha certeza que a porta tava fechada. cadê a bruna quando eu preciso dela?***
***Vitória: Parece que aquela alexandra daddario cumpriu o papel dela hoje né seu tarado***
Não sabia bem como responder a isso, então só respondi à primeira parte.
***Miguel: ela é muito talentosa mesmo, com certeza! =)***
***Vitória: ok desculpa de novo! Não fica estranho amanhã de manhã por favor! Boa noite!***
***Miguel: eu não fico se você não ficar!***
Me senti melhor e fiquei feliz que ela me mandou mensagem; caso contrário, seria uma noite sem dormir pra mim. Enquanto estava ali deitado, me deixei acalmar antes de perceber a ótima visão que tive da Vitória de sutiã e calcinha. Levantei, fiz questão absoluta de fechar a porta completamente, e terminei de me masturbar no meu banheiro.
Na manhã seguinte, nem mencionamos o que tinha acontecido na noite anterior, com o que fiquei mais do que de boa. Continuamos nossas vidas como se nada tivesse acontecido. Ela continuaria saindo pra balada por mais alguns fins de semana e continuaria usando tantas roupas sexys. Não estava trazendo mais nenhum cara pra casa, porém, por alguma razão, e eu fiquei grato por isso.
Foi por essa época que Bruna e eu começamos a nos distanciar também, e eventualmente terminamos e seguimos caminhos separados, amigavelmente. Subconscientemente, me perguntei se minha fascinação pela Vitória tinha tido alguma parte no término; tenho certeza que sim.
Uma vez que a fase de balada dela tinha se acalmado, Vitória tinha estado correndo atrás de trabalho e eventualmente encontrou um emprego ótimo, com o qual ficou super empolgada. Decidimos que iríamos fazer uma festa no nosso lugar, comemorando, e convidamos o máximo de pessoas que coubesse no nosso apartamentinho.
No dia da festa, saímos e pegamos toda a comida e bebida que podíamos pagar e deixamos nosso lugar pronto. Tinha convidado um monte dos amigos que sobraram da separação com Bruna, e Vitória tinha convidado um monte das amigas dela também. Estava empolgado pra festejar com as amigas da Vitória, já que um monte delas eram gatas. Nos arrumamos pro evento, e Vitória estava incrível como sempre. Usava uma blusa decotada turquesa, que mal conseguia conter seus peitões enormes, e sua legging preta brilhante com efeito molhado, que mostrava sua bunda perfeitamente redonda.
Todo mundo chegou, e no total tinham provavelmente umas 15-20 pessoas espremidas nesse apê pequeno. Todos se divertiram muito bebendo e música tocando alto, e todos ficamos bobos, tomando várias bebidas diferentes.
Tinha uma das amigas mais próximas da Vitória que era uma gata da porra, e fiquei empolgado quando ela veio pra festa. O nome dela era Alana, e ela era a única das amigas da Vitória que tinha peitos tão grandes quanto os dela, embora eu tivesse certeza de que eram falsos. Era uns bons 15 centímetros mais alta que Vitória, provavelmente tipo 1,75m, magra, e tinha cabelo loiro sujo comprido. Nessa noite em particular, estava usando um minivestido cinza brilhante com paetês que ficaria melhor no chão do meu quarto. Tinha planejado usar minha magia com ela naquela noite e visualizei finalmente brincar com peitões, falsos ou não.
De propósito fiquei perto dela a noite toda, e nos engajamos no que achei ser uma conversa muito boa. Fazendo o possível pra ser charmoso, mas não desesperado, e fazendo ela rir. Acabamos ficando bem bêbados jogando jogos de cartas, e nosso jogo de flertes tava rolando legal. Mas antes que eu percebesse, ela abruptamente saiu da festa mais cedo, o que meio que me deixou puto já que achei que tinha trabalhado ela direitinho. Mas não dá pra ganhar todas, suponho.
Nas próximas horas, todo mundo foi saindo aos poucos, e era só eu e Vitória. Eu estava bêbado, e quando Vitória disse tchau pra última pessoa saindo pela porta, fiquei olhando pra bunda suculenta dela e quis apertar. Caralho, ela estava gostosa.
Ela fechou a porta e olhou pra mim. "Bem... ainda é meio cedo, quer continuar bebendo?"
"100%!"
Nos servimos mais uns drinks, e sentei no canto do sofá enquanto Vitória sentou no lugar usual dela na poltrona ao lado.
Vitória riu. "Vi você trabalhando a Alana bem forte hoje à noite!"
"Hahah.... é desculpa, ela é só.....muito gata."
"Só se você gosta daquele tipo de corpo alto, loira, violão! Hahah, não, ela é gata com certeza. E não me importo. Mas tenho que admitir, não achei que você tinha chances. Ela tá atrás de um cara há um mês. Imaginei que ela ia sair cedo, ela é difícil, e ela curte mais caras sarados, caras bombados de academia. Então não se sinta mal."
Faço umas flexões de brincadeira. "O quê, não sou eu?"
Ela ri. "Quase... continua trabalhando nisso, Tigre."
A bebida soltou minha língua, e me pego começando uma frase que nunca pensei que diria pra Vitória.
"Pra ser sincero, ela tem uns peitos incríveis, e eu estava esperando me divertir com eles hoje à noite. Pra ser sincero, nunca fiquei com uma garota com peitos grandes."
Quando terminei a frase, fiquei preocupado que podia ser meio exagero. Pro meu alívio, ela respondeu imediatamente. "Ah, sim. Pena que ela não é enfermeira... São bem falsos, sabia?"
"Ah, eu não teria me importado."
Ela riu. "Agora eu sei que você já ficou com sua quota justa de garotas. Não pode me dizer que nenhuma delas tinha peitões?"
"Sério, nenhuma. O máximo que já tive foi, tipo, um punhado pequeno, talvez, no máximo. Acho que isso é parte do motivo de ter terminado com Bruna. Bem superficial, né?"
"Meio que. Mas não, se você sabe o que quer, você sabe o que quer." Vitória hesitou por um segundo. "Olha, se quiser, só apalpa os meus. E aí você pode superar isso."
Meu coração pulou uma batida, e fiz uma careta. Ouvi direito?
"...Oi?"
"O quê, não são grandes o suficiente pra você?"
Corei e ri disso. "Hum.... você sabe que você tem um par incrível."
"Tá certíssimo que tenho. Muito melhor que os da Alana. Reais pra caralho. Vai lá, dá uma apertadinha, tô bêbada e sinceramente tô nem aí."
Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ela levantou e caminhou até o sofá, e sentou do meu lado. Dessa vez, sou eu o cervo na luz dos faróis, e só fico ali sentado, olhando pra ela, pasmo.
"Não faz isso ficar estranho. Só aperta!"
Ela forçosamente pegou minhas mãos e me fez apertar os peitos dela por cima da blusa de cetim turquesa. Tive uma experiência fora do corpo, já que estava esperando há muito tempo por uns melões enormes nas minhas mãos.
"Tá vendo? Sem problema. Só peitões. Aperta eles."
Lentamente me transformei num clássico adolescente de primeira viagem, tipo sentindo peitos pela primeira vez. Apertei eles várias e várias vezes, provavelmente com um sorrisão idiota no rosto. Percebi minha ereção surgindo. Pra tornar a situação mais leve, começo a bater neles com minhas mãos pra frente e pra trás tipo um idiota, e os dois começamos a rir.
"Olha, vamos fazer isso direito." Congelei de novo enquanto ela tirou a blusa turquesa pela cabeça, revelando um sutiã de renda preta super sexy com bojo. Ela traz minhas mãos de volta pros peitos dela.
"Então como você gosta deles? Isso é tudo que você sonhou que peitos grandes seriam?"
"Uhhh....sim....são obviamente incríveis."
Virou um silêncio meio estranho de novo enquanto eu brincava com eles. Estava garantindo que as pontas dos meus dedos chegassem acima do sutiã pra que eu pudesse sentir a carne macia da parte de cima dos peitos dela. Ficou aparente pros dois que eu queria tirar o sutiã dela, e com meu nível de embriaguez, decidi fornecer minha opinião.
"E se a gente fizer isso AINDA MAIS direito. Não consigo ter a experiência real com esse sutiã bobo no caminho, né?"
Ela ficou ali congelada por um segundo antes de me dar um sorrisinho safado que me surpreende.
"....Ok. Pervertido."
Lentamente me inclinei e alcancei atrás dela pra desfazer o sutiã. Desabotoei ele tipo profissional, removi ele devagar, e joguei de lado. A visão era incrível, pareciam ainda mais incríveis e perfeitos do que eu poderia ter imaginado. São perfeitos. Ela arqueou as costas um pouco, empurrando eles pra fora pra fazer eles parecerem ainda maiores.
"Faz o que tem que fazer, mano. Tira isso do seu sistema."
Sinal verde! Segurei os peitos macios e firmes dela nas duas mãos e acariciei eles, pra meu deleite. Deixei os mamilos caírem entre meus dedos e levemente belisquei eles, o que pareceu animar ela. Meu pau virou uma ereção total, descendo pela lateral da minha calça jeans enquanto eu continuava brincando com os peitos dela. Não tinha certeza de até onde podia levar isso, então lutei contra a vontade de beijar e chupar eles, só usando minhas mãos. Porém, estava com a sensação de que Vitória também estava curtindo isso, segurando pra não fazer gemidos ou barulhos. A mão de Vitória de repente toca meu joelho. Olho fundo nos olhos castanhos dela, apavorado com o que ela vai dizer em seguida.
"Isso é provavelmente 100% a bebida falando, mas... Percebi que seu, uh...... amigo aí embaixo tá ficando bem animado." Ela sorriu maliciosamente e olhou pro volume enorme descendo pela lateral da minha calça jeans.
Estranhamente, tentei me ajustar um pouco, mas não tinha como esconder que eu estava duro pra caralho. "Desculpa por isso.... difícil não ficar animado. Isso é foda pra caralho."
"Tem mais alguma coisa que você gostaria de tirar do seu sistema quando se trata de peitos?"
"O que você quer dizer?"
"Tipo.....espanhola? Imagino? Meus peitinhos são perfeitos pra foder. Não tem como você não ter fantasiado sobre isso."
Ainda não acredito em tudo isso.
".....sério?"
"É, por que não. A gente tá aqui. E pra ser sincera, tô um pouco curiosa pra ver esse monstro escondido na sua calça agora. Só vi um vislumbre bem rápido quando você tava batendo punheta no seu quarto na outra semana."
Vergonha não estava mais na mesa pra mim; em vez disso, tô só excitado pra caralho.
"......Sinceramente não consigo pensar em nada que já quis mais."
Vou tirar meu pau pra fora o mais rápido humanamente possível, quando ela me parou. "Uma coisa..... se a gente fizer isso, a gente faz isso só essa vez, e leva pro túmulo. E não conta pra ninguém. NUNCA. Fechado?"
"Fechado." Eu teria dito qualquer coisa naquele momento, incluindo vender minha alma pro maldito diabo.
Levantei, desabotoei minha calça jeans, e ela caiu nos meus tornozelos. Meu pau já estava saindo por baixo da minha cueca boxer enquanto puxava ela pra baixo. Meu pau ereto deu um pulo pra atenção, a apenas 30 centímetros do rosto lindo da minha meio-irmã. Vitória ficou ali sentada, boca aberta e olhos arregalados.
"...Puta merda, mano... Isso é na verdade... um pauzão. Tipo… Jesus. Caralho… Coitada da Bruna."
Decidi estender um ramo de oliveira. "Já que a gente tá compartilhando coisas...você pode tocar nele, se quiser?"
Ela mordeu o lábio com um sorrisinho antes de lentamente envolver a mão ao redor e dar umas batidas suaves. Literalmente não conseguia acreditar que Vitória estava me batendo punheta.
"Você tá ridiculamente duro agora." Ela devagar moveu a mão pra cima e pra baixo do meu pau. Parecia um sonho olhar pra baixo pra ela, sem blusa, e as mãos macias dela acariciando meu pau. Ela então apontou a ponta do meu pau em direção à boca dela. "…ok, e se eu....?"
Nunca recusei um boquete antes e não ia começar agora, meio-irmã ou não. "SUPONHO. Afinal, VAMOS precisar de um pouco da boa e velha lubrificação natural pra quando eu enfiar entre os seus peitos."
"É verdade. A gente precisa de lubrificação natural." Ela cuspiu no meu pau e continuou me batendo punheta. Então ela devagar abriu a boca e inseriu a ponta dele na boca quente e molhada dela.
Ela devagar foi pra frente e pra trás, progressivamente colocando mais e mais do meu pau na boca dela enquanto torcia a mão, batendo punheta na parte de cima do meu pau. Ela sabia o que estava fazendo, aprendi rapidamente.
Depois de alguns minutos de Vitória se divertindo, tirei meu pau da boca dela, e estava brilhando com fios da saliva dela. Dei umas batidas nele mesmo algumas vezes e posicionei em direção aos peitos dela. Sem precisar de palavras, Vitória procedeu a juntar os peitos, cuspindo outro escarro entre eles enquanto balançava eles, espalhando a saliva por toda parte.
Ainda em pé, me abaixei o suficiente pra entrar na fenda envolvente dela por baixo enquanto Vitória apertava os peitos o mais forte que conseguia. Comecei a bombear, e era tudo que sonhei que seria: macio, quente e molhado. Comecei a foder os peitos gordos dela mais rápido e mais rápido antes de perceber que precisava ir mais devagar, já que a empolgação ia colocar um fim prematuro em toda essa diversão. Pra dar pausas, tirei meu pau e bati ele nos peitos dela de um lado pro outro antes de re-entrar e continuar fodendo eles.
Ela olhou pra cima pra mim com aqueles olhos sexy. "Tá gostoso, né?" Tudo que consegui fazer foi acenar com a cabeça em silêncio.
Ela me direcionou. "Olha, senta no sofá. Consigo ter um torque melhor com você aí."
Obedeci instantaneamente. Com Vitória dobrada na minha frente, ela moveu a mesinha de centro pra fora do caminho, e resisti em bater ou apalpar aquela bunda linda e grande na legging preta.
Me recostei no sofá com meu pau em plena atenção, apontado pro teto, e Vitória ficou de joelhos. Minhas pernas, aparentemente, não estavam abertas o suficiente, então Vitória forçosamente as alargou e se arrastou entre elas. Ela encarou meu pau por mais alguns momentos antes de agarrar a base do meu pau, apertando ele muito forte.
Ela sorriu pra mim e cuspiu no meu pau e devagar enfiou ele de volta na fenda dos peitos. Ela começa a me dar espanhola pra cima e pra baixo, e eu tô no paraíso absoluto. Ela decide mexer com meus pensamentos internos.
"Você já pensou em foder meus peitos antes? Sinto que você tem pensado nisso há muito tempo."
"Com certeza já."
"Isso é bem pervertido, mano. Quer dizer, não é como se eu tivesse desfilando esses cachorrinhos na sua frente aqui em casa."
Dei uma revirada de olhos pra ela. E ela só riu.
Estendi minhas mãos pra baixo e removi as mãos dela de cada lado dos peitos, e as substituí pelas minhas, apertei os peitos dela com força ao redor do meu pau enquanto introduzi algumas das minhas estocadas.
"Isso aí. Fode esses peitões!"
Ela parecia estar ficando muito excitada. Decidi dar mais direcionamento pra ela, já que percebi que a ponta do meu pau, agora uma bagunça com pré-gozo, continuava aparecendo no topo dos peitos grandes dela a cada bombeada.
"Lambe a ponta do meu pau quando ele aparecer dos seus peitos."
Ela me olhou com uma expressão meio surpresa antes de obedecer tipo uma boa garota e fazer o que foi mandada.
Eu poderia ter gozado ali mesmo, mas me concentrei em prolongar o momento. Enquanto eu estava me divertindo, os olhos da Vitória se fecharam, e percebi as mãos dela vaguearem pelo corpo dela enquanto começou a esfregar a buceta.
Hora de eu levar isso ainda mais longe.
Estendi a mão pra baixo e levantei o corpo dela pro meu pra chupar os peitos dela, mas com o objetivo furtivo adicional do meu pau esfregando contra o torso dela. Ela enfiou os peitos na minha cara enquanto eu chupava eles furiosamente. Agarrei suavemente a bunda dela, apertando, e ela não me impediu. Interessante, pensei. Então apertei ela com mais e mais força, apertando enquanto chupo os mamilos e venero os peitos dela. Ela ainda não me deu nenhuma resistência. Era hora do teste supremo. Cutuquei de propósito minha ereção dura como pedra no abdômen dela. Então um pouco mais embaixo direto na vagina dela, através da legging. Ela percebeu.
Ela sussurra. "Você quer entrar aí?"
"Só se você quiser."
Ela mordeu o lábio de novo e me deu um aceno de cabeça. Hora do show. Joguei ela pra fora de mim pro lado no sofá e ajudei ela a tirar a legging, revelando uma calcinha fio-dental sexy. Ela devagar tirou e jogou no chão. A buceta dela parecia tão convidativa.
Dei umas esfregadas nela enquanto ela começou a gemer, e enfiei uns dois dedos. Ela já estava absolutamente encharcada. Dedei ela por alguns minutos, e os dois estávamos começando a respirar bem pesado. Usei a umidade da buceta dela e comecei a me masturbar com ela antes de deslizá-la pra baixo e me posicionar na frente dela. Devagar coloquei a ponta do pau e ela ofegou.
"Caramba.....bem, não tem volta agora!" ela diz.
Ela se abaixou enquanto eu deslizei meu comprimento pra dentro dela, e ela gemeu mais alto. Ela parecia incrivelmente apertada. Pareci atingir o fundo dentro dela com cerca de uns três centímetros sobrando, mas então ela conseguiu me levar até o fim nas bolas depois de umas bombeadas. Os dois estávamos gemendo bem forte e começamos a ir muito rápido. Enquanto eu estava perfurando ela, os peitões dela estavam fora de controle, pulando pra cima e pra baixo.
Depois de foder ela por um bom tempo naquela posição, decidi mudar de posição e deitar no sofá enquanto Vitória sabia que tinha que subir em cima. Ela pulou em cima de mim, agarrou meu pau e sentou em mim, sem resistência dessa vez com meu pau entrando nela. Ela gemeu alto e começou a quicar pra cima e pra baixo em mim. Estendi a mão e apertei os peitos saltitantes dela com força.
Ela entrou num ritmo de verdade e me fodeu forte por um bom tempo antes de apertar e ter um orgasmo. Ela queria mais, porém, e continuou a me foder, quase gritando naquele ponto.
Eu estava ficando muito perto de gozar, então tirei ela de cima de mim e dobrei ela de quatro pra me comprar mais alguns minutos. Perfurei ela muito forte desse ângulo e bati na bunda dela várias vezes pra complementar.
Percebi que só vou durar mais alguns momentos.
"....Vou gozar, Vit, posso gozar nos seus peitos?"
Sem um segundo pra processar, Vitória se posicionou de volta no sofá e juntou e balançou os peitões suados grandes, se preparando pra receber minha gozada quente.
Eu estava 100% certo que essa seria a última vez fodendo esses peitos incríveis, então enfiei meu pau encharcado de buceta entre eles por umas últimas bombeadas antes de me sentir pronto pra explodir.
No ponto de ruptura, as bolas apertadas pra caralho, procedi a esguichar minha gozada por cima dos melões incríveis dela, jato após jato espirrando no peito incrível, com alguns esguichos caindo no queixo e logo abaixo da boca dela. Quando finalmente terminei, bati de brincadeira meu pau exausto contra os peitos dela mais algumas vezes. Recuperei meu fôlego e fiz contato visual com ela; ela estava olhando pra cima pra mim, sorrindo.
"...Jesus Cristo, mano, quando foi a última vez que você gozou? Isso é ridículo!"
"Considera como um elogio."
Ela ri enquanto vou e pego uma toalha pra ela se limpar.
Nos acalmamos e sentamos ali pelados no sofá por alguns momentos.
"Bem, acho que definitivamente tirei isso do meu sistema," admiti pra ela.
"Acho que eu também tirei. Você tem um pau incrível."
"Você tem tudo incrível."
"....Então.....a gente concorda que isso foi uma coisa de uma vez só, né?"
"Sim. E levamos pro túmulo, como discutido."
"Fechado."
Demos uns high-fives estranhos um pro outro, e ela foi pro chuveiro dela, e eu fui pro meu e me limpei e fui dormir, nas nuvens, e dormi feito um bebê.
Na manhã seguinte foi estranhamente não-estranho, embora estivéssemos meio de ressaca, mas nunca discutimos o que tinha acontecido. Voltamos às nossas vidas normais. Cerca de um mês depois, recém no novo emprego dela, Vitória encontrou um apartamento e se mudou.
Por sorte pra mim, depois de uns meses, encontrei uma namorada nova com um par de peitos de tamanho legal, não tão grandes quanto os da Vitória, mas o suficiente pra eu me divertir sempre que quiser.
## Epílogo - Três Anos Depois
Miguel ajustou a gravata no espelho do banheiro do salão de festas, observando seu reflexo com um misto de nervosismo e satisfação. Hoje era o casamento do pai dele com Amanda - na verdade, a renovação de votos deles, uma cerimônia grande que não tiveram da primeira vez. A festa estava bombando lá fora, música sertaneja tocando alto, e ele podia ouvir as risadas e conversas atravessando a porta.
Três anos se passaram desde aquela noite. Três anos desde que ele e Vitória cruzaram aquela linha que nunca deveria ter sido cruzada. E em todos esses três anos, nem uma palavra foi dita sobre o assunto. Era como se nunca tivesse acontecido.
Miguel tinha seguido em frente. Sua namorada atual, Larissa, estava lá fora na festa, provavelmente conversando com as amigas. Ela era ótima - advogada bem-sucedida, inteligente, engraçada, e sim, tinha peitos grandes o suficiente pra satisfazer aquela obsessão antiga dele. Eles estavam juntos há dois anos e meio, e as coisas estavam sérias. Ele até tinha comprado um anel há algumas semanas, guardado na gaveta do criado-mudo, esperando o momento certo.
Vitória também tinha seguido em frente. Estava noiva de um cara chamado Rafael, um engenheiro que conheceu no trabalho. Iam se casar daqui a seis meses. Miguel o tinha conhecido algumas vezes nos jantares de família - o cara era legal, meio certinho demais pro gosto dele, mas claramente amava Vitória. E ela parecia feliz. Realmente feliz.
Miguel saiu do banheiro e voltou pro salão. A festa estava no auge. Seu pai estava radiante, dançando com Amanda no centro da pista enquanto todos batiam palmas ao redor. Ele sorriu ao ver a felicidade genuína no rosto do pai.
"Ei, sumido!" A voz de Larissa veio do lado dele. Ela se aproximou, linda num vestido azul-marinho que abraçava suas curvas. "Tava te procurando. Vem dançar comigo?"
"Claro, amor." Ele a puxou pra pista de dança, e os dois começaram a se mexer no ritmo da música.
Enquanto dançavam, Miguel viu Vitória do outro lado do salão. Ela estava conversando animadamente com Rafael e alguns primos, usando um vestido verde-esmeralda que, ele tinha que admitir, ficava espetacular nela. Como se sentisse o olhar dele, Vitória virou a cabeça e os olhos deles se encontraram por um breve momento.
Ela sorriu - um sorriso genuíno, caloroso, fraternal. Ele retribuiu o sorriso e acenou levemente. E foi só isso. Nenhum momento carregado. Nenhuma tensão sexual. Apenas dois meio-irmãos se reconhecendo numa festa de família.
"Em que você tá pensando?" Larissa perguntou, interrompendo seus devaneios.
"Em nada," Miguel mentiu facilmente. "Só pensando em como meu pai tá feliz. Em como tudo deu certo no final."
"É bonito, né? Famílias recompostas funcionando." Larissa apoiou a cabeça no ombro dele. "Um dia seremos nós ali."
Miguel beijou o topo da cabeça dela. "Com certeza seremos."
A música mudou pra algo mais animado, e Larissa o puxou pra dançar mais energicamente. Miguel se deixou levar pelo momento, rindo e se divertindo, o passado firmemente enterrado onde deveria estar.
Mais tarde naquela noite, quando a festa estava terminando e os convidados começavam a ir embora, Miguel se encontrou sozinho no bar, pegando uma última cerveja. Vitória apareceu ao lado dele, pedindo uma água pro barman.
"E aí, mano," ela disse casualmente. "Curtindo a festa?"
"Tá massa demais," ele respondeu. "Pai e Amanda merecem isso."
"Verdade." Ela pegou a garrafa de água e tomou um gole. Ficaram ali em silêncio confortável por um momento.
"Larissa parece legal," Vitória comentou. "Você tá feliz com ela?"
"Estou sim. Muito feliz." Miguel olhou pra meio-irmã. "E você? Rafael parece ser gente boa."
"É ótimo. Me trata super bem." Vitória sorriu. "A gente cresceu, né? Tá tudo diferente agora."
"É, tá mesmo." Miguel concordou.
Rafael apareceu, colocando o braço ao redor da cintura de Vitória. "Amor, seus pais estão querendo tirar foto com a gente antes de ir embora."
"Já vou." Vitória se virou pra Miguel e, pra surpresa dele, o abraçou. "Obrigada por ser sempre um irmão incrível," ela sussurrou no ouvido dele.
Miguel retribuiu o abraço, sentindo uma onda de alívio e fechamento. "Sempre, Vit. Sempre."
Ela se afastou, pegou a mão de Rafael, e os dois foram em direção aos pais. Miguel observou ela ir, tomando mais um gole da cerveja, e finalmente sentiu aquele capítulo se fechar completamente.
Larissa apareceu ao lado dele, entrelaçando os dedos nos dele. "Pronto pra ir embora?"
"Prontíssimo." Ele terminou a cerveja e colocou a garrafa vazia no balcão. "Vamos pra casa."
Enquanto saíam do salão juntos, Miguel olhou pra trás uma última vez. Vitória estava rindo de algo que o pai tinha dito, rodeada pela família, seu noivo ao lado, genuinamente feliz. E ele também estava feliz, com sua própria vida, seu próprio futuro.
Algumas histórias não têm finais dramáticos. Algumas simplesmente... terminam. E às vezes, isso é exatamente como deveria ser.
Miguel apertou a mão de Larissa e sorriu. O passado era passado. O futuro estava bem ali na frente dele, e ele estava pronto pra abraçá-lo completamente.
***
**FIM**