Capítulo 1: O Fogo da Casa
A mansão do meu amigo Valdomiro era um espetáculo, uma daquelas construções antigas que gritavam dinheiro velho, com lustres de cristal que jogavam luz dourada por todo o salão. Eu estava lá, aos 53 anos, com um uísque na mão, o smoking preto um pouco apertado nos ombros largos, sentindo o peso da idade nos joelhos, mas com a cabeça cheia de vida. O ar cheirava a perfume caro, charutos e algo mais — talvez o desejo que pairava entre os convidados. A música eletrônica, com graves que faziam o chão, pulsava como um coração vivo. Eu não estava exatamente procurando encrenca, mas, quando a vi, soube que ela me encontraria.
Sofia. Meu Deus, que mulher. Ela surgiu no meio da multidão como se o mundo tivesse decidido me dar um presente. Uns 20 anos, talvez, alta, com 1,75m de pura curva. O vestido vermelho colava no corpo dela como se fosse uma segunda pele, abraçando seios tão grandes e empinados que pareciam desafiar a porra da gravidade. A bunda redonda balançava a cada passo, o tecido brilhando sob as luzes, e aquelas pernas torneadas, longas, moviam com uma graça que me fez engolir o uísque errado. Os cabelos negros, longos e ondulados, caíam como uma cascata até o meio das costas, e os olhos azuis dela, grandes e brilhantes, pareciam me chamar. Eu senti meu pau, 18 cm de puro nervo, começar a endurecer só de olhar.
Eu me aproximei, tentando parecer casual, mas com o sangue já quente. “Você parece perdida num lugar como esse,” disse, minha voz rouca do uísque e da idade. Ela virou a cabeça lentamente, um sorriso brincando nos lábios carnudos, cobertos de gloss vermelho que refletia a luz. “Ou talvez eu esteja exatamente onde quero,” respondeu, a voz como veludo, suave mas com um toque de provocação. Começamos a falar, mas, pra ser honesto, eu mal prestava atenção nas palavras. Meus olhos desciam pros seios dela, pro decote que mostrava a pele bronzeada, e subiam pros lábios, imaginando o que poderiam fazer.
Na pista de dança, ela colou em mim, e foi como se o mundo sumisse. O calor do corpo dela queimava através do vestido, os seios esmagando meu peito, a coxa roçando meu pau, que agora estava duro como pedra, pulsando contra o tecido da calça. Eu sentia o perfume dela, algo floral e doce, misturado com o suor leve da dança. Minhas mãos desceram pra cintura fina, quase escorregando pra bunda, mas me segurei. Ela riu, um som baixo e sexy, e sussurrou no meu ouvido: “Quer um lugar mais quieto?” Meu coração disparou, e eu só assenti, como um garoto de 20 anos, não um cara de 53.
Ela me puxou pela mão, os dedos delicados mas firmes, e me levou por um corredor escuro, longe do salão. Passamos por portas fechadas, risadas abafadas e o som da música ficando mais distante. Ela abriu uma porta pequena, que dava pra uma espécie de despensa, cheia de caixas de vinho e prateleiras empoeiradas. A luz fraca de uma lâmpada pendente jogava sombras no rosto dela, destacando os olhos e os lábios. “Aqui serve,” ela disse, trancando a porta com um clique que ecoou no meu peito.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela me empurrou contra a parede, a madeira fria nas minhas costas. O beijo veio como uma onda, quente e faminto, a língua dela invadindo minha boca, doce com um toque de champanhe. Eu agarrei a nuca dela, sentindo os cabelos sedosos entre os dedos, e devolvi o beijo com força, nossos dentes quase se chocando. Meu pau estava tão duro que doía, preso na calça, e ela parecia saber disso. Desceu a mão, roçando a palma pelo volume, me fazendo gemer na boca dela.
De repente, ela se ajoelhou, o vestido esticando nas coxas grossas, e abriu meu zíper com um som seco que cortou o silêncio. Meu pau saltou pra fora, 18 cm de puro tesão, grosso, com veias pulsando, a cabeça rosada brilhando com uma gota de pré-gozo. Sofia olhou pra ele, os olhos azuis faiscando, e lambeu os lábios. “Que delícia,” murmurou, antes de me engolir inteiro. Minha cabeça bateu na parede quando senti a boca dela, quente e molhada, deslizando até a base. Ela não hesitou, não engasgou — simplesmente levou tudo, a garganta apertando meu pau como um punho de veludo.
O som era obsceno, molhado, com baba escorrendo pelos cantos da boca dela, pingando no chão. Ela chupava com força, a língua girando na cabeça, descendo pros lados, lambendo as veias como se fosse um doce. Eu agarrei os cabelos dela, puxando com força, e ela gemeu, o som vibrando no meu pau. “Você gosta de provocar, né?” grunhi, e, sem pensar, dei um tapa leve no rosto dela, a palma estalando na bochecha. Ela parou por um segundo, os olhos brilhando, e disse, rouca: “Mais forte. Eu aguento.” Meu sangue ferveu, e dei outro tapa, mais firme, o som ecoando na despensa. Ela riu, uma risada sexy e desafiadora, e voltou a chupar, ainda mais fundo, a baba agora escorrendo pelo queixo, molhando o decote do vestido.
Eu estava no limite, o prazer subindo como uma onda. “Porra, sua safada,” murmurei, e ela acelerou, a cabeça subindo e descendo, os lábios esticados ao redor do meu pau, a garganta engolindo cada centímetro. Quando gozei, foi como uma explosão, o sêmen jorrando quente na boca dela, jato após jato. Ela não recuou, engoliu tudo, os olhos fixos nos meus, brilhando com um fogo que me deixou zonzo. Meu corpo tremia, as pernas quase cedendo, mas ela não parou. Mesmo depois de eu gozar, ela manteve meu pau na boca, chupando devagar, a língua girando na cabeça sensível, me fazendo vibrar de prazer. Era demais, quase doloroso, mas tão bom que eu não queria que parasse. “Caralho, garota,” gemi, a voz falhando, enquanto ela finalmente soltava meu pau com um pop molhado, lambendo os lábios como se tivesse acabado de comer o melhor prato da festa.
Ela se levantou, o vestido amarrotado, o rosto brilhando com saliva e gloss borrado. “Gostou?” perguntou, a voz provocante, enquanto ajeitava o cabelo. Eu só consegui rir, ofegante, ainda sentindo o pulsar do meu pau. “Você é um furacão,” disse, tentando recuperar o fôlego. Ela sorriu, mas havia algo nos olhos dela, um segredo que eu não entendia. Notei um brinco de pérola no chão, provavelmente dela, e o peguei, guardando no bolso. “Você perdeu isso,” mostrei, mas ela só deu de ombros, como se não importasse.
Saímos da despensa, o barulho da festa voltando como uma onda. Ela me deu um último beijo, rápido, e desapareceu na multidão, a bunda balançando no vestido vermelho. Fiquei lá, com o gosto dela na cabeça, o brinco no bolso e uma certeza: eu precisava encontrar aquela mulher de novo. Mal sabia eu que Sofia era muito mais do que eu imaginava.
