Daniela e eu, Marcelo, tínhamos resolvido viajar. Considerando várias possibilidades, a escolha final acabou sendo a cidade de Morretes, no Paraná. Cidade pequena, mas muito agradável e com diversas opções de ecoturismo. Mal sabia eu que além de belas paisagens esse passeio renderia uma história bastante indecorosa.
Fomos andar pelo centro, comer comidas típicas e coisas afins. Descobrimos um passeio bem interessante e nos animamos. Se tratava de um passeio de canoa pelo principal rio que cortava a cidade. Nós com o “modo aventura” ligado compramos esse roteiro.
Seríamos guiados por Joel. Um cara de uns trinta poucos anos, negro, com físico invejável, provavelmente pela natureza do seu trabalho, bonito, devo admitir e com jeito simples. Usava uma regata, bermuda e um chapéu apropriado para quem estava sempre embaixo do Sol.
Ele remava em pé na parte traseira do barco, Daniela sentou-se no meio e eu na frente, deslumbrado com a paisagem.
Joel era bom de papo, o percebi especialmente animado na conversa com Daniela que retribuía a simpatia do rapaz que já lançava olhares lascivos sobre ela, situação essa comum, pois ela enchia os olhos de qualquer um por onde quer que ia: tinha longos cabelos ondulados, cortados em um corte repicado e na cor castanho claro com as pontas iluminadas e com uma leve franjinha desfiada que fica jogada de lado, um belo rosto com um sorriso inocente que só fazia aumentar os pensamentos corruptos de todos a volta, seios grandes e generosos, coxas grossas e uma bunda grande e redonda, não tinha ângulo que não fosse monumental, boazuda no último sentido da palavra. E pra emoldurar isso tudo, nesse dia ela usava um vestido curto e soltinho com um baita decote.
Joel não demorou muito para olhar pra ela como quem olha pra água no deserto, sedento.
Terminado o passeio de canoa, eu já esperava algo a mais dessa nova “amizade”.
Precisávamos voltar pra nossa pousada, estávamos felizes, mas exaustos. No entanto, antes de irmos, Joel nos disse o seguinte:
–Vi que vocês gostaram bastante do passeio, tem um outro que além da parte pelo rio no final tem um trilha com cachoeiras. Não gostariam de fazer esse?
–Imediatamente nos empolgados, eu, agora não só pelas paisagens, mas também pensando nas putarias que poderiam rolar por lá.
No caminho para a pousada:
–-Gente boa, o Joel, né?
—Sim, e gato! Disse Dani soltando um sorrisinho tímido e safado.
Ela ficava, às vezes, genuinamente tímida quando deixava transparecer seus pensamentos impuros e isso era divertido.
–Ah é? Você achou? Olha, ele te secava com uma cara de tarado. Certeza que tá louco pra te comer.
Ela só riu encabulada com seus pensamentos sujos.
Fato que Daniela é uma puta enrustida e deliciosamente submissa. Se por um lado era tímida, por outro gostava muito de me agradar e usava isso de desculpa para lidar com seu jeito acanhado e liberar seus pensamentos indecentes quando tinha oportunidade.
Havíamos trocado contato com Joel e para minha surpresa (ou não) rs, ele chamou Dani e depois de um breve papo furado lançou:
–Caralho, você é muito gostosa! Fiquei louco só de te olhar.
Dani me mostrou a mensagem e com um sorriso safado me perguntou o que deveria responder. Eu só falei pra ir dando corda pra gente ver aonde ia dar.
–Ah, é? Ficou mesmo? Respondeu ela.
–Nossa, muito. Vontade de chupar essa sua buceta.
–Você é muito safado, hein!
–Você que é muito gostosa.
–Manda um nudes pra provocar ele. Disse eu.
Ela rindo, abriu o app de foto e mostrou algumas que eu mesmo tinha tirado, mostrou um dela de bruços só de camiseta, num ângulo com sua raba enorme pra cima e que dava também pra ver um pouco da buceta e disse:
–Devo mandar essa?
–Sim, essa tá ótimo!
Ela enviou.
–Pooooorra, que rabão!! Que cavala.
–Gostou?
–Se gostei? Tô até desorientado com tanta abundância e vontade de meter a pica nessa bucetinha.
–Então vem, vou ficar te esperando aqui, desse jeitinho, só de camiseta, de bruços e com o rabão pra cima.
Eu mesmo a tinha orientado a responder isso, pra dizer que viesse, que estava pronta pra ser torada.
–De fato, você é gostosa demais pra ser comida por um único cara, mas e seu namorado?
–Não se preocupe, ele resolveu sair pra beber de última hora, só vai aparecer amanhã.
E de fato ele veio, eu fiquei bem quietinho escondido num closet que tinha no quarto da pousada. Não era possível me ver, mas eu conseguia ver tudo que acontecia no quarto. Quando Joel entrou Daniela estava esperando exatamente como descreveu, de bruços, camiseta, e o rabetão à mostra, uma das pernas levantadas, parecia fingir que estava dormindo quando na verdade empinava a bunda da forma mais indecente que uma cadelinha poderia fazer.
Joel parou por um instante para admirar maravilhado aquela imagem libidinosa, aquelas coxas grossas e aquela raba exuberante. Arrancou toda a roupa, se aproximou e foi alisando as pernas, as coxas, começou a massagear a bunda, curtindo cada detalhe daquela forma redonda e durinha, enquanto apertava começou a afastar as bandas e olhar hipnotizado pra buceta e o cuzinho de Daniela, estava perplexo com tanta opulência e formosura. Eu podia até mesmo adivinhar seus pensamento:
“--Que sorte da porra”!
Se inclinou e enfiou a cara na bunda dela, começou a lamber a buceta com voracidade e depois o cuzinho. Depois de alguns minutos sendo chupada e penetrada pela língua de Joel, Dani não conseguia conter os gemidos. Meu pau já estava duro vendo a minha namorada ser chupada pelo negão. E depois de chupá-la por um bom tempo começou a enfiar seu dedo médio naquela bucetinha já toda encharcada de tesão, os gemidos inevitáveis não paravam e logo Joel também enfiou seu indicador no cuzinho dela. Daniela se extasiava sentindo ser duplamente penetrada e deixou escapar:
–Porra! Que gostoso. Eu quero duas picas assim dentro de mim!!
–Como você é vagabunda, quem diria que com essa carinha inocente ia gostar tanto de rola. Falou Joel que com uma mão apertava e abria a bunda de Dani e com a outra ia dedando freneticamente.
Ele então tirou os dedos e começou a penetrar a buceta da vadia com sua rola grossa, se debruçando sobre ela. Agora sua respiração quente estava no ouvido dela enquanto ele a torava com força, sem dó.
–É assim que você gosta, né? Seu namorado não foi o suficiente pra apagar esse fogo, putinha?
Nesse momento, ali de bruços e levando estocadas insaciáveis, Daniela me lançou um olhar de puta submissa dopada de tesão e aquilo fez me pau latejar.
Logo em seguida, Joel tirou seu pau e gozou rugindo na bunda dela que já tinha gozado umas três vezes.
Sem muita demora se vestiu e disse:
–Vou indo pra não correr o risco de encontrar seu namorado. Depois mando mensagem pra gente combinar a próxima foda.
–Quem disse que vai ter próxima? Respondeu ela só pra provocar.
–Ah, vai ter que acontecer. Agora tô viciado nessa buceta.
–Você é um descarado. Replicou Dani sorrindo.
–Agora você vai ser minha cadelinha. Seu namorado que se acostume.
No dia seguinte fomos ao passeio combinado, fomos novamente de canoa com Joel pelo rio e num certo ponto a deixamos para entrar numa trilha. Joel e Daniela agiam como se nada tivesse acontecido e eu também. Era bastante divertido sustentar esse personagem e o susposto segredo da foda entre os dois. Pensando ele que eu não sabia de nada, às vezes, trocava olhares com Dani que naturalmente menos receosa devolvia discretos sorrisos safadinhos.
Dani usava um shortinho que mostrava a popa da bunda e uma regata que destacava a lateral dos seios. Joel ficava, por vezes, absorto olhando pro corpo dela.
Na trilha havia pelo menos três cachoeiras para visitar, quando chegamos na segunda, eu fingi exaustão e disse a eles:
–Se quiserem subir até a última, podem ir. Vou esperar por aqui mesmo, tô muito cansado.
Dani disse que queria mesmo ver todas e Joel deve ter pensado que sua sorte estava num dos melhores momentos da vida.
Quando tomaram uma boa distância da minha localidade e já próximos da última cachoeira Joel agarrou Daniela por trás já a encoxando com o pau duro e apertando seus peitos.
–Finalmente a gente pode brincar um pouco, minha cadelinha. Murmurou Joel enquanto beijava o pescoço dela.
–Eu não estava me aguentando de vontade de dar pra você de novo.
–Pois vamos resolver isso agora!
Joel abaixou o short de Dani e o seu, afastou o tecido da regata dela que ficou encaixado no meio dos peitões que saíram pelas laterais, deitou-a numa pedra e enfiou a vara de uma vez arrombando sua bucetinha e começando socar afoito. Ela, por instinto, tampava a boca pra tentar conter os gemidos.
A foda seguiu rápido e intensa. Joel sabia que não podia demorar e só esperou que Daniela gozasse pra tirar seu pau e atirar um jato de porra pela barriga e peitos dela. Antes ainda de descerem, Joel mandou Dani ficar de costas, se apoiar numa pedra a arrebitar a bunda pra que ele tirasse uma foto:
–Isso, arrebita. Quero uma lembrança da minha cadelinha.
Dani, indecente como gosta de ser, ainda saiu olhando pra trás com um sorriso safado e satisfeito de quem acabou de gozar.
Voltaram não muito tempo depois, nos reencontramos e descemos a trilha de volta.
De volta ao centro da cidade, Joel disse que iria jantar por ali com um amigo e nos convidou para comer com eles antes que voltássemos para a pousada. Como de fato estávamos com fome, aceitamos a proposta.
No restaurante conhecemos Jeremias, um homem também negro, musculoso, barbudo e com jeitão grosseiro de interior, mas bastante educado. Falava pouco, mas percebi também que não tirava os olhos de Daniela.
Houve uma hora que numa tentativa disfarçada Joel mostrou algo no celular para Jeremias que olhou pra Dani logo em seguida (tentando dissimular) com cara de admiração e disse baixo com sua voz grossa:
–Realmente…
Nos despedimos e voltamos pra pousada.
Logo chegaram mensagens de Joel para Daniela:
–Hoje na trilha foi uma delícia. Você é incrível.
–Obrigado, safado.
–Mostrei sua foto pro meu amigo. Ele te achou uma delícia.
–Como assim mostrou minha foto pra ele?! Pensei que ia ficar só pra você! Ai, que vergonha.
–Relaxa, Cadelinha. Ele é de confiança. Deixa eu perguntar. Você não conseguiria me encontrar sozinha, né?
Dani se virou pra mim e falou o que ele estava perguntando e o que ela deveria responder com uma cara meio de quem pede algo nas entrelinhas.
–Fala que sim, que daria um jeito.
Então ele disse a ela que o encontrasse no endereço que ele passou.
Colocou uma blusinha soltinha de algodão que ficava como que pendurada devido ao enorme volume dos seios e seu inseparável short de algodão exibindo a poupa da bunda, ela foi. Era um tipo de chalé, que embora não fosse muito longe do centro, era relativamente isolado e cercado pela mata.
Chegando lá, adentrou a sala que estava num tipo de penumbra, com luz indireta vinda de um abajur. Joel a recebeu e sentaram-se num sofá e começaram a se beijar, mas depois de alguns minutos foram interrompidos com batidas na porta.
–Pensei que estaríamos sozinhos. Disse Dani.
Joel deu uma risada maliciosa e foi abrir. Era Jeremias, o mesmo negão musculoso e barbudo que havia jantado conosco.
Joel:
–Então, depois que o Jeremias te conheceu e viu sua foto, ele ficou muito interessado em te conhecer melhor. Disse que você era fora de série, muito gostosa e queria ver mais de perto.
Por uns instantes Daniela ficou sem palavras, mas sua mente suja e indecente novamente a traia. Ficou molhada, agitada de ver aquele homem grande e forte na sua frente e mesmo hesitante se imaginou sendo fodida por ele. Resolveu manter a pose de “recatada”. E disse um “oi” tímido.
Joel emendou:
–Que isso, cumprimenta ele direito, já somos amigos.
Dani se aproximou pra cumprimentá-lo com um tradicional beijo no rosto, mas quando se aproximou se viu capturada por aqueles braços enormes e fortes, e teve um beijo roubado, tendo sua boca invadida pela língua de Jeremias e raba apertada com força por suas mãos grandes. Logo um dos braços estava segurando-a pela cintura e enquanto uma das mãos se encaixava no meio da sua raba acariciando seu cuzinho e sua buceta por cima do short. Foi como um arrebatamento depravado. Jeremias arrancou a roupa de Dani, a colocou de quatro no sofá, sacou sua vara robusta e invadiu sem cerimônia e sem pudor a buceta da vadia.
O que se seguiu foram estocadas violentas enquanto as duas mãos dele a puxavam pela cintura, sua raba imensa estalava batendo no quadril dele enquanto a tora ia fundo arrombando tudo. Joel apenas assistia e se deleitava com a cena devassa e agressiva, se sentia muito excitado e satisfeito de ter levado seu brinquedinho novo pra trepar com outra pica. Com o mesmo sentido de urgência de quando chegou, Jeremias após quinze minutos de bombadas brutais e ininterruptas soltou um grunhido e gozou por toda a raba de Daniela. Ela, por sua vez, se deixou cair no sofá com as pernas tremendo num orgasmo que parecia não terminar.
Um tempo depois se recompôs e voltou para me encontrar na pousada. Chegou com um sorriso de orelha e orelha, de quem tinha tido uma foda extraordinária. Uma puta satisfeita. Me disse, então com seu paradoxal sorriso tímido e lascivo e uma voz algo bêbada de luxúria:
–Você deixa dar pro Joel de novo? Acho que viciei.
–Claro, minha putinha. Ainda vamos nos divertir muito.
Fim
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