Vou contar algo inusitado que aconteceu. Foi num dia estava absurdamente quente. O ar condicionado do carro no máximo, não estava dando conta. Eu e Alex, meu marido, seguíamos pela estradinha de terra batida. Ouvimos falar de uma cachoeira nas redondezas e estávamos indo para lá.
Ao sair de uma curva, vimos dois rapazes de bicicletas. Meu esposo reduziu a velocidade, abriu a janela e perguntou:
- A cachoeira ainda está longe?
Um deles respondeu enquanto pedalava:
- Está logo aí. Estamos indo pra lá também. A entrada fica na próxima curva, bem num pé de guapuruvu de flores amarelas.
Seguimos e estacionamos embaixo da árvore. Estava linda com flores em cachos. Mal saímos do veículo, os moços chegaram. Esconderam as bikes no mato e apontaram para uma trilha. Fomos por ela e logo ouvimos barulho de queda de água.
A cachoeira era linda rodeada pela natureza exuberante. Perguntamos se eles vinham sempre ali e disseram que no verão sim. Os moradores preferiam um riacho mais perto do vilarejo para se refrescar. Tiraram calçados e camisetas, ficando só de calção e entraram numa espécie de piscina natural onde a água caía.
Nossa intenção era só conhecer. Porém, a temperatura alta maltratava. Meu vestido estava grudado no meu corpo, melado de suor. Alex colocou a mão na água constatando que estava bem fria. Olhou para mim dizendo:
- Vamos entrar também, amor?
- Bem que eu queria, mas, não trouxemos roupas de banho.
Alex ousado como sempre, tirou o tenis, meia, camiseta e calça, ficando só de cueca. Entrou na água afundando nela. Depois me incentivou a entrar também:
- Vem, Leiloca. A água está uma delícia!
Tirei a rasteirinha e descalça, arrisquei colocando os pés na água. A sensação térmica foi agradável. Apesar da vontade de entrar, o pudor me impedia. Vendo minha hesitação, meu marido disse:
- Entra logo, amor. Qual diferença de estar de biquíni ou com calcinha e sutiã. Estamos só nós aqui.
Olhei em volta e vi o dois moços bem embaixo da queda da água. Ali parecia ser mais fundo, a ponto de um deles estar só com a cabeça de fora. Então decidi. Tirei o vestido com dificuldade por estar colado no corpo suado e só com roupas íntimas, entrei rapidinho até onde estava meu esposo. Afundei o corpo tentando me ocultar como dava.
Meu esposo me fez sentar em seu colo. As mãos começaram a passear pelos meus seios. Não sei se foi instintivo ou estava a fim de safadezas. A dúvida dissipou em seguida. Senti seu falo endurecer pressionando minha bunda. Deu um jeito de soltar o fecho do sutiã e tirou ele me deixando com os peitos de fora.
Jogou a peça em direção onde estava nossas roupas. Em seguida, me fez virar de frente para ele e começou a mamar nos meus seios. Eu envergonhada, só de olho onde estava os marmanjos que pareciam alheio ao que fazíamos. Alex me beijou com tesão e a mão foi até a calcinha, tentando me bolinar. Sem muita convicção falei:
- Para, amor! Agora não.
- Por que não? Você é a única mulher aqui. E muito gostosa por sinal. Os rapazes não vão ligar se assistirem um show. Aliás, vi que o moreno não tirava os olhos em você quando andamos pela trilha.
É claro que eu tinha notado. Mas quem chamou minha atenção foi o mais novo que disfarçava mais denotando timidez. Ainda imberbe, bonitinho de rosto. Enquanto isso, Alex já estava no modo corninho manso, todo tarado tentando tirar minha calcinha. Ficamos numa luta silenciosa.
Quando conseguiu levantou para jogá-la também na beirada. Tirou sua cueca e estávamos nós dois nus em pelo. Ele me levantou também e ficou tentando meter de pé, o pau em riste no meio das minhas coxas. Tal movimentação chamou atenção dos rapazes que ficaram observando.
Meu marido fez um gesto chamando eles. O moreno mais velho, que depois ficamos sabendo chamar Matheus, foi o primeiro a se aproximar. Olhos arregalados olhava nós dois desnudos em atitudes libidinosas. Eu pega de surpresa sem saber como agir. Só fui deixando ele tomar iniciativa.
Enlaçados me fez caminhar mais perto do jovem. Na maior cara de pau, perguntou para Matheus:
- Gostosa a minha mulher, né? Vem, pode passar a mão nela também.
O rapagão estupefato, ficou parado tentando entender o que acontecia. Alex me empurrou para cima dele, me prensando entre os dois. O rapaz a princípio inerte, quando sentiu o corpo desta loira encostado no seu corpo, devagar, foi ousando mais, apalpando minha cintura e encaixando melhor numa encoxada sensual.
Senti sua pica dura no traseiro. Meu esposo perguntou para ele se queria meter em mim e a resposta foi gestos de afirmação com a cabeça, o olhar ainda descrendo que aquilo era verdade. Fomos os três como um bloco só até a beirada e Alex me fez deitar na areia. Matheus tirou o calção e veio por cima já querendo meter. Preocupada, falei para o Alex:
- Sem camisinha não!
- Tem preservativos no carro. Pera aí que vou lá buscar.
Enquanto isso, fiquei contendo as tentativas do moço em me penetrar. Já estava quase cedendo quando Alex voltou, tirou um preservativo do invólucro e deu para mim. Fiz Matheus afastar e comecei a encapar sua vara que até pulsava de desejo. Só então, abri bem as pernas e me entreguei.
Ele entrou com tudo, denotando toda sua inexperiência. Por não estar tão preparada, entrou ardendo. Ele já foi fundo e começou a copular. Não demorou muito soltar gemidos roucos, aumentando o ritmo das estocadas. Senti certo alívio quando ele parou, caindo com seu peso em mim.
Uma transa ruim que só concordei para agradar meu esposo que assistia manipulando seu cacete. O novinho, chamado Marco, só assistia com olhar arregalado. Alex já estava com outra camisinha na mão e deu para ele. Marco pegou o preservativo e tentou acasalar sem sucesso. Era evidente que ele nunca tinha usado um.
Tive de ajudá-lo a encapar sua vara. Deitei novamente de pernas abertas e trouxe o garoto para cima de mim. Ele até estocava sem objetivo, longe de acertar o alvo. Perguntei:
- É sua primeira vez, né?
Na verdade, nem precisava responder. Estava mais do que evidente sua virgindade. Era a primeira vez que eu ia deflorar um. Algo que despertou minha libido adormecida. Peguei em sua rola e direcionei para a entrada da buceta. Ele meteu forte e me penetrou fundo. A sensação deve ter sido deliciosa demais, tanto que ele suspirou de prazer.
Começou a meter num ritmo alucinante e quando eu entrava no clima, ele gozou! Foi frustrante, porém, compreensivo. Como consolação, notei que ele respirava forte, agora um homem completo. E foi no meu corpo, dentro de mim! Mal ele saiu, para minha satisfação, Alex tomou seu lugar.
Seu toque experiente de quem conhece meu corpo de vários carnavais. E bem tarado depois de ver dois machos jovens gozarem em mim. Fizemos um sexo animalesco com meu marido gemendo forte e com certeza eu também. Esquecemos do riacho, cachoeira e dos meninos que assistiam nossa cópula agitada. Parecia que Alex queria mostrar para eles como se fode uma mulher.
Tocava nos meus pontos sensíveis com a mão e boca, enquanto sua piroca martelava minha xana. Senti que o orgasmo estava vindo. Soltei um grito quando o clímax veio. Fiquei ali mole, semi desfalecida. Ele esperou eu me recuperar e recomeçou a cópula, até que passou a socar mais forte enquanto soltava grunhidos roucos. Até que gozou enquanto me beijava, enchendo minha buceta de porra.
Ficamos ali deitados, até seu pau amolecer e escorregar para fora. Só então lembrei dos meninos. Olhei para eles e vi ambos com o pau duro assistindo maravilhados. O olhar pidão de quem queria mais. Alex também percebeu e perguntou para eles:
- Vocês querem mais?
As duas cabeças se moveram de imediato, afirmativamente. Meu marido viu que só tinha mais uma camisinha. Como Matheus se adiantou, ele entregou para ele. Ele vestiu o preservativo e veio pela segunda vez. Agora demorou bem mais para gozar. Eu já cansada e buceta ardendo. Meteu, meteu e eu me esforçando para apressar seu gozo. Finalmente terminou e saiu.
Alex queria encerrar, dizendo que as camisinhas tinham acabado. Olhei para Marco que tinha um olhar entristecido e resignado. Fiquei avaliando a situação. Por um lado, sabia que devia parar por ali. De outro, tinha a vontade de transar mais uma vez com o garoto que eu tinha descabaçado.
O risco de transar sem preservativo era só de uma gravidez indesejada. Resolvi arriscar. Deitei no chão e o chamei. Seus olhos avivaram com a possibilidade de meter mais uma vez em mim. O garoto mal tinha me penetrado quando falei:
- Na hora de gozar, tira fora, tá?
Não sei se ele entendeu bem. Isso era preocupante. Porém, o contato e ardor juvenil me deixou bem acesa e me entreguei por inteira. Estávamos fodendo gostoso, eu mais uma vez no clima. Estava tão gostoso quanto foi com meu esposo, talvez porque tinha sido no pelo, carne na carne. Como estava sendo agora. Quando ele meteu mais rápido, perguntei pela enésima vez:
- Já vai gozar? Se for, tira e goza fora, viu?
Ele estava demorando bastante, aumentando minha preocupação. Sem falar que a buceta ardia depois de ser tão usada. Resolvi chutar o pau da barraca. Se ele iria gozar dentro, então que fosse no cu. Além do mais, a cada socada, a gala que meu marido tinha depositado, causava o barulho úmido e vazava para fora.
Apoiei numa pedra, empinei a bunda e fiz o menino se posicionar por trás. Peguei no seu pau e senti no tato que estava todo melado com a porra do meu marido. Direcionei para o botão do cuzinho. Falei para ele empurrar. A ponta forçou a entrada apertada. A cabeça deslizou causando a dor esperada. Foi entrando devagar.
Comecei a fazer força para evacuar o invasor enquanto pedia para ele forçar mais. Assim o naco de carne foi avançando causando aquela sensação de ter o cu preenchido. Mais e mais entrando bastante. Ele começou a meter, no vai e vem que estava ficando gostoso. Com a mão direita passei a manipular o grelho numa masturbação frenética.
Eu queria ter mais um orgasmo que parecia estar a caminho. Enquanto isso Marco socava talvez sem ter a noção exata que estava pela primeira vez experimentando o prazer do sexo anal. Com certeza isso ficaria eternamente em sua memória como uma lembrança inolvidável.
Então veio a explosão intensa e devastadora que só se obtém com o cuzinho sendo arrombado. A tal ponto que caí sentindo a superfície dura e fria da pedra na barriga. O garoto nem percebeu, continuando a meter. Cada vez mais rápido, já bufando nas minhas costas e nuca. Até que finalmente também gozou, com seu corpo mole pesando sobre o meu.
Ficamos engatados um bom tempo, já que sua rola demorou para amolecer. Finalmente saiu depois de inundar minhas entranhas com sua gala morna. Olhei para meu marido que assistia com ar enigmático, sei lá se de tesão ou reprovação. Mas nada disso importava. Se ele queria safadezas, com certeza eu tinha proporcionado isso.
Naquela noite, ele quis também me enrabar. Tentei escapar dizendo que estava cansada, mas, não teve jeito. Meu fiofó foi castigado mais uma vez...
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FOTOS: Não me descrevi porque muitos leitores já viram fotos minhas. Quem ainda não viu, deixe e-mail nos comentários que a divulgação ainda envia. Bjs.
