Lembranças inesquecíveis de Lisboa

Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Gay
Contém 3473 palavras
Data: 20/01/2026 16:54:26

Há uns cinco anos atrás minha esposa, suas irmãs e minha filha decidiram empreender uma viagem ao Japão para conhecerem as suas raízes; como se tratava de algo muito estafante e custoso perguntei se eu poderia viajar sozinho para a Europa ao que me esposa aquiesceu com algumas restrições; diferentemente da viagem ao Japão que duraria uns doze dias achei melhor contratar um pacote de cinco dias apenas e nas buscas achei um para Lisboa que atendia às minhas expectativas. Com tudo marcado e com o embarque acontecendo no mesmo dia nos dirigimos ao aeroporto onde nos despedimos com beijos e abraços.

Cheguei no aeroporto em Lisboa por volta do meio-dia; estávamos no inverno de dezembro, porém a temperatura era agradável embora um pouco chuvoso; não demorei a ver uma jovem morena de longos cabelos lisos portando uma placa da corretora de viagens e por conta disso fui até ela me identificando. “Vou pedir ao senhor que aguarde um pouco até todos os integrantes do pacote vierem e então iremos para o hotel!”, disse ela com tom alegre e gentil ao que eu respondi com um aceno. Já dentro da Van que nos levaria ao hotel notei que nosso grupo era pequeno, composto por apenas oito pessoas.

No trajeto, Luíza, a agente da empresa nos passou um pequeno documento com dicas, informações e também com o roteiro de nossos passeios agendados e assim que descemos do veículo nos dirigimos até a recepção para os trâmites necessário. E quando terminamos, já com as chaves dos quartos em mãos, Luíza finalizou avisando que teríamos um jantar naquela noite para que todos pudessem se conhecer melhor. Ao chegar no andar onde ficava meu quarto percebi que o outro sujeito desacompanhado ficara com o quarto do lado e antes de abrir sua porta ele acenou com um sorriso que retribuí. Eu havia trazido apenas uma mala pequena e uma mochila então tratei de tomar um ducha vestindo algo mais confortável.

Durante o jantar que aconteceu no restaurante do hotel Luíza conduziu as apresentações permitindo que eu descobrisse que éramos três casais e dois solteiros, sendo que o outro além de mim se chamava Jonas, motivo pelo qual Luíza sugeriu que nos sentássemos próximos um ao outro o que aquiesci; enquanto o jantar fluía Jonas puxou conversa querendo saber a razão que me levou a viajar, e eu expliquei a ele sobre a viagem de minha esposa permitindo que eu desfrutasse de certa liberdade; quando devolvi a pergunta Jonas me contou com certa reserva que se divorciara há pouco tempo e essa viagem serviria para que ele pudesse pôr as ideias em ordem.

Lamentei pelo acontecido e me prontifiquei a ajudá-lo naquilo que estiver ao meu alcance; depois do jantar os casais se recolheram e Jonas sugeriu que tomássemos um café numa cafeteria que ficava em frente ao hotel ao que eu aceitei de pronto. Sentados ao redor de uma mesa do lado de fora da cafeteria em frente ao Hotel Lisboa Carmo onde estávamos hospedados notei que Jonas se mostrava inquieto, mas antes que eu pudesse perguntar a razão disso ele começou a falar.

-Eu preciso falar sobre isso com alguém – começou ele em tom de desabafo – minha separação aconteceu porque minha mulher descobriu que eu tive uma relação com outro homem ..., ela não suportou e para evitarmos um escândalo optamos por cada um seguir seu rumo ..., pronto, falei!

As palavras de Jonas me impactaram de tal maneira que por alguns minutos permaneci em silêncio tentando encontrar uma forma de ajudá-lo e quem sabe a mim também. “E se me permite, você gostou dessa experiência? Digo, com outro homem?”, perguntei com alguma hesitação, observando as expressões faciais de Jonas que além de aliviado parecia motivado em responder.

-Se eu gostei? Foi a melhor coisa de minha vida nos últimos anos! - exclamou ele com tom quase eufórico – Na verdade se eu tivesse descoberto antes que era tão bom, teria aproveitado mais!

-Me perdoe, mas você agiu como ativo ou passivo? - tornei a perguntar percebendo o olhar de Jonas emitir um brilho diferente – perguntou isso porque há homens que permanecem héteros e outros que se descobrem bissexuais.

-Olhe, sendo bem sincero não me vejo como bissexual – respondeu ele se inclinando sobre a mesa e baixando o tom de voz – me sinto hétero com uma atração especial pelo corpo masculino ..., e você? Como se classifica? Hesitei por um momento, porém dada a sinceridade de Jonas achei por bem ir pelo mesmo caminho.

-Há pouco mais de um ano me descobri bissexual, porém com uma tendência a ser passivo – respondi buscando naturalidade no tom de voz – Porém até agora tive poucas experiências.

Jonas não escondeu seu interesse, mas com a aproximação dos casais que estavam no grupo silenciamos sobre o assunto. Nos despedimos no saguão do hotel e confesso que tive uma noite intranquila remoendo as palavras de Jonas e pensando se seria ele o primeiro a tirar meu cabaço. Na manhã seguinte saímos em excursão para conhecer alguns pontos turísticos da cidade e eu confesso que fiquei maravilhado, em especial pela Praça dos Restauradores, a Igreja de São Roque, Memorial às vítimas do massacre judaico de 1506 que me tocou profundamente e o Teatro Nacional de São Carlos. Fizemos uma parada para almoço em um restaurante típico indicado por Luíza e seguimos nosso passeio comigo e Jonas bem próximos um do outro mantendo a necessária discrição. Nessa altura, Luíza sugeriu o passeio de barco com música que estimulou os casais, mas não a mim e Jonas que decidimos passear pela praça do comércio.

Depois de alguns minutos rindo do voleio que déramos no restante do pessoal caminhamos pela praça e fomos até o Café “Martinho da Arcada”, onde saboreamos bolinhos de bacalhau e pastéis de Belém acompanhados por uma taça de vinho. Foi nesse clima que Jonas quis saber mais sobre minha experiência e eu achei por bem abrir o jogo com ele. “Até agora minha experiência se resumiu a mamar umas pirocas sem compromisso, porém permanecendo virgem em busca de alguém que seja compreensivo e carinhoso o suficiente para me ajudar nessa empreitada”, respondi com total sinceridade. Jonas me fitou com uma expressão enigmática antes de comentar minha resposta querendo detalhes sobre minha procura.

-Quero ser tratado como fêmea ..., trocar beijos e carícias como preliminares e depois deixar rolar – respondi com tom calmo – como sou virgem preciso de alguém que saiba agir na primeira vez ...

-Não sei porquê, mas tudo que você disse chamou minha atenção – interrompeu ele com um tom suave – nunca pensei antes em tudo isso, e achei que a enrabada seria o suficiente ..., mas, agora percebo que há algo mais a experimentar.

Nesse momento o silêncio pesou entre nós e um clima indecifrável se fez presente; como estava anoitecendo pagamos a conta e retornamos ao hotel onde encontramos os casais extremamente animados para curtir a noite lisboeta sugerida por Luíza; mais uma vez dispensamos o convite e depois de ficarmos no lobby tomando café decidimos subir para nossos quartos. "Será que um pouco mais tarde eu poderia ir ao seu quarto?", perguntou Jonas quase colando seu corpo ao meu dentro do elevador. Naquele momento meu coração disparou e a respiração quase se tornou ofegante me deixando confuso e um pouco atordoado, pois, afinal algo estava para acontecer ..., antes de me recuperar tive forças apenas para acenar com a cabeça aceitando o pedido.

Passava das dez da noite quando bateram à porta e assim que abri lá estava Jonas sorrindo, tendo nas mãos uma pequena garrafa de vinho e duas taças; eu devolvi o sorriso escancarando a porta e convidando-o para que entrasse; nos sentamos na pequena antessala e ele cuidou de abrir o vinho preenchendo as taças enquanto conversávamos animadamente sobre assuntos variados. “Não, minha esposa não sabe dessa minha descoberta e prefiro que ela jamais saiba!”, respondi em tom enfático quando ele perguntou se minha mulher sabia sobre minha bissexualidade. Em resposta, Jonas comentou que se ele tivesse sido mais cuidadoso, certamente seu casamento sobreviveria, pois no fundo de sua alma ele ainda a amava.

-Sabe, estou com vontade de fazer uma coisa com você – disse ele se levantando da cadeira pedindo que eu fizesse o mesmo – e acho que o vinho me estimulou!

Sem aviso Jonas me tomou em seus braços colando seus lábios aos meus ensejando um beijo; eu estava trêmulo e assustado, mas senti que não era o momento para hesitação e por conta disso abri minha boca para que nossas línguas dançassem com toda a sensualidade; Jonas me apertava enquanto os beijos se sucediam quase me deixando sem ar, porém tomado por uma excitação incontrolável; continuamos nos beijos até que eu me desvencilhei o suficiente para ficar de joelhos abrindo a calça de Jonas e expondo o membro que surgiu com toda a sua rigidez exuberante; segurei-o com a mão sentindo suas dimensões que eram um pouco acima da média daqueles que eu já manipulara e depois disso olhei para ele com um olhar lânguido antes de começar a lamber a glande que dobrara de tamanho.

Estendi as lambidas para todo o membro com momentos em que espremia a língua contra a glande e outros em que a aprisionava entre os lábios fingindo mastigá-la ouvindo Jonas gemer e suspirar elogiando meu gesto e estimulando para que eu continuasse; após saborear o membro tomei-o na boca passando a sugar com desmedida voracidade, sendo que nesse momento Jonas balbuciou um pedido para que ficássemos nus; eu então interrompi a felação saborosa permitindo que ambos tirássemos as roupas; observei Jonas um homem comum com um corpo comum, dotado de cabelos grisalhos, e que de alguma forma despertara em mim um desejo atroz de que fosse ele quem tiraria meu cabaço; tornamos a nos abraçar entre beijos e carícias sendo que em dado momento ele tomou minha mão e juntos fomos para o quarto.

Jonas fez com que eu me deitasse de barriga para cima e de uma forma surpreendente cingiu meu membro que também já enrijecera aplicando uma punheta ao mesmo tempo em que sua boca caçava a minha para mais beijos; nos quedamos nessa troca de carícias e beijos até que eu pedi que ele se deitasse sobre a cama; assim que ele obedeceu eu me pus sobre ele em posição invertida de tal maneira que seu membro estava ao alcance de minha boca ao mesmo tempo em que minhas nádegas lhe eram oferecidas; tornei a abocanhar o bruto buscando saboreá-lo como merecia. E não demorou para que eu sentisse as mãos quentes dele, ora acariciando, ora apertando e ora estapeando minhas nádegas me deixando tomado por arrepios que se sucediam sem fim.

Aos poucos Jonas foi revelando seu lado Alfa com os dedos vasculhando o rego até encontrarem meu selo que foi cutucado várias vezes elevando o desejo entre nós; repentinamente ele pediu para que mudássemos de posição solicitando que eu ficasse deitado de lado com a bunda à mostra; ele correu até a antessala retornando com uma bisnaga nas mãos; senti um arrepio mais forte quando ele começou a espalhar o gel lubrificante em meu rego, pois a sensação fria do produto me enlouquecia. “Agora, relaxe …, vai doer um pouquinho, mas creio que você vai gostar!”, sussurrou ele enquanto untava o membro. Eu sorri acenando com a cabeça me preparando para o ato que eu ansiava há muito tempo. Jonas então estocou o bruto contra o selo e na terceira investida obteve o êxito almejado rompendo a resistência do orifício que foi forçado ao laceamento.

Com a glande dentro de mim experimentei um misto de dor incômoda e excitação crescente que provocou um gritinho; Jonas imediatamente interrompeu sua curra perguntando se eu estava bem; respirei pausadamente e respondi que sim pedindo que ele continuasse que retomou a penetração com socadas lentas e pausadas esperando que eu me acostumasse a ter meu selo rompido; nesse momento um temor passou pela minha mente ao lembrar que não havia me preparado adequadamente para aquele momento, porém procurei me entregar correndo todos os riscos; por fim Jonas cessou os movimentos indicando que seu membro estava dentro de mim com a sensação de suas bolas roçando meu rego e a ansiedade pelo que estava por vir.

Ele então deu início a movimentos pélvicos sacando e enfiando o membro em meu selo dilatado provocando um amálgama de dor e excitação que se digladiavam em busca de um vencedor; mesmo assim, eu resisti buscando relaxar ao máximo meu corpo possibilitando que o macho desferisse golpes cada vez mais cadenciados e profundos …

Atingimos o momento em que cada estocada de Jonas chacoalhava meu corpo impiedosamente comigo buscando o ponto em que a dor fosse suprimida o que parecia distante demais da realidade; Jonas apertava minhas mamas e beliscava meus mamilos proferindo frases ora carinhosas, ora estimulantes. Decorrido um bom tempo notei uma mudança surpreendente quando a dor foi sendo lentamente suprimida pelo prazer proporcionado pela penetração ao mesmo tempo em que avistei em mim uma ereção inesperada e impressionante que me levou a tomar meu membro na mão passando a me masturbar na mesma cadência dos golpes de meu parceiro. Foi um momento sublime cuja intensidade era tão envolvente que meu corpo e minha mente correspondiam ao prazer recebido se transformando em frases estimulantes e pedidos para que aquele momento jamais tivesse fim …, sem aviso Jonas tornou seus movimentos mais céleres denunciando que seu clímax se aproximava de maneira inexorável.

Tudo culminou com Jonas tomado por espasmos e retesamento muscular involuntário que resultou em seu membro pulsando dentro de mim pouco antes de atingir o orgasmo ejaculando com profusão; cada golfada de sêmen dentro de mim agia como um catalisador que elevava a sensação de prazer que foi logo acrescida pelo meu orgasmo manipulado; Jonas não arrefeceu golpeando com mais força e profundidade revelando que seu membro ainda mantinha uma rigidez alarmante; pouco a pouco sua excitação foi mitigada pelo esforço empreendido fazendo com que ele cessasse o assédio; a sensação do membro murchar dentro de mim provocava mais uma pequena onda de prazer que ampliou-se quando ele sacou o bruto causando um inexplicável e delicioso impacto.

Jonas fez questão de manter meu rego escancarado observando seu néctar sendo expelido em um filete que causava em mim uma nova onda de arrepios que me faziam estremecer; ele se deitou atrás de mim envolvendo meu corpo com seus braços e sua boca mordiscando meu pescoço fazendo com que eu experimentasse uma sensação de pertencimento ao mesmo tempo especial como impressionante …, assim acabamos por adormecer acordando apenas quando o telefone soou nos obrigando a despertar descobrindo que a noite já dera lugar a um novo dia. Atendi a ligação que era de Luíza informando que em breve sairíamos para uma nova excursão. Olhei para Jonas e em seguida respondi que não estava indisposto declinando do passeio e aproveitei para avisá-la que Jonas também não estava se sentindo bem.

O silêncio de Luíza foi uma evidente confirmação que ela entendera meu recado; depois disso eu e Jonas nos abraçamos numa nova troca de beijos e carícias até que decidimos tomar uma ducha; com a água morna despencando sobre nossos corpos aproveitamos para algumas explorações e brincadeiras e quando terminamos, nos vestimos descendo ao lobby para tomar café da manhã. E pelo resto do período de nossa estada em Lisboa aproveitamos os passeios e excursões sendo que ao cair da noite íamos para meu quarto onde desfrutávamos de um prazer que parecia não ter fim sendo cada vez tentávamos algo novo.

Certa tarde estávamos na cama quando Jonas me puxou fazendo com que eu me sentasse em seu colo com seu membro encaixado entre minhas coxas; experimentei uma sensação muito gostosa proporcionada pelo seu gesto e ainda mais quando ele tomou meu membro em sua mão aplicando uma punheta enquanto colava seus lábios aos meus para beijos repletos de lascívia. Era uma sensação de pertencimento à alguém que fora o primeiro macho a me possuir de uma forma doce e carinhosa com seu corpo e seus beijos arrebatadores. E depois de um bom tempo nesse interlúdio Jonas perguntou se poderia saborear meu membro.

-Você só deve fazer aquilo que tem vontade ..., nesse momento eu te pertenço! - respondi com tom carinhoso - faça comigo o que quiser, meu amor!

Ainda naquela posição Jonas sorriu e começou a beijar e lamber meus mamilos sem perder o ritmo da masturbação, e a seguir me fez deitar sobre a cama enquanto pousava sua cabeça sobre meu ventre; mantendo o membro em sua mão ele começou a lambê-lo com suavidade que provocou arrepios enlouquecedores. E tudo ficou insano quando ele o tomou em sua boca.

Jonas me concedeu uma felação tão veemente com uma de suas mãos massageando minhas bolas que não contive o ímpeto de gemer como forma de estimulá-lo pelo gesto gratificante. "Agora é minha vez de retribuir", disse eu com tom carinhoso; trocamos de posição comigo me aninhando entre as pernas de Jonas, tomando seu membro em uma das mãos e começando a lamber e chupar a glande que estava inchada e vibrante não demorando em tê-lo dentro de minha boca desfrutando de sua rigidez pulsante até obter êxito em sorver seu néctar quente e viscoso ao som dos gemidos do macho. "Acho que jamais pensei que essa viagem fosse algo tão gratificante ..., te conhecer foi desbravar novas possibilidades!", comentou ele logo depois acariciando minha cabeça que estava pousada em seu peito.

-Eu sinto o mesmo ..., especialmente porque você foi meu primeiro - respondi fitando seu rosto - o primeiro a me deflorar com tanto carinho, afeto e compreensão, que guardarei para sempre em meu corpo e minha mente.

Embora sorríssemos por dentro sabíamos que nosso pequeno romance tinha data certa para acabar, mas mesmo assim, tínhamos que aproveitar todos os momentos para saciar nosso desejo, realizar nossas fantasias e viver como se não houvesse amanhã. Naquele mesmo dia ele me fodeu comigo deitado sobre a cama de barriga para cima, pernas erguidas e flexionadas na altura doa joelhos de frente para o macho que me beijou pondo-se de cócoras, separando minhas nádegas e linguando meu selo que também foi dedado com entusiasmo; em seguida Jonas se levantou pincelando o rego com seu membro pouco antes de socar com força fazendo o bruto escorregar para dentro de mim; quando ele começou os movimentos segurando minhas pernas pelos joelhos meu corpo era deliciosamente chacoalhado e uma ereção surgiu. Jonas me fodeu até suar quando então projetou seu corpo contra o meu ao mesmo tempo em que seu membro descarregava o sêmen dentro do meu selo.

E no último dia antes de nosso retorno dispensamos de vez os passeios tomando café da manhã no quarto e depois nos deitamos nus, assistindo televisão, sendo que descemos apenas para almoçar retornando para o quarto. A certa altura comecei a manipular o membro de Jonas que imediatamente correspondeu ao estímulo pondo-se em posição de alerta preparado para um novo embate; Jonas me fitou e disse que gostaria de tentar uma nova posição ao que eu aquiesci sem hesitar. Ele então pediu que eu ficasse de quatro sobre a cama, separando as nádegas e lambendo toda a região, sendo que não perdeu tempo em untar meu rego e também meu orifício; ele ainda pediu para que enterrasse o rosto no travesseiro, empinasse meu traseiro e separasse minhas nádegas. A penetração se deu de rompante obrigando que eu gritasse não de dor, mas do imenso tesão que invadiu me corpo. Jonas me fodeu com tanta maestria e por tanto tempo que quando atingiu o clímax fez com que também eu gozasse simultaneamente. Naquela noite dormimos abraçados e felizes.

Assim que pousamos no aeroporto no voo re retorno prometemos que não nos despediríamos e juramos novos encontros e reencontros; no fundo eu queria acreditar que isso se tornasse realidade, porém em meu âmago eu sabia que aqueles dias na companhia de Jonas podiam ser algo etéreo e efêmero dissipando-se como uma nuvem de fumaça. E foi nesse contexto que dias depois ele me enviou uma mensagem que dizia: "Os dias que passamos em Lisboa foram únicos, especiais e inesquecíveis ..., para sempre vou ter você em meu coração ..., minha mulher me procurou pedindo para reatar e acho que é isso que quero e preciso. Obrigado por tudo e fique bem!".

Fiquei triste me sentindo desamparado, mas depois de pensar um pouco achei por bem responder aquela mensagem tão gratificante. "O que passamos em Lisboa é eterno ..., eu te entendo, pois jamais pensei em me separar ..., afinal, elas serão o último rosto que veremos antes de nossos olhos se fecharem para sempre! Você sempre estará em mim assim como sei que estarei em você", escrevi evitando que lágrimas teimassem em rolar. Nunca mais nos reencontramos e mesmo após algumas aventuras saborosas, eu ainda guardava a sensação de seu corpo junto ao meu como um presente insuperável e inesquecível.

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