As Amantes - Um amor cada vez mais babado

Da série As Amantes
Um conto erótico de Insenatez
Categoria: Heterossexual
Contém 3061 palavras
Data: 20/01/2026 17:15:51

Inegável que Sônia ficou ansiosa, aquele friozinho na barriga imaginando o que a outra entenderia.

Será que eu fui ousada? Pensou. Não disse nada demais, qual o problema de confessar que ficou excitada com o que leu? Linda mesma confessou isso quando leu o meu conto.

Colocou as pernas dobradas e apoiou os pés na borda do sofá. Pegou outra vez o celular, nem fazia uma hora que tinha enviado a mensagem. Claro que não havia resposta, com certeza a outra tinha mais o que fazer do que ficar vendo os alertas do site.

Bom, na verdade ela ficava. Mas nem todo mundo era fissurada nisso como ela. Sônia estava com aquela comichão do começo de um namoro. Ainda mais que Linda tinha cheiro de caça e Sônia era uma predadora, pelo menos até se entregar como a serva de uma nova dona.

E ela bem que estava precisando.

"Ai, mulher, para! Não fica ansiosa, as chances de dar certo são mínimas."

Falou alto para as paredes. Tentando se controlar. Dificilmente Linda, se é que se chamava Linda, devia morar perto, provavelmente casada e muito menos se interessada em mulheres.

"Pena!"

Mal falou isso e o celular apitou. Ela olhou, o coração disparou, como uma garotinha apaixonada. Sentou na ponta do sofá e abriu a página do site.

Sônia riu.

'Oi desculpa, só vi seu comentário agora. Que bom que você gostou Sônia. Tô satisfeita, não sabia que era tão gostoso receber comentários como seu. É quase tão bom quanto escrever um conto. Tô adorando. Brigada querida, me afaga o ego. Principalmente você dizer que virou minha fã.

Quanta honra, ainda mais de você.

Beijos.'

Não era um comentário, era uma mensagem privada. Muito melhor, a garota entendia como funcionava o site. Bom, muito bom. Pensou em responder, mas não queria se mostrar atirada.

Demorou um tempo e depois escreveu com cuidado, medindo as palavras que digitava.

'Você merece, escreve muito bem. Não esperava que você fosse tão boa escritora. Faz muito tempo que eu não ficava assim. Bjs.'

Linda viu mensagem. E a resposta veio em seguida.

'Ficava assim, como? Fiquei curiosa agora.'

Quem é essa garota? Não sabe com quem está mexendo? Sônia pensou falando alto de novo.

"Não me provoca garota."

Mas ela gostou da provocação, se a outra estava curiosa, Sônia resolveu morder a isca para flertar com a escritora novata.

'Ora, Linda! Babada, foi assim que você me deixou. É assim nós escritoras queremos que os leitores fiquem. E você quando leu os meus textos, não ficou assim?'

Enviou e depois teve medo de assustar a mocinha. Demorou mais do que esperava, mas a resposta veio.

'Não sei se fiquei babada como você diz, mas como te falei você me deixou molhada. Meu marido não pode nem sonhar.'

Então ela tem marido.

'Casada então? Tem quantos anos?'

'Cinco anos, casamos depois da faculdade.'

'Filhos?'

'Ainda não, daqui uns cinco, seis anos.'

'Pois eu engravidei aos dezoito, foi bobagem. Muito cedo, eu e Marcelo perdemos a melhor fase da vida. Essa que vocês estão vivendo agora.'

'E aí vocês resolveram tirar o atraso. Posso ser franca? Não quero te ofender.'

'Claro que pode. Não me ofendo fácil.'

'Você resolveu virar uma 'puta' depois dos quarenta? Perdão pela palavra.'

'Rsrsrs! Não me ofende, eu gosto de me sentir uma 'puta' quando estou com alguém. Mas é também uma forma de me assumir como mulher, conhecer o meu corpo e me sentir dona de mim, sem complexo. O limite é o prazer.'

A conversa escrita continuava sem que as duas se dessem conta do tempo e dos compromissos. Sônia ia se sentindo cada vez mais à vontade enquanto matava a curiosidade sobre a nova amiga.

'Te invejo. Queria ser assim, eu só escrevo, mas você experimentou tudo o que escreveu, não foi? Pelo menos parece.'

'Sim. A maioria dos meus textos é sobre o que eu e Marcelo vivenciamos nesses últimos anos. Mas você também pode, é só se permitir.'

'Miguel, vou chamar o meu marido. Ele nem sabe que eu escrevo.'

Toda aquela conversa foi deixando ainda mais fissurada. Resolveu continuar audaciosa, pressionando a garota para ver até onde ela ia, ou se fugia.

''Ele não sabe! É mais perigoso e também mais excitante. Ainda mais o que você revela nas entrelinhas.'

Foi a vez de Sônia jogar a isca e Linda morder sem perceber. A escritora madura, a predadora insaciável, ia cercando a sua próxima vítima, o seu próximo caso.

'E o que o meu texto revela pra você?'

'Eu diria que você, sem querer te ofender, que você é lésbica. Ou pelo menos gostaria de ser.'

'Há há! Será, acho que não? Foi só uma coincidência.'

'Coincidências não existem. É sua mente falando através do que você escreve.'

'Mas eu inventei tudo. Nenhum daqueles personagens existe.'

'Você existe, e eu que você escreve é que gostaria de experimentar.'

'Sexo com outra mulher, será? Já tive uns flertes com umas amigas nos tempos da faculdade. Só curiosidade passageira, nunca me vi namorando uma mulher. Mas é você?'

'Não. Eu me defino como bi, assumida, sem grilos, ou culpas. Se pintou uma chance eu experimento, seja com quem for, homem ou mulher. Agradei eu trepo. No começo eu achava estranho, me sentia culpada, mas quando o Marcelo descobriu que eu gostava e ele curtia, foi uma libertação. A ficha caiu.'

'Tão cru dizer trepar.'

'Mas eu sou, direta, sem meias palavras. Não é transar, não é fazer amor. É trepar, foder até gozar. É como eu escrevo, eu não minto.'

Houve silêncio prolongado, Linda não respondeu. Sônia temeu pelo pior. Quando começava a escrever algo que pudesse amenizar o clima entre elas chegou a resposta de Linda.

'Foi com aquela Geni, não é esse o nome? Mas ela te tratou tão mal, mulher abusiva, e ainda quis separar você do Marcelo.'

Sônia respirou aliviada. Pelo menos não fugiu, melhor assim e sinal de que a garota estava lendo os seus textos.

'Sim, pena que existam pessoas como ela. Mas se não fosse a Geni eu não saberia que curto mulheres, aprendi muito com a aquela mulher.'

'Não sei como você suportou tudo aquilo. Não quero alguém dando ordens em mim, ainda mais me tratando como uma submissa. Não sou esse tipo de pessoa.'

A conversa agora ia melhor do que Sônia esperava. Nem precisava entrar no assunto a curiosidade de Linda fazia isso por ela.

'Eu curto, mas só na cama e só com mulheres. Homens não sabem brincar de BDSM, são brutos. Mas quando é uma mulher te maltratando isso me deixa, doida de prazer. Você devia experimentar.'

'Nunca, só se for pra fazer o papel de dominante e mesmo assim, sei lá.'

Ótimo. Pensou Sônia. Então a garota admitia que podia participar de uma relação sado, e fazendo papel de dominatrix.

'Eu ia adorar. Se um dia você resolver participar de um um jogo assim, eu quero ser a primeira. Me põe na sua lista.'

Os bicos de Sonia endureceram, a bucetona molhou no ato. Só de imaginar Linda vestida de couro, lhe esbofeteando o rosto e a bunda. Chamando de vadia.

'Já te falei que eu curto homens. Sou apaixonada no meu marido. Eu ia me sentir culpada se fizesse algo assim. Brutalizar uma mulher.'

'Mas você não vai brutalizar, é um jogo de sedução, uma brincadeira excitante, para aumentar o prazer. Quando uma das minhas 'namoradas' me dá uns tapas na cara me deixa completamente molhada. E mesmo assim eu continuo apaixonada no meu marido. Marcelo curti me ver com outra.'

Era uma meia verdade. A essas horas Marcelo devia estar passeando com o namorado de mãos dadas na praia do Futuro ou então chupando o pau do pescador debaixo de um coqueiro. Mas Linda não precisava saber e ela bem queria esquecer.

'Tenho minhas reservas. Eu teria que confiar muito na outra pessoa pra me entregar a ela desse jeito na cama, nem sei como agir numa relação sadomasoquista.'

'Eu não me preocupo com regras do BDSM, gosto do prazer da submissão e ponto. Confesso que hoje curto mais mulheres do que de homens. Você vê pelos meus últimos textos. Mulheres são mais delicadas, o sexo tem mais qualidade e o prazer dura muito mais. Horas e horas, com os homens é sempre apressado, muito rápido. Tá, eu gosto, é forte, mas confesso que uma mulher tem o seu lugar. Cada vez mais.'

'Marcelo que não te ouça.'

'Ele sabe. Ele entende o que eu sinto.'

'Sério! Ah, eu prefiro meu marido. Ainda tô na fase da atração por homens.'

'Isso não tem fase menina. Tem oportunidade, experimenta, eu sei que você vai gostar. Você mesma deixa isso claro nis seus tectos.

'Como você sabe?'

'Pelo jeito que você descreve as cenas das suas personagens. A Linda não está sendo treinada pela terapeuta para se entregar a outras mulheres?'

'Mas não sou eu. É só uma história, uma invenção da minha cabeça.'

'Com o seu nome e não é você?'

Sônia colocou Linda em contradição, a jovem ficou sem uma resposta. Só que o papo foi rolando até Linda ter que desligar por causa do marido.

Nos dias seguintes, nas semanas que se seguiram, as trocas de mensagens continuaram, como um papo entre amigas. As inconfidências ficando mais íntimas.

Linda cada vez mais curiosa pela vida libertina da nova amiga e Sônia cada vez mais deixando claro as suas intenções com as investidas cada vez mais pervertidas sobre a nova escritora.

Passou a terminar a troca de mensagens não com protocolares beijos e abraços, mas com uma frase mais incisiva: 'sou sua, Sônia'. Pra Linda entender quais eram as suas reais intenções.

'Viu como eu termino agora as nossas conversas.'

'Vi.'

Demorou um pouco, Sônia viu que a outra continuava a escrever, esperou.

'Eu também te quero, mas eu sou casada. Não penso, não posso trair meu marido. Não agora.'

Sônia riu para si mesma, sinal de que a outra deixava aberta uma fresta. Sinal de que havia alguma chance de um dia levar Linda pra cama. Pensou numa resposta política, um texto que não assustasse.

'Poxa! Não quero criar problemas para você. Mas eu não posso deixar de dizer o que eu comecei a sentir depois que começamos a trocar nossas mensagens. Não paro de pensar em você.'

'É só uma amizade Sônia.'

'É muito mais Linda, admita. A gente tem muita coisa em comum, vai dizer que você não percebeu?'

'É claro que percebi, mas nem moramos na mesma cidade, mulher! Nem no mesmo estado.'

'Bobagem. Santos não fica tão longe de Curitiba. Já te falei que eu queria te visitar.'

'Só se for pra arranjar confusão aqui em casa.'

'Mas eu queria te conhecer, sair, bater um papo. Qual o problema? Somos amigas, não somos?'

Sônia transbordava de desejo, era irreprimível, queria alguém pra beijar, foder e gozar. Queria Linda em seus braços e a outra mais racional tentando não por seu casamento em perigo.

'Calma, não fica assim. Você é muito ansiosa Sônia. E além do mais Miguel conhece todas as minhas amigas. Ia achar estranho você aparecer aqui. Ele é muito desconfiado.'

'Que pena! Queria te ver, te conhecer. Te abraçar.'

'Namorar?'

'E se for, qual o problema?'

'Eu nunca namorei uma mulher. Não sei se eu quero.'

'Não fica grilada. Não tem nada demais. Já te falei que muito mais gostoso.'

'Sei! Vem cá e o texto que você prometeu publicar, quando é que sai?'

'Terminei. Só preciso revisar.'

'Tem muita sacanagem?'

'Kkkkk! Santa do pau oco!

A conversa seguiu mais um tempo, mas como sempre Linda tinha algum compromisso, já Sônia só tinha ela mesma e o seu corpo molhado depois de um papo tão excitante.

Foi desligar e aproveitar o momento. Se livrou da calcinha, só com o babydol diáfano. Sônia viu Linda mordendo a ponta do dedo. Um jeito de garotinha assanhada.

"É isso que você quer ver. Vem, vem aqui e beija."

Uma Linda imaginária se deitou sobre a cama, segurou suas e cheirou sua xana. Xana peluda, da boca larga, o interior vermelho.

"Bebe, bebe amor. Bebe tudinho... Aaah! Me beija amor!"

Linda safada lambia jeitosa os lábios da mulher madura, o gosto do prazer de Sônia descendo pela garganta. Sônia se masturbava com os seus dedos, dois lhe fodendo a xoxota e um fazendo um carinho no ânus.

"Me chupa, me chupa!"

O tesão era tanto que Sônia gozou mais rápido do que gostaria. Berro e molhou os seus dedos com os seus sucos.

"Ai, ai Linda."

Se aninhou como uma gatinha cansada. O cheiro da própria buceta em seus dedos. Apreciou o próprio prazer imaginando Linda fazendo o mesmo.

***

Passaram-se mais algumas dias e no meio da tarde, durante o expediente no escritório de contabilidade. Linda resolveu checar, o site de contos eróticos. Teve uma inspiração, e não é que constava nova história da Sônia.

Deu uma passada rápida pelos parágrafos , Linda sabia como Sônia era detalhista em seus textos, principalmente quando se tratava das cenas mais quentes.

Era outra história de lésbicas. Duas mulheres que não se davam, cada uma querendo se mostrar mais forte do que a outra. Linda ficou curiosa, só que não tinha como ficar lendo o texto no meio do expediente. Se segurou e guardou a curiosidade para mais tarde.

De noite, antes de dormir, com Miguel roncando ao seu lado. Linda ligou o tablet e se deliciou com as cenas loucas escritas pela nova amiga. Ficou claro que a loira Melissa, era com certeza, Sônia e a negra Dalva tinha traços seus, não, não era totalmente ela. Mas algumas falas, trejeitos, com certeza eram inspirados nela.

Ficou encantada com a surpresa. Começou a se sentir como Dalva a mulher que disputava com Melissa o poder de controlar o prazer da outra pessoa.

Seria uma mensagem subliminar de Sônia para que ela, Linda, assumisse a posse do corpo de Sônia? Ou era só sua mente querendo ver mais do que estava escrito?

Aquilo foi ficando tão forte que Linda saiu da cama e se trancou no escritório da casa. Mais seguro e propício para saborear o conto da amiga se tocando enquanto Melissa começava se submiter aos comandos insanos de Dalva. Literalmente uma guerra de bucetas como falava o texto.

Se viu na cena como Dalva humilhando Melissa, gozando na boca de Melissa. E finalmente possuindo a inimiga como uma cadelinha amestrada. Sônia apareceu na sua frente satisfeita e domada chamando Linda de minha senhora.

Foi a vez de Linda se siriricar para a amiga. Desceu a calcinha e abriu as pernas exibindo uma bucetinha cuidada, dos pentelhos bem tratados na testa, da vulva depiladinha, os lábios rosados, o grelinho escondido que coçava com a ponta do dedo.

"Uuunh! Sônia... você está me deixando louca. Não faz isso comigo. Aaah!"

Sônia riu encantada, orgulhosa de ver Linda se oferecendo pra ela.

"Me toca. Enfia como você escreve nas suas histórias."

Abriu as pernas, abriu os lábios e fechou os olhos. Fez da sua a mão da Sônia. Meteu os dedos na xoxota curta.

"Aiii! Oooh!"

Doeu, Sônia riu e cuspiu. E enfiou de novo, os quatro dedos na grutinha da Linda.

"Amooor! Aaah!"

Ouvi Sônia chamar de putinha, a mão grande entrando toda, tudo.

"Ooooh!"

Gozo vibrando fazendo um fisting pela primeira vez. Inacreditável, nunca pensou que pudesse, mas fez.

Podia se sentir envergonhada, constrangida com cena, mas Linda se sentiu orgulhosa de si mesma. Assumiu finalmente que gostava da nova amiga. Se pudesse fodia com ela, agora.

Viu Sônia sorrindo pra ela, encantadoramente, perversamente, deliciosa. A paixão e o desejo afloraram, mas o tesão não arrefeceu. Algo havia mudado profundamente dentro dela.

Foi para cama e não conseguiu dormir, preciso escrever e contar. Mas também não queria se comprometer. Digitou no celular.

'Quase uma da manhã e eu aqui me deflorando lendo as suas histórias. Culpa sua, vou chegar tarde no meu serviço. Texto excelente. Se pudesse eu te dava muito mais do que uma nota no texto. Você merece um beijo na boca. Parabéns!'

Desligou e deixou-se levar pelo cansaço. Durmiu um sono estranho: desejos, medos se misturando. Quase não acordou no horário. Não fosse o marido iria chegar atrasada no serviço.

Dentro ônibus, abriu o celular displicente. Viu a página do site e lá estava a a resposta da Sonia.

'Ai, amor! Maravilha saber que você gostou. Finalmente eu publiquei texto, e tudo por sua causa. Você me encheu a vida de alegria, rsrsrs, mais que alegria, confesso. Senti seu beijo aqui. A distância não existe pra quem ama. E Deus sabe que te quero, sua Sônia.'

Havia um complemento numa outra mensagem logo a seguir. Ainda mais ousada.

'Me deu uma vontade de estar aí na sua casa, como um mosquitinho. Só pra ver você se tocando enquanto lia meu conto. Ai, o que posso fazer Linda, eu não consigo parar de pensar em você minha linda.'

A jovem sentiu o coração bater forte, uma sensação de arrepio percorrendo o seu corpo inteiro. Imaginou a cena mais quente do conto. Aquela que a fez perder o controle de vez e a fez gozar daquele modo tão bruto, tão cru, como eram os personagens da Sônia.

Relembrou da cena. Ambas beijando as bucetas ao mesmo tempo, bebendo o prazer dos orgasmos. Os rostos babados, o beijo tresloucado e finalmente Melissa se tornando a cadelinha da Dalva.

Um filete escorreu entre os lábios da vagina e lhe molhou a calcinha. Linda respirou fundo, desviou o olhar para o teto ônibus para não chegar às vias de fato.

Se ela pudesse ser Dalva, se pudesse virar outra pessoa. Só pra poder tomar Sônia em seus braços e fazer dela uma... sorriu do seu pensamento indecoroso. Fazer dela uma...

"Escrava."

Sorriu do que falou. A pessoa que estava ao seu lado reagiu surpresa com o que ouviu. Linda tomou um susto e logo saiu. Desceu do ônibus três quadras antes do escritório.

Quando chegou na sua mesa, tomou coragem, e foi falar com seu chefe. Mostrou argumentos, mostrou uma indignação calculada e depois de tudo arranjado escreveu uma mensagem curta para amiga.

'Estarei em Pinhais na semana que vem para um curso. Devo chegar na quarta e ficar por aí até segunda à noite. É perto de você? Interessa o fim-de-semana?'

Seus olhos brilharam, veio um frio na barriga. Mas ela fez.

Clicou e enviou.

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