Minha Ordem: Marido Fode Amiga na Minha Frente

Um conto erótico de Andressa
Categoria: Heterossexual
Contém 1264 palavras
Data: 20/01/2026 20:29:11
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é Carla, tenho 32 anos, moro em Maringá com meu marido Pedro, e somos casados há oito anos. Nos conhecemos na faculdade de administração aqui no Paraná, eu era a garota tímida da biblioteca e ele o cara extrovertido do time de futebol, sempre rodeado de amigos. Começamos namorando em segredo, com beijos roubados nos corredores, e nos casamos aos 25, logo depois de formados. Ele é engenheiro civil, alto, musculoso de tanto malhar, com um pau grosso que me satisfaz há anos; eu trabalho como designer gráfica em home office, corpo curvilíneo de academia e yoga, com uma libido insaciável que o Pedro sempre atendeu. Nossa vida é estável – casa própria, viagens anuais, amigos fiéis como o casal Lucas e Ana –, mas nos últimos dois anos, depois de experimentarmos brinquedos e fantasias leves, despertei esse desejo voraz de vê-lo transando com outra na minha frente, controlando tudo enquanto me masturbo. Pedro topou na hora, excitado com a ideia, e escolhemos Ana, a esposa discreta do nosso melhor amigo, que viajava muito e nunca desconfiaria. Era a primeira vez para todos nós, e o tesão era palpável.

Tudo começou numa sexta à noite. Pedro chegou do trabalho, exausto, e eu o arrastei para o quarto, vestindo uma lingerie preta rendada que mal cobria meus seios e minha buceta depilada. "Amor, tenho uma surpresa pra você", sussurrei no ouvido dele enquanto o beijava no pescoço, sentindo seu pau endurecer contra mim. Ele riu, confuso, mas animado. Liguei para Ana mais cedo e contei tudo: meu desejo, o segredo, que Lucas não saberia de nada. Ela hesitou no telefone, corando do outro lado da linha – "Meu Deus, eu nunca... mas é excitante. Tá bom, eu vou". Agora, a campainha tocou. Pedro franziu a testa quando abri a porta e Ana entrou, usando um vestido curto vermelho que realçava suas curvas, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido fino.

"Que isso, amor? Festa?" Pedro perguntou, os olhos vidrados nela. Eu sorri, travando a porta e me posicionando no sofá da sala, pernas abertas, já com a mão dentro da calcinha. "Senta aí do meu lado, Pedro. Ana, vem cá. Hoje, você vai foder meu marido na minha frente. E eu mando em tudo. Se Lucas souber, acabou nossa amizade. Entendeu?" Ana engoliu em seco, assentindo, os olhos brilhando de nervosismo e excitação. Era a primeira vez dela também, e isso me deixava ainda mais molhada. Pedro me olhou chocado, mas seu pau já pulsava na calça. "Você tá falando sério?", ele murmurou. "Muito séria. Agora, tira a roupa dela, devagar."

Pedro se aproximou de Ana como um predador, as mãos tremendo levemente enquanto puxava a alça do vestido para baixo, revelando aqueles peitos perfeitos, rosados e firmes. Ele gemeu baixinho, inclinando-se para chupar um mamilo, lambendo devagar em círculos enquanto Ana arfava, olhando para mim em busca de aprovação. Eu me toquei por cima da calcinha, sentindo o clitóris inchado. "Mais devagar, amor. Chupa os dois, alternando. Ana, diz pra ele o quanto você quer isso." Ela obedeceu, voz rouca: "Pedro... chupa meus peitos... faz eu me sentir uma vadia na frente da sua mulher." Ele obedeceu, gemendo com a boca cheia, e eu tirei a calcinha, abrindo as pernas mais, enfiando dois dedos na buceta encharcada, masturbando-me devagar enquanto assistia.

"Agora, Ana, ajoelha e abre a calça dele", ordenei, minha voz firme, o prazer subindo. Ela se ajoelhou no tapete, libertando o pau grosso de Pedro, que saltou duro e latejante, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. "Chupa ele, mas devagar. Lambe da base até a ponta, como se fosse um sorvete." Ana lambeu obediente, a língua plana deslizando pela veia pulsando do pau dele, subindo até a glande, onde circulou devagar, sugando só a cabecinha com barulhinhos molhados. Pedro grunhiu, as mãos nos cabelos dela: "Porra, Ana... que boca gostosa." Eu gemi alto, enfiando os dedos mais fundo, o som da minha buceta chapinhando ecoando na sala. "Não goza ainda, Pedro. Ana, engole tudo agora. Mostra pra mim como você engole pau de casado."

Ela obedeceu, abrindo a boca larga e descendo devagar, o pau dele desaparecendo centímetro por centímetro na garganta dela, até os ovos encostarem no queixo. Ela engasgou levemente, lágrimas nos olhos, mas continuou, chupando com sucção forte, a cabeça indo e voltando em um ritmo hipnótico. Pedro xingava baixinho: "Caralho, Ana... você chupa melhor que pornô." Eu acelerava os dedos no clitóris, sentindo o primeiro orgasmo se aproximando. "Para, Ana. Agora deita no sofá, abre as pernas pra mim. Pedro, lambe a buceta dela até ela implorar."

Ana se deitou, pernas escancaradas, a buceta rosada e inchada, já brilhando de tesão, os lábios abertos convidando. Pedro mergulhou o rosto ali, a língua lambendo dos clitóris até o cuzinho, chupando os lábios internos com fome. Ela gritou: "Ai, Pedro! Lambe mais... come minha buceta!" Eu me aproximei no sofá ao lado, masturbando furiosamente, uma mão no clitóris e a outra enfiada na buceta, assistindo de perto o rosto dele coberto de mel dela. "Chupa o clitóris dela agora, amor. Faz ela gozar na sua boca." Ele sugou o botão inchado, enfiando dois dedos na entrada apertada dela, fodendo devagar enquanto lambia. Ana se contorcia, gemendo alto: "Vou gozar... porra, Pedro, me faz gozar pra tua mulher ver!" Ela explodiu, esguichando um pouco na boca dele, o corpo tremendo.

Meu orgasmo veio junto, ondas de prazer me fazendo gritar enquanto gozava nos meus dedos, o líquido escorrendo pela bunda. Mas não paramos. "Agora fode ela, Pedro. De quatro, bem devagar. Ana, empina essa bunda pra mim." Ela se posicionou de quatro no sofá, a bunda redonda empinada, buceta piscando. Pedro se encaixou atrás, roçando a cabeça do pau na entrada molhada. "Enfia devagar, amor. Me mostra como você abre ela." Ele empurrou centímetro por centímetro, gemendo: "Que buceta quentinha... apertada pra caralho." Ana gemia: "Me fode, Pedro... fode a amiga da tua mulher."

Ele começou devagar, metendo fundo e saindo quase todo, as bolas batendo na bunda dela a cada estocada. Eu me ajoelhei na frente dela, masturbando de novo, forçando-a a me olhar: "Diz pra mim como é o pau dele dentro de você." Ela arfava: "É grosso... me enche toda... melhor que o do Lucas." Pedro acelerou, as mãos apertando a cintura dela, fodendo mais forte, o som de pele contra pele enchendo a sala. "Muda de posição. Ana, monta nele." Pedro deitou, e ela sentou devagar, o pau desaparecendo na buceta dela enquanto ela rebolava, peitos balançando. "Rebola mais, Ana. Cavalga como uma puta." Ela obedecia, subindo e descendo, gemendo: "Tô cavalgando teu marido... olha pra gente, sua safada!"

Eu gozei de novo, os dedos voando no clitóris, e ordenei: "Pedro, deita ela de lado e fode enquanto chupa os peitos." Ele obedeceu, penetrando de lado, uma perna dela erguida, metendo ritmado enquanto mamava os mamilos. Durou minutos eternos assim, suor escorrendo, gemidos misturados. "Agora, goza dentro dela, amor. Enche a buceta da Ana." Ele grunhiu, acelerando as estocadas finais: "Vou gozar... porra, Ana!" Ela gritou: "Goza! Me enche de porra!" Ele explodiu, jatos quentes enchendo ela, escorrendo quando ele saiu.

Ficamos ofegantes, eu ainda me tocando devagar no rescaldo, quando Ana, com um sorriso safado e o corpo marcado de suor e porra escorrendo da buceta, se aproximou de nós e disse: "Isso foi incrível, mas o preço dessa aventura é a gente se reencontrar na semana que vem aqui mesmo – e você, Carla, usando um cintaralho, faz junto com o Pedro uma DP em mim, me arrombando pelos dois buracos até eu não aguentar mais."

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