Os contos de Dado - Meu padrasto, meu primeiro amor - Capítulo 2

Um conto erótico de Eduardo Odraude
Categoria: Gay
Contém 3050 palavras
Data: 20/01/2026 23:00:37
Assuntos: Gay, Incesto, padrasto, Punheta

Ele fez sinal com a mão para eu entrar no box, entrei e comecei a me ensaboar. Enquanto me ensaboava, Paulo ficou ali parado me olhando. O tempo todo eu evitava contato visual com ele, mas isso de certa forma me fazia olhar para seu pau, não havia muita escolha, o box era pequeno e estávamos separados por uns dois palmos de distância. Ali diante de mim, pude analisar melhor seu pau, ele era realmente grande, a cabeça bem roxa e o restante de um tom moreno que brilhava e as várias veias por todo o corpo deixavam o pau dele muito bonito, o fato do seu pau estar ali caído em cima do saco que tinha duas bolas grandes e com poucos pelos me fez involuntariamente passar a língua nos lábios desejando chupá-lo. Com esse pensamento passando por minha cabeça comecei a corar e sentir que meu pau começara a ganhar vida e ficar duro, na tentativa de esconder acabei me virando de costas para Paulo. A água do chuveiro caia diretamente sobre mim naquele momento e eu tentava não me virar ou Paulo veria minha ereção. Perdendo a noção do quão próximos estávamos dentro do box, acabei me inclinando para lavar melhor minhas pernas e pé e consequentemente minha bunda foi de encontro com Paulo e pude sentir seu pau encostar nela. Paralisei e me virei imediatamente para ele e quando ia me desculpar, Paulo apenas colocou o dedo nos meus lábios e disse:

- Não se preocupe, o box é apertado.

Sentir o dedo de Paulo nos meus lábios me fez arrepiar todinho e ele percebeu, assim como também tinha visto minha ereção e deu um leve sorriso.

- Sua mãe te reprime demais. Você praticamente vive trancado dentro de casa. Quando não está fazendo os afazeres domésticos, está na escola, e quando volta fica estudando ou jogando vídeo game. Sentir desejo é normal, e mais normal ainda é se excitar escutando alguém transando. Disse Paulo de forma calma, segura e acolhedora.

- Eu sou gay. Respondi quase sem pensar.

- Tudo bem, eu sei, percebi isso desde que cheguei aqui. Replicou Paulo sem demonstrar qualquer repulsa ou surpresa.

Sem pensar muito, num impulso do momento, abracei Paulo muito forte. Paulo me abraçou de volta.

- Eu disse que iria te proteger e vou. Fica calmo, você é uma boa pessoa, merece ser feliz. Disse Paulo baixinho no meu ouvido.

Meu pau que nesse momento estava encostado em suas pernas estava muito duro e o pau do Paulo que estava encostado em minha barriga começou a ganhar vida rapidamente. Confesso que nesse momento eu não queria me afastar de Paulo, mas seu pau ganhando vida e tentando de todas as formas subir, me fizeram afastar um pouco de Paulo.

- Viu? É normal sentir tesão. Disse Paulo olhando para o meu pau e o dele.

- Me afastei dos meus amigos da rua, pois tinha medo de ficar com o pau duro perto deles e eles perceberem que sou gay.

- Quanto mais você se reprime e deixa de experimentar as coisas, mais situações embaraçosas vão acontecer. Você não deve fugir dos problemas, deve encarar eles de frente. Disse Paulo sorrindo, e dessa vez seu sorriso parecia muito malicioso.

Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, Paulo levou sua mão no meu pau e começou a bater uma punheta para mim, e com sua outra mão pegou a minha e colocou-a em seu próprio pau. Comecei a masturbar Paulo e a sensação de sentir seu pau ali, duro feito uma pedra entre meus dedos era algo surreal, ver a pele do seu prepúcio deslizando para cima e para baixo fazendo a cabeça do seu pau saltar para fora e ficar cada vez mais inchada estava me deixando louco. A cada movimento, seu pau parecia ficar mais grosso e sentia as veias pulsarem. O tesão que eu sentia com Paulo me masturbando também era algo de outro mundo, nunca havia sido masturbado por outra pessoa, aliás, nunca havia tido nenhum contato com qualquer homem, então, sentir ele batendo uma punheta para mim, fazia meu corpo estremecer, juntava os dedos do meu pé como se tentasse cravá-los no piso do banheiro para não cair tamanho era o tesão que eu sentia. Quando olhei para Paulo ele olhava para o teto do banheiro imerso no tesão que sentia. Não podia perder a oportunidade, afinal não sabia quando eu poderia ter contato com outro homem novamente. Sem pensar muito me inclinei e sem tirar minha mão do pau dele, coloquei seu pau em minha boca e comecei a sugá-lo. Paulo imediatamente parou de me punhetar e colocou as duas mãos em minha cabeça fazendo-a ir e vir contra seu corpo. Era incrível como aquele homem tinha energia, havia acabado de trepar com minha mãe e estava ali, com seu pau duro e viril como se não tivesse feito nada. Seu pau entrava em minha boca e deslizava com a baba que produzia, seu pré gozo se espalhando por minha boca me deixava muito excitado fazendo meu cu se contorcer e meu pau pulsar. Chupava seu pau com muita vontade, como se fosse um picolé cujo sabor era único e delicioso. Sem avisar, Paulo puxou minha cabeça contra seu corpo fazendo todo seu mastro entrar em minha boca e descer por minha garganta e me segurou. Quando achei que ia perder o fôlego e vomitar, ele me solta, olho para ele, baba e pré gozo começam a escorrer pela minha boca, e em puxão Paulo me beija. Sentir seus lábios carnudos em minha boca fez percorrer uma onda de calor por todo meu corpo. Paulo em seus 1.98cm de altura, ali curvado, me beijando, abraçou-me e levando suas duas mãos em minha bunda e me levantou em seus braços, meu pau esfregando duro em sua barriga e peito, e eu ali cara a cara com Paulo beijei novamente ele. Paulo encostou-me na parede para me amparar junto com seus braços e ficamos nos beijando com muito desejo. O pau de Paulo duro cutucava minha bunda e a cada cutucada eu o sentia pulsar mais e mais. As mãos de Paulo segurando minha bunda e abrindo levemente cada lado delas fazendo a cabeça de seu pau cada vez mais tocar a entrada do meu cuzinho me deixava louco, me fazia mexer e esfregar-me contra Paulo, fazendo com que meu pau ficasse se esfregando e sendo masturbado naturalmente pelo atrito dos nossos corpos, meu corpo começou a tremer, minha respiração ficava mais ofegante e numa explosão de prazer jorrei porra por todo o peito de Paulo e o meu. Se não estivéssemos nos beijando o gemido que dei sairia tão alto que talvez acordasse o bairro todo, mas nosso beijo sufocou meu gemido intenso. Paulo me solta no chão e com um sorriso vitorioso no rosto diz:

- Essa sensação de prazer e liberdade é o que você precisa se acostumar. Você precisa lutar por isso, ou nunca mais sentirá algo assim.

Sem saber o que responder para ele, mas entendendo que ele falava sobre a repressão da minha mãe e que eu iria precisar lutar contra isso se quisesse ser feliz, apenas acenei um sim com a cabeça. Paulo me abraça virando-me de costas pra ele levantando minhas mãos acima da minha cabeça e prendendo elas na parede com uma de suas mãos, sua língua percorrendo meu pescoço e orelhas e fazendo todo meu corpo se arrepiar, sentia Paulo esfregando a cabeça de seu pau em meu cuzinho e seu pau balançando da punheta que Paulo batia com a outra mão. Eu tentava forçar meu cuzinho contra o seu pau, mas Paulo se afastava. Numa leve mordida em minha orelha, senti jatos quentes caindo em minha bunda e depois senti a cabeça de seu pau empurrando aquela porra todinha rumo ao meu cuzinho. Paulo brincou um pouco com a cabeça de seu pau como se quisesse enfiar todo aquele leite dentro de mim, mas não o fez. De frente pra ele, me beijou novamente e começou a me dar banho e a se ensaboar também. Paulo mandou que eu saísse do banheiro antes dele e tomasse cuidado para não fazer barulho. Antes de sair, Paulo pediu que eu entregasse o pano com minha porra para ele lavar debaixo do chuveiro.

Em meu quarto, eu não podia acreditar em tudo que havia acontecido nos últimos momentos. De alguém que nunca recebeu muito afeto, sem amigos e sem muitas perspectivas pela frente, a não ser talvez me formar e ainda assim ter que ficar trabalhando e dando meu dinheiro para minha mãe, para alguém que viveu um momento que mais parecia um sonho. Meu padrasto, alguém que eu estava nutrindo um afeto secreto, não só me ajudou num momento de desespero, como me fez sentir um prazer tão imenso como eu nunca pensei que poderia sentir. Achei que nem conseguiria dormir, mas foi apenas colocar minhas roupas e apagar na cama.

Algumas horas depois, naquele sábado, acordei, mas ainda sentia meu corpo todo pesado, parecia que um caminhão havia passado em cima de mim. Fui para a cozinha comer algo e notei que a casa estava vazia. Algumas horas depois enquanto estava no meu quarto, escutei o som do portão social abrindo e alguém entrando, era Paulo. Ele se dirigiu até meu quarto e entrou, sentou-se na minha cama e disse:

- Precisamos ter uma conversa séria.

Apavorado com o que poderia ser meu coração começou a disparar e já comecei a imaginar todo tipo de coisa, eu sabia que aquele momento mágico iria acabar virando uma tragédia. Era óbvio que Paulo contou para minha mãe tudo que aconteceu e ela iria me culpar, com certeza ela deve ter saído de casa e mandou ele voltar sozinho para me expulsar...

- Eduardo, fique calmo. Disse Paulo vendo o pavor em meu rosto.

- O que aconteceu ontem, eu sinto... Antes mesmo que eu continuasse, Paulo me interrompeu novamente e disse:

- O que aconteceu ontem foi lindo, foi consensual e não temos motivo para nos arrependermos. Eu queria que você soubesse o que era sentir a liberdade de ser e fazer algo que deseja e assim o fiz. Sua mãe é narcisista Eduardo, eu não sou profissional da saúde, mas para administrar bem as pessoas na empresa em que trabalho, fiz alguns cursos sobre comportamento humano. Ela pode gostar de você, e acredito que ela goste, mas tudo sempre irá girar em torno dela, e sempre que você tentar escapulir dessa teia de aranha que ela criou, ela te fará sentir culpado por abandonar ela, criará situações e vai te envolver até que você se dobre à vontade dela. Você me entende? Perguntou Paulo com uma voz muito serena.

- Sim, entendo.

- Ótimo. Eu quero te ajudar e farei meu melhor para isso, porém sair dessa situação depende muito mais de você do que qualquer outra pessoa. Você é um ótimo aluno e vai entrar com facilidade na universidade. Mas enquanto estiver dependendo financeiramente da sua mãe, você sempre estará sujeito aos caprichos dela. Eu amo ela, mas no amor precisamos saber separar as coisas, ela vai te tornar um ser humano fraco e sem atitude, dependente dela. Não quero isso para você. Você não merece isso. Eu sei como a controlar, ela acha que me controla, mas no final das contas, é o meu dinheiro que a controla. Não é algo muito saudável também, mas fazemos o melhor que podemos com as armas que temos. Disse Paulo olhando para as próprias mãos.

- E o que me sugere fazer?

- Você é um ótimo aluno e aprende fácil, não terá dificuldades com a universidade. Há uma vaga de auxiliar administrativo onde trabalho e quero que você se candidate. O serviço não é difícil e você vai aprender rápido o que fazer. Assim você começa a ganhar seu próprio dinheiro e ter mais independência. E eu sempre estarei ali, pra te ajudar no que for preciso. Disse Paulo sorrindo.

- Mas minha mãe não vai aceitar isso, se eu trabalhar meu pai automaticamente vai parar de dar a pensão dela e ela vai reclamar...

- Você tem que pensar em você, me entendeu? Disse Paulo se movendo em minha direção e segurando meu rosto com as duas mãos. - Eu mesmo vou falar com ela sobre isso, mas você terá que confirmar que quer trabalhar, e quanto à pensão do seu pai eu vou compensar ela.

- Tudo bem, eu faço o que você quiser.

- Não Eduardo, você têm que fazer por isso ser um desejo seu. Disse Paulo cutucando meu peito com o dedo indicador.

- Sim, eu quero ser livre, quero ser independente e quero... Bem, eu quero alguém... Respondi corando imediatamente as bochechas.

- O que ocorreu entre nós ontem, foi gostoso, como disse antes, consensual, mas quero que saiba que meu desejo é te incentivar, e nada incentiva mais um jovem do sexo e o desejo, afinal nessa idade pensamos mais com a cabeça de baixo do que com a de cima. Disse Paulo dando uma piscadinha e um sorriso maroto para mim.

- Não vamos repetir o que ocorreu neh? Perguntei sem esperanças.

- Quem sabe? Como disse, aquilo foi um incentivo para você mudar sua vida. Conforme for progredindo vou te recompensando, certo?

- Ok. Respondi mais tranquilo e calmo.

Paulo saiu do quarto e fechou a porta. Deitado na cama pensei sobre tudo o que aconteceu e a conversa que tivemos. Era claro pra mim que Paulo amava minha mãe, ele não me amava, queria apenas me ajudar, mas qualquer migalha para mim era suficiente naquele momento.

Dias se passaram desde a conversa com Paulo... Ele conversou com minha mãe sobre o serviço, o que gerou grandes discussões entre eles, mas no final ela cedeu. Paulo iria pagar mais que meu pai pagava de pensão para ela e ainda continuaria a arcar com as despesas da casa.

No dia da entrevista na empresa onde Paulo trabalhava, fui com ele de carro até a empresa. Chegando lá vi muitos homens sentados na porta conversando e outros tantos dentro da empresa carregando chapas metálicas e outros trabalhando em tornos mecânicos, fresadoras e outras máquinas espalhadas pelo galpão. Subi uma longa escada metálica e entramos num escritório amplo com quatro mesas com computadores (duas na frente e duas atrás), mas que não havia ninguém ainda trabalhando e passando por esse escritório entrei numa outra sala com uma mesa de reuniões.

- Aguarde aqui, em breve a Fernanda virá para te entrevistar. Não fique nervoso, eu te indiquei, já falei com o dono, então o emprego é praticamente seu, ela só precisa preencher os papéis. Disse Paulo me dando um abraço.

- Minha sala fica aqui ao lado, quando acabar, venha me ver. Com um rápido beijo na bochecha, Paulo saiu.

Ali na sala de reuniões, me sentei próximo à janela e pude observar tudo o que ocorria no galpão, todos aqueles homens trabalhando com aqueles equipamentos gigantes e confesso que me senti excitado ao ver vários homens de idades diferentes naqueles uniformes azuis escuro. Um deles me chamou muita atenção, ele era alto, moreno, cabelo raspado no estilo militar e seus braços eram muito fortes, o uniforme parecia que iria arrebentar com seu corpo malhado. Quando ia me inclinar mais para tentar ver maiores detalhes desse homem, alguém me chama pelo nome:

- Eduardo Odraude? Disse Fernanda.

- Sim; respondi ficando em pé e estendendo a mão para cumprimentá-la.

Fernanda era uma mulher negra, usando um terninho social de meia idade e com rosto muito amigável. Conversamos bastante sobre a empresa, sobre o que era esperado de mim naquela vaga e sobre o ambiente de trabalho. Fernanda era muito acolhedora, de uma forma muito profissional parecia que nos conhecíamos há muito tempo. Ao final, Fernanda me agradeceu e disse que eu poderia começar o trabalho na manhã seguinte.

Saindo da sala, passei na sala de Paulo e contei tudo que Fernanda me disse. Ele ficou muito feliz e me acompanhou até o escritório pelo qual passamos inicialmente e que agora já tinha uma pessoa trabalhando.

- Renato, esse é o Eduardo meu enteado e quem vai trabalhar com você a partir de amanhã. Disse Paulo me apresentando ao moço que estava sentado na mesa ao fundo da sala.

Renato era alto também (se bem que para mim, com 1.60cm de altura, qualquer pessoa era relativamente mais alta que eu), ele tinha 1,85cm de altura, corpo forte de quem faz academia, branco, cabelo loiro e olhos azuis de uma tonalidade cobalto. Ele era novo, tinha 22 anos. Renato se levantou e veio até mim, me cumprimentou com um aperto de mão forte. Eu apenas acenei com a cabeça, não sei o motivo, mas ele me causou uma sensação estranha, de raiva talvez. Renato tinha jeito de ser um menino mimado pela família e aquela sensação de “meu santo não bateu com o dele” foi muito forte.

Saindo do escritório, Paulo me levou até o carro para me levar para casa, no caminho de casa fomos conversando sobre como eram as coisas no escritório e a cada vez que Paulo falava sobre o Renato me dava muita raiva, mesmo com Paulo dizendo que ele era um cara bacana e que iria me ajudar muito a entender o serviço. O que me fez perder a raiva foi quando notei que o caminho para casa não era o habitual.

- Onde estamos indo? Questionei Paulo.

- Surpresa. Respondeu Paulo com um sorriso maroto.

Quando dei por mim, Paulo estava parando num motel que ficava afastado dos bairros próximos de casa. Eu olhei para Paulo e ele para mim e sorrimos. Entrando no motel, Paulo estacionou o carro na lateral do quarto que pegou e saiu do carro para abaixar o toldo. Sai do carro e entramos no quarto. O quarto era pequeno com uma cama no meio, uma TV pendurada na parede, um frigobar ao lado da cama e perto da porta de entrada uma porta que dava para um banheiro. Ao entrarmos Paulo já me agarrou e disse:

- Esse é seu presente de incentivo pelo seu primeiro emprego.

Paulo me beijou e num solavanco me puxou para cima, amparando minha bunda com suas mãos e foi caminhando até a cama comigo em seus braços, me colocou na cama e veio por cima de mim me beijando e tirando sua roupa e a minha.

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Comentários

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Amando, o Paulo parece que vai ser o grande professor do Eduardo. O que o Renato Será? Um amor ou um filão?

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