Diário de um acompanhante - Meu namoro acabou!

Um conto erótico de Alicinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1046 palavras
Data: 20/01/2026 23:02:31

Faz tempo que não escrevo por aqui, né? Agora estou com um Blogger — e sim, isso ainda existe! Se você gosta de ler meus relatos aqui, vai adorar o que publico lá também. Convido todos a passarem por lá e ficarem à vontade.

Durante esse tempo em que estive afastada, minha vida seguiu o ritmo intenso do trabalho no banco. O final de ano foi especialmente puxado, conciliando as metas profissionais com os atendimentos aos clientes e as festas de família.

Mas, para os curiosos de plantão, hoje vou contar o que aconteceu com o meu relacionamento. Como muitos sabem, eu namorava um médico e tínhamos, até então, uma vida amorosa estável. Sem brigas, sem desentendimentos... uma paz que eu acreditava ser real.

Tudo mudou quando resolvi fazer uma surpresa. Cheguei de viagem antes do combinado e fui na casa dele. Como meu carro tem a tag do estacionamento, entrei direto, sem precisar de liberação na portaria. Estava superanimada! Só passei na minha casa para um banho rápido, deixei as malas e segui para lá.

Ao chegar no andar dele, ouvi um som alto vindo do apartamento — algo que não era habitual. Digitei a senha na fechadura e, logo de cara, vi roupas espalhadas pelo chão da sala; entre elas, um sutiã. Vi que tinham bebidas e um cheiro forte de cigarro. Senti um aperto no peito, um descontentamento imediato, e caminhei até o quarto, que estava com a porta aberta.

O que vi me paralisou.

Ele estava sentado na cama. Uma mulher estava de pé sobre o colchão, de costas para a porta, esfregando a buceta na cara dele e ele alisando a bunda dela. Ao mesmo tempo, um outro homem estava deitado, chupando o pau dele. Isso mesmo, o cara estava fazendo um boquete em meu até então – namorado! O choque foi tão grande que não consegui me conter: gritei e acendi a luz do quarto.

Para minha total surpresa, a mulher era alguém com quem eu tinha uma boa relação, e o cara era o namorado dela! Ambos também eram médicos. Um casal que saia conosco.

O susto foi geral. Todos ficaram paralisados e ele gritou meu nome, desesperado. Minha única reação foi sair dali o mais rápido possível. Como ele estava pelado, não conseguiu vir atrás de mim. Nem esperei o elevador; desci pelas escadas, parei em outro andar e só então peguei o elevador de serviço.

Entrei no carro e saí em disparada. Meu celular não parava de tocar, mas não atendi. Refletindo depois, percebi algo curioso: ver outro homem com ele me incomodou muito mais do que a mulher. Talvez porque, eu esfregue minha buceta na cara de tantos homens os meus clientes, mas aquela descoberta sobre ele foi o ponto final para mim.

Não quis ir direto para casa. Parei numa conveniência e bebi uma água com gás, tentando esfriar a cabeça. O celular não parava de vibrar. Ignorei por um tempo, até que cedi e abri o WhatsApp. As mensagens dele estavam lá. Longas, clichês, previsíveis. Nenhuma negava o fato.

Eu só pensei em uma coisa. E fiz. Ou melhor, escrevi:

“Acabou. Siga sua vida chupando bucetas alheias e sendo mamado por outros homens. Me esqueça. ”

Bloqueei.

Na mesma noite mandei mensagem para um colega do banco. Perguntei o que ele estava fazendo e ele prontamente disse que nada e se eu queria sair. Ele sempre dava em cima de mim, nunca escondia. Eu queria transar. Extravasar. Ele pediu para que eu deixasse o carro em casa e passou para me buscar.

Fomos a um barzinho. Bebi só dois drinks. Disse que não tinha mais namorado. Ele não perguntou nada, apenas me beijou. Um beijo firme, decidido. Correspondi com intensidade, deixando claro que não queria conversa. Cheguei no ouvido dele e sussurrei que queria ser fodida por um homem de verdade.

]Ele segurou meu cabelo por trás, me encarou e disse:

— Vamos pra minha casa.

Sim, quem estava no bar viu. E eu não estava nem aí.

No carro, ele abaixou minha blusa e começou a mamar meus peitos. Eu arqueava o corpo, sentindo a boca quente, sem pudor nenhum.

Quando chegamos, mal fechamos a porta. Ele me despiu e disse, quase rindo:

— Nem acredito que vou te foder gostoso.

— Então acredita — respondi. — Fode minha bucetinha até eu gozar.

Sentei no sofá. Ele se ajoelhou no chão. Abri bem as pernas, deixando minha bucetinha lisa aberta pra ele. Ele chupava, dedava, gemia alto. Gozei na boca dele, sentindo o corpo inteiro tremer. Quando levantou, estava todo lambuzado.

Abri o botão da bermuda dele, puxei a rola pra fora. Mediana, grossa. Chupei sem pressa. A cabeça vermelha, as bolas, tudo. Punhetava enquanto a boca trabalhava. Senti quando ele quase gozou e parei. Ele me puxou e me levou pro quarto.

Na cama, nos beijamos de novo. Ele colocou a camisinha e meteu em mim no papai e mamãe. Tirava e enfiava com força, e eu gemia, sentindo cada estocada. Viramos sem ele tirar o pau de dentro. Fiquei por cima, cavalgando. Ele esfregava meu pinguelo com os dedos, me levando à beira.

— Fode minha bucetinha com força — eu pedia.

— Aperta meu pau, gostosa — ele respondia. — Alice, você é muito gostosa. Esses peitos…

Aumentei o ritmo até sentir que ele ia gozar. Diminuí de propósito. Pedi pra ficar de quatro. Queria ser dominada.

Ele me fodeu por trás, batendo na minha bunda, puxando meu corpo contra o dele. Quando comecei a dizer que ia gozar, ele também estava no limite. Gozamos juntos. A camisinha ficou cheia de porra branca.

Fiquei deitada um tempo. Depois levantei, tomei banho e pedi pra ele me levar. Ele perguntou se eu queria mais. Disse que estava cansada. Que ele tinha me fodido tão gostoso que minha buceta estava inchada.

Ele riu. Perguntou se repetiríamos.

— Talvez.

Em casa, tomei outro banho. O celular continuava cheio de mensagens do ex. Ignorei todas.

No dia seguinte encontrei o colega no banco. Fingi normalidade. Profissional. Distante. Mas os olhos dele me despiram com a mesma fome da noite anterior.

Eu percebi. E gostei.

Algumas histórias acabam quando a porta se fecha. Outras começam exatamente aí.

Os próximos relatos saem no Blogger, sempre às terças e sextas.

Leia por sua conta e risco.

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