Então continuei chupando e chupando até que ele levantou e falou:
— Fer, deixa eu comer seu cuzinho?
Então fiquei em choque! Não sabia o que fazer ou o que iria acontecer. Foi então que ele levantou, olhou nos meus olhos e falou:
— Fica tranquilo, eu sei que você é virgem. Eu tirei o cabaço da Ana também (Ana era sua namorada).
Eu fiquei olhando para ele, observando cada pedaço do seu corpo. Ele era um moreno de 1,75 m, um pouco mais alto que eu, meio gordinho, com aquela barriguinha que chega a dar uns peitinhos meio saltados. O braço era forte e a mão grossa; o rosto não era muito bonito, porém o tesão é o momento! Meu pau estava completamente duro e, ao mesmo tempo, eu estava tenso.
— Que foi? Não quer? Está com medo?
— Cara, eu quero muito, mas estou com medo! Eu nunca fiz isso! — Eu tremia nesse momento.
— Primeiro, fica calmo!
Então ele me abraçou, olhou nos meus olhos e me beijou! Eu sentia a língua dele e o corpo quente, nossos paus se encostando e ele segurando minha bunda! Ele parava de me beijar e mordia meu pescoço. Eu tremia mais, mas nesse momento eu apenas queria senti-lo; eu não queria parar! Então ele me virou, eu fiquei de quatro no sofá, ele foi abaixando meu short e minha cueca, então parou:
— CARALHO, PRIMO! QUE CUZINHO LISINHO E ROSA!
— O que você pretende fazer?
— Deixa comigo que eu vou mostrar.
Então ele começou a lamber meu cuzinho. Eu sentia a língua dele e tremia de tensão; meu pau babava o pré-gozo! Eu sentia o corpo todo tremendo, era uma sensação incrível.
— Nossa, não para! Não para, que delícia! Que delícia! — Falei tremendo de tesão.
— Que cuzinho gostoso! Eu precisava... eu estava precisando disso! A Ana não libera o cuzinho, e ver esse cuzinho rosinha e apertadinho me deixa louco.
Então ele levanta e começa a passar o pau no meu cuzinho. Começou a esfregar e eu senti meu cuzinho ficando quente... Eu não aguentei e falei:
— POR FAVOR, ME FODE!
— Não me provoca, priminho!
— Eu preciso! Mas vai com calma.
Então ele cuspiu e foi forçando a cabeça. O pau dele era bem grosso e a cabeça bem marcada. Então eu senti: a cabeça foi entrando e eu senti uma dor que nunca tinha sentido antes!
— PARAAAAA, PELO AMOR DE DEUS! — Eu gritei.
— Calma, primo! Só relaxa, só foi a cabeça!
— Está doendo demais! Por favor, tira, tira, tira, tira, tira!
— Calma, só relaxa!
Meus olhos saíram lágrimas e nesse momento meu pau ficou mole. Eu sentia dor demais. Encostei a cabeça no sofá e comecei a respirar! Mesmo o pau não sendo grande, era muito grosso! Então fui tentando relaxar e pedi:
— Deixa eu sentar? Porque eu pelo menos tento controlar, não aguento, está doendo demais.
Então ele tirou o pau e falou: "Eu sei uma forma boa de você fazer". Me levantou e foi me levando até a cama, me abraçando; eu sentia seu pau encostando em mim e ele beijando minha nuca. Ele me colocou de lado em cima da cama e foi enfiando; doía ainda, mas menos!
Assim que ele foi colocando tudo, eu fiquei louco! Nessa hora meu pau ficou
extremamente duro e fui sentindo um tesão fora do normal.
— Ai, ai, ai, não para!
— Está gostando, né, priminho? Agora posso meter com força?
— Faz o que você quiser!
Então ele começou a meter com força. Eu mordia meu travesseiro e sentia ele dentro de mim. O Manoel virou minha perna, ainda com o pau dentro, e fiquei de "frango assado". Foi quando o Manoel deitou o corpo em cima de mim e começou a me beijar enquanto me fudia! Eu sentia o pau inteiro dentro, e ele me fudia com força! Foi quando eu prendi minha perna nas costas dele e comecei a segurar com a mão!
A dor já tinha passado e só tinha o prazer! Era uma sensação incrível sentir ele dentro de mim; ele me beijava e fodia com força...
— Me fode! Me faz de puta! Acaba comigo!
Ele me virou de quatro e começou a foder. Encostei minha cabeça e comecei a gemer:
— Ai, ai, ai, fode, fode, me fode, eu quero! Eu preciso disso! Eu quero, acaba comigo...
— Eu não aguento, eu vou gozar! Eu vou gozar!
— Goza, goza na minha boca, eu quero sentir sua porra!
— CARALHOOOOO! PORRA, NÃO DÁ! EU VOU GOZAR, PORRA!
— Goza, filha da puta! GOZA!
Foi então que eu fiquei de joelhos e comecei a engolir o pau dele. Senti o pau inteiro dentro da boca, e então senti o pau dele jorrando a porra todinha; era um gosto diferente, eu nunca tinha sentido algo tão gostoso. Então eu limpei toda a porra dele, deixando o pau inteiro limpo. Ele me olhou e deitou do meu lado.
— Fer, caralho, mano!!! Que foda, você está bem?
— Primo... eu nem sei o que dizer. Foi surreal. Está doendo um pouco, mas foi incrível.
— Você foi forte, porque eu sei que meu pau é grosso e você sentiu tudo sem reclamar!
— Reclamei sim! Mas está doendo um pouco, espero que passe, rs.
Levantei sentindo um pouco de dor e falei: "Precisamos nos arrumar, minha mãe chega em breve...". Levantamos, ele foi para o banheiro do corredor e eu tomei banho no meu. Passava a mão pelo meu corpo sentindo uma dor no cuzinho.
No resto dos dias ainda transamos algumas outras vezes, até que ele voltou para sua casa... Após esses dias com meu primo, alguma coisa em mim mudou! Eu já tinha feito sexo com mulheres, mas com homem era a primeira vez! E sentir um homem dentro de mim foi surreal! O prazer de bater na próstata.
Então minha vida voltou ao normal. Época de ir para a escola e voltar para casa. Estava no meio de março, ano letivo normal de 2007, quando eu estava conversando com a minha amiga Nayara e ela falou que estava interessada no Everson...
Everson era um dos caras mais bonitos da escola e nosso vizinho. Morávamos em um conjunto habitacional, então eu falei com ela:
— Nay, se você quiser, posso trocar uma ideia com ele para você!
— Fer, sério, você faria isso?
— Claro, Nay!
Eu não era um cara popular, porém eu era um cara que sempre falava com todos na escola e não tinha vergonha disso. Então, em um sábado durante um jogo de futebol, encontrei-o e fui trocar ideia:
— E aí, Everson, como você está? — Cheguei cumprimentando.
— FALA, mano! Como você tá?
— De boa, man. Cara, na moral, podemos trocar uma ideia?
— Fala aí, mano, pode falar.
— Ah, mano, será que podemos trocar ideia ali?
Chamei ele para sair da rodinha dos meninos, então ele levantou e sentamos em um banco próximo à arquibancada.
— Aconteceu alguma coisa?
— Não, man. É que, tá ligado a Nay? Então, ela está interessada em você e eu só vim aqui falar, para ver o que você acha e tal.
— Porra, mano! Era isso? Ah, de boa, kkkk! Achei que você tinha feito merda, kkk.
— Não, besta, era isso. Eu queria saber o que você acha disso e tal, porque sábado vai ter uma balada lá no Campinas Hall, o Vortex da Educadora FM, e seria uma oportunidade. O que acha?
Everson era alguns anos mais velho, ele tinha na época 19 anos; já a Nay e eu tínhamos a mesma idade, eu na época com 17 e a Nay também. Everson jogava bastante bola, então tinha o corpo todo torneado, bem malhado! As coxas bem definidas, o ombro largo... Era loiro desde pequeno e tinha o olho verde! Bem verde e um lábio bem grande! A panturrilha dele dava inveja a todos por ser grande; ele tinha 1,90 m e era desejado por todos.
Por outro lado, a Nay é uma morena magra, com cintura fina, uma bunda enorme e seios pequenos; lábios carnudos e um cabelo bem liso, tipo índia...
Então passaram os dias, já era sexta-feira quando o encontrei e conversamos.
— E aí, Fer, tranquilo, mano?
— Tranquilo, e você?
— Mano, deixa eu falar: arrumei uma Kombi, kkk, para ir a galera toda para o Hall amanhã! Vai ser top, kkk.
— Mano, sério? Kkkk, vai ser louco! Então é certeza que você vai?
— Claro! E sobre a Nay, mano, ela vai mesmo? Porque estou louco para beijar ela.
— Son (apelido dele), certeza, man! Ela vai sim!
Então chegou o sábado. Fui tomar meu banho, coloquei minha roupa (na época um short da Quiksilver azul e preto com detalhe branco), coloquei meu tênis Puma Disk preto e uma blusa preta! Passei perfume e fui chamar a Nay! Quando eu cheguei no apartamento dela, ela estava incrível! Com um short curto, uma blusa branca e o cabelo bem grande; a blusa era cavada e mostrava um decote bem forte, com os seios bem marcados. Estava com uma sandália "pulo do gato". Eu abracei ela e falei:
— Caralho, Nay!! Você está surreal de bonita!
— Ah, para, não estou tudo isso não. Será que o Son vai curtir?
— Não tenho nem dúvida disso.
Então encontramos a galera. Era uma turma de 8 pessoas: Mila, uma menina loira e magra, bem bonita, com seios pequenos e uma pequena bunda (o apelido dela era Barbie porque parecia uma boneca); vinha o Marcos, um menino gordinho e baixo que era viciado em futebol — ele era gordinho, mas tinha umas coxas bem grossas e uma bunda grande. Tinha o Gil (apelido de Gilberto), um negro alto de 1,95 m, todo malhado; ele chamava muita atenção e sabia que era gostoso, o braço ficava todo marcado na blusa preta que ele estava. Além deles, tinha eu, o Son e a Nay. Dirigindo a Kombi estava o pai do Marcos, que também iria; ele teve o Marcos cedo, então era um cara gordinho, mas forte, branco e com os pelos soltos na blusa semiaberta. E para fechar a turma vinha o Jonas, um cara que torcia para o Bugre e cujo apelido era Bugrino. O Son era lindo e gostoso, mas o Jonas era um sonho de menino: olhos meio castanhos, cabelo raspado, magrinho e meio queimado de sol, barriga trincadíssima!!! Braço torneado, barba bem feita e cabelo bem curtinho; a boca dele era uma delícia, eu era louco por ele.
Encontramos todos e, quando cheguei, já dei de cara com o Son!
— E aí, Son, de boa?
O Son não me respondeu, apenas ficou parado olhando para a Nay.
— Ixi, Fer, a língua dele caiu! — disse a Nay.
— Acho que ele está impactado com a sua beleza — falei dando uma risadinha.
— Cara, na moral, que gata que você está, Nay — disse o Son, olhando para ela.
— Vou deixar vocês dois conversarem.
Então eu sai e deixei os dois falando. Fui até a Kombi e encontrei o Marcos sentado.
— E aí, Marcos, de boa, man!
— Mano, suave! E aí, vamos pegar quantas?
Sempre tinha essa competição de quem beijava mais! Eu nunca fui um cara cheio de beleza, então eu beijava, mas não muitas, no máximo duas, kkkk. Já os outros meninos bonitos sempre acabavam saindo das festas tendo beijado 5, 6 e às vezes até 10 meninas. Eu sempre desconversava e saía, kkkk.
— Mano, se eu beijar uma, já está bom! — falei rindo.
— Deixa de onda, Fer, você vai catar várias, hoje é o dia!
Então o rolê foi incrível. Dançamos, curtimos, foi uma festa surreal. Porém, era durante o dia por causa da idade, então por volta das 20:00 estava todo mundo de volta em casa. Todos foram embora, até que, na hora que eu estava saindo, o Jonas me parou e falou:
— Mano, posso trocar uma ideia com você?
— E aí, Jonas, diga.
— Mano, a Nay está com o Son?
— Porra, não sei, por quê?
— Ela estava muito gostosa hoje! Sério, fiquei louco nela. Será que ela não me dava uma chance para beijar ela?
— Então, Jonas, eles estavam trocando ideia sim; inclusive, eu vi lá no meio do Hall eles se beijando.
— Ah, beleza, de boa.
Então Jonas saiu e eu fui para casa. Antes de subir, abracei a Nay e deixei ela com o Son; os dois estavam se beijando próximo ao portão. Passados alguns meses, estava chegando o fim do ano quando estava conversando com a Nay:
— E aí, Nay, como vão as coisas com o Son?
— Está incrível, mas ele quer fazer sexo e eu não estou pronta.
— Por que não?
— Porque o pau dele é enorme e grosso! Kkkkk, você está doida? Vou ficar toda arrombada!
— Ah, pelo amor de Deus, Nay! Kkkkk, isso é coisa que se fale? Kkkkk.
— Oxi, qual o problema? Somos amigos, só estou falando porque é verdade. Esses dias brincamos um pouco, eu chupei ele, foi legal, mas eu não deixei ele me comer, não.
— Ah, por que você não deixa?
— Primeiro que eu não tenho local! Segundo que eu tenho medo... ah, sei lá.
— Faz o seguinte: vem em casa e vocês dormem aqui. Eu invento alguma coisa para a minha mãe; o quarto é grande. Vem e pronto, já era, eu viro de lado e durmo e vocês fazem.
— Na sua frente?? Ah, não consigo, migo!
— Qual o problema? Fica tranquila.
— Tá, eu vou falar com ele.
— Beleza, depois me fala para eu organizar aqui em casa.
Continue.....