Apesar da noite agradável naquele sítio, Rebeca sentia um incômodo. Seu dedo anelar da mão direita latejava. Dias antes ela o cortou com uma faca, enquanto lavava a louça. Sim, ela era uma dona-de-casa, mulher de família e fazia os afazeres domésticos.
O fato de estar em uma festa liberal, no meio do nada, não quer dizer que não possa ser uma mulher para casar. Seu marido Paulo, que também estava na festa, sabia bem das qualidades daquela mulher.
O salão era enorme. Rebeca acabara de sair do banheiro, onde foi jogar uma água no dedo. De longe viu Paulo conversando com alguns amigos liberais. Ela logo se juntaria a ele, mas resolveu ir até lá fora, para pegar um ar. O dedo ainda doía…
Eles chegaram de noite no sítio e Rebeca queria ver o lugar durante o dia. Parecia ser muito bonito, foi bem escolhido pelos organizadores da festa. Árvores frondosas cercavam a pequena estrada que se estendia até uma estrada principal, de terra:
Estou no meio do nada, doida pra chupar uma rola… - ela se divertiu com os pensamentos safados que tinha. Daqui a pouco ela estaria chupando uma, duas ou talvez mais rolas.
Seus pensamentos foram interrompidos, por uma voz grossa em suas costas:
- Boa noite!
Ao se virar, um negro alto, ombros largos, barbudo lhe cumprimentava, indo em sua direção. Ela educadamente respondeu. Ela o tinha visto no salão, não sabia se estava acompanhando. Mas era um macho que lhe chamava atenção. Não houve apresentações, apenas o início de uma conversa educada.
O homem lhe pergunta se ela também veio pegar um ar e ela responde que sim. Mostrou seu dedinho machucado, ensaiando um biquinho manhoso. Ele pega em sua mão, a mão dele era grande (ela gostava), com dedos longos (ela adorava):
- Poxa, que dó esse corte. Bem no dedo da aliança…ainda bem que não foi na esquerda. Como ia mostrar que era casada… - ele brinca
- Hum…era melhor mostrar que era casada? - ela rebate ainda mais manhosa
O negão ri e diz que tinha que fazer um curativo naquele dedo. Até se propôs a fazer isso. Por aquela preta, disse ele, ele até viraria um ´´enfermeiro de aluguel´´. Ela agradeceu e respondeu que ia caminhar, ver mais do lugar. O clima estava fresco e ela usava um vestido leve, estampado, com um decote que era generoso com seus seios fartos.
Depois de alguns metros, ela sai da trilha e adentra em meio às árvores. Olhando para trás ela percebe que está sendo deliciosamente seguida. Era o ´´enfermeiro´´, o negão que conheceu a pouco e do qual em sabia o nome. Rebeca para em uma árvore, em meio a outras bem escondida.
Passos eram ouvidos atrás. Ela encosta em uma árvore grande, de tronco grosso. Uma mão agarra sua cintura e imediatamente ela sente a barba em seu ouvido, pescoço, nuca. Sua bucetinha mela na hora. A mão grande desce e levanta seu vestido de tecido leve. Os dedos afastam sua calcinha fio dental (comprada por seu marido). Ela ouve o barulho do zíper abrindo e sente algo roçando em sua bunda. O membro quente do negão já estava pronto para lhe possuir.
Sua buceta é invadida por um caralho negro, grosso. Rebeca se debruça na árvore. As mãos grandes agarram sua cintura. O macho começa um vai e vem gostoso, macetando o caralho em sua buceta encharcada. Rebeca geme no lugar vazio, com apenas as árvores e a lua de testemunha daquele ato de sexo.
A pica grossa era gostosa, dura, firme. O negão metia gostoso, sabia comer uma puta e pé. A imensa bunda de Rebeca fazia barulho nas estocadas vigorosas: ploft! ploft! ploft, ploft! O saco batia em suas nádegas fartas e Rebeca gemia, anunciando o gozo safado. O negão aperta sua bunda e acelera, querendo extrair o mel daquela puta. O corpo da preta se contorce e ela começa a gozar, gemendo e apertando o tronco da árvore. A dor do dedo já nem era sentida, só sua buceta mordendo o pau.
Numa estocada, o negão começa a despejar esperma na buceta de Rebeca. A rola lateja dentro, pulsa forte inundando-a com porra grossa e quente. Ato contínuo ele beija sua nuca e tira o pau pingando. Ambos se recompõem e se afastam separados, em silêncio.
Ao voltar e se dirigir para o banheiro, ela ouve o negão falar com outra mulher:
- Peguei uma mulher…que loucura, olha como ela me deixou. - e ele diz
Seu marido lhe encontra na saída do banheiro e pergunta: - Está tudo bem, amor? Já viu que tem árvores lá fora…?
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Eu me chamo Paulo, 42 anos, moreno pardo, 1,82 de altura, ombros largos, mãos grandes e sou louco por mulheres gordinhas.
Ela se chama Rebeca, 40 anos, negra, 1,67 de altura, gordinha, seios fartos e pesados, bumbum grande e redondo. É louca por homens que gostam de gordinhas.