[…]
Os dois ficaram em silêncio por vários momentos. O Osvaldo olhou para baixo para o pau duro deslizando entre os lábios escorregadios da Bruna, vermelhos de excitação enquanto ela continuava a mover os quadris em resposta. Apenas os sons dos órgãos molhados esfregando um contra o outro podiam ser ouvidos.
— Tá bom... — A Bruna disse confiante.
O Osvaldo estalou o olhar para encontrar os olhos apertados e bravos da Bruna já encarando ele.
— Chega — a Bruna completou. A Bruna soltou as pernas e rolou de lado. O Osvaldo tinha ido longe demais. Ainda sem ter gozado, o Osvaldo se ajoelhou na cama tentando esconder o pânico e decepção enquanto a Bruna sentou ereta na borda da cama, parecendo pronta para ir embora, possivelmente para sempre. O Osvaldo encarou as costas tonificadas, cintura fina e as covinhas nas costas que faziam fronteira com a bunda linda, redonda e saltitante. Parecia brava.
A Bruna sentou na borda da cama, internamente furiosa com como o Osvaldo a provocou toda a manhã. O filho da puta estava tentando empurrá-la a foder com ele constantemente negando ela de gozar como precisava. Levantou da borda da cama como se estivesse prestes a ir embora. O Osvaldo assistiu as costas e lado enquanto ela ajustava o cabelo, incerto do que dizer para salvar a situação que tinha fodido. Naquele momento de silêncio, uma ideia cruzou a mente da Bruna.
— Deita de costas. — A Bruna exigiu, as costas ainda viradas para ele. O Osvaldo não tinha certeza do que viria a seguir. Talvez ela fosse chupar ele de novo? Ele gostaria disso. A Bruna virou para o Osvaldo enquanto o corpo velho caiu na cama, olhando para ela com um olhar curioso, incerto do que ia acontecer a seguir.
A Bruna rastejou de volta para a cama, sentindo os sucos molhados expostos ao ar frio contra a buceta, bunda e coxas. Agarrou o pau duro do Osvaldo e passou a perna sobre o Osvaldo, montando nele. Segurou o pau do Osvaldo na frente. Masturbou enquanto trazia os quadris para baixo contra o pau do Osvaldo, retomando a punheta com a buceta. A Bruna empurrou as mãos para baixo no peito e barriga do Osvaldo enquanto assumia o controle do ritmo, rebolando a buceta contra o pau duro do Osvaldo e sentindo ele mais uma vez separar os lábios escorregadios da buceta. Estava no controle agora.
— Me diz o quanto você quer me foder — a Bruna disse ao Osvaldo enquanto rebolava contra ele. — Me diz quantas vezes você se masturbou pensando na minha bucetinha apertada deslizando no seu pau grande e duro. — A Bruna disse, apenas começando a tortura do Osvaldo.
O Osvaldo olhou para baixo para a Bruna enquanto os peitos estavam pressionados juntos enquanto se apoiava no corpo. A Bruna pegou uma mão e agarrou o pau do Osvaldo enquanto deslizava pela parte de baixo até a base. Masturbou o Osvaldo brevemente e levantou os quadris. Segurou o pau do Osvaldo perto da buceta, parecendo que ia se empalar e finalmente, finalmente, o Osvaldo ia estar dentro da vizinha gostosa, jovem e linda.
A Bruna pairou o corpo a poucos centímetros da abertura da vagina. Os dois olharam para baixo para ver luz do dia entre onde a Bruna segurava o pau duro e grosso do Osvaldo, e a buceta faminta da Bruna. Os dois assistiram enquanto uma gota do lubrificante da Bruna brilhou na luz da manhã antes de gentilmente pingar na cabeça do pau do Osvaldo. A Bruna deu uma masturbada no Osvaldo, espalhando o lubrificante ao redor.
— Seria tão fácil pra mim te foder agora. Tô tão molhada, entraria fácil — a Bruna disse, acentuando as palavras com uma ênfase sensual. O Osvaldo gemeu.
— Não posso dizer que não tô curiosa sobre como seu pauzão me esticaria — a Bruna continuou. — É isso que você quer, Osvaldo? — A Bruna masturbou enquanto falava, mantendo uma mão postada no corpo, uma no pau, e um joelho na cama enquanto se inclinava para longe de colocar o Osvaldo dentro. — Você quer que eu grite seu nome e te chame de gostoso enquanto você fode minha bucetinha apertada? — ela arrulhou para ele, incitando a responder. As sobrancelhas estavam implorando para ele dizer algo. O Osvaldo apenas gemeu.
— Você vai me deixar usar seu pauzão como eu quiser? — A Bruna continuou, enquanto sentiu o pau do Osvaldo inchar mais com as palavras. Teria sorrido para si mesma, se não estivesse tão focada em se vingar do Osvaldo. — Você vai me fazer sentir coisas que meu marido nunca fez? — Abaixou os quadris, recuando primeiro para esfregar o clitóris e lábios contra o pau do Osvaldo, ainda mantido cativo na mão.
A Bruna se colocou de volta na posição onde estava a centímetros de se empalar com o pau do Osvaldo, masturbando devagar enquanto continuava a provocar.
— Você quer ouvir sua jovem vizinha esposa implorar pra você foder ela? Você quer me fazer gozar no seu pauzão repetidamente? — Enquanto dizia aquela última frase, a Bruna bombeou o Osvaldo com cada palavra lenta e arrastada. Pré-gozo escorreu da cabeça do pau e deslizou pelos dedos da Bruna. Podia sentir o calor.
— Como é estar tão perto de foder minha buceta molhada? — A Bruna perguntou, encarando o rosto do Osvaldo. Ele mal estava se segurando. — Se você estocar agora, poderia estar dentro de mim — a Bruna sussurrou. O Osvaldo estocou os quadris na luxúria cega, mas a Bruna estava postada no corpo e se afastou facilmente.
— Ah, ah. Menino mau — a Bruna repreendeu num sussurro sensual. A provocação implacável da Bruna estava chegando no Osvaldo. Estava tão duro quanto ela já tinha sentido. A Bruna se sentiu poderosa nessa posição. Trouxe a buceta agarradora para baixo, perto, perto, tão perto da cabeça do pau. Antes da cabeça tocar a abertura, deslizou o pau do Osvaldo para cima em direção à barriga e deslizou a buceta contra a parte de baixo do pau latejante e duro. O clitóris inundou o corpo e cérebro com endorfinas cada vez que o pau do Osvaldo começava a deslizar contra ele. Exigia que continuasse. Repetiu isso várias vezes, cada vez tirando aquilo que o Osvaldo tinha obcecado por meses no momento em que estava prestes a conseguir. A Bruna estava ficando mais excitada a cada momento. Queria empurrar o Osvaldo mais longe. Queria vê-lo se contorcer.
A Bruna retornou à posição original da punheta com a buceta enquanto cavalgava a parte de baixo do pau, prendendo o comprimento contra o corpo onde sabia que ele não podia entrar nela a menos que deixasse. Pegou as duas mãos do Osvaldo e colocou no corpo enquanto esfregava a buceta contra o pau. As mãos do Osvaldo imediatamente começaram a vagar pela pele macia, esfregando os quadris e coxas. A Bruna estava quente ao toque do Osvaldo. Ele amava a sensação da pele lisa e firme nas mãos. A Bruna pegou uma das mãos e trouxe ao peito. O Osvaldo podia sentir o coração batendo forte enquanto amassava os peitos e brincava com o mamilo, gentilmente torcendo o piercing. Ela estava tão excitada quanto ele. Cada torção do mamilo mandava ondas elétricas pela espinha. Olhou para baixo para o Osvaldo enquanto ele encarava famintamente o corpo lindo. Toda vez que ele olhava assim, se sentia elogiada. Podia ver por todo o rosto o quanto ele precisava dela. Podia sentir a necessidade enquanto prendia contra o corpo dele e o dela. A confiança cresceu.
— Nossa, você realmente quer me foder, né? — A Bruna disse, finalmente permitindo um sorriso se espalhar pelo rosto. — Vou te dizer uma coisa — a Bruna disse na confiança —, vou te dar o que você tem desejado. Mas vai ter que implorar primeiro. — O Osvaldo não sabia como reagir enquanto olhava no rosto. Ela estava blefando?
— Implora bonitinho, e vou colocar seu pauzão na minha buceta. — A Bruna disse, olhando para baixo para o Osvaldo enquanto ele tentava ler o rosto, não ousando chamar o blefe. Ainda não.
— Tô tão molhada por você, mais do que já fiquei pelo meu marido — a Bruna olhou nos olhos do Osvaldo enquanto o torturava com as palavras sujas. A Bruna estava pingando de antecipação para fazer o Osvaldo implorar como ele fez ela fazer tantas vezes. O pau do Osvaldo estava preso contra o corpo, encharcado nos sucos dela e no próprio pré-gozo. A Bruna deslizava facilmente para frente e para trás contra o pênis grosso do Osvaldo. Ele podia sentir os lábios da buceta se separarem e o peso do corpo ordenhando o pré-gozo do pau. A Bruna podia sentir o pau rígido do Osvaldo. Os lábios provavam as bordas da cabeça enquanto passava sobre ele com a buceta pingando. — Quando foi a última vez que você esteve dentro de uma mulher, Osvaldo? Deve ter sido um tempo. — A provocação implacável da Bruna estava ficando pessoal. Estava indo fundo, alcançando a psique dele enquanto oferecia o corpo. O Osvaldo estava mais perto do que nunca de genuinamente usar as palavras 'Por favor, senhora' do que esteve na vida. Segurou por vários momentos agonizantes, ouvindo apenas ele mesmo e a Bruna gemer suavemente em meio aos sons molhados de jorro.
O Osvaldo sentiu como se tivesse sido colocado num canto. Pensou que se apenas mantivesse a boca fechada, veria até onde ela estava disposta a ir com a provocação. O Osvaldo encarou de volta no rosto lindo da Bruna e apenas fechou os olhos, inclinou a cabeça para trás e gemeu. Permaneceria forte das manipulações.
A Bruna fez biquinho ao perceber que provavelmente não ia ver o Osvaldo implorar. Os dois estavam perto, era hora de terminar essa 'punheta com a buceta'. Deslizou do Osvaldo, estendeu a mão com uma mão e agarrou o pau do Osvaldo. Bombeou, ordenhando o pré-gozo enquanto pegava com o dedo da outra mão. Assistiu o rosto do Osvaldo enquanto colocava o dedo na boca, chupando enquanto encarava nos olhos. — Hmm, adoro o gosto do seu pré-gozo.
O Osvaldo assistiu a mulher mais sexy a pisar na vida dele ficar alta no próprio poder sexual. Ela estendeu a mão por baixo, entre as pernas, e entrou na buceta com os dedos. O Osvaldo assistiu enquanto os olhos da Bruna fecharam em prazer enquanto soltava suspiros e gemidos enquanto se dedava. A buceta faminta estava implorando para ser penetrada. A Bruna puxou os dedos para fora, agora cobertos com os sucos, e trouxe a buceta deslizando contra a parte de baixo do pau do Osvaldo de novo. Girou os quadris enquanto pegava os dedos cobertos com o néctar e enfiou na boca aberta e ofegante do Osvaldo. O Osvaldo chupou os dedos e provou o suco delicioso enquanto a Bruna assistia feliz. Removeu os dedos da boca do Osvaldo e agarrou o rosto gordinho, virando para longe enquanto se inclinava e enfiava a língua na orelha do Osvaldo.
O clitóris da Bruna estava em contato ideal com o pau do Osvaldo enquanto rebolava com os quadris. Os olhos do Osvaldo estavam revirados para trás na cabeça enquanto minha esposa lambia a orelha, então o pescoço, todo o caminho até a bochecha. A Bruna virou a cabeça do Osvaldo de volta e enfiou a língua na boca ofegante rapidamente do Osvaldo. Enquanto se beijavam, ambos logo alcançaram o limite finalmente. O Osvaldo gemeu na boca da Bruna enquanto gozava. Os quadris da Bruna seguraram o pau contra a barriga enquanto ele explodia por todo si mesmo. A Bruna sentiu a carga do Osvaldo viajar pelo pau enquanto espasmodava sob o clitóris.
— Ai! Porra! Tô gozando! — Ela gemeu, ainda segurando a boca do Osvaldo contra a dela.
Apenas ficaram lá por alguns minutos e se beijaram. A Bruna teve tremores posteriores passarem pelo corpo. Finalmente senta e deixa o pau do Osvaldo saltar de baixo. Estava absolutamente coberto e por alguma razão ela se perguntou como teria gosto. Bem na deixa ouviu o Osvaldo dizer:
— Limpa.
Sem uma palavra de argumento, a Bruna deslizou para baixo até ficar de joelhos. Pegou o pau semi-duro mas ainda pesado. Estava coberto com um pouco da porra dele, mas principalmente os sucos dela. Estava literalmente pingando. Lambeu a base antes de mergulhar no pau todo.
— Hmm. Então é assim que eu tenho gosto. Não é à toa que você pira.
Os quadris do Osvaldo se lançaram soltando ainda mais porra ouvindo as palavras safadas.
— Ai! — A Bruna viu isso e imediatamente cobriu o pau chupando forte. Em pouco tempo tinha limpado e lambido o pau todo.
A Bruna se levantou primeiro, avaliando o estrago. Felizmente, a maior parte da bagunça tinha caído no Osvaldo e não nela. Encontrou as roupas no chão. O Osvaldo emergiu do transe, ainda respirando pesadamente enquanto assistia a Bruna se vestir.
— Tá bom, Osvaldo, não tenta isso de novo. Fomos longe demais dessa vez... — A Bruna disse, tão firmemente quanto conseguia reunir enquanto o cérebro nadava em endorfinas pós-orgasmo.
— Só tava provocando. Achei que você também tava. — O Osvaldo disse. — Além disso, você sempre parece se divertir com isso. — A Bruna corou um pouco e ficou em silêncio enquanto as palavras tocaram verdade. Talvez para ele fosse apenas provocação. Talvez para ela fosse um pouco mais que isso. O Osvaldo não conseguia ver a expressão enquanto ela olhava para longe, ocupada procurando a calcinha.
— Tanto faz. Provocar é uma coisa. Apenas respeita as regras se quiser que nosso acordo continue. — Ela virou para ver o Osvaldo estender a mão sob o travesseiro, trazendo um punho fechado. Ele abriu, e amassada dentro estava o fio dental rosa. O Osvaldo deu uma cheirada profunda, divertindo a Bruna com a fome sexual sem fundo por ela.
— É, sem dúvida. Isso é um bom acordo pra mim. Não vou arruinar. — O Osvaldo disse. Ele deu outra cheirada na calcinha enquanto fazia contato visual. Sorrindo, acrescentou: — A não ser que você mude de ideia. — O olhar parecia faminto. Paciente.
As sobrancelhas da Bruna se franziram num olhar fuzilante:
— Ha! Só brincando. Vou me comportar, conheço as regras. Sem sexo. — O Osvaldo riu. — Temos tempo pra mais um banho? Você não quer voltar pro Bruno toda suja. — A Bruna olhou para baixo e viu a porra seca na barriga.
— Ugh. Tá bom. Rápido. Sem bagunça. — Ela disse relutantemente.
O Osvaldo apenas acenou com um sorriso.
A Bruna estava xingando o Osvaldo na cabeça uma hora depois. Era suposta estar lá por 1 hora, no máximo. Depois que ele a coagiu a outro banho, acabou dando outro boquete e uma 'punheta com a bunda' antes dele explodir por todas as costas. Ele se desculpou e ajudou a limpar. A próxima coisa que sabia estava se beijando coberta de sabão com ele. Chegou lá pouco antes das 9h. Agora passava das 11h.
O que ia dizer ao Bruno? A condição era um boquete e banho. Acabou fazendo muito mais que isso!
Enquanto se perguntava o que ia fazer, respirou fundo e caminhou para dentro de casa.
Assim que entrou, o nariz se encheu com o cheiro de bacon. Então ouviu alguém na cozinha. Enquanto caminhava. Usando apenas a camiseta grande do Bruno e o fio dental rosa na mão, ficou cara a cara com o Bruno fazendo café da manhã na cozinha.
Olhei e notei minha esposa entrando. Ela parecia absolutamente arrasada, mas também brilhando. Também parecia qual a palavra. Satisfeita? A maior coisa que notei foi a preocupação e medo no rosto ao me ver.
Antes que pudesse dizer qualquer coisa.
— Pensei que você estaria com fome, então tô fazendo seu favorito. Preparei água quente pra você na banheira. Sobe e relaxa enquanto termino e trago a comida. Quando terminarmos, vamos pro shopping fazer umas compras. Sei que você tava precisando ir. Talvez depois a gente faça uma noite de filme. O que acha? — Digo com um grande sorriso.
As lágrimas da Bruna começaram a se acumular e ela correu pro meu abraço. Começou a me beijar repetidamente. Dizendo o quanto me ama.
Digo que está tudo bem e que vamos conversar daqui a pouco.
A Bruna sorri e caminha cuidadosamente escada acima. Não pude deixar de me perguntar o que demorou tanto. Tive que esquentar a água quatro vezes. Como as várias rodadas de comida que fiz apodreceram no lixo, podemos apenas dizer que errei algumas vezes...
A Bruna estava relaxando na banheira fechando os olhos tentando relaxar do que acabou de acontecer. Não teve que esperar muito antes do marido entrar com uma bandeja de café da manhã.
Ele colocou na beirada da banheira e sentou no chão ao lado da esposa.
— Então? Como você tá se sentindo agora?
— Melhor. Graças a você. Eu só te amo tanto. — A Bruna disse numa voz baixa.
— Sempre, amor. Nada vai mudar isso.
— Você vai perguntar o que aconteceu? — Ela finalmente perguntou.
— Você pode me contar quando estiver pronta. — Disse tentando colocar uma cara indiferente. Como se não estivesse me consumindo tentando descobrir o que fizeram.
— Você é um péssimo mentiroso. Você quer muito saber.
— Não sou péssimo mentiroso — rio —, você só me conhece muito bem.
— Entra comigo. Vou te contar tudo.
Imediatamente tirei a roupa e entrei na banheira atrás da minha esposa enquanto ela fazia espaço pra mim. Então contou exatamente passo a passo o que aconteceu. Como se sentiu. Como estava tentando se apressar. Como foi varrida no ritmo dele...
Depois de descobrir o quão safada minha esposa foi conforme a história continuava e continuava, ela sentiu meu pau ficar mais e mais duro conforme a história prosseguia. Gozei duas vezes quando ela terminou de contar a história toda. A Bruna deu risadinhas e estava empolgada vendo como as ações excitavam o marido.
— Por mais excitante que tudo tenha sido, preciso que você converse com o Osvaldo... — A Bruna disse numa voz baixa.
— O que é isso? — Pergunto quando vejo a mudança de comportamento.
— Chega de banhos ou 'punhetas com a buceta', seja lá como se chama. — Ela disse com uma expressão envergonhada.
— Te fez sentir desconfortável?
Ela balançou a cabeça não:
— Foi íntimo demais. Se ele continuar tentando, definitivamente vai quebrar a regra um...
Engoli seco:
— Você quer que ele quebre?
Ela olhou para baixo:
— Não sei. Tô com medo...
— Tá bom. Tudo bem. Vou dizer pra ele sobre só boquetes. O resto acabou se ele quiser que isso continue. Também para de mandar mensagem pra ele. Ele vai poder te ter provocando. Só isso.
A Bruna ficou feliz de ouvir as palavras do marido. Não queria perder o controle com o Osvaldo e fazer algo que ambos se arrependeriam.
Então o Bruno foi à casa do Osvaldo mais tarde naquela semana e contou as novas regras. O Osvaldo imediatamente tenta persuadi-lo ao contrário e fica devastado. Vendo o quão determinado o Bruno estava, não quis pressionar o casal. Concordou desamparado...
***
Fim desse Arco!
Darei uma breve pausa até o próximo!