Abro os olhos devagar, corpo ainda mole e quente do gozo insano, sentindo Jenn grudadinha ao meu lado na beliche apertada – pele dela macia e quentinha contra a minha, respiração ritmada no meu peito.
Me mexo com cuidado, deslizando devagarinho pra fora da cama sem acordá-la, peitinhos balançando livres no ar parado do quarto, cuzinho latejando gostoso a cada passo silencioso até a porta rangente.
Saio pro corredor escuro da cabana, cheiro de maresia e algo cozinhando me guiando até a cozinha iluminada por lamparina tremeluzente.
Lá tá a família toda reunida em volta da mesa de madeira tosca, pratos fumegantes de peixe grelhado, mandioca e arroz soltinho no centro – Luiz e Laura no canto, ele com barba desgrenhada e sorriso disfarçado, ela ajeitando o vestido florido com ar casual.
Fábio tá de pé, alto e atlético em camisa aberta no peito levemente tanned, sobrancelhas franzidas de preocupação enquanto mexe no copo de cachaça mamãe Luciana ao lado dele, pele branca reluzindo à luz, cabelo liso solto e corpo tonificado tenso, mão na testa como se doesse.
Luciano, o tio quieto de olhos intensos, encostado na parede com braços cruzados, moreno e reservado observando tudo.
Luciana - Dudinha! Graças a Deus, acordou!
Mamãe salta da cadeira primeiro, voz firme mas carregada de afeto maternal, vindo me abraçar forte, cheiro de perfume dela misturado ao suor do dia quente.
Luciana - Seu avô e Laura disseram que você desmaiou de calor no caminho de volta da cachoeira... tava escaldante hoje! Vem, senta, come algo.
Fábio assente sério, mão grande no meu ombro protetor:
Fábio - Filha, me assustou pra caralho. Toma água, vai. Não pode se esforçar assim no sol.
Ele empurra um copo gelado pra mim, olhos calmos mas preocupados fixos nos meus. Luciano só acena devagar, voz baixa e pensativa:
Luciano - Tá bem mesmo, sobrinha? Parecia fraca quando te carregaram.
Luiz pisca pra mim por baixo da mentira, mastigando um pedaço de peixe com ar inocente:
Luiz - Foi só um calorzão, né Laura? A menina é forte, mas o sol não perdoa.
Laura sorri doce, servindo um prato pra mim:
Laura - Come, Dudinha, recupera as forças. Família tá aqui pra cuidar.
A mesa tá tensa de preocupação genuína deles, vapor subindo dos pratos quentes, som de talheres tilintando – todos os olhos em mim agora, esperando eu me juntar ao jantar.
Digo baixinho.
Eduarda - Tá tudo bem, só com uma fome danada.
Voz saindo rouca e doce enquanto me jogo na cadeira vazia entre mamãe e Fábio, peitinhos roçando de leve no encosto de madeira gasta.
O cheiro do peixe assado invade minhas narinas, barriga roncando alto o suficiente pra todo mundo ouvir, e pego o garfo para atacar o prato que Laura empurrou pra mim – mandioca macia, arroz soltinho, pedaços suculentos de peixe que derretem na boca com gosto de sal e limão.
Mamãe suspira aliviada, mão afagando meu cabelo ondulado bagunçado:
Luciana - Graças a Deus, filha. Come à vontade, mas devagar pra não enjoar. Aconteceu tão de repente…
Fábio enche meu copo de suco de caju fresco, sorriso paciente voltando pro rosto barbado:
Fábio - Isso aí, Dudinha. Nada como uma boa refeição pra botar a gente de pé.
Ele dá uma garfada no próprio prato, músculos dos braços flexionando sob a camisa.
Luciano solta um grunhido aprovador do canto, olhos escuros me medindo quieto enquanto mastiga devagar:
Luciano - Boa, sobrinha. Fome é sinal de saúde.
Luiz ri baixinho, trocando um olhar cúmplice com Laura por cima da mesa:
Luiz - Viu? Eu disse que era só calor. A guria é dura na queda!
Laura assentiu animada, servindo mais pra mim:
Laura - Come mais, Dudinha. Tem pra todo mundo aqui na cabana.
O jantar rola animado agora, conversa fluindo sobre o dia na praia, risadas ecoando no espaço apertado iluminado pela lamparina, pratos se esvaziando e o calor da família me envolvendo toda – barriga enchendo gostosa, mas o formigamento entre as coxas ainda latejando de leve do que rolou antes.
Eles comem e falam, olhos voltando pra mim de vez em quando, esperando se eu entro na conversa ou só devoro tudo.
Laura limpa a boca no guardanapo de pano, sorriso maternal e esperto nos lábios carnudos enquanto se inclina pra frente na mesa, voz suave cortando a conversa animada do jantar:
Laura - Gente, pra todo mundo ficar mais tranquilo, a Dudinha dorme comigo essa noite. Assim eu fico de olho, vigio ela direitinho e garanto que tá tudo bem. Né, Dudinha?
Ela pisca pra mim, mão leve tocando meu braço nu, unhas pintadas roçando de leve a pele arrepiada pelo ar úmido da noite.
Mamãe assente rápido, alívio estampado no rosto tonificado:
Luciana - Boa ideia, Laura. Eu ia sugerir isso mesmo. Melhor prevenir.
Fábio dá um tapa leve na mesa, concordando com o grunhido satisfeito:
Fábio - Perfeito. Dorme com a tia, filha. Amanhã a gente vê como você acorda.
Ele termina o prato e se espreguiça, peito largo esticando a camisa.
Luciano ergue as sobrancelhas pensativo, voz grave ecoando baixa:
Luciano - Faz sentido. Cuida bem dela, mana.
Luiz ri, limpando os dedos gordurosos:
Luiz - É isso aí, família unida! Cabana tem espaço, mas olho no olho é melhor.
O grupo aprova com acenos e murmúrios, pratos sendo empilhados agora, cheiro de comida se misturando ao suor e risadas enquanto eles começam a se levantar devagar, cadeiras rangendo no piso de madeira.
Laura me olha expectante, mão ainda no meu braço, o jantar terminando com essa decisão tomada por todos – quarto dela esperando lá no fim do corredor estreito, lamparina piscando fraca. Digo calmamente.
Eduarda - Tudo bem comigo, mas posso dormir com a tia Laura para diminuir a preocupação de todo mundo.
Voz saindo doce e conciliadora enquanto termino de mastigar o último pedaço de peixe, garfo tilintando no prato vazio.
Laura sorri largo, apertando meu braço com carinho possessivo:
Laura - Isso, minha Dudinha! Boa menina, sabia que você ia entender. Vem comigo pro quarto depois, a gente conversa mais e eu cuido de você.
Ela se levanta devagar, quadris balançando sob o vestido florido justo, pegando os pratos meus e dela pra empilhar.
Mamãe suspira aliviada de novo, limpando a mesa com um pano úmido:
Luciana - Perfeito. Agora todo mundo relaxa. Amanhã é outro dia.
Fábio boceja, esticando os braços musculosos:
Fábio - Vou checar as redes lá fora antes de dormir. Boa noite, meninas.
Ele bagunça meu cabelo ao passar a barba roçando de leve minha testa.
Luciano acena quieto da cadeira, olhos intensos me seguindo por um segundo a mais:
Luciano - Durma bem, sobrinha. Qualquer coisa, grita.
Luiz já tá de pé, rindo e dando tapinhas nas costas de todo mundo:
Luiz - Beleza, família! Luzes apagando em breve. A Casa vai ficar em silêncio.
O grupo começa a se dispersar devagar, passos ecoando no piso gasto da sala comum da cabana, lamparina central diminuindo a chama enquanto Laura me estende a mão, esperando eu me levantar pra ir pro quarto dela no fundo – ar fresco da floresta entrando pela janela aberta, noite quente envolvendo tudo.
Me levanto da mesa e sigo a tia Laura pelo corredor estreito da cabana, pés descalços pisando no piso de madeira quente e rangente, cheiro de maresia e jasmim selvagem misturando com o perfume doce dela que fica no ar.
Ela abre a porta do quarto dela com um rangido suave, luz fraca da lamparina de querosene iluminando a cama grande de dossel, lençóis brancos amassados e mosquiteiro balançando leve na brisa da janela semi aberta para a floresta.
Laura - Entra, Dudinha, fica à vontade
Ela diz, voz baixa e acolhedora, tirando os brincos e jogando na mesinha de canto antes de se sentar na beira da cama, pernas cruzadas, vestido subindo um pouquinho nas coxas morenas.
A gente conversa um pouco ali, ela perguntando sobre a cachoeira mais cedo, eu respondendo sobre as conchas que achei, risadinhas ecoando baixinho enquanto o som das vozes da sala vai morrendo – pratos tilintando uma última vez, passos pesados de Fábio sumindo pro quarto dele, mamãe desejando boa noite pro último, porta batendo suave no fim do corredor.
Silêncio cai devagar na casa, só o barulho do vento batendo nas árvores distantes e grilos chiando lá fora.
Laura se inclina para frente, olhos castanhos brilhando na luz tremeluzente, mão pousando na minha coxa de leve:
Laura - Sabe, Dudinha... na cachoeira hoje, você gozou tão forte, menina. Eu senti tudo, seu corpinho tremendo todo na minha mão, molhadinha escorrendo... Foi lindo de ver. Me deixou com saudade de cuidar de você assim de novo.
Ela morde o lábio devagar, ar quente do quarto ficando mais denso, mosquiteiro filtrando a brisa salgada.
Digo baixinho.
Eduarda - Gozei muito gostoso, nunca tive um orgasmo tão forte.
A voz saindo rouca e sincera no quarto abafado, calor da lamparina dançando sombras suaves nas paredes de madeira.
Tia Laura solta um gemidinho satisfeito, olhos se semicerrando de prazer com minhas palavras, mão subindo devagar pela minha coxa interna, unhas curtas traçando círculos leves na pele arrepiada:
Laura - Ai, minha Dudinha safadinha... Saber que fui eu que te fez gozar assim, mais forte que qualquer outra vez... Me deixa louca só de lembrar. Vem cá, deita do meu lado, deixa a titia te mostrar mais.
Ela puxa o lençol pra baixo, revelando a cama macia com travesseiros fofos, se deitando de lado e abrindo espaço pra mim, vestido escorregando pro lado e mostrando o contorno dos seios fartos sem sutiã, ar salgado misturando com o cheiro almiscarado de excitação dela.
Digo com um sorrisinho malicioso.
Eduarda - Que tal nós duas cuidarmos de outra pessoa essa noite?
Voz baixa e provocante ecoando no quarto quente, luz da lamparina tremendo e jogando sombras dançantes no rosto dela.
Tia Laura arregala os olhos por um segundo, depois ri suave e excitada, se apoiando nos cotovelos na cama, seios balançando livres sob o fino vestido:
Laura - Ótima ideia, Dudinha! Adoro você safadinha assim. Quem vai ser a sortuda ou sortudo essa noite?
Arco as sobrancelhas e respondo.
Eduarda - Isso é uma surpresa, deita na cama que eu já volto.
Me levantando devagar da cama, pés tocando o piso fresco enquanto abro a porta do quarto com cuidado para não ranger alto.
Laura obedece, deitando de costas nos lençóis bagunçados, mordendo o lábio e ajustando o vestido para cima das coxas, olhos fixos na porta com expectativa brilhante:
Laura - Vai nessa, minha menina. Tô esperando aqui, toda molhadinha já só de imaginar…
Corredor da cabana tá escuro e silencioso, ar parado carregado de cheiro de madeira velha e maresia, portas dos quartos fechadas, escada rangendo mínima sob meus passos leves enquanto desço pro térreo, porta da frente da casa entreaberta deixando entrar brisa fresca noturna.
Passo leve pelo corredor escuro da casa, pés descalços silenciosos no piso de madeira, ar noturno úmido e terroso colando na pele, indo na direção do quarto de Kaio no fim do andar térreo, mas ao passar na frente da porta entreaberta do quarto de mamãe e Fábio, um feixe de luz amarelada da lamparina escapa pela fresta, chamando minha atenção.
Esgueiro devagar, corpo rente à parede pra não fazer barulho, coração acelerando enquanto espio pela abertura estreita sem entrar nem chamar atenção, e aí vem a surpresa que me deixa o ar preso na garganta: mamãe, nua e de quatro na cama bagunçada, pele branca reluzindo de suor, cabelo escuro grudado nas costas arqueadas – Luciano, meu tio, tá ajoelhado na frente dela, pau grosso enfiado na boca dela que chupa guloso com gemidos abafados, mãos dele nos seios dela apertando forte, atrás, vovô Luiz – avô materno, corpo robusto e grisalho ainda firme, pele morena marcada por anos de trabalho duro – soca ritmado no cu dela, quadris batendo com estalos molhados, ela rebolando pra trás pra engolir mais, e Fábio, meu padrasto, deitado de lado ao lado, pau duro na mão direita dela que masturba rápido e firme, ele gemendo baixo.
Fábio - Isso, amor, assim…
Com olhos vidrados na cena, barba por fazer tremendo no rosto corado.
O quarto cheira a sexo pesado, lençóis embolados, mosquiteiro balançando com os movimentos, som distante de folhas farfalhando na floresta escura lá fora misturando com os gemidos, mamãe tremendo no meio dos três, sem notar nada além do prazer.
O corredor fica ainda mais silencioso ao meu redor, só esse ritmo obsceno ecoando baixo.
Travo ali no corredor escuro, corpo imóvel por longos minutos, olhos grudados na fresta da porta enquanto assisto mamãe – Luciana – tão gostosa e linda, pele branca brilhando de suor, curvas perfeitas tremendo no meio dos três: tio Luciano metendo pau na boca dela que engole faminta, vovô Luiz socando fundo no cu dela com grunhidos roucos, Fábio gemendo enquanto ela punheta ele rápido.
O ritmo dos quadris, os gemidos abafados, o jeito que ela rebola e implora com os olhos – tudo me deixa hipnotizada, calor subindo pelo corpo de novo.
Mas sacudo a cabeça, lembrando da missão: ir até o quarto do Kaio.
Saio devagar dali, pés leves no piso frio, subindo a escada rangente pro andar de cima, ar da casa carregado de umidade da floresta próxima, folhas sussurrando lá fora na noite.
Chego no quarto dele, bato de leve na porta entreaberta, luz fraca da lamparina vazando. Kaio tá na cama de solteiro, lençol na cintura, peito nu suado de quem tava se masturbando ou sonhando acordado, olhos sonolentos piscando pra mim quando entro e fecho a porta suave:
Kaio - Dudinha? Tarde pra caralho, o que rolou?
Enrolo ele com um sorrisinho safado, sentando na beira da cama e traçando dedo no braço dele:
Eduarda - Shhh, vem comigo quietinho, vai ser bom... Uma surpresinha pra nós, mas não vou contar tudo agora. Confia na mana?
Ele engole em seco, pau endurecendo sob o lençol só com minha voz, levanta rápido vestindo só uma cueca folgada:
Kaio - Puta merda, Dudinha... Tá, eu vou, qualquer coisa com você é foda.
Nós dois saímos do quarto dele em silêncio, descendo escada devagar, passando longe do quarto de mamãe sem olhar pra fresta, até o quarto da tia – Laura ainda deitada na cama, pernas abertas sob o vestido arremangado, dedinhos circulando o clitóris molhado, olhos brilhando de impaciência quando abro a porta:
Eduarda - Finalmente, Dudinha! Trouxe quem? Ai, Kaio... Entra, menino, fecha aí. Vem pra titia.
O quarto fecha com clique suave, ar quente e cheiro de tesão dela enchendo o espaço, floresta murmurando ao fundo pela janela entreaberta.
Tia Laura se mexe na cama com um gemido baixo, esticando o corpo para alcançar a janela entreaberta, bunda empinada bem pra cima na minha direção e do Kaio – cuzinho rosadinho piscando úmido e bucetinha inchada gotejando mel claro pelas coxas, vestido todo arremangado nas costas, peitos balançando livres quando ela tranca a janela com um clique:
Laura - Melhor fechar isso, né? Não quero surpresas indesejadas…
Voz dela rouca de tesão, virando o rosto pra trás com sorriso safado, olhos castanhos devorando a gente.
Kaio congela ali do lado da porta, cueca apertada no pau duro latejando, olhos arregalados fixos na bunda dela, corado até as orelhas, gaguejando confuso:
Kaio - Q-que porra é essa, Dudinha? Tia Laura... Isso... É isso a surpresinha? Cê tá louca?
Ele dá um passo pra trás instintivo, mas não desvia o olhar, mão tremendo no cós da cueca como se quisesse ajustar mas não conseguisse. O quarto fica mais abafado com a janela fechada, o som da floresta abafado agora, só a respiração pesada dele e o cheirinho doce do tesão dela enchendo o ar quente.
Me aproximo devagar da bunda empinada da tia Laura, mãos deslizando pelas nádegas macias e quentes dela, apertando firme a carne farta que treme sob meus dedos, cheiro de tesão dela subindo forte pro meu nariz enquanto aliso e abro um pouquinho mais, expondo o cuzinho e a buceta melíflua:
Eduarda - Olha só isso, Kaio... Tia Laura é uma delícia, bunda gostosa assim, toda molhadinha pra gente. Aperta aqui, sente como é macia e safada…
Voz sai rouca pra ele, incentivando, enquanto viro pro lado da tia com um sorriso cúmplice:
Eduarda - Tia, você nem imagina o tamanho do pau do Kaio... É uma rola grossa, veiuda, vai te arrombar gostoso. Tira a cueca dele e vê por si, titia.
Kaio engole seco, olhos vidrados na minha mão na bunda dela, pau pulsando visível na cueca esticada, mas ainda hesitante no lugar, suor escorrendo pela testa no quarto abafado.
Tia Laura geme alto com meus apertos, rebolando contra minhas palmas, virando o rosto com língua nos lábios:
Laura - Hmm, Dudinha... Então traz esse menino pra cá, titia quer provar essa rola monstra agora. Vem, Kaio, não fica aí parado, sua irmã já tá me abrindo pra você…
Ela empina mais, bucetinha contraindo gotas de mel no lençol, ar quente do quarto carregado de expectativa.
Kaio finalmente se mexe, olhos hipnotizados na bunda da tia que eu ainda aperto e aliso devagar, circundando o cuzinho rosado com a ponta do dedo enquanto ele puxa a cueca pra baixo devagar, pau grosso e veiudo saltando livre – veia inchada latejando, cabeça roxa brilhando pré-gozo, bolas pesadas balançando.
Ele engole em seco, voz tremida:
Kaio - Puta merda, Dudinha... Tia Laura, isso é loucura... Mas você tá tão gostosa assim aberta…
Dá um passo pra frente, pau roçando a coxa dela, mão trêmula na base se masturbando devagar.
Tia Laura solta um gemido gutural, rebolando contra minha mão e pro pau dele que agora cutuca a entrada da buceta dela:
Laura - Isso, Kaio... Enfia essa rola grossa na titia, Dudinha me abriu direitinho pra você arrombar. Hmm, que pauzão, menina, você não mentiu... Me fode forte, menino, titia aguenta!
Ela agarra o lençol, bunda tremendo de tesão, bucetinha piscando mel grosso escorrendo pelas coxas até os joelhos, quarto ecoando gemidos e o cheiro almiscarado de sexo puro no ar quente e fechado.
Kaio segura os quadris dela com as mãos firmes agora, cabeça do pau pressionando a entrada rosada, prestes a empurrar.
Kaio solta um grunhido rouco, quadris avançando devagar enquanto a cabeça grossa do pau dele força a entrada apertada da buceta da tia Laura, alongando as paredes melíguas dela que chupam ele pra dentro centímetro por centímetro – o pau dele desaparecendo na carne quente, bolas batendo suave nas coxas dela.
Kaio - Caralho, tia... Tão apertada e molhada... Dudinha, olha isso, ela tá me engolindo todo!
Voz dele entrecortada de prazer, mãos apertando forte as nádegas dela que eu ainda aliso ao lado, sentindo o pau pulsar dentro enquanto ele começa a meter ritmado, lento no começo, pele chapinhando molhada ecoando no quarto abafado.
Tia Laura arqueia as costas, gritando gostoso:
Laura - Aiii, Kaio! Que rola fodida, arromba a titia! Mais fundo, menino, fode essa buceta gulosa... Dudinha, alisa meu cuzinho enquanto ele me enche, amor!
Ela rebola pra trás engolindo ele até a base, mel grosso escorrendo pelas bolas dele e pingando no lençol, peitos balançando livres sob o vestido, suor brilhando na pele branca no ar carregado de gemidos e cheiro de foda selvagem.
Kaio acelera, metendo com estocadas fortes agora, pau brilhando de sucos dela toda vez que sai pela metade.
Tia Laura solta um gemido prolongado e trêmulo enquanto sinto o calor úmido da rodela do cu dela pulsando contra meus dedos, alisando devagar o anel franzido e melífluo que relaxa aos poucos sob minhas carícias circulares, Kaio metendo ritmado na buceta dela ao lado, pau chapinhando fundo e fazendo ela empinar mais pra mim.
Eduarda - Agora eu vou descontar o que você fez da última vez, titia safada... Vai levar punho no cu pra aprender!
Digo rouca, voz carregada de tesão, enfiando o dedinho médio devagar no cuzinho apertadinho dela, sentindo as paredes quentes apertarem e chuparem, depois adiciono o indicador, abrindo mais o anel que pisca guloso, mel da buceta escorrendo pra lubrificar tudo. Ela grita alto, corpo convulsionando:
Laura - Porra, Dudinha! Dedos no meu cu... Abre titia, fode aí enquanto o Kaio me rasga!
Kaio geme forte vendo a cena, metendo mais selvagem, bolas batendo no meu punho que agora força o mindinho junto, esticando o cu dela até ficar bem aberto, rodelinha vermelhinha piscando exposta, e então empurro o punho inteiro devagar, centímetro por centímetro, sentindo o calor viscoso engolir minha mão até o pulso, paredes intestinais massageando meu antebraço enquanto ela urra em êxtase:
Laura - Caralhoooo! Punho no cu, me estoura, filhos da puta!
Kaio perde o ritmo, pau inchando mais dentro dela, suor pingando de todo mundo no quarto pegajoso de gemidos e cheiro de sexo intenso.
Tia Laura treme inteira com meu punho enterrado até o pulso no cu dela, paredes quentes e viscosas apertando e sugando minha mão como uma boceta viva, enquanto ela rebola descontrolada pra trás, fodendo ela mesma no meu antebraço e no pauzão do Kaio que martela a buceta gulosa ao lado – o pau esticando ela toda, bolas pesadas chapinhando molhadas contra minhas juntas, mel grosso escorrendo em fios pra todo lado.
Laura - Isso, Dudinha! Punheta no cu da titia, abre mais, fode fundo que eu aguento!
Ela berra rouca, voz quebrada de prazer, peitos balançando livres e suados, biquinho rosado endurecido, corpo arqueado no limite enquanto o cu piscante engole meu punho girando devagar, alongando o anel pra caralho.
Kaio grunhe animalesco, mãos cravando nas nádegas dela pra meter mais forte, pau brilhando de sucos misturados toda saída parcial:
Kaio - Puta que pariu, tia... Seu cu aberto assim me deixa louco, Dudinha tá te arrombando enquanto eu fodo a xoxota! Vou gozar logo…
Ele acelera selvagem, quarto ecoando com peles batendo úmidas e gemidos altos, suor pingando no lençol encharcado, ar grosso de tesão e cheiro de cu melífluo, ela convulsionando no meio dos dois, no limiar do gozo insano.
Tia Laura explode em gozo violento, corpo todo convulsionando louco em espasmos, cu apertando meu punho como um torno carnudo e mel grosso jorrando da buceta encharcada em squirt quente que molha minhas coxas e o pau do Kaio, gritaria rouca ecoando:
Laura - Aaaaah porraaaa! Gozando no punho no cu, me fodeeeem!
Mas nem por um segundo eu paro, girando o punho devagar dentro do cu piscante dela, esticando as paredes trêmulas que chupam guloso, dedões massageando o anel estourado pra manter aberto, enquanto Kaio ignora o aperto insano da xoxota e martela mais fundo e rápido, o pau dele rasgando sem piedade, bolas chapinhando o squirt dela pra todo lado.
Kaio - Não para não, titia! Continua gozando que a gente te quebra!
Ele rosna suado, mãos esbagaçando as nádegas pra meter como pilha, pau inchado pulsando dentro dela.
Ela fica maluca de tanto tesão, olhos revirando, urros virando berros histéricos, corpo mole mas ainda rebolando descontrolado no punho e no pau, outra onda de squirt espirrando forte:
Laura - Me mataaaas! Não aguento, cu e buceta explodindo, fode mais!
Quarto um caos de fluidos escorrendo, cheiro alucinante de gozo e suor, ela no limite total, tremendo sem fim no nosso ritmo impiedoso.
Tia Laura goza forte de novo, corpo inteiro se contorcendo em espasmos brutais, squirt jorrando em jatos quentes e grossos da buceta dilatada que engole o pauzão do Kaio, cu apertando meu punho num vácuo carnudo que quase me puxa pra dentro, gritaria animal:
Laura - Fodeee! Gozando de novooo, me estouraaam!
Mas a gente não para nem fudendo, eu girando o punho firme no cu melífluo dela, esticando as paredes trêmulas que piscam exaustas, Kaio metendo selvagem sem dó, o pau dele chapinhando fundo na xoxota convulsa, bolas batendo ritmadas no meu antebraço.
Ela urra mais alto, olhos revirando brancos, corpo mole de tanto tesão insano – até que desmaia de vez, gemido final sumindo num suspiro rouco, caindo de lado na cama encharcada de squirt e suor, peitos arfando, cu ainda aberto e piscando em volta do meu punho que escorrega devagar pra fora com um ploc viscoso, deixando o anel rodelinha vermelhinha escancarado e mel escorrendo, buceta inchada pingando no pau do Kaio que sai brilhante e latejante, sem gozar ainda.
Kaio ofega pesado, pau duro apontando pro teto, olhos famintos em mim:
Kaio - Caralho, Dudinha... A titia apagou fodida. E agora? Meu pau tá explodindo aqui…
Ele rosna, quarto pesado de cheiro de sexo extremo, ela imóvel ali de lado, respirando fraca no desmaio total.
Eu olho para ele selvagem, olhos pegando fogo enquanto retiro devagar meu punho melado do cu escancarado da tia Laura, fios grossos de sucos esticando e rompendo com um ploc úmido, o anel rodelinha piscando aberto e vermelho ali exposto, mel escorrendo pro lençol.
Puxo Kaio pra perto com força, mãos cravando nos seus quadris suados, pauzão veiúdo latejando duro roçando minha barriga:
Eduarda - Agora é minha vez, Kaio... Me fode como fodeu ela, arromba minha buceta que tá inchada de tesão te vendo!
Ele grunhe animado, corpo colando no meu, pau grosso escovando minha entrada gulosa já pingando, mãos grandes apertando meus peitos curvy enquanto me empurra de costas na cama ao lado da tia apagada, pernas se abrindo instintivas pro seu peso, quarto ecoando nossos ofegos pesados e o cheiro alucinante de gozo pairando.
Kaio me fode desesperado, pauzão enfiando fundo na minha buceta inchada com uma estocada bruta que me faz arquear, gemendo rouca:
Eduarda - Issooo, Kaio! Arromba meu útero, porra!
Martela selvagem, bolas pesadas chapinhando na minha bunda a cada mergulho violento, socando o colo do útero sem dó, 20, 30 estocadas fortes e ritmadas que me deixam tremendo, buceta apertando gulosa o comprimento grosso, sucos escorrendo misturados ao mel da tia Laura na cama encharcada.
Kaio - Tá tão apertada e quente, Dudinha... Vou te encher!
Kaio rosna suado, suor pingando nos meus peitos balançantes, mãos esmagando minhas coxas pra meter mais fundo, quarto vibrando com o ploc-ploc molhado e meus berros ecoando.
De repente, tia Laura acorda um pouco perdida ali do lado, olhos turvos piscando confusa, corpo mole se mexendo devagar na cama, cu ainda aberto pingando mel, voz fraca e rouca:
Laura - O quê... que porra... Duda? Kaio? Ainda... fodendo?
Ela murmura zonza, mão tateando o ar, peitos arfando enquanto tenta se apoiar no cotovelo, vendo você me taladrando louco.
Kaio não para nem fudendo, continua martelando desesperado minha buceta com estocadas brutais, pauzão veiúdo socando fundo no útero a cada investida selvagem, me fazendo urrar mais alto:
Eduarda - Fodeee mais forte, Kaio! Me quebra inteira!
Buceta convulsionando apertada em volta do seu comprimento grosso e veiudo, sucos jorrando em golfadas quentes que encharcam suas bolas batendo ritmadas na minha bunda empinada, 40, 50 bombadas agora, quarto um caos de gemidos e ploc-ploc viscoso, suor escorrendo dos nossos corpos colados.
Tia Laura, ainda zonza do desmaio, se apoia melhor no cotovelo, olhos turvos ganhando foco devagar no show, mordendo o lábio inchado com um sorriso safado se formando, mão descendo instintiva pra esfregar a buceta inchada dela que pinga mel:
Laura - Caralho... que foda... continua, Kaio, enche a Dudinha…
Ela geme fraca mas excitada, cu piscando aberto ali ao lado, se aproximando de joelhos trêmulos pra assistir de pertinho, peitos roçando minha perna enquanto ele acelera, pau inchando mais grosso dentro de mim, prestes a explodir.
Kaio rosna selvagem, pauzão veiúdo pulsando latejante fundo na minha buceta que aperta desesperada:
Kaio - Rosto, meninas! Aproximem-se pra eu gozar na cara de vocês!
Puxa para fora com um ploc molhado explosivo, sucos da minha xoxota escorrendo grosso pelo seu pau inchado, virando rápido pra gente de joelhos na cama encharcada.
Tia Laura, já mais acordada e tarada, se ajoelha do meu lado num pulo, olhos famintos cravados no seu cacete latejante, boca aberta gulosa com a língua pra fora:
Laura - Goza na nossa cara, Kaio! Cobre de porra quente!
Eu abro a boca instintiva, língua esticada para receber, peitos curvy ofegando juntos pros dela, rosto colado no dela esperando o jorro, seu pau sendo punhetado frenético na nossa direção, veias saltando, bolas contraindo pra soltar a carga pesada acumulada.
Kaio explode com um urro gutural, pauzão dele jorrando o primeiro jato forte e grosso bem na minha cara, porra quente e espessa espirrando no meu nariz e boca aberta, descendo melada pro queixo:
Kaio - Pega toda porra, Dudinha!
Vira rápido pro lado da tia Laura, segundo e terceiro jatos potentes acertando em cheio a cara dela, mel branco grosso cobrindo os lábios e bochechas, pingando nos peitos arfantes dela.
Continua punhetando selvagem, quarto cheirando a sêmen fresco, quarto jato voltando pra mim encharcando minha testa e olhos, quinto e sexto na boca gulosa da tia que engole faminta, setimo e oitavo alternando entre nós duas, rostos virando uma bagunça pegajosa de porra escorrendo fios longos misturados a saliva, sete, oito jatos fortes no total nos deixando lambuzadas até o pescoço, seu pau ainda latejando gotas finais que caem nos nossos peitos colados.
Tia Laura geme tarada, lambendo os lábios melados:
Laura - Delícia de leite... mais, Kaio?
Enquanto eu sinto o gosto salgado e quente na língua, rosto ardendo de tesão coberto.
Tia Laura retribui o beijo faminta assim que eu puxo ela pra mim, nossas bocas se chocando num beijo molhado e sujo, línguas dançando pra se lambuzar com a porra grossa do Kaio que escorre dos nossos rostos, misturando saliva e sêmen em fios pegajosos que pingam pros peitos colados, gemendo rouca na minha boca:
Laura - Mmm, Dudinha... que delícia essa porra dele na sua língua…
A gente se chupa selvagem, rostos melados se esfregando, lambendo o mel uns dos outros como putas taradas, mãos espalhando a gozada quente pelo queixo e bochechas, quarto ecoando os sons babados do beijo enquanto você, Kaio, responde ofegante:
Kaio - Tô com as pernas cansadas, caralho…
E se joga de costas na cama encharcada ao nosso lado, pau dele amolecendo melado entre as coxas, peito arfando suado, olhos vidrados na gente se lambuzando.
Tia Laura interrompe o beijo por um segundo, olhando pra você com sorriso safado:
Laura - Descansa, amor... a gente limpa você depois.
E volta pra me chupar a porra do pescoço, corpo dela roçando o dele na cama.
A gente brinca mais um pouco entre si, tia Laura me chupando a porra melada dos peitos curvy enquanto eu enfio dedos na buceta inchada dela, gemendo baixinho:
Eduarda - Tá tão molhada ainda, tia…
Ela ri safada contra minha pele, lambendo tudo:
Laura - Culpa sua e do Kaio, Dudinha... agora vamos pro nosso macho.
Aí a gente se deita uma de cada lado do Kaio na cama bagunçada, eu do lado esquerdo com perna jogada na coxa dele, tia Laura do direito apertando os peitos nos seus braços, começando a brincar juntas com o pau amolecendo, eu punhetando devagar a base grossa enquanto ela massageia a cabeça melada:
Eduarda - Acorda, grandão…
Kaio suspira gostoso, pau inchando devagar no nosso toque duplo, e a gente se inclina pro centro pra um beijo triplo sujo, línguas se entrelaçando na boca aberta do Kaio, chupando e trocando cuspe com gosto de porra misturado, quarto cheio de gemidos abafados enquanto o cacete dele endurece firme entre nossas mãos unidas punhetando ritmado.
Tia Laura morde o lábio do Kaio de leve:
Laura - Tá voltando à vida, hein?
Tia Laura não perde tempo, joga a perna esquerda por cima do Kaio com um gemido tarado, montando devagar no seu corpo suado, buceta inchada roçando sua virilha:
Laura - Minha vez de novo, Kaio... abre espaço pra mim.
Eu me posiciono rápido do lado, mão firme guiando seu pau já duro e latejante pra entrada melada da buceta dela, esfregando a cabeça roxa nos lábios abertos e sucos quentes:
Eduarda - Vai, tia... senta nesse caralho.
Ela desce devagarinho, olhos revirando de tesão ao sentir cada centímetro esticando ela por dentro, gemendo alto:
Laura - Aiii, que pauzão…
5cm... 10cm…
Laura - Porra, tá me rasgando gostoso…
15cm…
Laura - Mmm, cabe tudo!
Até sentar fundo com um ploc molhado, quadris rebolando devagar pra se acostumar, peitos balançando enquanto eu assisto hipnotizada, mão ainda no saco dele apertando de leve pra ajudar.
Ele grunhe satisfeito embaixo dela, mãos subindo pros quadris dela:
Kaio - Cavalga, tia Laura... devagar que eu aguento.
A gente transa a noite toda num revezamento insano, tia Laura cavalgando o pau do Kaio primeiro num rebolado lento que vira selvagem, gemendo rouca:
Laura - Caralho, Kaio... gozando já!
Buceta dela contraindo forte no seu cacete enquanto ela treme no primeiro orgasmo, sucos jorrando.
Eu empurro ela pro lado e monto eu mesma, descendo tudo até o talo com um grito:
Eduarda - Meu Deus, que delícia... ahhh, tô gozando!
Quadris batendo duros enquanto gozo esguichando no peito dele, ele grunhindo e enchendo minha buceta com jatos quentes na sua primeira gozada da rodada.
Reveza de novo pra tia Laura de quatro, ele metendo forte por trás enquanto eu chupo os peitos dela, ela gozando de novo berrando:
Laura - Mais fundo! Gozando outra vez!
Eu gozo lambendo sua porra que escorre dela, depois ele me come de lado com tia punhetando meu clitóris, mais dois orgasmos meus explodindo, ele gozando na minha bunda melada.
Horas se passam num looping tarado de posições – missionário com ela, cowgirl reversa comigo, 69 triplo lambendo tudo – gozando várias vezes cada um, quarto fedendo a sexo e suor, lençóis encharcados, aquela noite virando inesquecível com berros e risadas safadas ecoando até o sol raiar fraco pela janela.
Finalmente exaustos, tia Laura e eu deitamos uma de cada lado do Kaio na cama, eu do esquerdo colada no seu braço, ela do direito beijando seu pescoço, mãos unidas masturbando devagar o pau dele sensível e melado, punhetas leves e carinhosas enquanto ele suspira:
Kaio - Vocês me acabaram, hein…
A gente ri baixinho, beijos suaves triplos virando preguiçosos, punhetando ritmado até seu pau amolecer de vez, olhos pesando pros três, caindo no sono profundo abraçados num emaranhado de corpos suados e satisfeitos.