A Dívida Paga pro Cunhado Delícia

Um conto erótico de Andressa
Categoria: Heterossexual
Contém 748 palavras
Data: 21/01/2026 00:45:45
Assuntos: Heterossexual

Olá, seus safados tarados, tô de volta pra contar a mais recente putaria com o delícia do meu cunhado – dessa vez, uma foda que me deixou com o cu e a buceta doloridos por dias, mas viciada pra caralho. Depois daquela trepada no motel onde ele me arrombou o cu e me deu uma surra de tapas inesquecível, fiquei devendo um boquete daqueles, como ele mesmo cobrou na msg. Eu não via a hora de pagar a dívida e inventar mais safadeza. Ele me mandou um áudio rouco na semana passada: "Vem pagar o que deve, vadia, e traz esse cu guloso pronto pro meu pauzão". Marquei na mesma hora pro sábado à noite, num motel discreto aqui perto, daqueles com espelho no teto e jacuzzi pra gente se sujar mais.

Cheguei primeiro, tomei um banho demorado depilando tudo lisinho – bucetinha de menininha inchada de tesão só de imaginar, grelo babando, cu piscando ansioso. Coloquei um conjuntinho de lingerie vermelha fio-dental que mal cobria os peitinhos duros e a bundinha empinada, salto alto pra realçar as coxas grossas. Ele bateu na porta 21h em ponto, entrou como um touro no cio, olhos pegando fogo no meu corpo. Sem falar nada, me jogou contra a parede, língua grossa invadindo minha boca, babando no meu rosto enquanto apertava minhas tetas com força, beliscando mamilos roxos até eu gemer rouca: "Me fode logo, seu puto!".

Ele riu safado, arrancou minha calcinha encharcada de mel e me ajoelhou no chão frio: "Primeiro paga o boquete que deve, sua cachorra gulosa". O pauzão veiudo saltou pra fora da calça, reto como mastro, veias pulsantes, cabeça roxa brilhando de pré-porra. Caí de boca faminta, lambendo da base até a glande, chupando as bolas peludas slurp slurp, enfiando até a garganta glug glug engasgando com saliva escorrendo pelo queixo. Punhetei a base grossa com uma mão, apertei o saco pesado com a outra, mordisquei a cabecinha sensível enquanto olhava pra ele com cara de puta: "Gosta da tua putinha chupando tudo?". Ele gemia rouco, fodia minha boca como buceta, mãos no meu cabelo puxando forte: "Engole mais fundo, vadia!". Acelerei o vácuo, sentindo ele latejar – PSCHHH, jatos quentes e salgados explodiram na minha garganta, transbordando pelos cantos da boca, escorrendo no colo e nas tetas. Engoli metade babando o resto no pau melado, lambendo cada gota: "Porra fresca pra começar a noite, gostoso".

Não deu tempo de recuperar: ele me levantou, jogou na cama de bruços, bunda pro alto. "Agora é hora de apanhar de novo, sua desobediente". PAF PAF PAF – tapas ritmados estalando na minha bundinha branca, ardendo como fogo, deixando marcas vermelhas inchadas. Cada estalo me fazia empinar mais, buceta escorrendo mel no lençol, cu contraindo de tesão. Entre tapas, ele cuspia no meu reguincho, enfiava dois dedos grossos na xoxota melíflua in out rápido, outro circulando o anelzinho apertado: "Tá pronta pro cu, putinha?". Gemi implorando: "Arromba meu cu, cunhadinho, me faz gozar na tua pica grossa!".

Ele pegou lubrificante da mala, untou generoso no pauzão duro de novo e no meu cu piscando. De quatro no espelho, vi ele mirando – cabeça grossa forçando entrada, rasgando devagar, centímetro por centímetro queimando como brasa. "Porra, que cu apertado!", rosnou puxando meu cabelo como rédea. Começou devagar, mas logo socava bruto até o talo, saco peludo batendo na buceta babada, tapas ploc ploc na bunda vermelha reacendendo a dor gostosa. Rebolava engolindo tudo, visão embaçando: "Me fode mais forte, seu animal! Enche meu cu de porra!". Ele acelerou bombadas selvagens, cama rangendo crec crec, uma mão no grelo siriricando furioso – gozei tremendo, esguichando jatos no espelho, cu apertando a rola dele como torno.

Não parou: me virou de frente, pernas no ombro, meteu na buceta rasgada de tesão – estocadas profundas batendo no útero, peitinhos balançando, ele chupando mamilos mordendo forte. "Goza na minha buceta agora!", implorei, unhas cravadas nas costas dele. Ele rugiu gutural, empurrou até o fundo – SPLURT SPLURT – porra fervente enchendo minha xoxotinha, misturando com meu mel grosso escorrendo coxas. Gozei junto, corpo convulsionando, visão preta.

Ficamos exaustos na cama, ele me abraçando conchinha, pau murcho entre minhas coxas meladas de porra e squirt. Acordei de madrugada com ele me comendo de ladinho, rola dura escorregando no creme cremoso do cu: "Surpresa, vadia". Rebolava gemendo baixo até ele gozar quieto enchendo mais. De manhã, café no quarto, mais uma punhetinha rápida na rola dele antes de ir embora – marcamos a próxima na casa dos pais, pra risco extra.

Beijos melados e arrombados!

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Comentários

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Que loucura, sou um coroa com 60 anos e adoro estas aventuras, adoraria ver algumas fotos e videos destas metidas, adoro dar tapas, amo a submissão, caso curta isto me chame neste email: euamoavida2020@gmail.com

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