De certa forma, minha vida é ótima. De outras, é um desastre completo. Tenho um bom emprego, que eu amo. Onde a coisa desanda mesmo é na minha vida pessoal. Achando que meu relógio biológico estava chegando na data de validade, pulei de cabeça num casamento. Foi um erro. Ele era gente boa, mas não tinha compatibilidade suficiente pra coisa durar a longo prazo. Nem a curto prazo. Nos separamos depois de um ano. A separação foi amigável. A gente ainda se dá bem. Ele casou de novo recentemente e eu gosto dos dois.
E onde eu tô agora? Quarenta anos e morando de volta na casa dos meus pais, até eu me acertar. Eles gostam de me ter por perto de novo e eu me sinto confortável aqui. Mas não vejo isso como solução a longo prazo. Acho que meio que atrapalha o esquema deles. Mais o da mãe que o do pai. Eles tinham se acostumado a ficar sozinhos de novo e curtiam isso. Às vezes eu pegava uns olhares e balançadas de cabeça. Isso foi confirmado uma noite, quando eles tinham tomado uma quantidade generosa de vinho tinto. Eu estava no corredor do andar de cima, iluminado só pelas luminárias dos quartos. O pai subiu, me abraçou de repente, agarrou meus peitos e pressionou a ereção dele na minha bunda. Ele percebeu quase instantaneamente que tinha se enganado. Deu um pulo pra trás, como se tivesse levado um choque. Em defesa dele, eu realmente pareço muito com a minha mãe. Embora meus peitos sejam menores. O que provavelmente foi o que denunciou.
"Puta merda, Penha. Desculpa."
"Relaxa. Foi só um engano bobo."
A mãe enfiou a cabeça pra fora da porta do quarto deles. Não só a cabeça, o peito esquerdo também. Imagino que os dois tinham planejado um momento a sós de qualidade. O pai errou o timing na aproximação. Provavelmente por causa do vinho. A mãe só sorriu. O pai foi pro banheiro e a mãe saiu pro corredor. Sem fazer nenhum esforço pra esconder a nudez. Isso não foi totalmente inesperado. De vez em quando eu pegava um vislumbre, quando ela corria pro banheiro. Mas isso foi um pouco diferente. Ela simplesmente ficou ali parada na minha frente. Fácil entender como o pai pôde ter cometido o erro. Mesmo corte de cabelo, escuro e ondulado. Altura e corpo parecidos. Os peitos dela são definitivamente maiores que os meus e um pouco mais caídos. Os pelos pubianos numa faixinha. Eu costumava ter igual, desde o divórcio deixei crescer.
"Tá tudo bem, filha?"
"Tirando o fato de ter sido agarrada pelo pai e você estar aí pelada na minha frente, tô ótima."
Nenhuma de nós disse mais nada. Fui pro meu quarto e pra cama. Muita coisa na minha cabeça. Fiquei me revirando sem conseguir dormir. Tantos pensamentos. Claro, eu sabia que meus pais transavam. Eles não são tão velhos assim. A nudez mais descarada da mãe era novidade. Tenho que admitir, ela não estava mal. Isso me deixou satisfeita. Esperançosamente, um sinal pro meu futuro. Embora, do jeito que as coisas estavam indo, ninguém ia me ver mesmo. Foi gostoso ser tocada? Não tinha certeza sobre isso. Era meu pai, afinal de contas. Tirando a falta de pudor da mãe, a outra revelação foi o pau do pai. Era certamente maior que o do meu ex-marido. Tive alguns namorados antes de casar. Nenhum tinha mais que uns quinze centímetros, o que era bom pra mim. Um pensamento que eu não devia ter. Quão grande era o do pai? Parecia grande pressionado na minha bunda. Quando ele se afastou, o volume na calça dele parecia enorme. Nunca tinha visto nenhum indício disso antes.
Naquela noite, fiz algo que não fazia há um tempo. Peguei um dos meus vibradores e me dei uma fodida vigorosa, enquanto esfregava o clitóris. Eu me masturbo bastante, mas recentemente só com os dedos. Aquilo foi ótimo. Tive uns dois orgasmos bem intensos. Eventualmente, adormeci. Sono agitado com muitos pensamentos rodopiando na minha cabeça.
No dia seguinte, quando estacionei o carro na garagem depois do trabalho, o pai estava saindo.
"E aí, Penha? Te vejo daqui a pouco."
"Beleza."
Isso era estranho. Normalmente, quando eu chegava em casa, mãe e pai já estavam sentados pra jantar comigo. Ou, se eu estava trabalhando até tarde, eles já tinham terminado. O pai nunca saía à noite. Entrei em casa. A mãe estava sentada na poltrona favorita dela. Aquilo tinha cara de sermão. Do tipo que eu já tinha participado muitas vezes antes. Eu conhecia a rotina. Sentei na frente dela. Inicialmente, ela não disse nada. Então, eu disse:
"E então, o que foi? O pai não sai à noite, então você tem algo a dizer."
"É sobre ontem à noite. O Alan tá muito arrependido do que aconteceu. Sem falar envergonhado. Tenho a impressão de que você ficou desconfortável me vendo. Você provavelmente sacou o que a gente ia fazer. Não aconteceu. Ele estava preocupado com você."
"Tô de boa. Vocês não precisam se preocupar comigo. Não é como se eu nunca tivesse tido alguém segurando meus peitos antes. Vou admitir, nunca tive ninguém pressionando algo tão grande na minha bunda."
Isso pareceu quebrar um pouco o clima.
"Penha! É seu pai."
"Já vi o suficiente pra saber como é que são as coisas. Não me faz sentir melhor que ele não conseguiu ficar de pau duro depois de tocar nos meus peitos. Eles não são tão ruins assim."
Ela não conseguiu evitar rir disso.
"As coisas mudaram. A gente esperava manter as coisas escondidas quando você era mais nova. Isso foi há muito tempo. Você saiu de casa e a gente se acostumou a ficar sozinhos. Você sabe que a gente te ama, mas não esperávamos que você voltasse a morar aqui. Isso não significa que estamos tentando te dar um chega pra lá."
"Fico feliz em ouvir isso. Vou achar um lugar logo, espero."
A mãe ligou pro pai no celular e mandou ele voltar. Sem constrangimento, nada foi dito sobre o que tinha acontecido na noite anterior, ou sobre a conversa que acabei de ter com a mãe.
Alguns dias depois, avisei a mãe que não voltaria pra jantar. Tinha marcado de ver alguns imóveis com uma corretora, depois do trabalho. Eu odiava isso. A maioria das casas ou apartamentos acabam sendo piores do que as fotos sugerem. Diferente das minhas visualizações anteriores, e tinha sido muita, uma das casas parecia legal. Daria certinho pra mim. Não grande, mas com uma vaguinha pra estacionar e num bairro bacana. Não era muito longe do trabalho também. A corretora tinha me levado de carro, já que tinha vários lugares pra ver. Quando ela estava me deixando no meu carro, a Suzana, que trabalha comigo, estava passando. Ela tinha ido tomar um chope depois do trabalho e estava procurando onde jantar. Levei nós duas num restaurante ali perto. Comemos e deixei ela em casa.
Já era muito tarde quando cheguei em casa. Depois das dez. A casa estava escura. Normalmente, se chego tarde, a luz do corredor fica acesa pra mim. Não hoje. Será que acharam que eu tinha encontrado alguém e ia passar a noite fora? Nem fodendo. Subi as escadas quieta, sem querer acordá-los. Nem precisava ter me preocupado com isso. A porta deles estava entreaberta, uma luz bem fraquinha vazando pro carpete. Não consegui me controlar. Dei uma espiadinha lá dentro. Só uma das luminárias da cabeceira acesa, mas o suficiente pra iluminar a cena.
O que aquela luzinha iluminava era tão chocante quanto excitante. Eu estava olhando da direção dos pés da cama em direção à cabeceira. Lá estava a mãe, sentada na cara do pai, rebolando a bunda e a boceta contra ele. Os peitos dela balançavam levemente com o movimento. Inclinada um pouco pra frente, ela tinha as duas mãos no que tinha sido pressionado na minha bunda. Quão grande? Vinte, vinte e dois, vinte e cinco centímetros ou mais. Seja lá o que for, metade a mais de comprimento que qualquer coisa que já tinha me comido e grosso pra caramba. Circuncidado, a cabeça roxa e grande parecia imponente. Ela estava punhetando ele devagar, arrastando o punho pra cima e em volta da cabeça. O polegar dela acariciava a pontinha enquanto fazia isso. Sem aviso prévio, ela gozou e os quadris dela tremeram.
"Aaaai, porraaaa."
Inclinando-se pra frente, depois de uns segundos de recuperação, ela colocou a ponta do pau enorme dele na boca. As bochechas e a boca esticaram, a cabeça deslizou completamente pra dentro.
Isso era foda. Eu estava assistindo meus pais num 69. E mais ainda, minha boceta estava ficando muito molhada. Não conseguia mais resistir. Desfiz o botão da calça e enfiei a mão lá dentro. Minha xereca peluda e a calcinha estavam ensopadas. Comecei a passar os dedos pra lá e pra cá ao longo dos lábios e subindo pelo clitóris. Estava acompanhando o ritmo da cabeça da mãe subindo e descendo e do balanço dos peitos dela.
Ela estremeceu. Se tinha gozado de novo, qualquer som foi sufocado pela boca cheia. Ela tinha só uns dez centímetros do comprimento dele na boca. Quando gozou, eu também gozei. Mordi o dedo indicador da mão esquerda pra evitar ser descoberta. A mãe levantou a cabeça. Uma mistura de gozo e saliva escorria da boca dela. O pau do pai estava encharcado. Ela saiu de cima do rosto dele, desceu na cama e virou de frente pra ele. Passando a perna por cima dele, ela mirou o pau dele na boceta. Enquanto o colocava dentro e começava a descer, ela soltou baixinho:
"Aaaaah."
Ele começou a empurrar com os quadris pra cima, encontrando ela enquanto ela cavalgava. Ela parecia não ter problema nenhum com a grossura dele, ou com a maior parte do comprimento. As mãos dele agarraram as nádegas dela. Os dedos afundavam na carne. Se eu achava que o 69 era foda, o que aconteceu em seguida foi totalmente surreal. Ajustando as mãos, ele abriu as bandas da bunda dela e o dedo indicador esquerdo dele procurou o ânus dela.
"Não, Alan, não."
Ele não deu a mínima e enfiou uma, talvez duas falanges dentro. Mais algumas estocadas com o pau e ela teve um orgasmo massivo.
"AAAAAAHHHHH!"
Eu nunca tinha tido um orgasmo só de penetração. Sempre precisei de uma estimulação no clitóris. Por outro lado, nunca tinha tido nada daquele tamanho. Será que era isso que fazia a diferença?
Eu sabia sobre esfregar um pau através da membrana anal. Nunca tinha experimentado. Foi só isso que ele precisou pra gozar. Ele grunhiu várias vezes, com os quadris erguidos da cama. A dor no meu dedo era excruciante enquanto eu gozava de novo.
Me afastei silenciosamente pro meu quarto. Cuidadosa pra não fazer barulho, abrindo ou fechando a porta. Uma onda repentina de culpa intensa tomou conta de mim. Uma mulher de quarenta anos se masturbando assistindo os pais. Não era algo que eu teria pensado nem com metade dessa idade. Nunca tinha assistido ninguém transar antes. Meu ex tinha filmado a gente uma vez, mas não me excitou. Seria a natureza furtiva do que eu tinha feito que me excitou? Tirei a roupa, despi a calça. Estava tão molhada que provavelmente precisava ir me limpar, mas não queria fazer mais barulho. Entrei na cama e adormeci quase instantaneamente.
Tomei meu banho tão esperado logo cedo de manhã. O pai já tinha saído quando desci. Eu sabia que ele tinha uma reunião a umas duas horas de carro e ia voltar tarde, como eu tinha ficado no dia anterior. A mãe estava na cozinha, sentada no balcão do café, com um café na mão.
"Gostou do que viu ontem à noite?"
Devo ter ficado com cara de besta.
"Te vi quando a gente tava no oral. Uns vinte e cinco centímetros durão e quase dezoito de circunferência, se você tava se perguntando."
Eu estava, mas não era algo que ia admitir. Ela continuou.
"Me assustou da primeira vez que vi, mas ele é muito atencioso e gentil. O sexo é incrível. Você não foi embora. Ficou e assistiu o resto, não foi?"
Tudo que consegui fazer foi dar um sorriso envergonhado.
"Tudo bem. Não me importo. Você provavelmente já sacou isso. Por que deveria me importar? Tô quase me aposentando e o sexo é tão bom quanto era quando a gente se conheceu. Provavelmente não é o que você precisa ouvir na sua situação atual, desculpa. Não contei pro Alan que você tava lá."
"Vai contar pra ele?"
"Não, se você não quiser."
"Como acha que ele reagiria?"
"Provavelmente como você reagiu, batendo uma punheta."
"Você disse que ele era atencioso. Você disse 'não' mas ele continuou."
"Não era sobre o dedo. Era sobre o que viria em seguida. Nem eu estava pronta pra você ver aquilo."
Minha mandíbula caiu.
"Pegando mosca?"
"É muita coisa pra processar a essa hora da manhã. Preciso ir, ou vou me atrasar pro trabalho. Voltando pra realidade. Acho que encontrei uma casa."
No caminho pro trabalho, não conseguia me livrar de uma imagem mental perturbadora. Muita gente faz sexo anal. Eu fiz, com dois namorados e meu ex-marido. Nenhum deles tinha um tamanho como o do meu pai. Na verdade eu não me importava. Não conseguia imaginar ninguém, muito menos minha própria mãe, realmente curtindo ter algo daquele tamanho no cu. Não parecia que ela tava tão preocupada com aquilo, além de eu não ter visto. O trabalho foi um borrão naquele dia.
Marquei uma segunda visita na casa que me interessou assim que terminei o trabalho. Encontrei a corretora lá. Nem eu nem meu marido saímos do divórcio com grana. Como não tínhamos ficado na casa por muito tempo, a venda só cobriu a hipoteca. Meu trabalho paga bem o suficiente pra eu conseguir um lugar sozinha. Tenho uma proposta de financiamento há um tempo. Até agora, simplesmente não tinha achado o imóvel certo. Estava bem certa sobre esse. Levaria a mãe pra dar uma olhada. Se ela achasse uma boa aposta, faria uma oferta. Isso esperaria até o fim de semana. Cheguei em casa quando mãe e pai estavam terminando de jantar. Tinham deixado um prato pra mim, então comi sozinha. Como minha parte, lavei a louça e fui me juntar a eles na sala. Tinha uma atmosfera meio estranha. A mãe falou primeiro:
"Contei pra ele."
Olhei pro pai. Num tom meio que se desculpando, ele disse:
"A gente achou que você tinha arrumado alguém e não ia voltar pra casa."
"Quem dera. Tava jantando com a Suzana do trabalho."
"Não têm sido os melhores dias pra você, né? O que tá feito, tá feito. Não dá pra voltar atrás e mudar as coisas. Temos que achar um jeito de lidar com isso. Seja lá o que for pra cada um de nós. Acho que somos sensatos o suficiente pra conversar sobre as coisas. Da minha parte, ainda tô arrependido de ter te agarrado."
"Como eu disse, me surpreendeu, mas é só isso. Devia só ter voltado pro meu quarto ontem à noite, em vez de ficar assistindo. Não é algo que alguém da minha idade devia estar pensando em fazer. Também peço desculpas."
Achei que aquilo seria o fim das coisas e que voltaríamos ao normal. A mãe tinha outras ideias. Enquanto estávamos olhando minha possível casa nova, ela estava tramando um esquema. No começo, achei que ela tava brincando, ou tentando me provocar. Quanto mais ela falava, mais ficava evidente que ela estava falando sério. No começo, achei a ideia horrível. Por que alguém faria aquilo? Ou, por que alguém deixaria aquilo acontecer? Tirei da cabeça, pra lidar com minha necessidade atual. Fiz uma oferta na casa. A corretora ligou umas horas depois pra me dizer que tinha sido aceita. Levaria pelo menos uns dois meses pro negócio ser fechado, mesmo eu não tendo nada pra vender.
A mãe me deixou pensar sobre o que ela tinha dito. Minha mente estava em tumulto. Ainda estava me masturbando com culpa, usando a lembrança do que tinha visto meus pais fazendo. Tinha certeza de que a mãe sabia disso. Diferente de morder meu dedo do lado de fora do quarto deles, eu era um pouco mais barulhenta no meu próprio quarto. E mais, quando me mudei, tava fazendo isso uma vez por semana ou menos. Agora, tava me tocando diariamente. Em algumas ocasiões, vários orgasmos por noite. Me sentindo mais excitada do que em anos, disse pra mãe que faria aquilo.
Quando nós duas estávamos sozinhas em casa, começamos a fazer os preparativos e planejar o que fazer e quando. Tenho que admitir que me senti incrivelmente constrangida tendo minha mãe raspando meus pelos pubianos pra combinar com os dela. A cena estava montada pra sábado à noite. Eu diria que não estava me sentindo bem e subiria cedo. Recebi o passo a passo da rotina deles pela mãe. O pai tomaria banho primeiro e esperaria por ela. Feito isso, nosso plano foi colocado em operação. A mãe foi pro banheiro. Quem retornaria pro quarto seria eu. Tinha uma toalha pendurada na minha cabeça e descendo pelos meus peitos, tentando disfarçar a diferença entre a gente. Os pelos pubianos completando o quadro. Meu coração estava batendo forte quando abri a porta. Como instruída, deixei a porta entreaberta. Tinham me dito que só uma luminária da cabeceira estaria acesa. Ela estava certa. Também que na maioria das vezes ele teria uma ereção, em antecipação ao que viria. De novo ela estava certa.
Respirei fundo. Rastejei pra cima do pé da cama, tomando cuidado pra não deslocar a toalha e revelar o engano. Me aproximando do membro dele, vendo de perto, nem tinha certeza se conseguiria fazer o que era pretendido. Grosso como meu pulso e comprido como meu antebraço. A toalha tocou a barriga dele e eu estava coberta. Usando as duas mãos, comecei a massagear as bolas dele e acariciar o monstro durão. Passando meus dedos pela cabeça, já estava escorregadia de pré-gozo. Juntando coragem e tentando ignorar pra quem eu ia fazer aquilo, movi minha boca pra cabeça dele. Beijei. Quente, molhada e enorme. Segurando o pau dele na vertical, comecei a deslizar meus lábios pra cima e pra baixo pela maciez da glande. Levemente salgada. Já fiz isso vezes suficientes pra saber o que esperar. Diferente da mãe, só a cabeça era tudo que eu conseguia enfiar. Chupando forte e esfregando com a língua, conseguia sentir o corpo dele tensionando. Uma acariciada nas bolas, elas apertaram. Ele grunhiu e minha boca foi inundada.
A mãe, como planejado, tinha ficado do lado de fora da porta. Ela entrou sorrateiramente, se inclinou e beijou ele. Eu adoraria ter visto a expressão no rosto dele.
***
CONTINUA!