Peguei meu pai enrabando a empregada e senti vontade de tomar o lugar dela, morri de inveja

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 5679 palavras
Data: 21/01/2026 12:01:40
Última revisão: 21/01/2026 18:17:17

O problema de morar com meu pai e minha madrasta depois que meu irmão foi morar na mãe dele é que eu comecei a ficar mais tempo sozinho dentro de casa. Consequentemente, passei a prestar atenção nas coisas que aconteciam ao meu redor e, muito sem querer, acabei descobrindo que meu pai tinha uma amante.

Na real, sempre imaginei que seu Aloízio traía minha madrasta, porque, vamos combinar, ele nunca foi flor que se cheire. Traiu minha mãe, traiu minha tia, traiu as três esposas que teve entre elas, por que não trairia a Geise? Não tô querendo normalizar e nem naturalizar esse comportamento, só tô dizendo que todo mundo que conviveu com meu pai sabia que ele era escroto, infiel e ardiloso por natureza. Não era só minha mãe, todas as ex diziam a mesma coisa.

- “Aloízio é egoísta, egocêntrico, não se apega a mulher nenhuma. Só pensa nele. Ele é esse homem festeiro e beberrão que as pessoas veem por fora, mas por dentro é podre. Faz a mulher de maluca, você chega a pensar que a culpa é sua, que é você que tá doida e que ele é um santinho. O pior tipo de homem que existe na praça, nunca confie nele. A mulher que casa com Aloízio tá casada com o próprio inimigo.” – lembro das palavras da minha mãe no dia que precisei mudar pra Ramos.

Meu pai era o tipo de homem que cresceu e nunca perdeu os vícios da juventude, sabe? No sentido da disposição e da energia física, ele até que se portava tal qual um quarentão casado, mas no apetite sexual, meu coroa pensava com a cabeça de baixo, mesmo depois dos quarenta anos. Só sabia falar de buceta o tempo todo e por isso fez meu irmão mais velho ser tão dependente de sexo como ele era, culpa da criação machista.

Pro meu pai, tudo começava, passava e terminava em sexo, e ele não tinha medo de expressar o quanto apreciava fuder e gozar. Às vezes estávamos na sala, vendo algum filme em família, e ele e Geise começavam a se pegar na minha frente, quase transavam diante dos meus olhos. O dedo grosso do coroa deslizava no vestido dela, chegava na buceta e eu fingia que não via a safada se contorcer na poltrona.

O foda é que ele não tinha só alta libido, tinha também falta de vergonha na cara e pouquíssima vocação pra fidelidade. Pra você ficar sabendo, meu pai comeu minha mãe e engravidou ela de mim, depois comeu minha tia, irmã da minha mãe, e teve uma filha; em seguida foi comendo mais e mais mulheres, gerou mais e mais filhos Brasil afora e meio que não assumiu nenhum, só registrou aqueles cujas mães correram atrás na Justiça.

Seu Aloízio traía e traía sem pena, era homem sem remorso, sem ressentimento e de coração frio. Até quando casava, subia no altar de mãos dadas, chorava e jurava perante a Deus que seria fiel pra sempre, no fundo do coração e da mente, bem lá no fundo mesmo, ele sabia que não. Porque às vezes, naquele mesmo casamento, tinha uma madrinha rabuda num vestidinho decotado, e a maior tara da vida do meu pai, seu maior vício, o pecado mais danoso pra ele era a sodomia, essa luxúria de comer na rua o que a esposa não dá em casa.

E se alguém perguntasse o porquê das traições e cobrasse qualquer explicação, ele justificava sempre com as mesmas respostas machistas e nojentas de sempre:

- “Homem é pra isso. Eu sou que nem cavalo garanhão, nasci pra dar cria. Vocês que assumam.”

Pra completar o perfil de bichão mulherengo do meu pai, a profissão e a aparência dele também não ajudaram no assunto fidelidade e matrimônio. Ele era um caminhoneiro que todo mundo olhava quando passava, por causa do porte rude, atlético e chamativo, a começar pelas calças jeans com o picão marcando e pela mania inveterada de coçar o saco em qualquer lugar, em casa ou na rua.

No período que morei como ele em Ramos, meu coroa tinha 46 anos de idade, 1,79m de altura e pele morena, diferente do meu irmão, que só tinha o brilho do bronze carioca. Nosso pai não, ele era moreno de verdade. Pardo, pra ser específico, com a pele café com leite que não chegava na tonalidade chocolate. Seu Aloízio era musculoso, dos braços, ombros e mãos fortes, dedos calejados, peitoral estufado e imponente. Não tinha tanquinho definido igual ao Rodolfo, mas seu abdome era chapado, reto, rusticamente sarado.

Essa estrutura física não era só herança genética, tinha muito da época em que ele foi policial militar e se dedicou à rotina intensa de treinamento, por isso nunca perdeu a envergadura. Bigode grosso, sem barba, o corpo excessivamente peludo, daqueles que têm pelos não só na frente, como também atrás, tipo nas costas, na bunda, pernas, panturrilhas, tudo. Meu pai era um homem que vestia a blusa e dava pra ver os pelos saltarem pelo canto das axilas, na gola do peito, assim como os fios recheavam suas calças, camisas e cuecas.

Eu mesmo perdi a conta de quantas vezes fui buscar o cesto de roupa suja no banheiro pra pôr na máquina, comecei a tirar peça por peça e fiquei de narinas entupidas quando estendi uma ou outra cueca dele na frente do rosto, pra ver de quem era. Nem precisava cheirar pra saber que pertencia ao coroa, porque seu cheiro pesadão de café torrado nocauteava minhas narinas. A visão da pentelhada escura presa no pano provocava meus olhos e as manchas de mijão ressecado e de porra vencida testavam minha fome de pica.

- “Puta que pariu! Só pode ser brincadeira...” – eu lamentava mentalmente.

Só de olhar, eu tinha certeza que aquela era a cueca de um macho peludão que passou horas e horas na boleia do caminhão, pois nela se encontravam todos os vestígios primários de masculinidade que só um peão de frete pode fornecer. Eu farejava as dobras da boxer do meu pai, inalava o perfume amargo impregnado nela e sabia que ele tava acostumado a encher e a esvaziar caminhão diariamente, apenas uma cueca amarelada daquelas podia ser dele.

E digo mais: certeza que ele repetia cueca, porque as dele nunca estavam mais ou menos amareladas, mais ou menos desbotadas, mais ou menos fedorentas. Estavam sempre MELADAS mesmo, ENCARDIDAS até não poder mais, borbulhando testosterona vencida e beirando o insalubre, não vou mentir pra você. O coroa gostava de sexo e eu imaginava que ele devia se masturbar várias vezes no dia ao longo da estrada, daí provavelmente limpava nas cuecas e isso explica como elas terminavam duras de suor e porra.

Voltando a falar desse comportamento safado e comilão do seu Aloízio, foi por causa dessa libido interminável que ele parou de trabalhar rodando o Brasil e ficou só fazendo fretes e mudanças no Rio de Janeiro. É que minha madrasta cansou de ser corna e de ter enteados em cada estrada do país, então eles chegaram num acordo e foi a maneira que encontraram pra ela não acabar se separando dele, algo que já quase aconteceu duas vezes.

Acho que ela só não separou porque gostava desse lado putão do meu pai. Afinal de contas, quantas vezes eu não tava no quarto, preparado pra dormir, e escutava Geise gemer uma hora inteira dando a buceta pra ele? Até parei de contar. Quando não era isso, era o baile da Penha estourando nas janelas até de manhã, a ponto de eu não saber quem fazia mais barulho, se era o casal ou o bailão.

O pior de tudo não era nem quando minha madrasta e meu pai transavam, ruim mesmo era quando eles NÃO transavam, porque rolava discussão a noite toda e eu, que dormia no quarto ao lado, era obrigado a ouvir o bate-boca.

- Só umazinha, Geise, vamo. Eu aguento, porra, larga de ser fresca. – ele pedia.

- Sossega, homem! Já dei duas vezes e você quer mais? Quero dormir, tô cansada. Parece que tomou viagra, cacete! – ela recusava.

- E eu sou homem de tomar viagra? Isso aqui é pura disposição. Sou macho, não sou esses borracha fraca de hoje em dia. Tu tá careca de saber que eu aguento duas, três, fácil fácil. Se sabia, por que casou comigo? – meu pai pegou pesado.

- Já mandei sossegar, Aloízio. Eu vou dormir. Você, se quiser, levanta e vai bater punheta. Quero silêncio, fecha a boca.

- Então tá.

Ouvi ele levantar da cama, alguns segundos passaram e a porta do meu quarto abriu. O coroa pôs a cabeça pra dentro, como se quisesse verificar se eu tava dormindo, e eu fingi, até ronquei pra ele ver que meu sono era real. O safado fechou a porta e se mandou pra sala, daí eu esperei uns minutos e levantei na ponta dos pés, fazendo o máximo de silêncio possível.

Saí no corredor escuro, escutei os gemidos baixinhos e não deu outra, lá estava o quarentão largado no sofá, de pernas abertas e mandando ver na bronha, tão fanfarrão quanto um molecote de 18 anos que não tem buceta pra comer.

- “Caralho, que cafajeste. Ele viu que eu tava dormindo e veio bater punheta mesmo. Parece adolescente, ó. Puto. Nem Rodolfo é sem vergonha assim. Mó pirocão...” – tive que admitir.

O piru dele era moreno, mais escuro que sua pele parda, e imenso igual à tromba de um elefante. Se meu irmão tinha o pau apenas grosso e os pentelhos na medida, o caralho do nosso pai já era obsceno de largo, longo, cabeçudo e pentelhudo, tipo, pentelhudaço mesmo. Sério, não sei como minha madrasta não mandava o coroa dar uma aparada no matagal de vez em quando, nem sei como ela fazia pra mamar sem morrer asfixiada naquele tantão de pelo. O que sei é que combinava com ele, considerando que meu pai era o macho mais peludo que eu já vi pessoalmente.

- Sssss! Olha o tamanho da bunda dessa loira, mermão. Caralho! – ele gemeu baixinho enquanto se masturbava sozinho na sala.

Seu saco era tão grande que ele precisou abrir bem as pernas pra deixar as bolas de boliche rolarem à vontade. Uma mais pesada que a outra, as duas recheadas de leite e o macho lá, se masturbando com o dedo mínimo levantado, já que nem ele próprio dava conta de envolver a mão ao redor da vara.

Quando digo que era grossa, é porque era espessa mesmo, daquelas que você arreganha os beiços pra chupar e tem que fazer o maior esforço só pra engolir a cabeça, que mal passa da metade da boca. Uma verdadeira chibata de castrar fêmea. Foi nessa noite que eu descobri de onde meu irmão puxou a genética da piroca cabeçuda.

- Ffffff! Queria enfiar a pica no cu dessas putas toda. – ele pôs um pornô com cinco mulheres arreganhando as bundas e exibindo os cuzinhos na tela da TV, não teve receio ou pudor da minha madrasta levantar e aparecer na sala.

- “Meu pai é tarado em sexo anal, fala sério! Imagina o privilégio de sentir um martelo desse pregando no cu, puta merda!” – meu corpo esquentou, a mente foi longe e não consegui tirar os olhos do vai e vem do prepúcio escuro deslizando sobre a glande marrom.

Quando ele subia a mão, seus dedos fechavam o couro grosso na cabeça, derramavam seiva bruta e dava pra escutar o barulhinho estalado e babado da bronha necessitada que meu coroa ensaiou na sala. Já ao descer a mão, ele descascou a beringela até o talo, o cheiro dela tomou conta e, mesmo de longe, senti aquele perfume de café torrado exalar do corpo musculoso e rígido do meu pai.

- OOORSS! Pena que Geise não dá o cu, senão eu tava dentro dela até agora. Ó o rabo dessa ruiva, caralho!

A cada vai e vem ao longo dos 24cm de jeba, seu Aloízio deslizava pele na pele, a pica inchava entre os dedos e ele derramava mais babosa no tapete, nem aí se ia fazer lambança. Seus beiços abriam devagarzinho, às vezes ele lambia entre eles, mordia o lábio inferior e se controlava pra não acabar gemendo alto demais. Tava estampado na cara que, se pudesse, encheria o peitoral peludo e soltaria um rugido de urso, porque era isso que ele era, um ursão forte, do sacão lotado e cheio de mel pra dar, só faltava o cuzinho certo pra receber a nata.

E quanto leite, viu? Isso porque ele já tinha gozado na buceta da minha madrasta, imagina se não tivesse leitado ainda. Além de descobrir de onde meu irmão herdou a rola grossa, também desvendei de quem Rodolfo aprendeu a mania de mijar porra na hora de gozar. Nosso pai fez exatamente isso, mijou porra.

- GGRRR! CARALHO, JÁ ERA! FFFF! – ele revirou os olhinhos, esticou o corpo e se dobrou outra vez.

Foi tipo mijão mesmo, num jato grosso, pesado, contínuo e duradouro de quase dois segundos, que encheu a sala com o mais puro néctar do leite que me gerou. Eu tava escondido no corredor escuro, meu pau durão e os olhos desacreditados que toda a cola quente foi direto pro chão, e não pra minha boca.

- SSSSS! Gozada gostosa... – até ele admitiu.

Meu maior sonho era correr lá, ajoelhar entre as coxas cabeludas do coroa, limpar a melecada com a boca e dar toda atenção que o sacana merecia, mas tive medo de ele ser escroto comigo, até porque ele era um ogro machista e escroto. Sendo assim, continuei na minha, apenas observando, enquanto ele terminava de gozar e secava os dedos na manta que cobria a poltrona. Seus pés esticados, os dedos torcidos, a pele parda arrepiada e o saco roncando, ainda se recuperando da descarga suada e cheirosa que deu.

- É... Agora dá pra dormir. – finalizada a ordenha, ele desligou a TV, levantou, se mandou pro banheiro, mijou e foi pro quarto dormir.

Me escondi no meu quarto até ele entrar pro dele, esperei um pouco e fui na sala analisar cada escarrada cabulosa que o canalha deixou no tapete. Se dependesse de mim, lamberia a porra toda e comeria o esperma que me fez, mas eu merecia mais do que chupar o chão sujo de casa e achei melhor não abaixar ali. Uma coisa eu fiz: bati punheta usando o sêmen do meu pai de lubrificante, porém a gozada não tirou de mim aquela vontade louca de engasgar na tromba dele, pelo contrário, só aumentou.

Hoje em dia, olhando pro passado e analisando o jeito, os vícios e as atitudes do meu pai, do meu irmão e também as minhas, posso afirmar com tranquilidade que essa ligação com o sexo anal é de família, algo que temos em comum. Aliás, não apenas isso, a genética do pau grande e do corpo peludo também é visível em nós e nos nossos parentes homens. Não querendo me gabar, mas sou um passivo da rola grande e já teve uns caras que comentaram quando viram o tamanho, embora eu não sinta prazer comendo cu.

Outro que provavelmente tinha essa genética aflorada e também sofria pra se manter fiel no casamento era tio Edvaldo, irmão do meu pai.

Tio Ed trabalhava de frentista num posto de combustível da Avenida Brasil, na altura da Penha, perto de Ramos, e às vezes eu ia lá com meu coroa abastecer o caminhão, era aí que eles se juntavam pra ficar de conversinha fiada e eu escutava vários papinhos sobre mulheres casadas que davam o cu, ninfetas viciadas em anal e garotas de programa que liberavam a bunda em troca de uma boa grana.

Bastava um minuto perto um do outro e meu pai e meu tio começavam a falar de mulher, de comer buceta e racharem putas, daí trocavam contatos no celular, mas nunca contavam sobre o que estavam falando, eu que dava uma de bobinho e fingia que tava ouvindo música no fone pra ficar perto deles escutando. Pra ser franco, eu nem precisava fazer isso tudo. Dava pra sacar quando o assunto era alguma piranha que ambos compartilhavam.

- Essa tu vai gostar, Aloízio. Lá de Quintino, já enrabei duas vezes. – meu tio falou e mostrou a foto de uma morena cavaluda no telefone dele.

- Mas ela dá o cuzinho? Buceta eu tenho em casa, o negócio é ela ter coragem de liberar o brioco. – meu pai ficou instigado, apertou a mão na calça jeans e beliscou o picão suado.

- Dá cu, buceta, boca, dá tudo. Ela vem em casa, só chamar. – tio Ed gostou de compartilhar putaria e foi outro que patolou a verdura por cima da calça imunda de frentista.

- Caralho, Ed! Como eu vou enrabar piranha em casa, se a Geise é neurótica? Ela vive no meu pé, maluco. Impossível, dá não. E agora o moleque tá morando lá também, não tem como. Se fosse na época do Rodolfo, tudo bem. Ele fechava comigo e dava certo, hoje não.

- Tu não enrabou a Fatinha semana retrasada, cuzão?

- EDVALDO?! – o coroa cotovelou meu tio e fez ele lembrar que eu estava a poucos metros.

- Relaxa, o moleque tá com fone na orelha. Esse aí é lerdão, não presta atenção em nada. – o escroto do meu tio desconversou e eles voltaram a papear putarias na maior normalidade, pouco se importaram com a minha presença.

Desse dia em diante, fiquei curioso à beça. Passei a prestar ainda mais atenção no comportamento do meu pai e tentei descobrir quem era aquela tal de Fatinha que ele enrabou dentro de casa sem ninguém ver, e calhou que a resposta surgiu sem eu correr atrás dela, logo na semana seguinte.

Alguma coisa aconteceu que minha madrasta pegou mensagens suspeitas no celular do meu pai e eles entraram numa briga escandalosa em casa, um acusando o outro.

- Tu não tem o direito de mexer no meu telefone sem eu deixar! Tá maluca, Geise? – ele cobrou.

- Você tá me traindo, Aloízio! Não consegue se livrar desse vício de comer cu, seu fraco! Traíra! – ela apontou o dedo na cara dele e não perdoou.

Mesmo que fosse na brincadeira, minha madrasta vivia dizendo que não confiava no meu pai e que um dia ainda ia bloquear todas as amiguinhas que ele tinha no celular, e nesse dia ela fez exatamente isso. Pegou o telefone, abriu conversa por conversa e excluiu uma por uma, depois bloqueou cada número e xingou muito ele.

- Pode apagar! Isso, apaga! – meu coroa falava com ironia.

Ele não se abalou, porque era o tipo de cara que desenrolava mulher ao vivo, na rua, com a lábia de caminhoneiro que já rodou o Brasil todo e fez filho em cada esquina que cruzou. O momento de raiva da minha madrasta não ia atrapalhar as putarias dele em nada, fora que ela bloqueou todo mundo, mas esqueceu da puta principal: Fátima, a amiga diarista que costumava dar faxina lá em casa uma, duas vezes na semana.

Eu ainda não tinha conhecido a cachorrona, mas um belo dia ela apareceu em Ramos pra limpar a casa e eu descobri a razão que levava Fatinha a ir lá três vezes seguidas em algumas semanas, sempre quando minha madrasta não tava. Sabe qual era o motivo? Fome. Não que ela não fizesse comida ou que fosse ruim de fogão, nada disso. É que Fátima fazia mais que cozinhar, ela alimentava meu pai com o prato que ele tanto queria comer, mas que a Geise nunca oferecia na mesa de jantar.

- É no cuzinho que você gosta, homem!? SSSS! – ela se esgoelou.

- Só no cuzinho, puta, só cu alimenta! FFFF! – ele imprensou com tudo, enfiou a rola inteira e mais um pouco.

- ISSO, PORRA! NÃO SEI O QUE É MELHOR, NA XOTA OU NO CU!

- Geme baixo, sua cachorra! Quer que eu te mande pra rua?! Sou teu patrão, não esquece! Eu que mando nessa porra, vagabunda! – deu tapa na cara dela, puxou pelo cabelo e ferroou em ritmo acelerado, sem parar pra respirar.

- “CA-RA-LHO!” – foi meu primeiro pensamento possível, minha primeira reação quando dei aquele flagra perverso em plena cozinha.

Tinha acabado de voltar da rua, esperei encontrar apenas a Fatinha em casa e me deparei com ela de quatro no chão, a calcinha de lado e meu pai socando meio metro de caceta no fundo do cu largo dela. O perverso que eu digo é porque ele trotava nas costas dela com vontade, fazendo certo esforço físico, suando e ostentando a maior cara de quem tava gostando de trocar o matrimônio por uma rapidinha arriscada de cinco minutos com a empregada.

- AAARGH! Vai querer leitinho onde, no cu ou na xana?!

- Onde você quiser, meu homem! Pode escolher, comigo é self-service! Mmmm!

- Olha que eu te engravido, puta! FFFF! – ele acelerou, o PLOCT, PLOCT, PLOCT ficou violento e daí pra frente foi baixaria pura.

A tara do meu coroa era tão descontrolada que ele foi sem capa mesmo, o importante era não desperdiçar a oportunidade de encher um rabo de leite. O saco de cavalo batia na porta do cuzinho dela quando a tora entrava toda e a coitada chegava a dar um coice pra frente, mas ele a puxava de volta pra trás e engatava no talo, não sobrava um centímetro de caralho fora da bunda da Fatinha.

- Já pensou se a Geise chega cedo e descobre nós dois? – ela riu.

- Nem quero pensar! E se pegar, que se foda também! A culpa é dela se eu não como cu em casa e tenho que comer fora! SSSS! – ele foi escroto e machista, como sempre.

- Mas a gente tá dentro de casa, puto! Hahahah!

Quando achei que ela ia desistir e desmontar no chão, a piranha arrebitou o lombo, se manteve estável de quatro e meu pai deixou cintura cantar alto no cuzão dela, todo esticado na posição da flexão. No clímax da putaria, ele escapou a vara do buraco de propósito e cavou na buceta dela sem usar as mãos, sinal de que já estava acostumado a trepar no lombo da amiga da minha madrasta. Foi nessa hora que eu morri de inveja da Fatinha e trocaria um rim por estar no lugar dela, de quatrão pro meu pai e suportando os botes prepotentes dele.

- AAAHNSS! ISSO, ALOÍZIO, ADORO QUANDO VOCÊ TROCA!

- EU TAMBÉM! CUZINHO E BUCETA, MEUS PRATOS PREFERIDOS! OOORSSS! – o suor transpirou na carne dele e o sacão tremeu, achei até que o safado tava perto do gozo.

Depois de trocar do cu pra xoxota, o coroa fodeu um pouquinho, ameaçou gozar e quase engravidou a safada no pelo, a todo momento achando graça daquela aventura. Ele deixou Fátima melada no chão da cozinha, retomou o vício de socar no cu dela e mais uma vez eu me mordi de inveja, doido pra estar na posição daquela sem vergonha. A vontade foi tão grande que cheguei a piscar o cuzinho, como se as pontadas do meu pai no rabo dela fossem no meu. Foi aí que ele olhou pro lado, fitou o corredor e encarou meus olhos em meio às sombras.

- “FUDEU! TÔ FUDIDO!” – minha mente quase implodiu.

Só que ele me viu e não se intimidou, tampouco se abalou o suficiente pra parar de fuder. Seu Aloízio continuou trepando como se nada tivesse acontecido, percebeu que eu estava olhando e resolveu se exibir pra mim, como se quisesse ensinar o que era comer uma mulher. Ele se empolgou tanto que até mudou de ângulo e virou de lado, pra eu ver o chacoalhar dos ovos dentro do saco e babar com cada estocada profunda no cu da amante.

- “Esse cara não vale nada! Puta que pariu!” – gritei, em pensamentos.

- SSSS! É ASSIM QUE FODE CU! – ele falou comigo sem ela perceber.

- EU SEI, MACHO! – Fatinha envergou pra trás com a velocidade dos botes aumentando.

- OLHA E APRENDE, NÃO VOU ENSINAR DE NOVO! É ASSIM QUE MACHO FAZ! AAARFFF!

Se antes ele já tava empolgado, agora então só faltou chorar de emoção. Meu pai começou a galopar, meu coração veio na boca e eu só queria ter coragem de chegar lá e pedir pra trocar de lugar com a Fátima, não vou mentir, mas me controlei e confesso que fiquei perdido no que fazer, entre piscar o cu e sair correndo. Na dúvida e muito hesitante, acabei ficando ali, paralisado, travado no lugar e sem parar de olhar pra ele.

- AGORA A MELHOR PARTE, Ó! SSSS! – o filho da puta derreteu, fechou os olhos, se curvou sobre a Fatinha e não deve nem ter percebido que gozou no cu dela, de tanto que ficou no troca-troca com a buceta.

- TESÃO DEMAIS, ALOÍZIO! PAUZUDO! VOCÊ É MEU NÚMERO!

- “Meu também. Que ódio...” – pensei comigo.

Consumada a traição e feita a inseminação, o desgraçado saiu da Fátima, disfarçou um pouco e veio andando na minha direção. Ao passar por mim no corredor, parou do meu lado, arriou o short e mostrou a rola cheia de gala, ainda meia bomba, pulsando e soltando o resto do leite retido na uretra. Ele espremeu a giromba, extraiu as últimas gotas de sêmen e jogou no chão, deixou seu cheiro cafeinado pra eu respirar sozinho.

- Aprendeu, moleque? – apertou meu ombro e foi tomar banho.

Sabe o que eu não consegui fazer? Descobrir que meu pai traía a minha madrasta e não tomar uma atitude. Ver tudo o que eu vi mexeu comigo e eu senti que precisava fazer alguma coisa, porém não podia simplesmente chegar pra ela e contar o que aconteceu. A euforia me deixou ansioso, eu não aguentava mais conviver com meu pai dentro de casa naquele silêncio constrangedor e, pior, era impossível almoçar e jantar na cozinha com a Geise, porque eu olhava pro coroa e tinha que aturar seu risinho pilantra.

Às vezes estávamos em família, jantando à mesa, daí eu olhava pro lado, observava o chão e me pegava sonhando acordado, lembrando do saco do meu pai pulsando e das gotas de porra pingando do cuzinho da diarista. Era nesses momentos que o sem vergonha me encarava, a gente se olhava e ele erguia uma sobrancelha, só faltava abrir a boca e perguntar:

- “Que foi, moleque? Tá lembrando do espetáculo que o pai deu? Pode falar, fica acanhado não. Heheheh.” – ele só não dizia nada porque a esposa tava sentada à mesa com a gente, senão teria dito.

Mas, como eu falei, a ansiedade da falta de diálogo foi me consumindo aos poucos, chegou uma hora que eu não aguentei mais ficar calado e decidi que tinha que ter uma conversa com ele, nem que fosse pra gente se estranhar e brigar, foda-se. Foi assim que, numa bela tarde de sexta-feira, quando minha madrasta foi visitar a família em Sepetiba e me deixou a sós com meu pai, eu finalmente tomei coragem, esperei ele chegar do trabalho e toquei naquele assunto desconcertante.

- Será que eu posso dar uma palavrinha contigo? – perguntei.

- Tem que ser agora?

- É importante, pai.

- Então me acompanha, que eu tô apertadão pra mijar. – ele amassou a pica na calça e apertou o passo em direção ao banheiro.

- Relaxa, eu espero você sair. Tá de boas.

- Tá com vergonha, moleque? Já me viu fazer coisa pior. – pronto, o próprio vigarista entrou no tema da conversa sem eu precisar fazer esforço.

Seu Aloízio chegou no banheiro, desceu o zíper da calça e estendeu um metro de mijão à sua frente, certeiro no vaso. Fiquei atrás, sem fome de querer manjar a pica gorda, mas confesso que só o cheiro quente do mijo e a temperatura do corpo dele foram o bastante pra captar minha atenção, desvirtuar meu foco.

- Anda, moleque, desembucha. O que tu quer?

Ele tinha acabado de sair de horas de estrada, provavelmente teve algum problema com o caminhão e estava mais suado do que de costume, com manchas enormes de pizza nas axilas da blusa, as botinas de trabalho imundas e as mãos sujas de graxa, isso pra não falar do cheiro de gasolina misturado com o perfume natural de café.

- Beto? – ele insistiu.

- Então, pai. Não tô mais conseguindo segurar, vou direto ao assunto. Por que você comeu a Fátima? Ainda por cima na minha frente, tipo, pra quê?

- Não é óbvio? Ela dá o cu e a Geise não. Eu sou tarado em rabo, é meu ponto fraco. Só falar em cuzinho que a vara sobe, moleque.

- Só por isso? Não acredito. Você arruinou uma história de amor com a Geise por causa de comer cu? É sério o que eu tô ouvindo?

- Arruinei porra nenhuma, ela não sabe de nada e nem vai ficar sabendo. Tu não mudou pra cá pra estragar minha vida, não. Fica na tua, seu porra.

- Não tem o que estragar, você mesmo estraga. Minha mãe que tava certa, você é um homem podre por dentro.

- Quê?! Perdeu o juízo, Beto? – ele segurou meu braço e me sacudiu com força, puto pela resposta atravessada.

- A verdade é que eu tô cansado desse seu jeito escroto e machista, pai. Mas é você que sabe, a decisão é sua. Acho que podemos negociar e chegar num acordo, quem sabe? O que me diz? – tirei o celular do bolso e mostrei a gravação que eu fiz escondido, do dia que ele enrabou Fatinha.

Enquanto me segurava e via o vídeo, sua mão foi aumentando a força no meu braço, meu pai fechou a cara e fez exatamente o que eu sabia que ele ia fazer: reagiu com a emoção e deixou os instintos mais primitivos de macho ogro falarem alto.

- TÁ PENSANDO QUE É QUEM PRA ENTRAR NA MINHA CASA E ME AMEAÇAR COM UM VÍDEO DESSE, SEU MERDA!? JÁ NÃO BASTA ME ENVERGONHAR SENDO VIADO, AGORA QUER DAR DE FOFOQUEIRO, É ISSO?!

- Calma, pai, eu quero conver-

- CALMA PORRA NENHUMA! PRIMEIRO TU CHANTAGEIA, DEPOIS FAZ AMEAÇA!? NUM FODE, CARALHO! VAI APAGAR ESSA MERDA POR BEM OU POR MAL, BETO, ESCOLHE!

- NÃO VOU APAGAR! – falei no mesmo tom de voz e aí ele percebeu que o papo era sério, de homem pra homem. – Não vou apagar, não adianta. Só apago com uma condição.

- QUE CONDIÇÃO?!

- Eu quero fazer a mesma coisa que a Fátima faz com você. – mandei na lata.

- ...QUÊ?! – o coroa não acreditou quando ouviu. – SÓ PODE SER PIADA! TU QUER DAR O CU, MOLEQUE!? PRO TEU PRÓPRIO PAI?! O MUNDO TÁ PERDIDO MESMO, PUTA QUE O PARIU! Ô, GERAÇÃO FUDIDA!

- Você nunca me tratou como filho, Aloízio. E outra: cê não é viciado em sexo? Não gosta de comer cu? Não tô pedindo pra você me enrabar, até porque sua piroca é grossa pra caralho e me arrombaria no meio. O que eu quero é te chupar, desde a primeira vez que pisei nessa casa e você fez grosseria comigo. Sei lá, acho que tenho tara em macho dominador, traste e machista que nem você. – não poupei palavras, falei tudo que sempre quis falar na cara do meu pai.

A inversão de ser ameaçado e chantageado pelo próprio filho foi demais pra ele, tenho certeza, mas o fato de ser um viado fazendo isso definitivamente pegou o macho desprevenido. Até hoje lembro de como ele arregalou os olhos, franziu a testa, apertou a mão no meu braço e fez semblante de ódio depois que ouviu tudo que eu tinha a dizer. Nunca esqueço da cena do meu pai tirando o cinto da calça e partindo pra cima de mim.

- O que você vai fazer!? – fiquei desesperado.

- TU É UM FILHO DA PUTA, UM MERDA! NÃO ME CHAMA DE PAI, BETO! VOCÊ É UMA VERGONHA, UMA DECEPÇÃO! – ele pegou pesado. – VOU TE ENSINAR A SER HOMEM!

O brutamontes me desceu no chão do banheiro, abriu o zíper e esfregou o volume da pica suada e fedorenta no meu rosto, do jeito que eu sempre quis. Meu cuzinho piscou, eu fiquei à mercê da vontade dele e me entreguei, não pensei em mais nada desse ponto em diante.

- JÁ QUE TU QUER, ENTÃO TOMA! – meu pai botou a pica pra fora, arregaçou e eu vi os rastros brancos de macho que passou horas suando e dirigindo caminhão.

O cheiro de café amargou na minha língua antes mesmo de eu sentir o gosto, eu hesitei e não tive coragem de mamar sujo.

- Assim não, pai, vai tomar banho primeiro. Aproveita e apara os pelos, senão eu não vou mam-

- Não vai, não!? ENTÃO VAMO VER SE NÃO VAI! – o desgraçado deu com a piroca na minha cara, forçou a cabeça esbranquiçada na minha boca e eu fui deliciosamente obrigado a envolver e lustrar aquele cogumelão melado na minha língua, não tive escolha.

Mas te falar? Nunca foi tão gostoso, sem sacanagem. Primeiro que eu tava falando sério, não fui acostumado com esse lance de chupar homem sujo, muito menos um maluco peludaço feito meu pai. Segundo que não imaginei que ele fosse me pegar tão bruto e cheio de raiva, porém ainda assim foi bom sentir medo, desfrutar daquela pressão atrás da minha cabeça e não saber no que ia dar, se ia acabar bem ou mal.

- ENGOLE ESSA PORRA, MARICA! NÃO QUERIA MAMAR TEU PAI!? CHUPA, MAMA TUDO! QUERO GOELA, TU É VIADO! VIADO TEM QUE ENGOLIR, FORÇA A GARGANTA NA VARA! – ele segurou meu crânio, apertou minhas orelhas e brincou de ir e vir na minha cara, e o melhor é que foi com raiva, com vontade de se vingar da minha chantagem.

O coroa poderia simplesmente ter lavado a rola antes e me tratado com respeito, mas ele estava fora de si e só pensou em me doutrinar, me ensinar a ser macho. Sua mão calejada escorou minha cabeça, a ponta da pica acertou o fundo da minha goela e ele não quis mamada superficial, o negócio dele era fodeção de garganta, só botadão na faringe.

- TÁ DO JEITO QUE TU QUERIA, BICHONA!? HEIN?! RESPONDE, PUTA! SSSSS!

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