Os contos de Dado - Meu padrasto, meu primeiro amor - Capítulo 3

Um conto erótico de Eduardo Odraude
Categoria: Gay
Contém 2569 palavras
Data: 21/01/2026 17:05:12
Última revisão: 21/01/2026 17:11:00

- Capítulo 3 -

Ali nus sobre a cama, Paulo beijava todo meu corpo, me fazendo tremer a cada toque de seus lábios carnudos. Fomos para o banheiro e tomamos uma ducha, pedi para que Paulo esperasse um pouco no quarto enquanto fazia minha higienização íntima e logo fui ao encontro dele. Ele estava muito lindo deitado na cama, aquele homem alto do tamanho da cama, ali todo esperando por mim, seu pau rígido e envergado para cima me aguardando, não pensei muito e já subindo na cama me aninhei entre suas pernas e comecei a mamar seu pau, centímetro por centímetro, engolia até o fundo da minha garganta e quando sentia que iria perder o fôlego tirava ele da boca e com a baba o masturbava, as pernas de Paulo se debatiam de tesão assim como seu corpo também. Paulo me puxou e começou a me beijar, era incrível como seus lábios carnudos preenchiam toda minha boca e sentir sua língua se movimentando dentro da minha boca fazia aquecer o corpo todo. Aquele homem mexia comigo de formas que eu jamais pensei que poderia sentir. Paulo foi descendo pelo meu corpo me beijando, chegou em meus mamilos e começou a chupá-los, aquilo fez meu corpo estremecer, eu sabia que tinha sensibilidade nos mamilos, mas como nunca ninguém havia chupado eles, não sabia que aquela sensação era possível. A cada sugada, mordiscada e passada de língua em meu mamilo eu me contorcia e gemia, meu pau pulsando começou a ser masturbado por Paulo, e aquela combinação de masturbação e chupadas em meu mamilo estavam me fazendo desfalecer de tanto tesão, quase me levando ao orgasmo. Quando Paulo percebeu que meu pau se inchara e eu estava ofegando demais prestes a gozar, ele desceu até meu pau e começou a chupá-lo com intensidade, e sem demorar muito eu explodi jorrando todo meu leite em sua boca, Paulo voltou-se para mim e veio me beijar e pude sentir o gosto da minha porra em sua boca, ali me beijando com seu pau duro como uma pedra e com a cabeça toda brilhando do pré gozo, Paulo novamente desceu e me virando de costas para ele, me deu um tapa bem forte em minha bunda fazendo eu lembrar daquela noite em que escutei ele trasando com minha mãe e eu me imaginava no lugar dela, mas agora era eu que estava de fato ali, eu que estava sentindo aquele homem em cima de mim, ele vem até meu ouvido e com sua voz grossa diz:

- Estou muito feliz que você vai começar a trabalhar e ter uma nova vida, por isso, seu presente será muito especial. Está preparado?

- Sim, quero tudo que mereço. Respondi com a voz manhosa de quem havia gozado muito minutos antes.

Paulo desce novamente e dá mais dois tapas em minha bunda, abre ela, e começa a passar sua língua por todo o meu cuzinho, sua língua e seus lábios carnudos chupando meu cu fizeram meu pau que estava mole pela gozada, começar a ficar duro novamente. Paulo enfiava sua língua no meu cuzinho invadindo ele com uma ferocidade e vontade, que qualquer pessoa que visse, acharia que aquele homem estava sem sexo há anos. Ele combinava mordidas leves em minha bunda com socadas de língua no meu cuzinho além de tapas fortes que me faziam estremecer, meu pau que já estava duro novamente começou a soltar baba de tanta excitação, ali de costas para Paulo e com a bunda empinada para ele, sentia a baba de meu pau lambuzar minha barriga. Paulo parou de colocar a língua, deu uma boa cuspida em meu cu e começou a enfiar um dedo em meu cuzinho, sua mão assim como ele era grande e seus dedos compridos e finos, e quando ele enfiou todo seu dedo em mim, pude sentir que ele tocou em minha próstata, aquilo me fez estremecer e Paulo percebendo isso foi massageando ela e em poucos minutos eu estava gemendo alto e jorrando mais porra, quando ele tirou o dedo de dentro de mim meu corpo estava mole na cama. Paulo subiu e deitou-se ao meu lado me abraçando.

- Você quer me matar neh? Disse sorrindo pra ele.

- Quero que você grave essas sensações em sua mente e nunca mais permita que as pessoas te manipulem e te reprimam. A não ser claro que queira deixar de sentir esse prazer todo. Respondeu Paulo sereno e sorrindo para mim.

- Jamais. Respondi rindo e levando minha mão até seu pau e iniciando uma punheta nele.

Seu pau estava muito babado e minha mão escorregava com facilidade. Fui me abaixando e novamente iniciei uma mamada. Mamar aquele pau era muito gostoso e eu com toda certeza poderia ficar ali o dia e a noite toda fazendo aquilo. Engolindo cada vez mais forte seu pau, comecei a sentir que ele estava engrossando e suas veias ficavam mais grossas. Paulo levanta da cama e me coloca com a cabeça para fora da cama levemente inclinada, assim seu pau entrava todo em minha garganta, Paulo que havia colocado sua mão em meu pescoço fazia eu sentir meu gogo se movendo a cada estocada de seu pau em minha garganta, eu estava ali sufocando e com lágrimas escorrendo pelos meus olhos, mas era o momento mais feliz da minha vida até aquele momento. Paulo do nada simplesmente parou de estocar minha boca e senti todo aquele líquido quente e espesso descendo por minha garganta e voltando pela minha boca, no momento que Paulo tirou o pau da minha boca, ele me puxou da cama com tanta facilidade e me colocou em seu colo, ali com ele de pé, frente a frente com ele, sentindo suas mãos apertando minha bunda ele me beijava e também sentia o gosto de sua porra. Abrindo minha bunda com suas mãos, Paulo forçou a cabeça do seu pau em meu cuzinho que se abriu para ele. Aquela cabeça roxa e grossa entrou fazendo um ploc e me fazendo estremecer, Paulo podia sentir meu corpo tremendo, me colocou na cama de frango, ergueu minhas pernas colocando-as em cima de seus ombros e foi deslizando cada centímetro de seu pau dentro de mim enquanto me beijava. Cada centímetro daquele caralho grande e veiudo iam me rasgando por dentro, meus gemidos abafados pelos beijos de Paulo, quando senti suas bolas encostarem-se na minha bunda ele para e me beija mais intensamente. Após alguns minutos começa a tirar e colocar novamente seu pau em mim, aquele movimento de vai e vem ia aumentado cada vez mais ritmado e aumentando a força. Paulo realmente sabia o que fazia, suas estocadas cada vez mais fortes me faziam sentir minha próstata ser pressionada e cada vez mais meu pau babava. Paulo ia alternando com beijos em minha boca, meu pescoço, chupava minhas orelhas e meus mamilos e eu gemia muito enquanto acariciava seus cabelos. Ali enfiando cada vez mais forte, eu gemia e sentia até mesmo minha coluna arquear me impulsionando para cima. Paulo aproveitou um desses momentos e passando seu braço debaixo de mim e colocando uma de suas mãos em meu ombro travou meu corpo e ali submisso a ele Paulo me puxava contra ele e intensificava suas estocadas, a sensação que eu tinha era de que mais um pouco ele entraria todinho dentro de mim, quando sua respiração foi ficando mais ofegante, eu comecei a apertar meu cuzinho e então Paulo me olhou de forma selvagem e disse: - Safado, faça isso; Então ali apertando seu pau com meu cu, Paulo jorrou todo seu leite dentro de mim, podia sentir cada jato invadindo meu reto. Seu pau estocando e seu leite entrando, a cabeça de seu pau inchada cutucando minha próstata e meu pau todo babando não resultaram em nada mais do que eu gozando novamente sem nem ao menos tocar em meu pau. Paulo desabou em cima de mim, me beijando e aninhando-se ao meu lado. Eram incríveis todas as sensações que estava sentindo e estar ao lado dele ali, abraçado após todo aquele sexo, eu realmente queria ficar ali, queria que o mundo parasse e eu pudesse ficar ali com ele para sempre.

Quando Paulo viu a hora no relógio, deu um tapinha em minha bunda e disse que precisávamos tomar um banho rápido, pra ele me levar para casa e voltar para o trabalho. Ali no banho, enquanto nos ensaboávamos o pau dele novamente ficou duro e sem pensar duas vezes, me ajoelhei e comecei a mamar ferozmente até que ele gozasse e eu engolisse novamente todo aquele leite grosso. Saímos do banho, nos trocamos e enquanto Paulo me levava para casa, disse para ele:

- Obrigado por tudo que fez por mim e principalmente por tudo que fizemos agora.

- Eduardo. Eu não quero te decepcionar, mas novamente vou deixar claro para você que te quero ver sendo feliz, sendo independente. Eu amo sua mãe e quero viver com ela. Mas vê-la fazendo o que faz com você não dá. Não quero também que você confunda o que temos. Estou te incentivando a viver sua vida, gosto de você, mas não poderemos ter nenhum relacionamento, você entende isso? Disse Paulo olhando para mim e para as ruas conforme ia dirigindo em direção a nossa casa.

Meio sem saber o que dizer, mas já tendo consciência que mesmo amando Paulo eu não poderia ficar com o namorado da minha mãe. Olhei para ele e disse:

- E se eu for seu amante?

Paulo deu uma risada e disse:

- Eduardo, eu sei que você está pensando que me ama, a realidade é que você está apenas se apegando a primeira pessoa que te deu carinho de verdade. Isso não é amor real, é carência. Você vai encontrar alguém que realmente ama e até que isso aconteça, irei te recompensando a cada vitória sua. Você não nasceu para ser amante, você nasceu para ter alguém que te ama de verdade.

Ficamos em silencio até chegarmos em casa. Paulo se despediu e voltou para o serviço. Eu estava com muita fome, comi algo na cozinha, me troquei e passei o resto do dia no quarto descansando de toda aquela maratona de sexo.

A noite quando Paulo chegou, jantamos com minha mãe e depois voltei para meu quarto. Em minha mente as palavras de Paulo não faziam sentido, eu o amava, ele não estava entendendo o que eu sentia e eu precisaria provar pra ele esse amor, só não sabia como... E o fato dele estar com minha mãe pioravam as coisas. Essa era minha nova missão, descobrir como fazer Paulo entender que meu amor era verdadeiro e como ficar com ele sem criar uma confusão muito grande com minha mãe.

Dias se passaram e a notícia de que eu havia passado no vestibular chegou. Paulo novamente me recompensou a altura e depois disso eu intercalava trabalhando das 8h da manhã até às 17h da tarde e ia para a faculdade na parte da noite. Na parte da manhã Paulo me levava para o trabalho com ele e na saída ele me deixava na faculdade. Ele não me buscava na saída da faculdade, minha mãe não deixava, pois para ela já era me mimar demais. Eu voltava de ônibus. No trabalho, Renato que havia ficado encarregado de me ensinar todo o trabalho me irritava a cada palavra, não sabia explicar aquilo, mas a cada respiração sua eu sentia vontade de bater nele. O fato dele também não me chamar de Eduardo e sim de “Dado” me irritava mais ainda. Aquele cara não me descia de forma alguma. Paulo sempre observava de perto Renato me ensinando e a cada vez que Paulo comentava sobre o esforço de Renato e a forma como ele me ensinava com empenho e dedicação, eu sentia ciúmes de Paulo, pois sentia que ele estava defendendo Renato. Mesmo que eu não tivesse brigado com Renato ou ele me feito qualquer coisa ruim, era sempre essa minha sensação a de que ele estava errado e quem falasse bem dele o estava defendendo. Na empresa me enturmei muito fácil com os demais funcionários, inclusive descobri que aquele funcionário que eu observei pela janela no dia da minha entrevista se chamava Fernando e o motivo de seu corpo ser tão sarado e forte era por ser praticante de jiu-jítsu. Obviamente eu estava tentando me aproximar mais dele. Na hora do almoço na empresa eu sempre fazia as refeições com Paulo e os demais funcionários no refeitório da empresa, Renato o insuportável, não comia no refeitório e embora todos os funcionários conhecessem Renato, todos eram enfáticos em dizer que ele era de pouco papo. Na minha cabeça eu torcia pelo momento que Renato iria desligar a chave da boca dele e ficar de pouco papo comigo também, pois do momento que eu chegava até a hora de ir embora, Renato falava mais que papagaio no meu ouvido. E o fato dele insistir intimidade me chamando por um apelido que eu não gostava, me irritava mais ainda.

De noite na faculdade as aulas corriam tranquilamente, eu estava cursando engenharia de software, pois com os computadores se espalhando pelas casas, cada vez mais rápido eu imaginei que essa seria a profissão mais requisitada e, portanto eu ganharia bastante dinheiro. A noite estava com o céu bem carregado de nuvens. O professor que era rígido com o horário soltou os alunos exatamente às 23h quando uma chuva muito forte caía. Tive que esperar a chuva passar, pois o ponto do ônibus que me levava para casa havia virado uma lagoa, e esperando pelo ônibus, vi que já era quase meia noite e, portanto não teria mais nenhum ônibus para pegar. Decidi ir caminhando para casa, embora não fosse tão perto e minhas pernas não eram compridas, com certa rapidez eu chegaria em casa depois de uns 40 minutos. Caminhando pelas ruas que estavam bem vazias, ia vendo o calor da noite secar o asfalto molhado anteriormente pela chuva. Algumas árvores caídas nas praças mostravam o quão forte aquela chuva passageira e repentina havia sido. Sem perceber e distraído pelos carros que passavam acabei entrando em uma rua errada, era uma rua abandonada que outrora tinha movimento devido a uma antiga fábrica de cerveja que ali funcionava. Hoje aquele quarteirão todo era silencioso e pouco movimentado exceto é claro por algumas figuras estranhas. Quando percebi que entrei naquela rua e fui dar meia volta para retornar ao meu caminho original escutei:

- Ei, psiu, menino, vem aqui. Disse Marlla.

Marlla estava encostada no paredão da antiga cervejaria com um copo de menta com groselha numa mão e com a outra segurava a saia do vestido vermelho longo e com fenda lateral. A barba na cara e o salto alto no pé me fizeram entender que eu estava encrencado por ter entrado naquela rua.

Tentando fingir que não escutei, continuei andando quando escutei novamente:

- Ei, psiu, volta aqui menino. Não foge que vai ser pior...

Continua...

* Nota do autor: Quando Eduardo menciona sobre os computadores se espalhando cada vez mais rápido pelas casas e a escolha de qual faculdade cursar, isso é para mostrar que o conto se passa anos atrás, em uma época em que celulares e computadores não eram tão comuns como nos dias atuais. A época em que o conto se passa é comum apenas que as pessoas tenham telefones fixos e algumas poucas pessoas têm celulares (daqueles que mais parecem um tijolão).

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Comentários

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NÃO SEI QUEM ESTÁ CONFUNDINDO O QUE. SE PAULO CONFUNDIU OS SENTIMENTOS DE ENTEADO OU SE O ENTEADO CONFUNDIU OS SENTIMENTOS DE PAULO. QUANTO A RENATO, DIGO QUE AMOR E ÓDIO CAMINHAM JUNTOS. QUEM SABE VOCÊ ESTEJA COM MEDO DE SENTIR ALGO POR RENATO? QUEM SABE RENATO SEJA GAY E QUEIRA ALGO COM VOCÊ? E POR FIM, POXA EXATAMENTE NO FINAL DA FACULDADE É QUE VOCÊ PRECISAVA DE CARONA E SUA MÃE NÃO DEIXA PAULO TE BUSCAR. ISSO NÃO VAI DAR BOA COISA.

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Muito bom, estou gostando muito da atitude do Paulo, acho que ele vai ser um excelente professor para o Eduardo.

Acho que o Renato pode vim a ser o grande amor dele. Muito bom mesmo o conto.

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