Meu irmão teve 4 filhos, Um homem e três mulheres. A alguns anos mudou-se pra o interior com a família onde tinha adquirido um sítio com ajuda do sogro.
Nem meu irmão nem a cunhada eram de dar muita notícia.
Falavam as vezes em final de ano, aniversários. Minha sobrinha caçula, Lucia, por quem eu tinha carinho desde criança, era a única que mantinha contato todo mês comigo. Quando ela saiu da cidade tinha apenas sete anos e era muito apegada a mim.
Ela sempre perguntava quando eu ia visitá-los. Nos últimos meses percebi ela um pouco triste e resolvi tirar umas férias e ir lákm não era fácil, mas fui em dezembro.
Cheguei lá em um final de semana. Sexta feira. Foi muito prazeroso rever meu irmão, minha cunhada, meu sobrinho já casado. Minhas duas sobrinhas mais velhas namorando. Só Lucia, a caçula não namorava.
A noite todos as duas sobrinhas saíram, com os namorados. Meu irmão e a cunhada foram dormir, ficamos eu Lucia assistindo televisão na sala, quando silenciou a casa ficamos bem juntinhos vendo tv. Ela encostou em mim e ficou quietinha. Coloquei o braço no ombro dela e ficamos conversando. Ela me disse que nunca tinha namorado, uma quedinha por um professor, sem rolar nada, e só.
fui descendo a mão em seu braço coloquei na coxa dela, sem forçar nada, ela aceitou. Perguntei no ouvido dela: posso te dar um selinho? Ela deu um sorrisinho, não disse sim nem não. Entendi como um sim.
Encostei os lábios nos dela e o selinho acabou sendo um longo beijo de lingua, ela ficou um pouco envergonhada, evitando me olhar, mas não se opôs a eu abrir sua blusinha e encostar a boca em seus pequenos seios, fui mamando devagar, ela tremia, minha mão escorregou por entre a calça de lycra e a pele dela, achei o coz da calcinha e entrei por baixo chegando rápido em sua buceta, levei o dedo, ela se abriu no sofá, fui mamando os seios e explorando com a mão a testa da bucetinha, um dedo entre a rachinha, achei o grelinho.
Um barulho na cozinha nos Assusta e paramos. Lucia se recompõe rápido.
Minha cunhada vem na sala: Lucia ainda acordada, que milagre. Sentou no sofá e começamos a conversar. Lucinha foi dormir. Eu a cunhada ficamos até tarde colocando o oapo em dia. Acho que ela desconfiou, mas literalmente deu carta branca: aproveita cunhado que essa guria nunca gostou de ninguém, mas é bem apegada a você. Levantou e foi dormir. Eu fiquei pensando em ir no quarto, mas chegaram as sobrinhas que tinha há saído. Tive que adiar para o dia seguinte, para comer minha sobrinhazinha.
No outro dia, sábado, depois do almoço, todos foram i.a festa na cidade, menos Lucia. Umas duas da tarde chamei ela pra irmos tomar banho no rio. Só nós.
Chegamos a beirada do rio, bem íntimos, de mãos dadas. Falei com ela: vou tomar banho nú. Ela sorriu, não acreditando. Pedi pra ela fechar os olhos. Tirei o calção e a cueca, a camiseta e entrei na água. Não a tempo da safadinha ficar olhando minha bunda...