Passamos o pedágio e o ponteiro da gasolina estava na reserva, não me atentei no posto do parque, poderia ter completado lá mas fazer o que? Ficamos atentos buscando um posto de gasolina, só víamos estrada e mais estrada e nada de posto, o carro começou a falhar e a Letícia começou entrar em pânico, nunca tinha passado por isso, eu tive que acalmá-la um pouco, fomos conversando até que o carro morreu, parei no acostamento e aguardava uma boa alma para nos socorrer. Passaram alguns carros mas nem viram ou fingiram que não nos viram, já era perto da hora do almoço, estávamos esturricando naquele sol forte até que uma van com 3 rapazes encostaram. Perguntaram se precisávamos de alguma coisa e a Letícia já saiu do carro ansiosa por ajuda, foi correndo em direção a van com os peitos quase saltando pra fora, os 3 comeram ela com os olhos, olharam parecendo lobos famintos, além daquele peitão gostoso, estava com aquele shortinho preto socado dividindo os lábios da buceta, eles desceram felizes e demonstrando bastante amizade com ela, fiquei bem nervoso, não sabia quem eram, suas intenções, poderiam ser vagabundos na estrada, chamei a Letícia e falei alto para todos ouvirem "Será que seu marido se perdeu, faz 10 minutos já que paramos o carro e eles não apareceram!" Ela então entendeu o recado e respondeu "Pelo que conheço meu marido, demora um pouco pra chegarem" assim não daria pra saber quanto tempo chegariam mas que poderiam chegar a qualquer momento, continuamos demonstrando amizade com os "novos amigos." O motorista da van, Rodrigo, 19 anos, um moleque negro, 1,70 altura, perto de 70 kg, em forma, disse que tinha um posto uns 20 km a frente mas que daria uma vasculhada no porta malas da van pra ver se encontrava um galāozinho pra nos emprestar gasolina. Já os outros dois, Marcos (21) e Leandro (23), achando que eu não era nada dela, conversavam animados só secando aquele rabão gostoso, eu estava curtindo a cena, se fossem ladrões ou alguma coisa creio que já teriam sequestrado a Letícia ou demonstrado alguma reação, a Letícia estava feliz e soltinha, era nítido o desejo dos caras no rabo dela.
Percebendo que nada iria ajudar, ofereci pagar a gasolina caso nos levassem ao posto próximo pra gente conseguir resolver, coloquei um papel por dentro do vidro do nosso carro escrito "Tobias, fomos de carona no posto a frente para buscar gasolina, logo estaremos de volta" assim a mentirinha branca estava concreta, o Rodrigo então aceitou e nos deu carona, tranquei o carro e pegamos a estrada. Fui no banco detrás, no último, sentado do lado dos dois rapazes, a Letícia estava no banco do meio, o banco estava virado no oposto, deixando a gente e ela nos vendo de frente, a viagem estava animada , conversando bastante, muitas risadas, até que ela foi abrindo as pernas, fingindo não perceber e o olhar dos garotos vidrados naquela buceta, ela então se espreguiçava pro peito ficar mais pontudo e todos rindo até que começaram as pegações de mão boba, aquilo foi me dando um tesão do caralho, eles falavam qualquer besteira, riam e batiam a mão nas coxas dela, ela também não deixava barato, fazia o mesmo e escorregava a mão na rola deles, o clima foi esquentando até que a Letícia disse que estava ficando enjoada, pediu pra trocar de lugar comigo, só que agora estava sentada no meio dos dois rapazes, o Marcos foi se encostando nela, colocou a mão por cima do ombro, por cima do banco da van, fingindo que a van balançava, abraçava a Letícia e apertava os peitos dela, disfarçava, caia em cima dela, disfarçava e passava a mão na buceta, até que o Leandro percebeu, eu fingi que não via, ficava olhando pra rua peia janela, até que o Leandro pediu pra ela sentar mais pro lado da janela que estava ficando perigoso, a ideia era ficar mais longe de mim pra eu não perceber, nisso, a Letícia indo pra janela, fingindo ter se desequilibrado, sentou no colo do Leandro, deu uma cavalgada e tentou sair, mas o Leandro segurou ela no colo dele, desabotoou o botão do shortinho disfarçando, enfiou a mão por dentro e atolou o dedo na buceta, não deixava ela sair, ela rindo e gostando abriu mais as pernas, ele então já estava com 3 dedos na buceta dela tocando uma bela siririca, ela conseguiu sair do colo dele, pediu desculpas e sentiu do lado do Marcos, ali o clima já estava pra lá de excitante, o Marcos e o Leandro perceberam que ela era muito vagabunda e começaram a se pegar mais forte, eu já estava com o pau latejando louco de tesão, sem pensar dei um tapa na bunda dela e falei "Safadinha, tá gostando da brincadeira né cachorra" ela me olhou vermelha, aí emendei "O que eu falo pro Tobias? Vou ter que inventar outra história né safadinha?" O Leandro já perguntou o que tava acontecendo e eu falei que a Letícia era minha chegada, pra eles ficarem tranquilos que a gente ia fuder com ela bem gostoso, que eu ia passar um paninho pro marido dela, ele nem ia saber, aí chamei o Rodrigo e pedi pra parar a van num lugar escondido que a Letícia queria fuder com todo mundo. Aí o clima ficou louco, o Rodrigo então disse que nesse posto que estávamos chegando tinha um drive-in antigo, desativado mas que daria pra usar, fomos direto pra lá, no caminho já foram deitando os bancos e preparando a van que estava virando uma bela cama. Chegamos, entramos no drive-in, a Letícia já estava sem o shortinho, só de calcinha e enfiada no talo, aquele cuzinho gostoso piscando pra levar rola, o Rodrigo veio pra trás e falou que ia ser o primeiro, ela colocou a calcinha de lado, aquele cuzinho piscando, ficou de quatro, afastou os joelhos pra bunda ficar mais arreganhada e pediu pra ele meter no cu com força, na hora que ela viu o tamanho da jeba do negão, assustada pediu pra eu pegar o vibrador, mas lembrei que ficou no carro, então sem muita violência, o Rodrigo pediu pra ela fazer uma chupeta babadinha antes, enquanto ela começou chupar aquela cabeça preta, o Leandro ficou passando o pau na buceta dela, já o Marcos ficou embaixo chupando aquele peitão gostoso, ela babou bastante na pica do negão e aí ele pediu pra ela empinar bem e abrir a bunda com as mãos, assim ela fez, o Leandro saiu da frente e o Rodrigo já foi encostando a cabeça da rola dele na entrada do cuzinho dela, ela estava ansiosa, querendo rola, Rodrigo foi empurrando devagar, ela estava sentindo cada centímetro entrando naquele cuzinho, nem o vibrador tinha arrombado ela tanto, até que já estava todo dentro, ela tentava rebolar mas deveria estar doendo, nunca vi um negócio tão grande daquele jeito, mas ela estava adorando, até que ela começou mexer pra frente e pra trás, um vai e vem lento até que começou a deslizar, a coisa começou fluir, a Letícia era boa naquilo, só o início era difícil depois ela dava um jeito, pra quem gosta e sabe fazer não tem tempo ruim, o Rodrigo então começou a bombar e meter mais forte, ela rebolava e gemia naquela pica, ele empurrando com muita força pra frente e ela empurrando pra trás, Letícia sempre foi muito metelona, aí o Leandro pediu licença e colocou na buceta, eram 2 fudendo forte, o Rodrigo não aguentando mais, começou falar tudo que veio na mente, vagabunda filha da puta, como você é gostosa puta do caralho, esse cu agora está todo arrombado pra você dar pro corno do seu marido, quero ver a desculpa que seu amigo Airo aqui vai dar pra ele sua vadia arrombada, quando ele comer seu cu guloso e sentir que o pau entrou fácil vai perceber que a sua cadela já deu o rabo pra outro, não aguentou mais e encheu aquele cu de porra, esporrou muito até dizer chega, aí o Marcos saiu debaixo e também quis aproveitar o buraco que o Rodrigo deixou, já estava arrombada e fácil de entrar, o Leandrão veio em seguida, colocou na buceta que também não era nada apertadinha, vagabunda pistoleira, que bucetāo gostoso e lá estavam os dois socando a rola juntos, a Letícia toda suada, me olhou e deu uma piscada agradecendo aquela trepada, já tinha mais duas rolas comendo o cu e a buceta, ela estava muito animada com tudo aquilo, eu sabia que ela queria, me posicionei na cara dela e ela já veio mamar, como minha puta é puta, adoro isso na minha esposa, daqui a pouco todos nós estávamos gozando, era muita porra pra essa vadia, ele engoliu cada gota do meu pinto e começou chupar meu saco. Nos limpamos, cada um de limpando do seu jeito, a Letícia e eu fomos até a pista do posto, conseguimos um galão e enchemos até a tampa, fomos para a van pra voltar pro carro e quando nos demos conta, os 3 já tinham ido embora na van, não vimos nem a sombra, sorte que tinha um Uber no posto e levou a gente de volta pro carro, conseguimos abastecer e logo pegamos a estrada com destino a Pernambuco.
Já eram 16 horas, passou muito tempo, estávamos quase desistindo de viajar até lá, mas a intenção era conhecer a tribo indígena de Cariris do Pernambuco, essa história tem continuação...