Ei pessoal, o desabafo continua... são tantas coisas que preciso contar! Do alto dos meus 24 aninhos, aprendi que não é só a ansiedade que come solta por aqui... 🤫
Depois que meu padrasto encerrou aquela ligação, ele me fez saborear todo o seu leite quente. O gosto era surpreendentemente bom. Fica a dica: cuidem da dieta, rapazes, porque o sabor muda tudo. Eu olhava anestesiada para aquele membro que não dava sinais de cansaço; continuei o movimento, hipnotizada por como um homem mais velho conseguia ter tanto fôlego — muito mais que meu namorado, que tem a metade da idade dele.
Aproveitei para esfregar aquela rola pulsante no meu rosto, sentindo o peso do pau batendo contra a minha língua... que loucura. Ele, mantendo o controle, pediu calma. Foi até a porta e a trancou cuidadosamente; afinal, eu dividia o quarto com meu irmão e não podíamos ser pegos.
Quando ele voltou, achei que seria apenas mais um boquete... ledo engano. Ele se acomodou atrás de mim, virou meu rosto com firmeza e me deu um beijo voraz, enquanto suas mãos grandes apertavam com força os bicos dos meus seios. Esse homem sabia exatamente como me incendiar.
— Laurinha, hoje vou tirar todo o nosso atraso... — sussurrou ele.
Senti que ele mexia em algo. Pensei: "Lá vem a camisinha, ele vai me socar gostoso... não sei se aguento". Meu namorado atual é sedentário, só quer saber de videogame, mas meu padrasto... ele é atlético, viril.
— Que delicinha você é... esse bundão todo só para mim... preparei algo especial para te ajudar...
Senti os dedos dele na minha vagina já encharcada. Ele foi me curvando, me moldando, até que eu estivesse totalmente de quatro. O tesão era tanto que eu apenas obedecia, empinando minha rabeta o máximo que podia.
— Caraca, que visão! Bunda grande é genética na família, hein?
Senti o toque gelado do lubrificante na "portinha" da minha intimidade. Que canalha... vai meter desencapado e usou gel para deslizar melhor. Ele começou a roçar aquele cacete duro entre as minhas nádegas, descendo até o grelinho, me levando à loucura. Eu rebolava sem controle, gemendo alto:
— Ai, papi... faz isso não... que delícia!
— Ah é? Minha menina quer ferro? Então toma...
Ele forçou a entrada. Senti aquela cabeça enorme dilatando tudo. Num frenesi, comecei a rebolar como uma louca, implorando:
— Mete! Mete! Enfia tudo, me rasga, seu filho da puta!
Ele não teve dó. Forçou até que senti o estalo da invasão completa. Que porrete grosso! Ele não entregou tudo de uma vez; fazia um vai-e-vem torturante, esperando eu lubrificar ainda mais. Quando sentiu que eu estava pronta, me agarrou pelo quadril, deu um tapa estalado na minha bunda e sentenciou:
— Bora fuder!
Ele deu uma estocada tão profunda que senti bater lá no fundo da alma. Eu só conseguia balbuciar entre um impacto e outro:
— Ai, Lu... cuidado... você vai me furar...
O som da carne batendo — ploc, ploc, ploc — ecoava no quarto. Ele se transformou em um animal, socando com vontade enquanto eu recebia aquela rola possessiva em estado de choque. Nunca tinha sido possuída daquele jeito, com tanto gosto.
De repente... TOC, TOC!
— Mana, você tá aí? — Era meu irmão.
O pânico subiu, mas meu padrasto nem se moveu. Ele continuou ali, enterrado em mim, colando o corpo suado nas minhas costas e sussurrando:
— Que azar... diz que está se trocando.
E ele não parou! Continuou a me estocar com força, ignorando o perigo a poucos metros.
— Mano, tô me trocando! Me dá uns minutos! — gritei, tentando disfarçar o fôlego curto.
— Beleza, vou tomar uma ducha então.
Assim que o barulho do chuveiro começou, o ritmo dele ficou selvagem. Ele tirou aquele pau de cavalo de dentro de mim, ofegante:
— Vou sair de fininho. Dá um beijo de despedida no seu brinquedo novo.
Ele trouxe aquela peça melada direto para minha boca. Antes que eu pudesse protestar, ele puxou meu cabelo, me obrigando a abrir bem a boca e começou a foder meu rosto com força. Para fechar com chave de ouro, ele passou o dedo lambuzado de gel direto no meu cuzinho. Dei um pulo que quase me engasguei!
Ele nem gozou. Se vestiu rápido, me deu um último tapa na bunda e avisou:
— Se cuida, porque esse seu rabo está com os dias contados.
Fiquei ali, trêmula e brava, mas com uma certeza: finalmente tinha um homem de verdade me comendo
Só quero ver o que ele vai aprontar