Às vezes os passos que você evita dar te levam ao lugar que mais deseja...
Na semana seguinte, podia dizer que a Bruna ainda estava se sentindo culpada sobre o que aconteceu durante o último encontro com o Osvaldo. Estava esperando que ela começasse a ficar confortável com ele, mas a última experiência tinha feito eles darem um passo para trás.
Queria garantir que a Bruna soubesse que qualquer coisa que fizesse não me chatearia ou mudaria meu amor por ela. Comecei a fazer de tudo. Depois do trabalho, pegava flores para ela, e quando sabia que estava tendo um dia longo no trabalho, trazia para casa o jantar favorito. Conforme nosso próximo encontro com o Osvaldo se aproximava, aluguei um quarto para nós na cidade. Fizemos uma massagem para casais e foram tão fantásticas quanto caras.
Depois de um longo dia e jantar num restaurante, voltamos para o quarto do hotel. Não perdi tempo e logo tinha a Bruna na cama. Nossa vida sexual tinha ficado ainda mais apaixonada. A coisa que mais me excita era o quão aberta a Bruna está para conversar comparado a antes. Nós dois estávamos aprendendo o que o outro gostava sem julgar um ao outro.
— Bruno, meu Deus, simmmm. Tá tão bom, por favor não para!
— É? Você gosta de ser comida forte assim? — Disse enquanto olhava nos olhos azuis deslumbrantes da minha esposa, metendo meu pau na buceta molhada.
A Bruna acenou rapidamente:
— Você me come tão bemmm — quase sem fôlego com o rosto corado de rosa.
Diminuí as estocadas até parar. A Bruna começou a choramingar.
— Por favor, amor, tô tão perto — ela resmungou enquanto começou a tentar se mexer embaixo de mim.
Apenas sorri para ela e não me mexi.
— Não sei. Você tem sido uma esposa tão má — disse enquanto flexionei meu pau dentro dela para enfatizar as últimas duas palavras.
A Bruna estava ficando louca:
— Não fala isso... fui má por você. É sempre por você, amor. — Ela disse com amor na voz.
Me joguei nela e comecei a beijar. Comecei a mover meu pau de novo devagar. A Bruna enrolou as pernas ao meu redor e queria que eu fosse o mais fundo possível.
— Isso mesmo. Você é minha esposa má. Chupando o pau do nosso vizinho sempre que ele quer, né!? Você ama ser a vadia dele. — Disse enquanto a beijava.
— Só quero ser sua vadia... — A Bruna fez biquinho.
Sorri para a resposta enquanto me inclinei e sussurrei:
— Bom, acho que minha vadia só quer chupar o pau do vizinho. Quer dizer, você chupou o pau dele várias vezes agora. Você gosta do pauzão dele, não gosta?
A Bruna não respondeu. Comecei a comer ela mais forte.
— Não gosta? — Exigi.
— Porra! BRUNO!! Simmm. O pauzão dele me deixa louca!! Amo fazer você me assistir chupar o pau dele. Amo ver a expressão no seu rosto enquanto faço coisas pra ele que ainda não faço pra você. É isso que você quer ouvir?? — A Bruna disse sem fôlego enquanto o corpo estava sendo martelado.
— Porra, amor, você é uma esposa tão safada agora! — Me inclinei para trás e dei estocadas poderosas. A Bruna estava pirando sendo comida assim. O rosto estava corado de rosa enquanto olhava para baixo onde nossos corpos conectavam. Os peitos perfeitos balançavam para cima e para baixo. Nossos corpos estavam cobertos de suor pouco depois, mas nosso ritmo nunca parou.
Estava apertando os peitos da Bruna quando vi ela mordendo o lábio para mim. Levantei a sobrancelha para ela enquanto metia enquanto alternava apertando os peitos e os mamilos perfurados e perfeitos.
— Quero tentar uma coisa... — A Bruna sussurrou. Ela agarrou minha mão que estava nos peitos e puxou para a garganta. Questionei as ações porque não queria machucá-la, mas segui o comando. Ela enrolou meus dedos ao redor do pescoço liso e se inclinou para trás.
— Me come, amor. Me faz esquecer o quanto nosso vizinho é maior que você. Fode sua esposa safada. — Ela disse enquanto mordia o lábio.
As palavras fizeram minha luxúria explodir e comecei a comer ela forte de novo. Deixei minha mão no pescoço, mas não apertei. Principalmente segurei ela no lugar com o aperto. Era tão erótico segurá-la assim.
A Bruna estava se perdendo no prazer que eu estava dando. Viu isso num dos links pornô que o Osvaldo mandou e pensou que seria excitante tentar. Não percebeu o quanto ia gostar. Parecia que estava sendo dominada. Era diferente do sexo regular de todo dia. Alguns minutos depois, o corpo estava à beira de outro orgasmo.
Podia sentir a Bruna se perdendo no prazer que estava dando. Minha mão ao redor da garganta junto com as palavras estavam incendiando meu desejo.
'Me pergunto onde ela pensou nisso? Talvez tenha visto em todo aquele pornô que o Osvaldo está mandando.'
A respiração da Bruna ficou irregular e vi que os olhos estavam arregalados com uma mistura de luxúria e surpresa, talvez nem tivesse percebido o quanto gostaria de ser sufocada. Pelo que eu sabia, nunca tinha curtido dominação, mas parecia que a influência do Osvaldo estava tendo um grande efeito na sexualidade.
Não aguentei e finalmente gozei dentro da minha esposa, cada um de nós experimentando os maiores orgasmos que já tivemos. Se a Bruna não estivesse tomando pílula, teria uma grande chance de engravidar.
A Bruna amou a sensação do marido gozando fundo dentro. Quando sentiu aquela sensação que ama, o orgasmo explodiu junto comigo. Conforme nosso orgasmo diminuiu, apenas ficamos juntos em êxtase.
Não levantei por um tempo. Apenas fiquei em cima da minha esposa e mantive a boca perto da orelha.
— Você é incrível. Te amo tanto — sussurrei repetidamente.
***
Acho que antes dessas últimas semanas, a Bruna subestimou o quanto eu gostava de assistir ela ser má.
Mesmo quando eu e a Bruna começamos a namorar, o romance entre nós nunca pareceu tão vibrante. Nosso relacionamento estava mais forte que nunca. No começo ela pensou que já que eu estava deixando ela fazer algo, sentia que me devia porque acabou curtindo tanto. Agora está percebendo que sinto que devo a ela porque tornou minha maior fantasia realidade. Ela sorriu com esse pensamento. Sentia que me devia e eu sentia que devia a ela. Tudo isso fez nosso relacionamento florescer ainda mais. Amigos e família até comentavam como parecíamos estar brilhando recentemente. O que sempre arrancava um sorrisão de mim e uma Bruna tímida e de rosto rosa não podia fazer nada além de desviar o olhar.
Nosso próximo dia de piscina com o Osvaldo foi estranho no começo, mas depois de algumas horas e um pouco de álcool, estava preso na cadeira assistindo a Bruna servir o Osvaldo bem na minha frente mais uma vez. O Osvaldo ficou em pé sobre ela e curtiu o boquete. Ocasionalmente fazendo comentários sarcásticos para mim e a Bruna. Fiquei bravo de ciúmes, mas tudo que fiz foi gravar o show na minha frente no celular.
Conforme as semanas e meses passaram, ficamos mais confortáveis com o Osvaldo. Ele obedeceu as regras, não tentando empurrar limites. Fiquei feliz de ouvir isso da Bruna. Lentamente comecei a perceber que ela estava se acostumando com nossa fantasia. O sexo estava ficando mais safado com nossas palavras. Estava amando esse novo lado dela.
Tinha várias gravações da Bruna agindo como uma vadia com o Osvaldo. Às vezes ficava lá e assistia nossa coleção de vídeos quando ela saía. Alguns eram os que tirei e vi. Mas até tinha alguns que a Bruna deixou o Osvaldo tirar no celular dela. Ela garantiu que não mostrava o rosto caso ele quisesse começar a se gabar.
Me deixava louco quando acordava em algum domingo de manhã e a Bruna não estava lá. Tinha que esperar pacientemente por ela. Ela não ficaria fora por tanto tempo quanto da primeira vez. Sempre voltava usando uma das camisetas grandes do Osvaldo. O sexo nesses dias normalmente era o melhor.
A Bruna ficou cada vez mais confortável com o pau do Osvaldo. Sabia como cada centímetro sentia e tinha gosto. Sabia como deixá-lo louco e sempre a agradava ver o pau mole dele ficar duro como aço. Como uma mulher na área médica, não conseguia deixar de ficar maravilhada com o espécime físico do Osvaldo. Numa certa segunda-feira, a Bruna estava no trabalho e uma nova colega precisou de ajuda completando uma tarefa. A Bruna expertamente resolveu o problema. A colega sorriu.
— Nossa, Bruna! Você é muito boa nisso!
A Bruna ficou vermelha viva e disse obrigada, antes de rapidamente ir embora. A colega ficou confusa com a reação, mas realmente não pensou nada disso.
Enquanto a Bruna caminhava pelos corredores do hospital, não conseguia parar de balançar a cabeça. O que estava errado com ela?! Ficou envergonhada ouvindo aquelas palavras da colega. Menos de 24 horas atrás tinha ouvido exatamente as mesmas palavras. Em circunstâncias muito diferentes...
— Nossa, Bruna! Você é muito boa nisso! — O Osvaldo riu segurando o cabelo da Bruna num rabo de cavalo. A Bruna tinha as duas bolas peludas do Osvaldo na boca enquanto a língua lambia cada centímetro delas até a base do pau.
Ela deixou as bolas grandes caírem da boca enquanto lambia o pau.
— Tenho que garantir que melhore ou vou acabar ficando aqui o dia todo. Não esquece, meu marido tá me esperando. — Ela disse, voltando a descer no pau.
O Osvaldo ficou irritado ouvindo que ela estava tentando se apressar para voltar para casa. Respirou várias vezes curtas e rasas pela boca enquanto fuzilava ela com os olhinhos de porco.
Deu algumas palmadas na bunda para punição:
— Que diferença faz o que você vai fazer depois disso? Você vai implorar pra mim. Quer que eu goze? É melhor agir como tal. Você sabe como eu gosto.
A Bruna nem hesitou. Eu não sabia que o Osvaldo frequentemente fazia ela implorar quando estavam sozinhos. Sabia que a Bruna e o Osvaldo falavam putaria, só não os detalhes exatos. Os vídeos que tiravam nunca mostravam as coisas realmente sujas. A Bruna aprendeu que quanto mais suja falava, mais rápido o Osvaldo gozaria. Sabia as palavras exatas que o levariam ao limite.
— Por favor, me dá. Tô com tanta fome da porra do meu gostoso. O Bruno nunca consegue me satisfazer como você. Você é muito maior e melhor. Porra, esse pauzão me faz uma esposa tão má. Trair meu marido enquanto ele tá bem do lado me deixa tão quente. — A Bruna disse na voz mais sexy enquanto lambia o pau do Osvaldo famintamente.
— Bom — o Osvaldo disse, sentindo se aproximar de gozar. — Quem é minha vadia? — ele perguntou.
A Bruna mordeu o lábio enquanto masturbava o Osvaldo com duas mãos:
— Sou sua vadia, gostoso — ela disse na voz mais sensual que conseguiu reunir. Olhou para ele com um sorriso, encarando nos olhos enquanto o provocava a gozar.
Não demorou muito antes da Bruna estar engolindo goles da carga grande.
A mente da Bruna voltou ao trabalho enquanto continuava a caminhar pelos corredores do hospital. Não conseguia sacudir a imagem da cabeça. Podia sentir sangue correr para o clitóris. Em pouco tempo, podia sentir um pouco de uma mancha molhada na calcinha. Por que ficou tão molhada quando ouviu aquelas palavras de novo?
***
O inverno chegou. Já que fechamos a piscina para o inverno, o Osvaldo ficou desapontado. Ofereci o uso da nossa banheira de hidromassagem, o que arrancou um sorrisão do Osvaldo e uma Bruna tímida me fuzilando com diversão. O Osvaldo estava em êxtase ouvindo aquela sugestão.
— Com certeza criamos algumas boas memórias lá — ele disse, lançando um olhar para a Bruna.
Ela olhou timidamente para baixo:
— É... acho que criamos.
Algo importante a notar sobre o Osvaldo e eu é que éramos muito competitivos quando se tratava de futebol. O Vasco não estava fazendo nada essa temporada. A temporada inteira fiquei dizendo ao Osvaldo como o Flamengo ia ganhar a Libertadores esse ano. O Osvaldo riu e alegou que o Palmeiras nunca perde no mata-mata. Ele nasceu e cresceu em São Paulo, então é um palmeirense fanático. Acho que é daí que vem a personalidade babaca.
Conforme as semanas passaram, a final da Libertadores finalmente se aproximou.
Num domingo à tarde depois da Bruna terminar de chupar o Osvaldo até secar na nossa banheira de hidromassagem mais uma vez:
— Porra! Amo como você engole tudo toda vez.
A Bruna tossiu tentando não derramar uma gota. Depois de dar um grande gole, bateu na coxa dele:
— Bom, se eu não fizesse, você faria uma bagunça em mim!
O Osvaldo riu:
— Acho que você aprende mesmo.
A Bruna lançou um sorriso, então saiu da banheira. Entreguei uma toalha imediatamente. O Osvaldo ficou boquiaberto com as covinhas sexy nas costas e a bunda enquanto ela se cobria. Estava pingando molhada usando um biquíni amarelo. O Osvaldo podia notar os mamilos perfeitamente perfurados cutucando pelo top. Normalmente não era fã de mamilos perfurados, mas na Bruna que parecia tão inocente, ficavam perfeitos. Nem muito grandes nem pequenos. Eram um acessório perfeito para fazer os peitos brilharem. Já estava tendo pensamentos de chupá-los no próximo domingo que estivessem sozinhos.
A Bruna entrou enquanto eu fiquei com o Osvaldo.
— Então seu Flamengo tá parecendo bem bom. Pena que não vai ganhar a Libertadores, né? Haha! — O Osvaldo zombou com a voz condescendente usual. Me irritou especialmente que ele estava falando comigo com tanta atitude depois da minha linda esposa ter acabado de chupar as bolas dele até secar. Ela estava andando por aí com mais porra dele dentro do estômago do que nunca teve da minha. Mas aqui estava ele, agindo como um babaca.
— Sempre falando merda, né? Não é MEU Flamengo, só disse que parecia bom esse ano. Mas é, na verdade acho que é.
— Bom, Bruno, sei mais que você. Mas na verdade acho que você tá certo, acho que vai ser Flamengo e Palmeiras mesmo na final da Libertadores. O que vocês dois vão fazer pro jogo?
— Vocês paulistas sempre gostam de sonhar. — Ri do Osvaldo, sabendo que é de onde ele cresceu. Não ia aguentar a merda condescendente dele sobre futebol de um cara que respira pesadamente depois de alguns lances de escada.
— Honestamente, sempre vamos pra casa de um amigo pra churrasqueira, mas podemos apenas assistir em casa esse ano.
— Perfeito! Vamos fazer um acordo. Se o Flamengo e Palmeiras se encontrarem na final, vou assistir o jogo na sua casa. Sua esposa linda pode sentar com um palmeirense para finalmente testemunhar como é um time campeão de verdade. Talvez fazer umas apostinhas. — Ele disse com uma risada alta que era engraçada só para ele.
— É, é. Claro. Hora de você ir pra casa, não é? Tenho umas paradas pra fazer — disse, braços cruzados. Estranhamente, o Osvaldo estendeu a mão da banheira. Achei que estava procurando ajuda para sair da banheira. Querendo que fosse embora, educadamente e instintivamente peguei a mão. Fui pego de surpresa quando ele segurou minha mão e apertou. Levou um momento antes de perceber que estava apertando minha mão. Para que diabos?
— Ótimo! Fechou! Vejo vocês na final da Libertadores — ele disse animado.
Olhei estranhamente ao redor enquanto ele apertava minha mão. Olhei para a porta de vidro deslizante e peguei o olhar da Bruna enquanto ela andava ao redor juntando algumas coisas enquanto tinha a toalha enrolada. Nós dois meio que demos de ombros visualmente antes dela ir e fazer as coisas.
Foi algumas semanas depois. O Flamengo e Palmeiras fodidos realmente chegaram à final da Libertadores. Fiquei chocado que o Osvaldo previu, mas para ser honesto, tinha completamente esquecido dele se convidar. Até ser lembrado. No sábado da final, estava entrando da garagem com alguns ingredientes extras para a Bruna preparando um banquete digno da noite quando a vi na cozinha no celular. O polegar acabou de apertar 'enviar' quando entrei.
— Acabei de dizer pro Osvaldo que ele pode vir às 6. Tudo bem? — ela perguntou. O feito já estava feito.
Fiquei surpreso:
— Osvaldo? Por que ele tá vindo? — Perguntei isso como uma forma de pensar em voz alta. Meu coração pulou uma batida quando uma imagem da Bruna enrolada no sofá com o braço do Osvaldo ao redor passou na minha frente. Um dos braços esfregando as costas baixas do Osvaldo. O outro descansava na coxa do Osvaldo e ela acariciava um volume nas calças, sorrindo diabólica para mim.
— Ah, você não sabia? Ele me disse que foi isso que vocês concordaram da última vez que estávamos ficando. Ele disse que vocês dois apertaram as mãos. Achei que era sobre isso que vocês estavam conversando depois que entrei.
— Ah, merda, acho que esqueci — disse. — Claro, acho que tá bom se você tá de boa.
— Acho que sim — a Bruna deu de ombros despreocupadamente. Ficou lá e me assistiu por um pouco mais do que percebi.
Passamos tempo suficiente com ele nos últimos meses que eu e a Bruna realmente não nos importávamos de assistir o jogo com ele. Mesmo ainda o considerando um babaca, talvez tivéssemos nos acostumado mais. Para ser honesto, minha empolgação começou a crescer no segundo que o nome escorregou dos lábios. Secretamente estava esperando que talvez o Osvaldo e a Bruna tivessem um encontro espontâneo. A Bruna definitivamente estava percebendo e sorriu quando me viu mais empolgado que o usual.
O Osvaldo veio usando bermuda. Era inverno, porra, e esse cara estava usando bermuda! Usava sua camisa oficial do Palmeiras e um sorrisão no rosto.
— Cara, mal posso esperar pra ver meu Verdão meter a porrada nesses urubus! — Ele berrou.
Pelo menos não veio de mãos vazias. Carregava um pack de seis cervejas debaixo do braço ao entrar.
— Ah, que legal, você trouxe algo — a Bruna disse, tentando ser uma anfitriã calorosa.
— Ah, essas? Essas são só pra mim — o Osvaldo riu. — Assim como aquela boquinha linda — ele acrescentou, provocando a Bruna e eu.
Eu e a Bruna olhamos um para o outro e reviramos os olhos. O Osvaldo riu de novo. Babaca. Bem antes do apito inicial, tínhamos comida arrumada e a Bruna trouxe bebidas da cozinha.
— Então, Bruna. Você é mais esperta que seu marido e vai pro Palmeiras, ou esses urubus aí? — O Osvaldo disse condescendentemente.
Ela me deu um sorriso:
— Bom, não entendo muito de futebol. Mas sei quem é o Abel Ferreira. Então vou com ele!
Fiquei um pouco excitado vendo como minha esposa ficaria do lado do nosso vizinho em vez do próprio marido. Ela mentiu para o Osvaldo quando disse que não entendia futebol. Não era alguma fanática, mas assistia uma boa quantidade de jogos para saber o que é o quê. É um erro pensar na Bruna como uma patricinha sem noção. Tinha acompanhado o Flamengo por algum tempo e sentia que eram realmente fortes esse ano. Até alguém tão arrogante e abrasivo quanto o Osvaldo sabia que ela não era boba.
O Osvaldo me deu um sorriso vitorioso:
— Bom, palmeirenses têm que sentar aqui. — Batendo na almofada ao lado dele.
A Bruna me deu um olhar sexy e dei um olhar me perguntando o que ela faria a seguir.
Ela lentamente se levantou e caminhou até ele. Estava usando um top cropped e shorts jeans curtos. Era uma roupa normal, mas acentuavam o estômago e costas baixas maravilhosamente. Embora a bunda ficasse boa em qualquer coisa que coubesse. Qualquer que fosse o material, esticava contra a bunda carnuda e suculenta que ela trabalha duro para manter.
Ela deu um balanço extra nos quadris, vendo os olhos famintos do Osvaldo nela. Sentiu meu olhar perfurar as costas. A Bruna sentou ao lado dele e então ficou um pouco perto antes de se inclinar nele. Imediatamente fez meu estômago virar um buraco de ciúmes.
— Então, Bruno. Quer fazer uma aposta? — O Osvaldo perguntou enquanto colocava os braços ao redor da minha esposa. Estava ficando confortável. A Bruna tinha as pernas dobradas embaixo em direção ao lado e me encarou enquanto estava no abraço. Lançou um sorriso safado.
— É, claro, vou com o Flamengo por quinhentos conto. — Mal consegui dizer enquanto a maior parte do sangue no corpo imediatamente foi enviada para a virilha.
— Quinhentos? Não tô a fim de apostar com dinheiro. — O Osvaldo disse, olhando para a Bruna.
A Bruna percebeu isso e me deu um olhar questionador.
— Dinheiro não é importante pra mim. Tenho bastante sem filhos pra dar. Então que tal isso: se o Flamengo ganhar, vou te dar vinte e cinco mil reais.
Eu e a Bruna não éramos ricos, mas estávamos bem. Éramos confortáveis e ambos tínhamos carreiras sem filhos ainda. Mas vinte e cinco mil reais ainda eram vinte e cinco mil reais. Imediatamente ele tinha a atenção dos dois.
— E se você ganhar? — Perguntei.
— Se eu ganhar, ainda vou te dar cinco mil... mas quero que sua esposa me dê outra punheta com a buceta — o Osvaldo sorriu para mim com o braço ainda ao redor da Bruna.
A Bruna olhou para mim e olhei de volta. O rosto estava em choque, mas ela não recuou do abraço do Osvaldo. Cinco mil reais por algo que tinha feito uma vez antes, mas sabia que agora estava fora dos limites? E isso SÓ SE perdêssemos. O Osvaldo devia estar tão desesperado. Era quase patético.
— Essa é uma baita aposta. Qual a pegadinha? — Perguntei com um olhar questionável no rosto.
— É — a Bruna acrescentou —, que diabos você tá tentando fazer?
O Osvaldo virou para a Bruna enquanto olhava para baixo nos olhos azuis encarando para cima.
— Honestamente, por mais que eu ame seus boquetes, não consigo parar de pensar em como aquela punheta com a buceta foi extremamente gostosa. Quero de novo. Entendo se você acha que saiu do controle da última vez, mas talvez você tenha tido tempo pra repensar. Além disso, isso é se vocês não tão confiantes que vão ganhar. — O Osvaldo sorriu pra mim com a última frase, antes de olhar de volta para a Bruna.
Decidi colocar a bola na quadra da Bruna.
— Parece que a aposta não é entre mim e você. Bruna? O que você acha? — Disse.
Estava quieto na sala além da TV.
— Tá bom. — A Bruna disse suavemente.
O Osvaldo sorriu com o sorriso largo e feio. Antes que pudesse ficar empolgado demais, a Bruna falou.
— Com uma condição — ela disse, olhando para cima para o Osvaldo com uma cara de confiança e determinação.
O Osvaldo olhou para ela:
— Qual?
— Se a gente ganhar, não só você tem que dar o dinheiro. Você também tem que sentar aí e me assistir dar um boquete pro meu marido. — A Bruna sorriu com um olhar inocente.
O Osvaldo e eu ficamos surpresos de ouvir aquela proposta. Ela sorriu diabólica, incitando o Osvaldo a ser burro e pensar com o pau.
Ela continuou:
— Quero dar um pra ele há muito tempo. Tenho esperado pra fazer num dia especial. Acho que isso pode valer. Todas as vezes que você fez ele assistir, seria legal te fazer sofrer por uma vez.
Um sorrisão se espalhou pelo meu rosto enquanto joguei a cabeça para trás, rindo:
— Definitivamente concordo!
— Fechado. — O Osvaldo disse entre dentes cerrados.
Ele rezou para que o Abel Ferreira não falhasse com ele. O apito soou e o jogo começou.
***
>> Até o próximo capítulo! Quanto mais estrelas e comentários mais rápido eu publico o restante! Isso é muito importante! Por favor gente!