Por Acidente Vi Meus Pais Fudendo E… Me Juntei A Eles - PARTE 3 (FIM)

Da série A Boa Filha
Um conto erótico de Pam
Categoria: Heterossexual
Contém 4667 palavras
Data: 22/01/2026 11:51:01
Última revisão: 22/01/2026 12:06:22

Fui acordada pela mãe sentada na beirada da cama. Ela tinha me trazido uma caneca grande de chá. Ela acariciou meu cabelo, assim como fazia quando eu era pequena. Não sabia o que dizer. Nem precisava me preocupar em começar a conversa, a mãe começou:

"Desculpa ontem à noite, não consegui evitar."

"Evitar o quê?"

"Esguichei em você. Só aconteceu uma vez antes. A visão do Alan dentro de você e sua língua foi demais."

"Não se preocupa. Nem percebi. Difícil se concentrar em muita coisa, com tudo aquilo rolando."

Ela beijou minha testa e me deixou tomar meu chá. Não consegui evitar descer a mão pra sentir minha vulva. Só pra ter certeza que tava tudo como deveria. Tinha visões irracionais de ficar permanentemente esticada. Definitivamente um pouco sensível, mas fora isso tudo bem. Definitivamente precisaria de tempo pra me recuperar. Acho que a mãe e o pai também, a noite passada pareceu ser demais pra todos nós.

Terminei minha bebida, tomei banho e me vesti. Mãe e pai estavam tomando café. Cereal e torrada postos na mesa de jantar. Sentei e me servi. Era tão estranho estar de volta a uma manhã normal, depois do que tinha acontecido. Nenhuma menção a isso. Imagino que quando pensei sobre isso, não tinha um debriefing de manhã com nenhuma outra pessoa com quem tinha transado. Por que deveria esperar um agora?

Algumas noites depois, precisei do banheiro e saí da cama. Não acho que fosse tão tarde. A porta da mãe não tava totalmente fechada, mas não tava tão aberta quanto quando eu tinha assistido eles. No entanto, ainda conseguia ver lá dentro. Provavelmente nenhuma chance de ser vista dessa vez. Estava completamente escuro no corredor. Os barulhos dentro eram inconfundíveis, mas diferentes. Meus olhos se ajustando, pude ver por quê. O pai estava de costas. A mãe agachada em cima dele, de frente pra cama em minha direção. Ela estava inclinada pra trás levemente, esfregando a boceta. O comprimento inteiro do pau enorme do pai no cu dela. Simplesmente não conseguia imaginar aquilo. O pai estava mexendo os quadris, mas tão levemente que era difícil ver. A expressão no rosto da mãe difícil de determinar, dor ou êxtase. A boceta dela aberta como imaginei que a minha tinha parecido. Ela tava esfregando forte. Muito mais forte do que eu jamais fiz. As pernas dela começaram a tremer, se movendo pra dentro e pra fora. De repente, os joelhos dela se fecharam prendendo a mão.

"PORRA, ISSOOOO!"

Uns grunhidos quase inaudíveis do pai e recuei. Ainda precisava do banheiro. Será que dar descarga iria alertá-los do fato de que eu tinha acordado, levantado e andando por aí? Será que eles mencionariam? Eu não ia mencionar. A mãe não queria que eu visse ela fazendo aquilo de qualquer jeito. Não tinha como eu querer nem tentar o que acabara de testemunhar.

Nada mais aconteceu por alguns dias. O que tinha visto me tirou do ritmo. Nem me masturbei. O pai estava saindo por alguns dias. Ia dar palestras numa convenção da indústria dele. Alguns dias fora, tudo pago num hotel chique.

Nós duas, largadas à própria sorte, não tínhamos nada pra fazer a não ser conversar durante a noite. Estava chegando no limite do que queria experimentar com os joguinhos da minha mãe. Pelo menos tinha esclarecido muita coisa na minha cabeça. O orgasmo com o pau massivo do pai tinha sido incrível, mas ao mesmo tempo, não foi confortável. Não só mentalmente, era meu pai afinal, mas fisicamente. Minha mãe pode amar o tamanho. Pra mim, um cara normal era mais do meu gosto. Por outro lado, ter uma boceta na minha boca não me assustou. Embora a mãe tenha feito a maior parte do trabalho, se esfregando contra mim, eu não me importaria de tentar de novo, com outra pessoa. Talvez sendo mais ativa nisso eu mesma. Não que eu saberia como encontrar alguém.

Nossa conversa naquela noite começou normal o suficiente. Coisa normal de mãe e filha. Trabalho e minha mudança iminente. Passou pro pai estar fora. Isso acontecia muito raramente. Não tenho certeza, mas acho que eles tinham ficado separados só três ou quatro vezes durante o casamento. Com a franqueza usual dela:

"Imagino que é hora do meu amigo movido a pilha. Não preciso dele com tanta frequência ultimamente. Tenho seu pai pra isso... Você viu na outra noite, não viu?"

"A culpa é sua. Se não quer que eu assista, fecha a porta. Achei que você tava me zoando ou brincando sobre fazer anal. Aquilo deve doer pra caralho."

"Tá de boa agora."

"Agora?"

"Você tá certa, não foi legal no começo. O Alan não queria fazer. Eu fiz ele. Bravata da minha parte. Dar à luz é a aproximação mais próxima que posso dar. Aquilo foi só uns centímetros. Nem conseguia pensar num orgasmo. Agora é incrível."

"Vou acreditar na sua palavra. Nunca vou descobrir."

"Você precisa de plugs anais. Queria ter tido todos os meus naquela época."

"Meu Deus, mãe. Todos, quantos você tem?"

"O suficiente. Talvez uma dúzia."

"Podemos mudar de assunto? Não acho que precise saber mais sobre seus hábitos. Não ia dizer nada sobre a outra noite."

"Beleza. Só dizendo, você ia adorar."

"Não vai rolar. Chega."

Fui pegar a garrafa de vinho pra completar nossas bebidas e parar o fluxo. Não me entenda mal, não me importo com anal. Só não tô interessada em ter meu ânus rasgado. No fim da noite, a mãe subiu pra cama primeiro. Deixei ela se acomodar, tomando mais um copo de vinho, antes de subir. Muito engraçado. Grudado por ventosa na porta do meu quarto, um plug anal preto grande. Era pelo menos tão grosso quanto o pau do pai, se não mais grosso. Abri a porta, entrei, fechando atrás de mim, deixando o plug onde estava. Conseguia ouvir a mãe rindo no corredor. Ela obviamente tinha ficado esperando pra ver minha reação. Quando acordei de manhã, tinha sumido.

Meu tempo em casa chegou ao fim pouco depois. Me mudei pro meu novo lugar. O pai me ajudou a mudar todas as minhas coisas. Conversamos bastante enquanto arrumávamos tudo. Ele definitivamente se sentia tão constrangido quanto eu sobre o que tinha acontecido. Nós dois tínhamos curtido o sexo, mas tinha muita culpa, dos dois lados. Não importa o que a mãe pudesse pensar ou dizer, nós dois resolvemos que não haveria apresentações repetidas.

Foi bom ter minha liberdade e privacidade de volta. Vivi uma vida tranquila, pelo menos por um tempinho. Me resignei à minha vida sexual, inteiramente dependente de masturbação. Tava bom, até certo ponto. As fantasias que usava, na maior parte, envolviam meus pais. Precisava quebrar esse ciclo. Tinha se tornado tão enraizado que era praticamente tudo que eu pensava quando tinha um orgasmo.

A salvação veio de uma fonte inesperada. Uma mulher nova começou na nossa empresa. Meu chefe tinha saído pra outro emprego melhor pago. Tinha pensado em me candidatar pra substituí-lo, mas foi na época da minha mudança de casa e não precisava do estresse, ou da responsabilidade extra na época. A Diana parecia legal. Sempre difícil dizer como alguém realmente é nessa situação. Elas querem se dar bem com a equipe. Você nunca sabe se mais pra frente vão ficar mais ditatoriais. Ela não dava essa aura. Elegante desde o primeiro dia. Ternos todo dia, blazer, blusa e calças ou saia lápis. Ela me chamou no escritório dela durante a primeira semana e expôs a visão dela sobre nosso trabalho. Tudo parecia bom pra mim. Não muito diferente do predecessor. Conforme o tempo passou, nos demos super bem. Começamos a almoçar juntas e tomar um drinque ocasional na sexta depois do trabalho.

Descobri que ela tinha cinco anos a mais que eu. Casada, mas sem filhos. Ela e o marido tinham decidido pelas carreiras. Contei a ela sobre meu desastre de casamento e a razão de ter pulado nele em primeiro lugar. Também sobre minha vida solo agora, na minha casa nova. Ela ficou surpresa que eu não tinha ido atrás do emprego dela, mas definitivamente entendeu quando expliquei por quê.

Num dos nossos drinques de sexta, chegamos no nosso bar habitual. Ela caminhou até uma mesa e beijou o homem sentado lá. O marido dela, Oliveiro. Calculei, mais ou menos a mesma idade que ela. Bonito, cabelo escuro, bem cortado. Elegante, como ela. Ele se levantou e apertou minha mão. Um aperto firme. Ele tinha estado numa reunião por perto, então eles tinham combinado de se encontrar. Ele era bem educado, educado e engraçado. Por que eu não conhecia alguém assim? Admito que fiquei com ciúmes. Um casal profissional com bons salários e pouquíssimos vínculos. OK, eles tinham o estresse dos empregos, mas deve ser legal. Terminei meu drinque e me despedi. Não queria atrapalhar o esquema deles.

No trabalho na semana seguinte, a Diana ficou surpresa que eu tinha ido embora.

"Não tinha necessidade disso. Não é como se a gente fosse amantes apaixonados. Somos um casal de meia-idade. Temos bastante tempo juntos. Vem jantar no fim de semana, se você tiver livre."

Ela disse que me buscariam no sábado às 7. Caprichei na aparência. Não saía muito ultimamente. Um dos meus melhores vestidos, uns sapatos bonitos e até um pouco de maquiagem. Normalmente não usava nenhuma. Fiquei meio surpresa quando um carro preto grande apareceu. Não era o Oliveiro ou a Diana. O motorista tocou a campainha. Peguei minha bolsa e fechei a porta ao sair. O motorista segurou a porta traseira pra mim. Levou uns vinte minutos pra chegar na casa deles. Grande, suburbana, mas nada muito chamativo. O motorista abriu a porta pra mim. Ele foi embora enquanto eu caminhava pelo caminho até a porta da frente. A Diana abriu e me mostrou o interior.

O Oliveiro abriu uma garrafa cara de champanhe com um estouro alto e serviu três taças. Respondemos igual ao animado dele:

"Saúde."

Só conversa fiada geral e um pedido de desculpas dele dessa vez, por me fazer achar que deveria deixá-los no bar. O jantar estava delicioso. Peixe branco, linguado?, em vinho branco, batatas e legumes frescos. Uma sobremesa caseira de groselha. Sou fraca por doces. Vinho caro com o prato principal, café e conhaque pra finalizar. Levamos nossas taças pra sala de estar. Uma noite adorável e relaxada, quase como estar num restaurante de primeira classe, mas sem ter que se preocupar em pagar a conta.

Enquanto ficávamos conversando, parecia que a Diana estava se preparando pra dizer algo. Seria algo que poderia ofender? Ela estava preocupada com como eu poderia reagir? Teríamos que trabalhar juntas, qualquer que fosse o resultado. Será que dei sinais que provocariam algo polêmico? Não tive que esperar muito.

"Você nos viu como somos no trabalho. Não muito diferente de como nos encontra agora. Mantemos diferentes partes da nossa vida compartimentadas. No trabalho e agora esse é o nosso lado público. O nosso lado privado é um tanto diferente. Tenho a impressão de que você pode entender onde quero chegar. Se não, só ignore o que eu disse."

"Um pouco enigmático pra mim. Se entendi direito. A vida pessoal de vocês não é o que ninguém esperaria, olhando pra vocês."

"Você tá interessada em saber o que seria?"

"Não vou ficar chocada, se é disso que você tá preocupada. Também não vou contar pra ninguém. Sim, tô interessada."

"Somos um casal apaixonado. Gostamos de experimentar e vivenciar coisas diferentes. Às vezes inclui mais do que só nós dois. No momento, não temos um terceiro fixo."

"Você tá sugerindo que eu poderia preencher esse papel?"

"Se você quiser. Sei que não somos tão jovens. Nem somos material de modelo. Então entendemos perfeitamente se você não quiser. Tudo que queremos é nos divertir."

"Posso ter um tempo?"

"Claro. Não estávamos esperando uma resposta imediata."

A noite foi chegando ao fim. O Oliveiro fez uma ligação rápida e o motorista chegou pra me levar pra casa. Agradeci por uma noite ótima e dei boa noite.

Teoricamente, isso poderia ser incrível. Um ménage pronto com um casal que obviamente estava acostumado com isso. Também poderia ser um desastre. Será que dormir com sua chefe era uma boa ideia? Eu realmente gosto do meu trabalho. Sem relacionamento, é praticamente a única coisa boa que tenho na vida. Será que problemas com o Oliveiro e a Diana me causariam problemas no trabalho? Esperava que não. Eles tinham dito que mantinham as coisas separadas. Eu tinha algo a perder. Era bastante coisa na verdade. Estava disposta a tentar, mas precisava de algumas garantias. Precisava conversar com a Diana.

Na segunda-feira na hora do almoço, comprei dois cafés e fomos sentar num banco no parque. O que eu tinha pra dizer, não queria que fosse ouvido. Dei minha decisão, provisória na garantia de que não afetaria meu trabalho. Devidamente recebida. Como ela apontou, ela tinha tanto a perder, se não mais, caso detalhes do que ela fazia vazassem. Recebi uma indicação de que debaixo dos ternos pode não ser o que eu estava esperando. Só esperava que não significasse que o pau do Oliveiro era tão grande ou maior, se isso era possível, que o do meu pai.

Combinamos de eu visitar no sábado, chegando às 7 da noite. Dessa vez pra passar a noite. Eu dirigiria. Como deveria me vestir? Qual deveria ser minha aparência? Ainda tinha algumas lingeries chiques. Tinha comprado pra impressionar meu marido. Um desperdício de dinheiro, como se mostrou. Por sorte, ainda serviam. Cetim preto, sutiã, cinta-liga e calcinha que não cobria muita coisa. Uma provadinha rápida mostrou uns pelos pubianos saindo pelas laterais. Decidi pela primeira vez na vida raspar tudo completamente. Não ficou ruim e tava liso e macio. Será que isso atenderia às expectativas deles? O que eu estava esperando deles? Só o tempo diria. Todo tipo de possibilidade passou pela minha cabeça. A Diana estava jogando suas cartas bem escondidas. Um peito de tamanho bem decente, se o volume debaixo do blazer era alguma indicação.

No começo da noite de sábado, conferi e reconfinei como eu parecia no espelho. Arrumei e rearrumei minha bolsa. Finalmente, coloquei minha bolsa no banco do passageiro e dirigi até a casa deles. O Oliveiro abriu a porta.

"Oi, muito bonita. Entra. A Diana tá só arrumando umas comidinhas."

Ele pegou minha bolsa e subiu com ela. A Diana acenou pra eu me juntar a ela. Segui ela pela sala e pra sala de jantar. Um bufê bonito estava arrumado. O Oliveiro voltou. Ele nos serviu vinho de uma jarra chique e sentamos pra comer. Estava meio nervosa e não comi muito. Apesar dos protestos dela, ajudei a Diana a guardar as coisas. Quando cheguei na minha terceira taça de vinho, meus nervos pareciam ter acalmado. Terminamos nossas bebidas e a Diana pegou minha mão. Hora de subir e ver o que seria revelado.

A Diana apontou pro quarto que me deram. Ela quase me puxou pro quarto deles. Tão grande quanto eu tinha esperado. A cama era enorme. Super king? Mal cabia uma cama de casal no meu quarto em casa. Tinha um sofá de tamanho normal e muitos armários e guarda-roupas. Acho que ela queria me deixar à vontade. Ela começou a se despir primeiro. Já tinha notado uns volumes na blusa dela. Ela nunca tirava o blazer no trabalho. Ela puxou a blusa folgada pela cabeça e jogou no sofá. Os peitos dela eram bem grandes. A região do mamilo do sutiã creme, a causa dos relevos que eu tinha visto. Ela desafivelou e jogou de lado. Ela não estava errada sobre o que estava debaixo das roupas.

Em volta de cada mamilo, um disco de metal que parecia estar gravado. Eram mantidos no lugar por uma barra através de cada mamilo. Considerando o tamanho dos peitos dela, pouquíssima flacidez. Mal conseguia tirar os olhos do que estava debaixo do sutiã. Tentando me concentrar, ela tinha um piercing no umbigo. Pro meu benefício, ela colocou uma mão debaixo de cada peito, levantou eles e juntou. Ela definitivamente ia ficar desapontada com o que eu tinha pra oferecer em troca.

Ela desfez a saia, um modelo envelope. Caiu no chão. Sem meias, só um triângulo pequeno de material sedoso creme. A borda inferior já desaparecendo entre os lábios da boceta. Sem disfarçar outro volume. Tinha que ser outro piercing. Ela desfez os laços nas laterais e deixou a fita e o triângulo caírem. Tão careca quanto minha boceta, mas mais inchada. Um aro grosso de metal através do capuz do clitóris. O visual geral, impressionante. Um pouco mais alta que eu, mais larga mas nada gorda. Ela se abaixou pra pegar a saia e a tanga. Ao fazer isso, virou a bunda pra mim. Minha mãe aprovaria. Entre as nádegas dela, a base de uma joia vermelha brilhante de um plug anal. Ela não tinha pressa em se levantar. Garantindo que eu tivesse uma boa vista.

Conseguia sentir o Oliveiro atrás de mim. Os braços dele apareceram em volta da minha cintura. Ele estava usando uma camisa de manga comprida. Os braços dele agora estavam nus. Será que ele tinha se despido enquanto eu assistia a Diana? As mãos habilidosas dele desabotoaram os botões do meu vestido e deslizaram pra trás dos meus ombros. Senti a respiração dele na parte baixa das minhas costas enquanto ele baixava meu vestido pro chão. Saí dele e ele jogou pra Diana. Ela colocou com as roupas dela.

Os lábios dele roçaram a nuca do meu pescoço. Mandou um arrepio pelo meu corpo. Ele desfez meu sutiã. A Diana se moveu pra frente, segurando as alças dos ombros e levantou. Gosto dos meus mamilos, mas meus peitos não são tão grandes e caem mais que os da Diana. Ela passou a palma da mão pelos dois meus mamilos. Enquanto fazia isso, o Oliveiro estava deslizando minha calcinha pra baixo. Um beijo plantado em cada nádega. Quando chegou nos meus pés, saí delas. De novo foram jogadas pra Diana. Em vez de jogá-las no sofá, ela levantou o gancho pro nariz e cheirou profundamente.

O Oliveiro tinha visto só minhas costas. A mão dele deslizou pela fenda da minha bunda e entre minhas pernas. Todo o caminho até meu monte púbico liso. Ele removeu a mão e o corpo nu dele tocou minhas costas. Ele sussurrou no meu ouvido:

"Incrível."

A Diana se aproximou de mim. Os peitos dela contra os meus, fui segurada firme entre eles. Ela pegou minha cabeça nas mãos e beijou meus lábios. Mais macio e gentil que qualquer homem. Eles estavam fazendo o que queriam comigo. Decidi que era hora de entrar na jogada. Deslizei minhas mãos pelas costas da Diana e segurei as nádegas dela. Maiores que as minhas, mas com sensação parecida. Levemente firmes. Deslizei minha mão direita entre nós e segurei o aro no capuz do clitóris dela. Não fazia ideia sobre nada assim. Doía? Quão gentil você tinha que ser? Decidi não forçar a sorte. Deslizei minha mão mais pra baixo. Ela mexeu os pés levemente. Toda a vulva dela parecia maior que a minha. Os lábios internos pra fora, molhados ao toque. Ela suspirou.

Enquanto isso, o Oliveiro estava arriscando a sorte. Um dedo molhado, saliva?, passou pra frente e pra trás pelo meu ânus. Arqueei minhas costas levemente empurrando minha bunda pra trás. Senti o dedo dele empurrar pra dentro. Ele mordeu meu lóbulo da orelha e sussurrou:

"Menina levada."

Fazia tempo que alguém não me chamava de menina. A Diana se afastou e foi pra minha direita. O Oliveiro me girou e me beijou. Conseguia sentir o pau dele contra meu abdômen. Definitivamente não enorme. Graças a Deus. Deslizei minha mão pra baixo pra sentir. Puxei pra trás instantaneamente. A Diana, agora nas minhas costas disse:

"São chamadas de pérolas. Não se assuste."

Coloquei minha mão de volta. Desci devagar da cabeça dele. Circuncidado. Lindo e liso, não muito grande. Ao longo do eixo vários caroços debaixo da pele, talvez do tamanho de uma ervilha ou um pouco menor. Longo, talvez uns dezoito centímetros, mas não grosso. Como eu e a Diana, nem um pelo pra sentir, mesmo no saco grande. O pau dele era um pouco mais longo que a média. As bolas muito maiores que qualquer uma que eu tinha segurado.

A Diana se afastou. O Oliveiro me pegou no colo e me carregou até a cama. Ele me depositou uns quinze centímetros do pé da cama. Esperava que ele continuasse. Em vez disso, a Diana ficou no pé da cama, levantou minhas pernas, se inclinou e começou a lamber e chupar minha boceta. Levantando minha cabeça levemente, o Oliveiro tinha ficado atrás dela, agarrou os quadris dela e enfiou na boceta dela. Como seria a sensação com aqueles caroços no pau dele?

Será que ela tinha recebido um sinal do Oliveiro? Enquanto ela chupava forte no meu clitóris, senti meu cu sendo esticado. Aquilo era mais de um dedo. Ela estava deslizando pra dentro e pra fora. Isso continuou por um tempo. Foi incrível.

"AI! AI! AAAAHHH!"

Aquilo foi intenso. Sem trégua. Não mais que uns dois minutos depois, gozei de novo:

"PORRAAAAA!"

Meu clitóris estava pulsando, meu ânus contraindo. Ela soltou os lábios do meu clitóris, os dedos saíram do meu ânus. Ela se levantou. Em algum momento o Oliveiro tinha parado de foder ela. Estava perdida demais pra saber quando. Ele segurou minhas pernas pra cima e empurrou só a cabeça do pau dele dentro de mim. Devagar, pérola por pérola, ele deslizou o eixo pra dentro de mim. Uma sensação estranha. Totalmente encaixado, ele retirou. As estocadas longas, lentas e deliberadas. Quanto mais ele continuava, mais rápidas as investidas. Eu estava prestes a explodir. A Diana colocou a mão no meu monte púbico, puxou pra cima e esfregou o dedo indicador diretamente no meu clitóris.

"AAAAAAHHH!"

Será que eu esguichei de verdade? Não tenho ideia. Seja lá o que aconteceu, eu estava muito molhada. O Oliveiro ainda segurava minhas pernas. Ele retirou o pau. As mãos da Diana estavam em todo lugar. Sentindo pra baixo, ela segurou ele e empurrou contra meu ânus. Nunca tinha feito anal depois de gozar. Estava pulsando e contraindo. Empurrei pra fora com força.

"Aaaai."

Porra, ele estava dentro. Parecia uma pérola dentro antes dele gozar. A Diana se aproximou de mim. Ela beijou meus lábios. Aquilo foi extremo e intenso e não acho que ela tinha gozado. Ela não parecia se importar, estava sorrindo. O Oliveiro retirou o pau, caminhou até a porta, saiu, fechando atrás dele.

"Só nós duas agora." Ela disse.

Ouvi água correndo. Presumivelmente o Oliveiro no chuveiro. Acho que ela sabia que eu precisava me recuperar. Ela só me segurou nos braços. Quando comecei a me sentir mais relaxada e coerente, acariciei o peito esquerdo dela e comecei a passar os dedos no piercing e no pequeno disco atrás dele.

"Gostou deles?"

"Dos seus peitos ou das joias? Ambos são ótimos."

Empurrei ela de costas e coloquei o mamilo dela na minha boca. Uma sensação interessante. Carne e metal. Afaguei o outro. A carne de ambos enrugou e ficou ereto. Será que os discos machucavam? Peguei uma barra entre o dedo e o polegar e puxei levemente. Ela ofegou. Mordi o outro. Ela gemeu. Será que ela gostava de coisas brutas? Mordi no mamilo dela.

Ela deu risada. Montei nos quadris dela e comecei a beijar, chupar e morder os peitos e mamilos dela. Deslizei minhas mãos pelas laterais dela. Pele adorável e macia. Desci pelo corpo dela beijando o abdômen enquanto ia. Até puxei o aro do umbigo com os lábios. Meus pés deslizaram pelas pernas dela. Levantei um joelho de cada vez pra trazer entre as pernas dela. Levantei as coxas dela. Ela puxou pra trás, de modo que a frente das coxas estava quase na barriga. A vulva dela protuberante de forma sedutora. Também trouxe a base do plug com joia à vista.

Deslizei pra baixo e comecei a passar minha língua pelos lábios externos dela. Macios e levemente enrugados. Os lábios internos se estendendo uns dois centímetros ou mais. Peguei entre meus lábios e apertei. Ela estava tão molhada quanto eu me imaginava. Comecei a explorar com meus dedos. Dedos do meio, um em cada lábio interno dela, puxando-os pra parte. Bem aberta com pouco esforço. Parecia que ela conseguia aguentar um pau enorme. Até o buraquinho do xixi dela parecia grande. Tinha me olhado num espelho. Minha uretra era minúscula comparada à dela. Já tinha ouvido falar de pessoas enfiando coisas lá. Será que ela fazia? Segurei o piercing do capuz, movi em direções diferentes segurando longe do corpo dela. O clitóris dela exposto parecia lindo. Maior que o meu, mesmo quando eu chegava ao orgasmo.

Comecei a passar minha língua pra cima e pra baixo pela boceta escancarada dela. Sem enrolação.

"Chupa meu clitóris. Chupa forte."

Segurei o aro entre o dedo indicador e o polegar esquerdo e fiz como ela pediu. Ela estava começando a empurrar os quadris pra cima na minha boca. Lembrando do que ela tinha feito comigo, coloquei minha mão direita no plug dela. Puxei. Levou algum esforço. Então um alívio repentino. Estava fora.

"Aaaai."

Levantei pra olhar. Caramba, era enorme. Quase cinco centímetros de largura. Coloquei a ponta contra o ânus dela e empurrei levemente. Comecei a foder a bunda dela com aquilo. Empurrando até a extensão mais larga, mas não deixando passar além.

"Sua vadia! AAAAAHHH!"

Empurrei o plug até o fim.

"MERDA."

Continuei chupando. Ela estava ofegando forte. Quando o segundo orgasmo bateu, puxei o plug pra fora.

"NÃÃÃÃOOO!"

Ela estava sacudindo e tremendo. Será que tinha ido longe demais? Sido bruta demais?

"Desculpa." Eu disse.

Subi na cama e ajoelhei ao lado dela. Estava genuinamente preocupada com ela. Ela olhou. Deve ter visto a expressão de pânico no meu rosto. Ainda respirando forte, ela esticou a mão e acariciou meu joelho. Alguns segundos depois, ela sorriu.

"Não se preocupa. Se você realmente me machucasse, ia saber. Seja tão bruta quanto quiser. Foi incrível. Tô feliz de ter arriscado."

"Eu também. Embora ter o Oliveiro gozando no meu cu da primeira vez tenha sido meio surpresa. Por que ele saiu?"

"Você é minha descoberta. Se quiser, vai ter muito tempo pros três."

Foi assim que encontrei o que estava procurando. Sem necessidade de outro casamento. Sem culpa ou sentimentos estranhos, como tive com meus pais. Sem laços, sem pressão, só sexo e diversão. Passei a maioria dos fins de semana com eles, dias de semana na minha casa. Nas semanas seguintes, aprendi muito sobre eles, tanto no quarto quanto conversando com a Diana.

Foi uma educação reveladora. O Oliveiro também tinha um plug anal inserido quando me fodeu. A Diana me ensinou como usar uma cinta nele. As gozadas dele eram incríveis. Os dois usavam sondas de metal nas uretras. Parecia interessante, mas me dava vontade de cruzar as pernas. Nunca houve pressão em mim pra tentar nada assim se não quisesse. Eu me acostumei a usar plugs anais. Nada como o tamanho que minha mãe ou a Diana usavam. Era divertido estar no trabalho e contar pra minha chefe o que estava no meu cu. Ela gostava, como pensei, de coisas grandes. A coleção de brinquedos sexuais dela era extensa, longa e grossa. Grande demais pra mim. Não que eu precisasse de coisas assim quando estava com eles.

Meu trabalho e vida pessoal, agora em pé de igualdade ótimos. Sem necessidade de contar pros meus pais sobre o Oliveiro e a Diana. Pelo que eles sabem, me acostumei com a vida de solteira, morando sozinha. Nem de confessar meu interlúdio incestuoso. No entanto, quase deixei escapar quando contei pra Diana que tinha experimentado chupar e ser fodida por um pau enorme. Tenho a impressão de que o Oliveiro e a Diana não se importariam, mas não é algo que estou preparada pra compartilhar. Apesar desse quase vacilo, tudo está certo no meu mundo.

***

FIM!!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive oincestuoso a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Listas em que este conto está presente