O calor de Arroio do Sal parecia diferente naquele fim de semana. Talvez fosse o sol mais forte… ou talvez fosse eu. Era sexta-feira cedo quando chegamos na casa alugada. Eu, meu marido e minha mãe. A pressa de arrumar tudo não era só para aproveitar o dia — era aquela ansiedade silenciosa de quem sabe que algo pode acontecer. Coloquei um dos biquínis novos ainda pela manhã. Fio dental, fino demais para passar despercebido. Quando saí do quarto, senti o olhar do meu marido me percorrendo inteiro. — Vai assim pra praia? — ele perguntou, com um meio sorriso que eu conhecia bem. — Você que me deu o dinheiro pra comprar, respondi, provocando. Ele riu baixo. — Eu sei… e gosto quando te olham. A praia estava cheia, mesmo sendo meio de mês. Caminhei pela areia sentindo os olhares grudarem em mim. Meu bumbum chamava atenção, eu sabia. Cada passo parecia calculado, mesmo sem ser. Sentei na canga e me inclinei de propósito para passar protetor. — Tá todo mundo te olhando, ele murmurou no meu ouvido. — E você gosta, respondi sem encará-lo. — Gosto de ver você assim… desejada. Ficamos ali até o fim da tarde. O calor, os corpos, a tensão. Eu sentia algo crescendo, um incômodo bom, quase perigoso.Antes de chegar no mercado, paramos na sorveteria. Meu marido entrou pra escolher os sabores, e eu fiquei do lado de fora, encostada no balcão, sentindo o corpo ainda quente do sol da praia. Foi ali que Bruno apareceu. — De novo você, ele disse, com aquele sorriso calmo de quem sabe o efeito que causa. Olhei pra ele com mais atenção. Forte, definido, barba marcada. Aquele tipo de homem que a gente olha e já imagina como seria sentir ele perto demais. — Você me seguindo agora? — perguntei, meio rindo. — Prefiro pensar que é o destino facilitando, respondeu. Ele ficou ao meu lado, sem tocar, mas perto o suficiente pra me deixar consciente de cada respiração. — Teu marido tá ali dentro, eu disse. — Eu sei, ele respondeu. Mas você não parece desconfortável. Engoli seco. — Você é direto. — E você gosta, ele falou, me encarando. Olhei rápido pra dentro da sorveteria. Meu marido ainda conversava com o atendente, distraído. — Qual teu nome? — Bruno perguntou. — Pra quê? — Pra não te esquecer quando for embora. Suspirei, já sabendo que não ia recuar. Peguei o celular. — É só conversa, falei. — Às vezes é só o começo, ele respondeu. Passei meu número. Nada além disso. Nenhum toque. Nenhuma promessa. — Eu vou te chamar, ele disse, guardando o celular. — A gente vê, respondi, tentando parecer tranquila. Bruno se afastou logo depois, sem olhar pra trás. Meu marido saiu da sorveteria segundos depois, com os sorvetes na mão. — Demorou, eu disse, forçando naturalidade. — Tava cheio, ele respondeu. Seguimos caminhando até o mercado como se nada tivesse acontecido. Mas eu sentia o peso do que tinha acabado de fazer no bolso, no celular, no corpo inteiro. Não era culpa. Era expectativa. E eu sabia que aquela mensagem… ia chegar. Saímos da sorveteria e caminhamos até o mercado. Eu e meu marido estávamos lado a lado, andando devagar, aproveitando o calor da tarde. Mas meu pensamento não parava de voltar pro Bruno. — Aquele cara que te chamou… Bruno, né? — ele começou, olhando pra mim. — É… — respondi, tentando não parecer nervosa. — Ele é do tipo que insiste, né? Sorri de leve, lembrando do jeito que ele tinha me olhado na sorveteria. — Acho que sim… — falei baixinho. — Então a gente precisa planejar o que fazer se ele mandar mensagem, disse ele, se inclinando pra mim. Meu corpo inteiro reagiu à ideia de jogar esse jogo com ele. — E com a minha mãe? — perguntei. — A gente finge que você vai dar uma volta com ela, olhar umas lojinhas. Ela não vai desconfiar de nada. Sorri, já sentindo a tensão aumentar. — Certo. Aí mais tarde eu comento que quero jogar sinuca com você… ela nem vai querer ir. — Perfeito, ele disse, segurando minha mão. E enquanto isso… se o Bruno mandar mensagem, a gente decide juntos. Depois de tudo combinado, saí com minha mãe pelo centro, fingindo interesse nas lojas. Caminhávamos devagar, ela olhando vitrines, eu contando os segundos pra receber uma mensagem. E então… vibrou meu celular. Bruno: Oi… te vi mais cedo. Ainda tá por aí? Meu coração disparou. Olhei ao redor, minha mãe concentrada em escolher uma blusa, e rapidamente mandei mensagem pro meu marido. Eu (pro marido): Ele mandou msg… o que eu falo? Resposta quase imediata: Marido: Fica calma. Diz que tá com tua mãe. Sem entregar nada. Respirei fundo e escrevi: Eu (pro Bruno): Tô com a minha mãe dando uma volta. A resposta veio quase na hora: Bruno: Entendi… mas mais tarde você fica livre? Senti meu corpo inteiro reagir. Olhei para o celular e então mandei outra mensagem pro meu marido pedindo orientação: Eu (pro marido): Ele quer saber se fico livre… o que eu falo? Ele respondeu devagar, firme, como sempre: Marido: Diz que talvez. Sem prometer nada. Deixa ele querer. Digitei a resposta e olhei de novo ao redor. A mãe nem desconfiava de nada. Eu: Talvez mais tarde sim… Não demorou pra ele responder: Bruno: Então podemos nos ver… jogar uma sinuca, conversar um pouco? Meus dedos tremiam. Olhei pra minha mãe, que ainda não tinha percebido nada. Parecia impossível fingir normalidade. Mais uma vez, mandei uma mensagem pro meu marido, quase sussurrando para mim mesma: Eu: Ele quer jogar sinuca… o que eu falo? Ele respondeu rápido, como se estivesse ali comigo, conspirando: Marido: Deixa ele querer. Diz que a gente vê mais tarde. E me mostra cada mensagem. Suspirei fundo e escrevi de volta pro Bruno: Eu: A gente vê mais tarde… Coloquei o celular no bolso, tentando focar na minha mãe, mas cada vibração futura era como uma pequena explosão no meu corpo. Meu marido, em casa, provavelmente estava sorrindo sozinho, sabendo exatamente o efeito que aquele jogo tinha sobre nós dois. Eu podia sentir: aquela noite ia ser longa, cheia de expectativa, e o jogo só estava começando. A noite caiu em Arroio do Sal com aquele calor que não vai embora nem depois do sol sumir. Jantamos os três juntos, minha mãe comentando coisas banais do dia, enquanto eu mal conseguia prestar atenção. Meu celular estava em cima da mesa, silencioso, mas parecia pulsar. Meu marido me olhava de vez em quando. Não era um olhar comum — era cúmplice. Ele sabia que, a qualquer momento, tudo podia mudar. Depois do jantar, como combinado, lancei a ideia. — Vou dar uma volta ali no centro… talvez jogar uma sinuca — falei, casual, enquanto recolhia os pratos. Minha mãe nem levantou a cabeça. — Vai lá. Eu tô cansada, vou deitar cedo. Meu marido pegou a chave antes mesmo de eu terminar a frase. — Então vamos. Saímos caminhando lado a lado pela rua iluminada pelos postes baixos. O barulho distante do mar misturado com música vindo dos bares. Dei uma olhada no celular. Nenhuma mensagem nova… ainda. — Tá nervosa? — ele perguntou, quebrando o silêncio. — Um pouco… — confessei. — E você? Ele sorriu. — Tô excitado pra caralho. Meu estômago revirou. Não demorou muito até o celular vibrar. Bruno: Tô no bar da esquina da praça. Sinuca tá liberada 😉 Mostrei a mensagem pro meu marido sem dizer nada. Ele leu devagar, depois levantou o olhar pra mim. — Agora começa a parte boa — disse. — A gente vai até lá. Você fica natural. Eu observo. — E se ele tentar algo? — Se tentar, você decide até onde vai… e me olha antes. Entramos no bar. Luz baixa, cheiro de cerveja, som de conversa misturado com música. Bruno estava encostado na mesa de sinuca, camiseta justa, como se tivesse escolhido a roupa com cuidado demais. Quando me viu, abriu um sorriso lento. — Achei que não vinha. — Eu disse “talvez”, respondi, provocando. Ele olhou rápido pro meu marido, avaliando. — Então… vamos jogar? Meu marido assentiu, tranquilo demais. — Claro. Durante o jogo, Bruno ficava perto. Às vezes demais. O braço dele roçava no meu quando eu me inclinava pra bater a bola. Nada explícito, mas carregado de intenção. Eu sentia o olhar do meu marido em mim o tempo todo, atento, aprovando. — Você joga bem — Bruno disse no meu ouvido, baixo demais pra ser casual. Olhei de relance pro meu marido. Ele segurava o taco, parado, me observando. Um leve sorriso no canto da boca. — Obrigada — respondi, mantendo a voz firme. Bruno se aproximou mais um pouco. — Teu marido parece tranquilo demais… — Ele confia em mim — falei. — E você? — ele perguntou. — Confia em si mesma? O silêncio entre nós durou um segundo a mais do que devia. A tensão estava ali, viva, circulando entre os três. E aquela noite… ainda estava só começando Bruno quebrou o silêncio com um sorriso torto e voltou a jogar. Cada tacada parecia pensada pra me manter por perto. Quando eu me inclinava, sentia o calor do corpo dele atrás de mim, próximo demais pra ser coincidência. — Se inclina mais assim… — ele murmurou, fingindo ensinar. — Fica mais fácil acertar. Um arrepio subiu pela minha nuca. O vestido leve marcava meu corpo, e eu sabia que ele reparava. E sabia também que meu marido via tudo. Levantei o olhar devagar, procurando meu marido. Ele estava encostado na parede, braços cruzados, observando a cena com atenção. Quando nossos olhos se encontraram, ele não desviou. Apenas inclinou a cabeça, num gesto mínimo, silencioso. Permissão. Bruno se aproximou ainda mais. O braço dele encostou na minha cintura. Não foi um toque claro — foi aquele contato sutil que diz mais do que parece. — Você percebe quando faz isso? — ele perguntou, baixo. — Eu não faço nada — respondi quase num sussurro. — Só tô aqui. Ele riu perto do meu ouvido. — Às vezes isso já basta. O cheiro dele me deixou meio tonta por um segundo. Meu corpo reagia sozinho. A respiração mais pesada. As pernas um pouco fracas. — Sua vez — ele disse, me entregando o taco. Peguei, mas antes de me afastar senti a mão dele firme na minha cintura. Dessa vez não foi disfarce. Foi claro. Presente. Meu coração acelerou. Olhei de novo pro meu marido. Ele observava a cena com atenção intensa. Não havia desconforto no olhar dele. Havia algo diferente. Aprovação. Interesse. Controle. Aproximei os lábios do ouvido do Bruno. — Não exagera… — avisei. — Ou o quê? — ele provocou. Antes que eu respondesse, senti outra presença. A mão do meu marido surgiu na minha outra cintura, quente e segura. Ele se aproximou por trás de mim, colando o corpo só o suficiente pra eu perceber que ele estava ali. — Ela pediu pra ir com calma — meu marido disse, tranquilo. — E eu concordo. Ficar entre os dois, assim, fez meu corpo reagir de um jeito difícil de disfarçar. Um de cada lado. Atenções divididas. Olhares atentos. Bruno soltou minha cintura devagar, mas o olhar dele ficou ainda mais intenso. — Entendi… — disse. — Vocês funcionam juntos. Meu marido sorriu perto do meu ouvido. — A gente gosta de observar até onde ela vai. Engoli em seco. Porque era verdade: eu estava no centro da situação. E nunca tinha me sentido tão desejada. — Vamos sentar um pouco — sugeri, tentando parecer calma. — Tá quente aqui. Os dois concordaram. Sentamos numa mesa mais afastada. Meu marido ficou ao meu lado. Bruno à frente. As pernas dele relaxadas. As minhas inquietas. Sentia o joelho do meu marido encostando no meu de leve, como um lembrete silencioso. Bruno passou a língua pelos lábios antes de falar: — Você é ainda mais bonita de perto. Meu marido não interrompeu. Eu sorri. — Cuidado com o que diz… — Ou ele fica incomodado? — Bruno provocou. Meu marido se inclinou um pouco, colocando a mão na minha coxa, subindo devagar, sem pressa. — Não… — respondeu. — Ele gosta. O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado. Eu sentia o toque do meu marido ali, constante. O olhar de Bruno atento a cada reação minha. Minha respiração já não estava tão controlada. E eu percebia uma coisa com clareza: aquela noite não ia terminar naquele bar. Saímos do bar e caminhamos pelas ruas iluminadas pelos postes baixos. O ar da noite estava quente, misturado com a brisa do mar, e cada passo parecia aumentar a expectativa. Eu sentia o olhar de Bruno sobre mim, atento a cada gesto, cada movimento. No meio do caminho, paramos por um instante perto de uma esquina. Ele se aproximou devagar, com aquele sorriso tranquilo, e encostou perto de mim. Meu coração acelerou sem que eu entendesse direito por quê. E então, sem que eu percebesse, ele me beijou. Um beijo rápido, mas intenso o suficiente para que eu sentisse uma mistura de surpresa e curiosidade. Eu fiquei por alguns segundos olhando nos olhos dele, tentando processar o que tinha acontecido, enquanto ele apenas sorria, como se dissesse que não precisava de palavras. Meu marido caminhava ao lado, tranquilo, talvez já percebendo a tensão no ar, mas confiando em mim. Eu apenas respirei fundo, sentindo a adrenalina da noite, a expectativa do que ainda estava por vir, e continuei andando, com o coração batendo mais rápido do que deveria. No caminho, meu marido olhou para nós dois e riu baixo: — Ooo minha gente, vamos pra casa… ainda tem uns conhecidos da nossa cidade por aqui, não quero confusão — disse, tentando parecer casual, mas eu sabia que era só um alerta. Bruno sorriu de leve, um sorriso tranquilo, sem pressa. Ele entendeu imediatamente a mensagem: respeitar o momento, não forçar nada, se manter paciente. Havia algo em seu olhar que mostrava que ele compreendia tudo, sem precisar de palavras. Eu senti uma onda de alívio e confiança. Ele não estava apenas interessado, estava respeitando nossos limites, mostrando que podia guardar sigilo, que estava ali para nós, para aquele momento, e nada mais. Meu marido continuou andando à frente, conversando sobre assuntos banais, e eu percebi a pequena troca de olhares entre Bruno e eu. Um entendimento silencioso, uma promessa tácita de que ele sabia como se comportar, que confiava em nós e que nós podíamos confiar nele. A caminhada seguiu tranquila, com o clima ainda carregado de tensão, mas agora misturado com segurança, cumplicidade e expectativa do que estava por vir. Chegamos à casa de Bruno, e assim que atravessamos a porta, ele se aproximou devagar, quase grudando em mim. Abraçou-me de lado, encostando o corpo no meu de um jeito provocante, mas ainda sutil, quase como se testasse os limites sem ultrapassá-los. Eu senti aquele arrepio conhecido, misturado de surpresa e expectativa. — Fica à vontade — ele disse, com um sorriso malicioso nos lábios —, pega uma bebida, relaxa… antes de eu fazer qualquer coisa, quero que vocês se sintam bem aqui. Ele nos ofereceu copos com bebidas, e eu notei como ele mantinha o olhar em mim, atento, provocando, mas sem pressa, deixando que a tensão crescesse naturalmente. Meu marido aceitou a bebida, tranquilo, e eu pude sentir a presença de Bruno perto de mim, cada gesto, cada toque leve no braço ou na cintura, como se estivesse insinuando algo, mas respeitando o espaço. O clima na sala era carregado de expectativa. Cada sorriso dele, cada gesto de provocação, mostrava paciência e cuidado. Ele sabia o que queria, mas deixava claro que não ia forçar nada — que estava ali para nós, para o momento, para a tensão que crescia a cada segundo. Eu respirei fundo, sentindo aquela mistura de curiosidade e desejo, sabendo que Bruno estava completamente atento, leal e discreto, pronto para agir apenas quando todos estivéssemos confortáveis e alinhados. Chegamos à casa de Bruno e a primeira coisa que senti foi o ar diferente ali dentro. Ele nos recebeu com um sorriso tranquilo, oferecendo bebidas e nos dizendo para ficarmos à vontade. A tensão já estava presente, mas a maneira como ele conduzia tudo era paciente, respeitosa, como se entendesse exatamente o que estava acontecendo. Enquanto nos acomodávamos, Bruno se aproximou, encostando de leve em mim, provocando com olhares e gestos sutis. Meu marido estava ao meu lado, atento e tranquilo, me dando segurança. Cada beijo dele, cada toque, mesmo discreto, me deixava mais relaxada e confiante para sentir a presença de Bruno, … O ambiente estava carregado de expectativa. Bruno sem camisa, meu marido também, e eu ainda de vestido, com apenas alguns detalhes visíveis, … O calor do momento se misturava com a sensação de segurança, cumplicidade e leve provocação. Cada gesto, cada aproximação, cada olhar, deixava tudo mais intenso. Bruno era paciente, mas provocante; meu marido participava com beijos, toques suaves e apoio, tornando o clima ainda mais envolvente. Eu me sentia totalmente cercada por atenção, desejo e cumplicidade, consciente de cada movimento, de cada olhar e da tensão crescente entre nós. A noite ainda estava começando, mas já se sentia que tudo ali era carregado de emoção, expectativa e entrega Os beijos começaram sem aviso. Meu marido e o Bruno me cercaram, as bocas quentes, famintas. As mãos deles subiam e desciam pelo meu corpo enquanto o vestido era levantado, puxado, até sair completamente. A calcinha veio logo depois, o sutiã em seguida. Fiquei nua entre os dois.
Eles ainda estavam só de calção de praia, mas dava pra ver claramente o volume duro marcando o tecido. As duas rolas duras, expostas, enquanto eu era beijada dos dois lados. Meu marido beijava minha boca, meu pescoço. Bruno tomava meus seios com força, apertando, chupando, me fazendo arfar.
Eu já estava completamente molhada. Meu corpo tremia. Meu marido percebeu. Ele sorriu, se afastou e se deitou no sofá da sala, totalmente pelado, começando a se tocar devagar, me olhando sem desviar os olhos.
Bruno me puxou com firmeza e me deitou. A boca dele desceu sem pressa, a língua explorando, me provocando até eu perder o controle. Eu gemia alto, sem conseguir conter. Meu corpo se arqueou quando gozei gostoso na boca dele.
Não demorou. Ele subiu por cima de mim e me penetrou ainda sensível. O prazer voltou mais forte, mais intenso, e eu gozei de novo, sentindo cada movimento dentro de mim.
Logo depois, ele me virou, me colocou de quatro. Os tapas vieram fortes na minha bunda, um atrás do outro, deixando minha pele quente, ardendo, enquanto ele continuava me fodendo com força, me deixando completamente satisfeita.
Eu via meu marido no sofá, se masturbando, gozando várias vezes, gemendo baixo enquanto assistia tudo. Aquilo me deixava ainda mais excitada.
Bruno dizia no meu ouvido:
— Não precisa limpar sua porra agora… depois a gente limpa. Agora é pra curtir o momento.
Ele se sentou no outro sofá. Eu fui até ele e me sentei, olhando direto pro meu marido enquanto tudo ainda escorria. A visão dele me fez gozar muito, o corpo todo reagindo de novo.
Foi só então que a realidade bateu. Olhei a hora no celular. Três da manhã.
O medo veio junto com o cansaço bom no corpo. Minha mãe podia desconfiar da demora. Ela sabia que a gente já não ia mais em festas.
Respirei fundo.
A noite tinha sido intensa demais pra ser esquecida.
E nada ali tinha sido por acaso. sai toda gozada , marido gozou bastante e dei um beijo no bruno ... bruno entao me disse : vai la e pode confia o que rolou aqui vai fica aqui entao me beijo e saimos ... marido e eu fomos para casa todo feliz, quando chegamos tomemos banho porque nos precisava da aquela transada , e dormimos e no amanhece falemos que fomos caminha na beira mar e se molhemos todos e entro areia