A Vontade que Não Cabe Mais no Peito

Um conto erótico de Doug88
Categoria: Gay
Contém 730 palavras
Data: 22/01/2026 14:44:56
Assuntos: Desejo, Gay, negros

Eu acordo todo dia com essa imagem na cabeça: um homem negro alto, forte, com pele escura brilhando de suor ou óleo, músculos definidos que se contraem quando ele se move, e aquele volume grosso marcando a cueca ou a calça jeans apertada. Ele me olha com um sorriso lento, confiante, daqueles que dizem “eu sei exatamente o que você quer, moreninho, e vou te dar devagarinho até você implorar”.

Tenho 30 anos, 1,80m, 90kg, corpo corpudo, bunda grande e redonda que sempre chamou atenção – mas ninguém nunca tocou do jeito que eu sonho. Sou virgem nisso, passivo total, e essa virgindade pesa. Não é vergonha, é fome. Uma fome que cresce toda vez que eu me pego no espelho, apertando minha própria bunda, imaginando mãos grandes e pretas agarrando com força, abrindo, separando, enquanto uma voz grave sussurra no meu ouvido: “Relaxa, gostoso… deixa eu entrar devagar”.

Eu imagino o encontro assim: talvez num bar discreto à noite, ou num app que eu entro escondido, coração acelerado. Ele aparece. Pele cor de ébano perfeita, dreads ou cabelo curto bem aparado, barba rala que arranha gostoso, braços grossos que me envolvem fácil. Ele é mais alto que eu, uns 1,90m, corpo esculpido de academia, mas com aquela carne gostosa que faz a gente querer morder. E entre as pernas… ah, caralho, ele é roludo mesmo. Grosso, pesado, veias marcadas, cabeça larga que eu sei que vai me abrir devagar, me fazer gemer alto sem nem conseguir me controlar.

No meu sonho, a gente não perde tempo com papo furado. Ele me puxa pra perto, mão na minha nuca, me beija com língua lenta, possessiva. Sinto o cheiro dele – perfume forte misturado com pele quente – e já fico duro só com isso. Ele desce a mão pelas minhas costas, aperta minha bunda com as duas palmas abertas, como se estivesse medindo, avaliando. “Essa bunda é minha hoje”, ele murmura, voz rouca. Eu só consigo assentir, pernas tremendo.

A gente vai pro quarto (ou pro carro, ou pro motel mais próximo – tanto faz, o desejo não espera). Ele me deita de bruços, tira minha roupa devagar, beijando cada pedaço de pele que aparece. Quando chego nu, ele separa minhas pernas, me olha exposto, vulnerável. “Olha só como você tá piscando pra mim, moreno… querendo tanto”. Ele passa o dedo na entrada, só circulando, me fazendo arquear as costas de tesão. Depois vem a língua – quente, molhada, lambendo devagar, abrindo caminho. Eu gemo alto, empinando mais, pedindo sem palavras.

Ele sobe em cima de mim, peito colado nas minhas costas, peso gostoso me prendendo na cama. Sinto o pau dele roçando entre minhas nádegas, grosso, quente, babando. “Vai devagar, por favor… é minha primeira vez”, eu sussurro, voz tremendo de nervoso e vontade. Ele ri baixo, beija minha nuca. “Eu cuido de você, gostoso. Relaxa e sente”.

Ele lubrifica tudo – dedos primeiro, um, depois dois, abrindo com calma, curvando pra acertar aquele ponto que me faz ver estrelas. Eu rebolo sem querer, implorando. Quando ele finalmente posiciona a cabeça na entrada, eu prendo a respiração. Ele empurra devagar, centímetro por centímetro, me enchendo de um jeito que dói gostoso no começo e vira prazer puro depois. “Isso… abre pra mim… assim, bem abertinho”. Eu gemo alto, agarrando o lençol, sentindo ele todo dentro, pulsando, me possuindo.

Aí começa o ritmo. Lento no início, pra eu acostumar, depois mais fundo, mais forte. Ele segura meus quadris, bate a virilha na minha bunda com força, o som da pele contra pele enchendo o quarto. “Tá gostando, né? Tá sentindo esse pau preto te fodendo gostoso?” Eu só consigo gemer “sim… porra… mais…”. Ele me vira de lado, levanta minha perna, entra de novo, me olhando nos olhos enquanto mete fundo. Beija minha boca enquanto goza dentro de mim, quente, muito, me enchendo até escorrer.

Depois, ele me abraça forte, ainda dentro, respirando no meu pescoço. “Você foi perfeito, moreninho. Primeira vez e já rebolou como se tivesse nascido pra isso”.

É isso que eu quero. Essa entrega total, esse prazer que consome, esse homem negro gostoso me tirando a virgindade com carinho e tesão ao mesmo tempo.

Se você é esse cara – negro, roludo, confiante, que sabe tratar um passivo virgem com vontade e cuidado – me procura. Estou aqui, louco de desejo, bunda grande pronta pra ser sua. Vamos fazer isso virar realidade???

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Seus sonhos e desejos são os mesmos de muita gente até de quem não é mais virgem assim como eu.

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