Era uma quarta-feira qualquer, perto do final do ano. Eu estava a 2 semanas dobrando no trabalho e queria relaxar um pouco.
Nessas horas, tudo passa pela cabeça, um contatinho, queimar uma erva, cervejinha no bar com os amigos. Mas eu precisava mesmo de buceta (e sem burocracia).
Depois de pensar no que fazer, resolvi experimentar uma coisa nova, um fetiche antigo: garota de programa.
Entrei num site qualquer e estava rolando a tela, procurando alguém que não parecesse fake. Foi aí que encontrei uma morena, com fotos sensuais, mas nada muito explícito e com rosto coberto, Sofhia. Vi alguns reviews positivos do atendimento e decidi arriscar. Entrei em contato, para me informar. Ela não cobrava tão caro, foi uma escolha certeira. Marquei para dali a 45 minutos. Corri para tomar banho, me depilar e arrumar. O anúncio era bem claro ao dizer que certas coisas dependiam da higiene. Passei meu melhor perfume e saí ao encontro dela.
Ao chegar, fui recepcionado na porta, a menina estava com uma lingerie que vestia perfeitamente. Era bem baixinha, cintura fina, curvas perfeitas. Ela me deu um selinho e pediu para entrar. Foi andando na frente, enquanto eu admirava a bunda gostosa dela, redonda, na medida perfeita. Eu ia ser muito feliz nas próximas horas.
No quarto, ela pediu que eu ficasse a vontade. Tirei o moletom e, quando fui pendurar a shoulder bag, caiu um Beck de dentro, que estava guardado pra depois. Ela viu e pegou, cheirou, disse que parecia ser das boas. Eu disse que era uma flor bem fresca e perguntei se ela não queria fumar antes de começar.
Ela riu e disse que costumava ficar bem safada ao fumar. Eu adorei ouvir aquilo, corri e peguei o isqueiro para acender. Era um beck grande, eu nunca fumaria um sozinho. Mas ela ajudou. Quando senti bater, eu me levantei e tirei a roupa, meu pau já estava duro desde a chegada. Sentei na cama e finalizamos a última pontinha. Ela colocou uma música e começou a dançar, passava a mão no corpo, tocava em mim as vezes. Meu pinto pulsava de tesão e eu assistia inerte aquela cena linda.
Quando a primeira música acabou ela abaixou a calcinha e subiu na cama. Eu estava encostado na cabeceira e ela veio andando até encostar a pepeca no meu rosto.
Eu nem pensei direito, quae num reflexo instintivo, comecei a chupá-la. Ela me agarrou os cabelos e se esfregava na minha língua. Ela gemia bem baixinho, mas o corpo pressionava contra minha boca mais e mais.
Ela se afastou um pouco e agachou. Pegou uma camisinha na mesa de cabeceira e colocou no meu pau. Nem me perguntou nada, só sentou e começou quicar. A puta era boa, sentava firme, sem diminuir o ritmo. Olhava no meu olho e beijava na boca. Parecia uma namorada, de fato.
Eu aproveitava, o corpo arrepiado da lombra, a sensação da bucetinha me engolindo, além da música que me excitava. Ela se aproximava do meu ouvido e gemia, falava sacanagem.
- Que delícia, amor. Pauzao gostoso. Assim a sua putinha se apaixona.
Eu não resisti muito, sinceramente. Olhei pra ela e disse que ia gozar.
- Goza pra mim, gostoso. Solta todo o leitinho.
Ela ficou parada enquanto eu curtia o relaxamento do orgasmo. Enquanto olhava cada detalhe daquele momento, para manter tudo registrado. Ela se levantou depois e me ofereceu um papel para que eu descartasse a camisinha. Eu joguei tudo no lixo e voltei a sentar na cama. Ela deitou do meu lado e ficou passando a mão na minha coxa.
- Onde você arrumou essa erva? Tô me sentindo tão safada. - depois de dizer isso ela gargalhou.
- Um amigo de um amigo me passou o contato. Se quiser, eu mando pra ti.
- Não. Não sou fã de falar com traficante.
Ela ria a cada frase, completamente chapada.
- Então eu trago pra ti se vier aqui novamente.
- Já tá pensando em voltar é? O chá da gatinha aqui vale a pena né?
- Volto, mas só se pagar o boquete que me deve.
Ela riu e botou a mão na minha rola. Começou a punhetar e, quando viu que estava duro, começou a mamar. Era minha primeira experiência com puta, mas imagino que a rodagem delas explica aquele talento. Boquete perfeito, babado, até o final. Ela chupava o saco, punhetava, lambia cada centímetro dele. Meu pau tava duro igual concreto. Só deus sabe o que eu daria pra comer a buceta dela no pelo mesmo.
Mas, nem tudo é possível. Ela pegou outra camisinha e colocou assim que eu pedi. Me levantei e disse que ela ficasse de quatro. Ela empinou a bunda pra mim e arqueou bem as costas. Encostei atrás e introduzi até o final. Passe o definhou em cima do cuzinho, mas fui repreendido.
- Pode foder com vontade, gato. Mas aí é proibido, tá bom?
Eu voltei a me concentrar em foder apenas. Comecei a meter bem firme, ia socando até sentir minhas bolas batendo na buceta. Ela virou e pediu que eu batesse na bunda. Não pensei duas vezes.
Dava tapas aumentando a força até sentir o limite e Sofhia dava gritinhos deliciosos a cada um deles.
As vezes, dava até um soco na costela, para ver sua reação. Mas ela só gemia e me deixava seguir. Novamente, não resisti aquele rabo e gozei. Dessa vez, ela ficou mais quieta, senti a buceta contrair, o corpo se inclinar mais e ela gemer mais alto, enquanto apertava o lençol sob as mãos.
Posso ter sido enganado, mas prefiro acreditar que ela gozou.
Depois dessa, a minha hora estava quase no final. Aproveitei para tomar um banho rápido, acertei o pagamento e me despedi. Ela me acompanhou até a porta e me deu um beijo quente para finalizar.
Dali, fui pro bar, tomei umas e voltei pra casa.
O contato de Sofhia ficou salvo. Para que eu tenha a mão, sempre que preciso, uma do job gostosa...