A festa anual de verão da empresa tinha se superado esse ano. Alugaram uma chácara nos arredores da cidade, gramados largos e verdes, tendas brancas de lona, e luzinhas de LED prontas pra piscar quando o crepúsculo chegasse. Um trio de jazz tocava versões lentas e conhecidas num palquinho montado perto das cercas vivas, enquanto bandejas de caipirinhas e espetinhos circulavam sem esforço pela multidão.
Era o tipo de lugar onde o pessoal afrouxava a gravata mas ainda tentava impressionar.
Foi aí que eu a vi — Ana, grávida de oito meses.
Ela estava na beirada do terraço, não muito longe do jardim de rosas, tomando água com gás num copo alto. Oito meses de gravidez, talvez mais, dava pra ver claramente, lindamente. A barriga dela se arqueava pra fora sob um vestido amarelo claro, algodão ou linho, amarrado logo acima da cintura com um laço macio. O tecido flutuava em volta dela como luz do sol transformada em pano. Uma mão descansava levemente na curva da barriga, a outra prendia uma mecha de cabelo atrás da orelha. Ela parecia serena. Completamente à vontade.
Reconheci ela imediatamente, e ao lado dela, Túlio, o marido, parecia mais relaxado do que eu tinha visto em anos. Ele usava uma camisa social casual, mangas arregaçadas, sapatos empoeirados de gramado. Um bom amigo meu. A gente começou na empresa mais ou menos na mesma época, mesma semana brutal de integração, mesma apresentação de madrugada pro cliente de Berlim em 2019. Ele era quieto mas afiado, o tipo de pessoa que captava tudo sem falar muito. A gente tinha trocado mais que alguns olhares secos em reuniões de segunda-feira caóticas.
Ele e a Ana tinham casado ano passado. E agora ela estava ali: radiante na hora dourada, a mão descansando protetoramente sobre a vida que ela carregava.
Eles formavam um par interessante. A quietude pensativa e introspectiva dela equilibrada pela calma enraizada dele. Alguns chamavam ele de chato. Eu sempre achei que ele só se movia numa frequência mais baixa. Naquela noite, quase parecia que a festa se movia ao redor dela em vez de com ela, as pessoas orbitando gentilmente, atraídas pelo brilho.
Todo mundo queria cumprimentá-la, tocar a barriga arredondada como se guardasse algum tipo de benção.
Mais tarde, quando as luzinhas piscaram e o vinho soltou as conversas, me peguei observando ela de novo. A gente não tinha conversado desde aquela noite, o beijo quieto e roubado na cozinha dela, um ano atrás agora. Nunca falamos sobre isso. Não precisávamos. Mas eu ainda carregava aquilo comigo, como um bilhete dobrado no bolso de um paletó.
Ela estava sozinha agora, de frente pro jardim, embalando a barriga distraidamente, como se estivesse ouvindo algo que só ela conseguia escutar.
Então eu fui até lá.
Ela me viu se aproximando, e a expressão dela mudou — não alarme, não surpresa, mas algo mais suave. Uma hesitação, talvez. Ela ofereceu um sorriso educado, do tipo que você dá pra alguém que você não tem certeza se deveria sentir falta.
— E aí — eu disse baixinho.
Olhei pra baixo, de repente consciente do milagre quieto na minha frente. O vestido dela, amarelo claro, com botõezinhos brancos descendo pela frente, tremulava levemente na brisa da noite. A barriga estava cheia, lindamente redonda, do tipo que quase exigia reverência. Não só porque sinalizava vida nova, mas porque ela usava aquilo com tanta graça, com uma facilidade que eu não conseguia deixar de admirar.
— Oi — a voz dela era leve, meio aérea. Ela olhou pra baixo pro copo, depois de volta pra mim. — Não esperava te ver aqui hoje.
— Pensei a mesma coisa.
Um silêncio curto caiu entre a gente. A brisa mexeu na barra do vestido dela, e o cheiro de alecrim dos vasos próximos flutuou até nós. Fiz um gesto em direção à barriga dela, um sorriso cauteloso no rosto.
— Você está... linda — eu disse, com toda sinceridade.
Ela exalou, quase riu, como se não soubesse bem como receber aquilo. — Valeu. Eu me sinto... muito grande.
Os dois rimos. Ajudou, por um momento.
Então o silêncio voltou.
— Eu não tinha certeza se devia falar alguma coisa — admiti. — Sobre... bem. Da última vez.
O olhar dela permaneceu no meu. Honesto. Firme.
— Eu também não.
Mais silêncio, mas dessa vez, pareceu cheio em vez de vazio. A mão dela descansou na barriga de novo, quase distraidamente.
— Isso não pode ser nada — ela disse finalmente. A voz estava baixa, mal acima da música de fundo e das conversas ao redor. — O que quer que tenha sido aquilo, na cozinha, não pode acontecer de novo.
Assenti devagar. — Eu sei.
— Eu amo o Túlio — ela continuou, os olhos fixos no jardim agora. — Esse bebê. Minha vida. Eu escolhi tudo isso.
— Eu sei — disse de novo, mais suave dessa vez. — Eu também.
Ficamos ali, lado a lado, sem tocar. Nem mesmo olhando um pro outro. Mas algo passou entre nós de qualquer jeito — não desejo, exatamente, mas um tipo de luto compartilhado por uma versão de nós mesmos que nunca teríamos a chance de explorar.
Depois de um momento, ela virou pra mim e deu o menor, mais triste sorriso.
— Acho que vou entrar — ela disse. — Começando a ficar cansada.
— Claro.
Ela virou, caminhou devagar de volta pra casa, graciosa, luminosa, quieta como sempre.
Fiquei ali um tempo mais, mãos nos bolsos, observando as luzinhas balançarem gentilmente acima.
O que quer que tivesse acendido entre nós uma vez, ainda estava ali. Mas também estava a linha que não poderíamos, e não iríamos, cruzar.
Não mais.
***
# O Brilho da Ana Grávida 2 - Os Tempos de Escola
Não foi dramático naquela época também — nada que você chamaria de "romance de colégio". Nunca fomos oficialmente um casal. Só duas pessoas que sempre pareciam se encontrar nas margens.
Nos conhecemos no terceiro ano do ensino médio, não através de amigos, mas por proximidade. Nossos armários eram perto, nossos sobrenomes não muito distantes na lista de chamada. Tínhamos inglês juntos. Ela sempre sentava duas fileiras atrás de mim, perto da janela, girando a caneta distraidamente quando não estava rabiscando anotações naquela letra pequena e inclinada.
Certas imagens nunca te deixam. Lembro dela lendo em voz alta uma vez, *O Apanhador no Campo de Centeio*, acho. A voz dela era suave, não teatral como a de alguns outros. Mas ela dava peso às palavras, como se soubesse exatamente como elas deveriam pousar. Todo mundo tinha ficado quieto no final do parágrafo.
Não éramos inseparáveis, nada disso. Mas sempre parecíamos acabar conversando. No corredor. Perto das máquinas de refrigerante. Depois da aula, esperávamos o ônibus quando chovia juntos. Ela usava esses moletons oversized e sempre carregava um romance que não fazia parte de nenhuma leitura obrigatória.
Teve um momento uma vez, insignificante talvez, mas ficou comigo. Estávamos numa festa de um amigo, sentados na escada longe da música. Ela segurava um copinho vermelho de plástico, brincando com a borda. Eu disse alguma coisa, não lembro o quê, que fez ela rir daquele jeito desprotegido que as pessoas fazem quando esquecem de ter cuidado. Ela encostou a cabeça no meu ombro por um segundo. Só um segundo. Mas tempo suficiente pra eu desejar que ela não tivesse tirado.
A gente não se beijou. Não então. Foi uma daquelas coisas quase. Um lampejo. Algo que os dois sentimos mas nunca nomeamos.
Depois da formatura, nos afastamos como a maioria das pessoas faz. Faculdades diferentes. Vidas diferentes.
E ainda assim, quando a vi de novo, anos depois num evento de finanças com o Túlio, foi como se alguém tivesse apertado play numa memória que eu não sabia que tinha guardado. Ela ainda tinha aquela gravidade quieta. Ainda usava o cabelo meio preso, como se não conseguisse decidir se importava.
E quando ela olhou pra mim, realmente olhou, me perguntei se ela lembrava daquela escada também.
***
# O Brilho da Ana Grávida 3 - O Primeiro Beijo
Era fim de verão, ano passado. O calor tinha finalmente quebrado. Aquele tipo de dia de início de setembro onde o sol é suave e dourado em vez de afiado e branco. A cidade tinha quietado, as férias estavam acabando, e as caixas de entrada estavam acordando de volta. A maioria das pessoas estava voltando relutantemente pra rotina.
A Ana me mandou mensagem tarde da tarde.
"O Túlio tá preso num jantar com cliente. Comprei vinho demais sem querer e fiz massa demais. Se você não tiver ocupado..."
Disse pra mim mesmo que não era nada. Só amizade. Só jantar. Uma garrafa de vinho não significava nada. E ainda assim, levei a garrafa boa da minha prateleira, a que eu tinha guardado, embora não soubesse pra quê.
O apê dela era acolhedor, vivido. As luzes baixas. Ela usava um vestido azul desbotado que se agarrava o suficiente pra me fazer esquecer como respirar por um segundo. O cabelo estava solto, os pés descalços. Ela parecia completamente à vontade. Eu, por outro lado, não tinha ideia do que estava fazendo ali.
Comemos na cozinha, cotovelos se tocando ocasionalmente na mesa estreita. Ela falou sobre um livro que estava lendo, algo sobre mulheres e silêncio, e eu basicamente escutei, grato por cada desculpa pra ver a boca dela se mexer. O vinho suavizou tudo, nos fez os dois mais lentos, mais honestos.
Depois do jantar, ela ofereceu café. Recusei.
— Você sempre recusa — ela disse, sorrindo enquanto enxaguava nossos copos. — Você tem medo de ficar tempo demais.
— Não tenho — disse, me surpreendendo. — Não hoje à noite.
Ela virou, secando as mãos numa toalha. O ar mudou. Não dramaticamente. Só o suficiente.
Ficamos ali, nenhum de nós fazendo o primeiro movimento, e então os dois fizemos.
Ou talvez não tenha sido movimento nenhum, só o espaço entre nós finalmente colapsando sob o peso do que tinha estado pendurado ali todos esses meses.
O beijo não foi faminto ou frenético. Foi quieto. Intencional. Os lábios dela roçaram os meus como uma pergunta, e eu respondi sem palavras. Pausamos uma vez, respiração compartilhada, olhos mal abertos, e então nos beijamos de novo, mais fundo dessa vez, mais devagar.
Quando nos afastamos, ela não falou. Só olhou pra mim, procurando, como se quisesse ter certeza de que não tinha imaginado a coisa toda.
— A gente não devia... — ela começou.
— Eu sei.
Mas nenhum de nós se mexeu.
Ficamos ali, na meia-luz da cozinha dela, com o som da máquina de lavar louça começando ao fundo e o gosto de vinho nos lábios. E mesmo que nada mais tivesse acontecido naquela noite — e não aconteceu —, algo entre nós já tinha mudado. Quietamente. Irreversivelmente.
***
# O Brilho De Ana Grávida 4 - 5 Meses de Gravidez, o Segundo Beijo
Aconteceu quietamente. Não com fogos de artifício ou abandono imprudente, mas daquele jeito abafado, de respiração suspensa, quando algo negado por muito tempo finalmente escorrega pra luz.
Acho que era outubro, já que as folhas tinham todas caído das árvores. O ar tinha aquela frieza, o tipo que faz você pegar uma jaqueta mas deixar o zíper aberto.
Não esperava ouvir dela depois do nosso beijo alguns meses atrás, e me senti péssimo com aquilo, já que ela devia estar grávida já. Imaginei que qualquer tensão que tivesse passado entre nós se dissolveria no barulho da vida real, a lenta força gravitacional da responsabilidade da Maternidade e do Casamento.
E então, uma tarde, uma mensagem.
"Você se importaria de me ajudar com uma coisa em casa? O Túlio tá viajando, e eu preciso de ajuda pra mover umas coisas do quarto do bebê."
Fiquei olhando pra mensagem por mais tempo do que gostaria de admitir. Algumas horas depois, me vi na porta da frente deles com as mangas arregaçadas e uma sacola de compras que peguei no caminho, sem ter certeza do porquê.
Ela parecia diferente — mais suave, meio cansada, mas não menos luminosa. O cabelo estava preso bagunçado, e ela usava um moletom cinza largo e legging preta. Sem maquiagem. Ainda deslumbrante.
Conversamos baixinho. Nos movemos ao redor um do outro como pessoas aprendendo um novo tipo de distância.
Ajudei com as coisas no quarto do Leo (eles já sabiam o sexo e tinham decidido por Leo), desembrulhei compras, e troquei uma lâmpada queimada.
Coisas mundanas. Mas cada momento estava envolto em algo mais — no jeito como os dedos dela roçaram os meus quando me passou um pano de prato, ou como ela demorou só uma respiração a mais ao meu lado na cozinha.
— Posso te perguntar uma coisa, Caio? — a voz da Ana estava baixa, quase tímida, enquanto os dedos dela brincavam com a barra da blusa.
— Claro — eu disse, tentando focar nos olhos dela em vez do decote gigantesco ou da curva da barriga ou do lampejo de tristeza piscando logo abaixo do sorriso dela.
— Você tá bem? — continuei.
— Sim, vamos sentar, ok? — ela disse, e nos sentamos no sofá da sala de estar.
— Você tem que me prometer uma coisa — ela disse, inclinando a cabeça com um sorriso hesitante. — Você tem que me dizer a verdade.
Assenti, curioso e inquieto ao mesmo tempo. — Vou. O que tá acontecendo?
Ela hesitou, então puxou o ar como se estivesse se preparando pra algo frágil. — Você... gosta de mim?
— Ana — eu disse, meio desconcertado. — Claro que gosto. Você sabe disso. Eu me importo com vocês dois. Mas do que se trata isso realmente?
Ela hesitou de novo, a mão descansando gentilmente na barriga redonda. — Eu peguei o Túlio... vendo pornô. Mas não qualquer tipo. Era... de mulheres magras, magrelas, não mulheres gordas e feias grávidas, tipo eu.
— Ah — eu disse, sem saber como reagir.
— E... — eu podia ver lágrimas enchendo os olhos dela. — Ele... ele não chega perto de mim. Não me toca. Diz que tá com medo de machucar o bebê, mas... — a voz dela rachou, e ela desviou o olhar, piscando rapidamente pra combater as lágrimas. — Acho que é mais que isso. Acho que talvez ele simplesmente não me ache mais atraente.
Fiquei olhando pra ela, sem palavras. — Espera. Você tá me dizendo que... Vocês dois não estão...?
Ela deu um pequeno aceno envergonhado. — Você quer dizer transar... Pode falar, sabe. Não, ele diz que é por causa do bebê, mas... Caio, acho que sou eu. Sinto que ele olha pra mim e só vê algo... grotesco.
O cheiro de café velho da cozinha misturado com o perfume floral dela — jasmim, talvez — pairava entre nós enquanto eu processava as palavras.
— Ana — eu disse, colocando gentilmente minha mão sobre a dela. — Isso não é verdade. Olha, Ana, isso é papo furado. A maioria dos homens acha mulheres grávidas lindas.
Ela olhou pra mim, a expressão vulnerável, os olhos procurando nos meus.
— Seja sincero comigo. Você acha que eu ainda sou... bonita?
Sorri, incapaz de me conter. — Ana, eu sempre achei você bonita.
— Tá — ela disse com uma risada suave. — Mas comparada a antes... antes de eu estar grávida?
— Sem comparação — eu disse, afastando uma mecha solta de cabelo do rosto dela. Meus dedos roçaram a têmpora dela, quente, úmida de suor leve. — Você tá mais bonita agora. Pra ser sincero, sempre achei você magra demais, mas agora... Você preencheu de jeitos que te fazem ainda mais... você. Seu rosto tá mais suave, sua bunda tá mais gostosa, e meu Deus, seus peitos... e, não menos importante, essa barriga... Você tem esse brilho, e, ok, vou falar, suas curvas tão me deixando louco.
Ela riu, um som que era parte surpresa, parte alívio. — Você tá falando sério?
— Eu não falaria se não tivesse.
Houve uma longa pausa elétrica. Então ela se aproximou, os braços deslizando ao redor do meu pescoço, a barriga pressionando gentilmente contra mim. — Caio — ela sussurrou —, se eu te pedisse pra provar... se eu te pedisse pra me fazer sentir desejada de novo... você faria?
Meu coração bateu forte. — Ana...
— Não, eu tô falando sério, faz amor comigo... Me fode...
*Caralho, ele quer isso. Ele realmente quer. Olha o jeito que ele tá me olhando.*
Minha mente girou enquanto construía uma imagem da Ana, as pernas abertas e a buceta grávida escancarada pro meu pau latejante. Pisquei e olhei pra ela de novo. A sala cheirava a madeira envernizada e ao perfume dela, doce demais, enjoativo quase.
— Não tô pedindo pra sempre. Não tô te pedindo pra consertar minha vida. Eu só... preciso sentir alguma coisa. Alguém. — a voz dela tremeu, mas o olhar permaneceu firme. — Preciso me sentir mulher de novo. Não só um corpo carregando uma criança. Só... amada. Por um tempinho. Alguém que você ache atraente, alguém que possa deixar teu pau duro... e eu quero um pau na minha buceta... Faz tanto tempo. Só uma foda sem sentido.
Engoli seco, preso naquele momento onde a razão escorrega e só o instinto resta.
— Você não é qualquer uma, Ana — eu disse baixinho. — Isso não seria sem sentido pra mim.
Ela sorriu, um pouco tristemente. — É exatamente por isso que tô te pedindo.
A mão dela veio descansar levemente no meu peito. Eu podia sentir o calor dos dedos dela mesmo através do tecido.
— Caio... eu pensei naquele dia — ela disse, os olhos fixos nos meus. — Na cozinha.
— Eu também — eu disse.
Minha respiração falhou, e então, lá estava.
Hesitei por apenas uma respiração antes dela fechar a distância entre nós. Nossos lábios se encontraram, suavemente no início, depois com urgência crescente, a necessidade dela se derramando no beijo como uma tempestade quebrando depois de um silêncio longo e doloroso. As mãos dela me puxaram pra mais perto, e eu não resisti. Não conseguia.
O beijo não foi dramático. Não foi apressado. Foi quieto e certo, do jeito que a chuva cai num telhado depois de horas de quietude. Os lábios dela eram quentes, macios, familiares e completamente novos. Nos beijamos como pessoas que já tinham vivido com o silêncio entre elas, que sabiam exatamente no que estavam cedendo.
Quando finalmente nos separamos, sem fôlego, abri os olhos e olhei pra baixo pra ela, ainda envolto naquele momento. Ela olhou pra mim, e pela primeira vez em muito tempo, ela não estava se escondendo.
Nenhum de nós disse nada por muito tempo. Ela encostou a testa na minha, olhos fechados.
— Eu não sei o que é isso — ela sussurrou. — Desculpa, Caio... Você tem razão, desculpa.
— Eu também não sei, mas você tá certa, a gente não pode fazer isso. Eu quero tanto, mas... Você tá grávida do bebê do meu amigo...
*Porra, por que eu falei aquilo? Ele ia me comer. Finalmente.*
Mas nós dois sabíamos, naquele momento frágil e suspenso, que não era a hora. Mas...
***
# O Brilho da Ana Grávida 5 - A Festa na Piscina
Duas semanas depois da festa de verão, o Túlio e a Ana organizaram uma tarde casual na piscina na casa deles. Nada grande, só uma dúzia de amigos, bebidas geladas, e a promessa de queijo coalho grelhado, lombo suíno, salada grega e molho de iogurte caseiro. A casa deles tinha um quintal pequeno, arrumado e sombreado, com uma piscina e hera subindo numa cerca como algo saído de uma revista.
A Ana cumprimentou todo mundo no portão com aquela mesma graça sem esforço.
A gravidez dela era inacreditavelmente sexy; ela estava no nono mês, e tinha o tipo de barriga que parecia desafiar a gravidade, redonda e alta sob um vestido branco de linho solto. Tinha alças finas, e o tecido se agarrava levemente quando a brisa levantava. A pele dela tinha pegado um pouco de sol desde a última vez que a vi, e ela se movia devagar, deliberadamente — não frágil, só cuidadosa. Não usava sapatos, só uma tornozeleira de prata que brilhava quando ela virava.
O Túlio rondava ao redor dela com um tipo de energia nervosa, tipo um futuro papai cagado de medo, oferecendo almofadas, bebidas, uma cadeira na sombra — tudo menos descanso de verdade, e sexo... Ela sorria pra ele daquele jeito afetuoso e cansado que as pessoas fazem quando amam alguém mas querem que eles sentem e parem de fazer frescura.
*Ele nem me toca direito faz meses. Fica ali me oferecendo travesseiro. Que merda.*
A tarde rolou daquele jeito sonolento e ensolarado. As pessoas entravam e saíam da piscina. A churrasqueira chiava e soltava fumaça. Uma caixinha Bluetooth tocava uma playlist tranquila de funk suave e indie de verão. O cheiro de carne na brasa misturado com cloro e protetor solar pairava no ar quente.
Foi mais tarde, talvez umas seis, quando entrei procurando um copo d'água.
A cozinha estava vazia, e o piso de cerâmica estava fresco sob meus pés.
Fiquei parado perto da geladeira com a porta aberta quando ouvi a voz dela atrás de mim.
— Se hidratando direito?
Virei. Ela estava encostada no batente da porta, uma mão nas costas, a outra embalando a parte de baixo da barriga como se fosse algo que ela tinha crescido protetora, o que, claro, era.
Ofereci um pequeno sorriso. — Tentando. Você fugindo do caos?
— Cinco minutos — ela disse, exalando. — É só o que eu preciso.
Ela entrou, passando por mim, perto, perto demais. Nossos braços não se tocaram, mas o ar mudou.
Eu podia sentir o calor do corpo dela, a proximidade. Ela abriu um armário devagar, os olhos escaneando, não realmente procurando nada. O cheiro dela — coco de protetor solar e algo levemente floral, talvez lavanda — preencheu o espaço pequeno entre nós.
— Acho que ninguém notou que sumimos — ela disse.
— Deviam? — perguntei.
Os lábios dela curvaram, não exatamente um sorriso. — Provavelmente não.
Me encostei no balcão ao lado dela, braços cruzados. Nenhum de nós disse nada por alguns segundos. Sua respiração era lenta, pesada. Eu via o movimento sutil do tecido fino sobre os seios dela — maiores, cheios, os mamilos escuros visíveis através da renda do sutiã por baixo.
Então ela olhou de lado. — Você sempre fica tão quieto perto de mim — ela disse suavemente.
— Talvez eu não confie em mim mesmo pra dizer a coisa certa.
A Ana levantou uma sobrancelha, divertida. — Quem disse que eu tô procurando a coisa certa?
Ela deu um passo mais perto. Perto o suficiente pra eu ver as sardas finas na clavícula dela.
Perto o suficiente que tive que parar de respirar por um momento. A barriga dela tocou a beira do balcão quando ela se inclinou levemente, descansando as mãos atrás dela no granito. A posição arqueou as costas dela, empurrando o peito pra frente.
— A gente não tá fazendo nada de errado — ela disse, olhando pra mim. A voz estava quieta mas certa.
— Eu sei — respondi. E era verdade — nenhuma linha cruzada. Não realmente, só um beijo inocente meses atrás. Mas o jeito que olhávamos um pro outro, o jeito que o silêncio pendia entre nós, era carregado, eletrificado, impossível de ignorar.
*Ele quer. Eu sei que ele quer. Por que não faz nada então?*
Estiquei a mão passando por ela, devagar, abri o armário e peguei um copo limpo. Meu antebraço roçou o ombro dela. Ela não se afastou.
— Água? — ofereci.
Ela sorriu. — Só se você ficar e beber uma comigo.
Então fizemos isso. Lado a lado naquela cozinha quieta enquanto a festa continuava lá fora, bebemos nossa água devagar e não falamos muito. Mas tudo não dito era mais alto que qualquer coisa que passou entre nossos lábios.
# O Brilho da Ana Grávida 6 - A Noite Que Transamos
Era uma sexta-feira quieta à noite, do tipo em que o mundo inteiro parece envolto em veludo.
Tinha chovido mais cedo naquele dia, não forte, só o suficiente pra deixar o ar limpo e cheio daquele cheiro suave de terra molhada. A cidade lá fora das janelas dela estava quieta, suavizada pela neblina, como se até as ruas tivessem decidido respirar fundo.
Ela estava usando um vestido longo de algodão azul claro que abraçava a figura dela gentilmente e caía logo abaixo dos joelhos. Tinha botõezinhos minúsculos de madrepérola descendo pela frente, a maioria deles desabotoados por causa do calor. O tecido se agarrava suavemente nas curvas, e o inchaço da barriga a fazia parecer alguma deusa antiga — poderosa, brilhante, linda além das palavras. O cabelo estava solto, escovado pra trás das orelhas, e tinha um rubor nas bochechas do calor e de algo mais, algo mais profundo. Antecipação, talvez. Ou desejo.
A luz de velas bruxuleava atrás dela no quarto, um brilho âmbar suave que se acumulava no piso de madeira e iluminava a pele dela em ondas. O cheiro de cera de abelha misturado com o perfume dela — lavanda e algo mais adocicado, quase almiscarado.
Ela parecia... calma. Não hesitante, não performática. Só presente. Como se tivesse finalmente parado de fugir da coisa que nós dois estávamos fingindo que não estava ali.
Não apressamos nada. Nos movemos devagar, cuidadosamente, como se tocar um no outro pudesse quebrar o feitiço. Mal falamos. Não era necessário.
Ela me levou pro sofá, não pro quarto — um sinal quieto, talvez, de que isso não era sobre drama ou sedução. Só proximidade. Do tipo que tinha fervido entre nós por anos. Os dedos dela encontraram os meus, e ficamos ali sentados por um tempo, joelhos se tocando, nossas mãos descansando onde caíram.
Sentamos lado a lado no sofá, mal nos tocando, o espaço entre nós pesado com coisas não ditas. Ela virou pra mim devagar, os olhos vidrados mas claros, e eu sabia que ela estava com medo — medo do que significava alcançar algo fora da vida que tinha. Mas ela também estava solitária. Faminta por proximidade. E algo em mim não podia suportar vê-la se sentir não amada por mais um segundo.
— Caio — ela disse suavemente, a voz mal mais que um sussurro —, você lembra quando beijar parecia a única coisa no mundo que importava?
Sorri. — Acho que ainda é.
— Eu não sei aonde isso leva — ela sussurrou —, mas eu quero isso... agora. Eu quis isso por meses... desde nosso último beijo. Não, não o último mas... Você sabe da última vez... Eu...
Coloquei meu dedo nos lábios dela pra calá-la, então...
Quando nos beijamos, foi suave e paciente, uma continuação de todos os quase-beijos e olhares demorados que tinham vindo antes. Como água encontrando o lugar mais baixo pra se acomodar.
A boca dela era quente e tinha um gosto fraco de chá de hortelã e do mel que ela tinha mexido nele mais cedo. Mas mais que isso, tinha gosto de casa. Como algo lembrado em vez de descoberto.
O beijo se aprofundou devagar, delicadamente, como se nós dois soubéssemos que estávamos pisando em terreno sagrado. Minha mão descansou levemente contra a bochecha dela, a pele macia e quente sob meus dedos.
Naquele momento, amor não era sobre corpos ou desejo. Era sobre o jeito que nossas almas se inclinaram uma na outra, o jeito que a respiração dela se misturou com a minha, e como tudo que tinha sido quebrado entre nós — hesitações, dúvidas, medos — tinha quietamente começado a se consertar.
A respiração dela desacelerou. Minha mão encontrou o caminho até a curva das costas dela, quente sob o tecido do vestido. Não dissemos nada, mas tudo foi compreendido.
Ela olhou pra mim uma vez, olhos meio cerrados, e sorriu — não com a boca, mas com algo mais quieto e profundo, tipo alívio. Tipo paz.
E naquele momento, eu sabia: isso não era sobre cruzar uma linha. Era sobre chegar num lugar pro qual nós dois tínhamos caminhado por anos.
Ela se afastou só levemente e pressionou a testa na minha. Nenhum de nós falou. Não havia necessidade.
Não nos movemos pro quarto. Não nos despimos. Só ficamos ali no sofá, lado a lado, mãos entrelaçadas na barriga dela enquanto o bebê se mexia sob a pele. Ela riu suavemente com o chutezinho, e eu ri também, não porque era engraçado, mas porque tudo de repente parecia tão certo.
Meu Deus, que visão ela era! Os seios, os seios induzidos pela gravidez, eram grandes o suficiente pra ficarem caídos e pesados com leite que pareciam ser fardo demais.
Hesitantemente alcancei um dos seios dela. Ela só gemeu na minha boca em concordância, e sem dizer uma palavra, a Ana tirou o vestido e o sutiã.
As auréolas eram dramaticamente marrom-escuras e substancialmente alargadas, os mamilos estavam eretos e mais longos do que eu tinha imaginado. Os mamilos massivos eram cercados por auréolas de uns oito centímetros de largura. A barriga dela tinha alcançado o ponto de cair enquanto se aproximava do parto, sentando baixa no tronco, e era... como devo descrever... era... quase perfeitamente esférica.
Uma linha escura e distinta — linea nigra — descia por todo o comprimento do centro da barriga, um detalhe que eu absolutamente amava. E o umbigo dela saltava pra fora bem no centro de tudo, quase tão longe quanto os mamilos. O cheiro da pele dela — suor leve misturado com algum creme hidratante, manteiga de cacau talvez.
A Ana olhou pra mim e saiu da calcinha de algodão enquanto meu pau ia chegando no tamanho completo.
Tinha claramente sido alguns meses desde que ela conseguia aparar a área púbica, por razões óbvias, dado o tamanho da barriga; eu não me importava nem um pouco com isso, já que visual raspado nunca tinha sido minha praia. A bunda dela eram duas bolhas perfeitas, sem imperfeições e deliciosamente firmes. No geral, ela era divina, ideal, pitoresca...
Provavelmente fiquei babando tempo demais; finalmente, ela riu, pegou minhas duas mãos e as trouxe pra ela. Peguei a deixa, instantaneamente agarrando a barriga dela com as duas mãos. Nossos rostos estavam quase na mesma altura, e começamos a nos beijar furiosamente. Minhas mãos flutuaram por toda parte: agarrando barriga, beliscando umbigo, erguendo seios, acariciando área púbica. Ela se sentia absolutamente incrível, e os gemidos dela me deixaram saber que eu estava indo bem, dando a ela algumas sensações bem-vindas de volta. As mãos dela, enquanto isso, me esfregaram em praticamente todo lugar antes de finalmente chegar na minha virilha. Ela desabotoou minha calça, e eu as puxei pra baixo.
Meu pau estava 100% duro quando ela chegou nele, e vi os olhos dela se arregalarem brevemente enquanto ela segurava. Enquanto ela começava a me masturbar com vários ritmos e tempos, comecei a focar mais na área inferior de interesse dela também. Indo um pouco abaixo dos pelos púbicos que eu já tinha investigado bem minuciosamente, tinha dois dedos dentro dela antes que eu percebesse. Ela estava pingando molhada, os sucos dela escorrendo pelos meus nós dos dedos rapidamente, e deixando minha mão inteira molhada e grudenta. O cheiro dela — almiscarado, doce, quente, sexo cru.
As punhetas dela na minha direção se tornaram inconsistentes enquanto eu a distraía com o prazer que estava entregando. O corpo trêmulo dela me deixou saber que eu estava indo bem ali embaixo assim que comecei a realmente focar no clitóris dela. Menos de 30 segundos depois, os gemidos e espasmos de corpo inteiro dela me disseram que ela tinha definitivamente gozado.
*Caralho, caralho, CARALHO finalmente. Porra que delícia.*
Ela colapsou de costas assim que terminou de estremecer, parecendo satisfeita mas suada. — Oito meses — ela murmurou. — Eu não gozei em oito porra de meses.
— Porra, sinto muito. Isso é tempo demais — deixei ela saber.
— Merda, deixa eu... a gente não terminou de cuidar de você!
Acenei dispensando. — Não se preocupa comigo, não é grande coisa. Hoje à noite é sobre você... — eu disse enquanto ela me levava pro quarto dela, desculpa, deles.
A Ana não escutou o que eu disse; em vez disso, ela ficou de quatro. A bunda grossa dela se abriu facilmente e a buceta assistida por hormônios me recebeu suavemente (mas ainda era bem apertadinha).
Ela estava absurdamente gostosa; tive que desacelerar minhas estocadas depois da primeira dúzia pra não arriscar gozar mais cedo do que eu queria de novo. Alcancei em volta da circunferência volumosa dela pra segurar a barriga enorme com as duas mãos enquanto metia. Ela segurou os peitos pra evitar que balançassem dolorosamente demais, mas também pra beliscar os mamilos pra outra avenida de estimulação. Durou uns dois minutos, e fiquei francamente impressionado comigo mesmo por ter conseguido aguentar tanto tempo. Gozei forte, empurrando e grunhindo tipo um idiota em êxtase. No nosso breve tempo coital, consegui fazer ela gozar de novo também; o gemido intenso e inconfundivelmente alto dela me informou. Assim que terminamos de foder, ela disse:
— Merda — murmurei baixinho enquanto saíamos do banheiro juntos.
A Ana olhou pra mim interrogativamente. — Meu Deus, Caio, eu precisava disso...
Ela pediu água, então levantei e fiquei olhando pro corpo grávido sexy dela.
Quando voltei, minha boca salivou enquanto ela brincava com os seios pesados. Ela gentilmente colocou as mãos embaixo deles, como se estivesse os apoiando.
— Quer um pouco de leite? — ela sorriu e corou.
— Quero — ofeguei enquanto me curvava e colocava meus lábios sobre um dos mamilos lindos. Chupando gentilmente, senti um jato de leite quente atirar na minha língua. Ela agarrou meu pau flácido e começou a me punhetar.
*Porra, finalmente alguém que quer meu leite. Finalmente.*
A Ana estremeceu e gemeu: — Aaaah, meu Deus, isso é tão gostoso. O Túlio não faz isso pra mim.
Agarrei um punhado de seio e apertei firme enquanto chupava, conseguindo mais e mais leite. O gosto era doce, cremoso, com um toque de baunilha quase.
— Tem um gosto tão bom — disse a ela enquanto trocava pro outro seio.
— OOOH... Caio — ela gemeu enquanto passava os dedos pelo meu cabelo. — Ai, Deus, porra...
Sorvi alto e sorri pra mim mesmo.
A Ana esfregou a barriga grande enquanto dobrava os joelhos e se agachava.
A barriga nua dela ficou entre as pernas e quase tocou o chão enquanto ela tinha trabalhado minha vara dura de novo e abriu a boca pra me receber. — Fico feliz que você goste — eu disse enquanto ela deslizava a boca sobre meu pau e começava a chupar expertamente com uma língua macia e amorosa. — Porra, que gostoso!
Senti a boca pequena dela travar ao redor do meu pau e gemi com o quão apertada a boca dela era. Olhando pra baixo, vi ela com os olhos fechados de prazer, uma mão vigorosamente esfregando o peito esquerdo, a outra debaixo da barriga, esfregando a buceta com entusiasmo.
— Caralho — ofeguei enquanto agarrava o cabelo dela e puxava pra cima e pra fora do caminho pra poder observá-la. — Isso! Aaah! Você é tão linda!
— Caio, eu preciso do seu pau grande! — ela lambeu enquanto beijava minhas bolas suavemente.
— Eu preciso do seu pau grande demais!! Me come de novo, mas dessa vez... Faz amor comigo...!
Enquanto ela chupava, podia sentir a respiração quente dela no meu membro túrgido e a ondulação da língua por baixo dele. Muito mais disso e eu ia gozar na boca dela. Apressadamente me afastei e a empurrei de volta na cama.
— Faz quanto tempo que ninguém chupa sua buceta?
— Tipomeses — ela gaguejou enquanto caía de joelhos.
— Tempo demais — sussurrei e abaixei minha boca nos lábios dela. Empurrando passando os pelos úmidos, minha boca encontrou a buceta dela e ela se contorceu de prazer. Lambi o canal longo dela, gentilmente chupando os lábios de cada lado e provocando o clitóris ereto no topo. Além da cúpula enorme da barriga, a Ana suspirou, as mãos agarrando os mamilos enquanto mergulhei minha língua longa na fenda dela. O cheiro era forte ali — almiscarado, salgado, sexo puro e suor.
— Uuuugh — ela grunhiu, sentindo ondas de prazer atirarem através dela das minhas ministrações.
— Não para, eu quero gozar tão forte!
Olhando pra cima, tudo que eu podia ver dela era a barriga gigante e tremendo enquanto se erguia acima de mim.
Ela tinha uma mão nela, esfregando a superfície esticada enquanto a outra mão apalpava os peitos.
Sentindo meu pau estremecer em antecipação, peguei o clitóris dela na boca e bati nele de novo e de novo com a língua. A Ana estremeceu em resposta, acariciando os seios inchados e pesados, cheios de leite pro pequeno Leo. Abraçando eles com as duas mãos, ela puxou neles, as pontas ficando vermelho profundo enquanto apertava. Quando chupei o clitóris dela, ela chegou ao ápice, sacudindo os quadris pra cima e pra baixo, o orgasmo rasgou através do corpo dela tipo um raio. Fluidos jorraram da buceta dela, cuspindo na minha cara enquanto trabalhava o clitóris. Apertando os peitos enormes, leite esguichou dos mamilos, encharcando o peito e o rosto dela enquanto ela ficou ali deitada, boca aberta em êxtase.
— Aaaaaahhh, PORRA, CARALHO! — ela gritou.
Levantei pra apreciar a forma ensopada de leite da Ana. Ela sorriu pra mim enquanto meu pau surgiu na vista, de novo ereto e pronto pra ela. Nenhuma palavra precisava ser trocada entre nós. A Ana rolou pra ficar de quatro, a buceta molhada dela apontada pra mim como se me instigasse. Ela abriu as pernas bem, me dando uma boa vista da boceta e da barriga rotunda pendurada abaixo. Colocando uma mão nas costas dela pra se firmar, empurrei minha cabeça roxa contra a abertura, os lábios lisos se separando pra me aceitar. Enquanto minha grossura entrava nela de novo, ela gemeu, e abaixou a cabeça na cama, expondo mais da fendinha úmida pra mim.
Empurrei pra dentro dela, centímetro após centímetro túrgido afundando na boceta prenha. A Ana suspirou enquanto deslizei mais pra dentro, o prazer dela irradiando através da forma. Uma vez que meu pau estava firmemente dentro dela, ela devagar balançou nos joelhos, a buceta forte chupando em mim. Comecei a gentilmente estocar pra dentro e pra fora. A boceta fabulosa dela me trabalhando tão bem. Me inclinei pra frente, deslizando minhas mãos pelas costas suadas, sentindo os músculos fortes. Ela sabia o que eu procurava e se ergueu nas mãos, me permitindo agarrar os seios pesados e cheios.
Acariciando as tetas enormes, passei minhas mãos pela parte de fora da forma dela, descendo pra barriga. O globo vasto se sentia enorme nas minhas mãos, a carne tão quente ao toque enquanto ela devagar empurrava e vinha contra mim. Descobri o umbigo dela enquanto sentia meu caminho em direção à buceta, o nó carnudo saltado por causa da pressão de baixo. Brinquei com ele enquanto empurrava pra dentro e pra fora dela, minha outra mão abraçando um dos peitos macios e provocando o mamilo, puxando nele, causando leite a pingar dele.
A Ana choramingou enquanto extraí leite do seio dela; o fluido quente escorreu nas cobertas da cama. Ela tinha retomado a estocada lenta em resposta à minha brincadeira, os músculos da buceta me ordenhando enquanto balançava no meu pau. A sensação do meu membro fundo dentro estava mandando arrepios através dela enquanto começamos a pegar velocidade.
*Caralho, que delícia. Finalmente sendo fodida de verdade. Finalmente.*
Ela estava balançando mais e mais rápido, a buceta apertada me puxando tão fundo quanto possível. Podia sentir meu clímax construindo enquanto abraçava os dois peitos, o leite pingando sobre minhas mãos. Ela era boa demais, pensei enquanto ela combinava minhas estocadas, o corpo liso com suor da nossa união. A boceta dela apertou ao redor do meu pau e senti minhas bolas contraírem em prontidão. Não certo de onde ela ia querer que eu gozasse, comecei a recuar.
— Eu quero cavalgar seu pau antes de você gozar.
Puxei pra fora, deitei e a Ana içou uma perna sobre minha seção intermediária e se abaixou, segurando meu pau reto pra cima pra garantir uma entrada fácil.
A visão das pernas longas dela tomando posição dos dois lados das minhas e a barriga grávida inchada, e as tetas gigantes balançando pra frente e pra trás enquanto ela se movia em direção a mim ficará pra sempre gravada na minha mente. Foi a visão mais de tirar o fôlego que eu já tinha visto.
Olhei pros seios dela de novo. Eram enormes! O canyon profundo de decote devia ter uns trinta centímetros de comprimento, do peito aos mamilos, que eles mesmos eram enormemente redondos e rosados.
Usando as duas mãos, percorri a barriga grávida dela enquanto ela se abaixava no meu pau, a boceta quente engolindo cada centímetro até estar completamente enterrada dentro dela. Ela começou a cavalgar, devagar no início, então mais rápido, os peitos balançando selvagemente, leite pingando dos mamilos enquanto ela me fodia.
— Aaaah, porra, Caio! Seu pau é tão gostoso! — ela gemeu, as mãos na minha barriga pra se equilibrar.
Agarrei os quadris dela e a ajudei a subir e descer, observando meu pau desaparecer e reaparecer da boceta dela. A barriga enorme balançava com cada movimento, hipnotizante, linda, erótica além das palavras.
— Vai, Ana, cavalga esse pau — grunhi, sentindo o orgasmo se aproximando.
Ela aumentou o ritmo, os gemidos ficando mais altos, mais desesperados. — Vai gozar pra mim, Caio! Goza dentro! Enche minha buceta!
Isso foi o suficiente. Explodi dentro dela, grunhindo e arqueando as costas enquanto jorrada após jorrada de porra encheu a boceta prenha. Ela gozou junto comigo, gritando meu nome, o corpo inteiro tremendo enquanto o orgasmo rasgava através dela.
Colapsamos juntos, respirações pesadas, corpos grudados de suor e leite e sexo. O cheiro era inebriante — almíscar, sal, doçura, vida.
Nenhum de nós falou por um longo tempo. Só ficamos ali, entrelaçados, o bebê chutando ocasionalmente entre nós, um lembrete quieto do mundo fora daquele momento roubado.
# Última Parte
O pelo dela desceu direto pro meu pau duro como pedra, e logo, o comprimento dele estava aconchegado confortavelmente no sulco carnudo e profundo. Ela começou a balançar, e os lábios sexuais molhados dela viajaram pra cima e pra baixo pelo comprimento do meu eixo. Ela arqueou os quadris um pouco e a cabeça do meu pau ficou cercada de calor enquanto cutucava pra baixo num buraco quente. Ela pausou e me olhou nos olhos.
— Você tá pronto pra buceta da mamãe de novo? — ela perguntou sorrindo.
Assenti, ela sorriu e observou meu rosto enquanto a boceta matronal dela engoliu meu pau até as bolas. Eu podia sentir a ponta da minha glande esmagada contra o colo do útero dela.
O peso do corpo grávido dela enquanto descansava comigo totalmente dentro era mágico; tenho quase certeza que podia ter gozado só dela ficando ali, em repouso enquanto me envolvia completamente.
Ela trouxe os lábios pro meu ouvido.
— Vamos foder — ela sussurrou amorosamente.
E foi o que fizemos. Devagar, ela começou a me cavalgar, pra cima e pra baixo com a buceta deslizando suavemente sobre mim enquanto movia minhas mãos sob o rolo gigante de carne-de-peito, impressionado com a profundidade e enormidade.
Palavras não conseguem descrever a sensação enquanto meu pau viajava pra cima e pra baixo pela bolsa dela. Ela trabalhou a boceta tipo uma profissional em mim, sabendo quando e onde aplicar exatamente a pressão certa. Ela devia ter um clitóris bem grande porque eu podia sentir ele moendo contra meu osso púbico. De algum jeito ela parecia saber quando eu estava prestes a gozar e desacelerava o movimento pra me fazer durar muito mais do que achei que duraria. Pra cima e pra baixo e pra cima e pra baixo... moe!!! Pra cima e pra baixo e pra cima e pra baixo... moe!!! Por uns bons 10 minutos, ela trabalhou a mágica. A cada dois minutos, podia sentir o corpo dela estremecer enquanto soltava um gemido longo, e minhas bolas estavam ensopadas num fluxo de líquido quente.
*Caralho, finalmente tô gozando de verdade. Finalmente alguém me fode direito.*
Depois do quinto ou sexto orgasmo dela, a Ana saiu de mim, deitou de costas, e trouxe os joelhos pro peito, abrindo as pernas longas o máximo que podiam ir. Enquanto estendia a mão pro minha, olhei com admiração pra buceta encharcada, os lábios internos e externos grandes escancarados ao redor de um buraco cremoso de foda.
A barriga grávida enorme parecia pronta pra estourar, e as tetas pendiam dos lados do peito tipo grandes sacos rolantes de leite. O cheiro era avassalador — suor, sexo, leite, pele quente, almíscar doce e salgado.
— Vem, de volta pra bucetinha da mamãe — ela disse com um sorriso.
Deitei sobre ela o melhor que pude com o inchaço do estômago dela contra mim. Meu pau facilmente encontrou o alvo, afundando nas profundezas dela mais uma vez.
— Me come forte... e rápido.
Meus instintos tomaram conta e comecei a espetar a boceta dela, fodendo selvagemente. Minhas bolas batiam contra a bunda dela enquanto martelava pra dentro e pra fora. Eu estava no paraíso. As pernas da Ana estavam envoltas apertadas ao redor da minha cintura e meus olhos estavam banqueteando nos peitos dela enquanto rolavam violentamente pelo peito.
— Aperta e chupa eles! — ela exigiu.
Enterrei meu rosto nos seios dela e lambi e chupei os mamilos gigantes enquanto continuávamos nossa trepada adúltera. Ela gozou pelo menos mais duas vezes, gritando tão alto que achei que as janelas iam estilhaçar. Não conseguia acreditar nas coisas que saíam da boca dela. Durante o sexo, ela gritou coisas tipo:
— Me come, me come, mais forte!!! Mais fundo!!! Enfia teu pau mais fundo!!! Aaaah, você tá fodendo minha buceta grávida e é tããão gostoso!
— Não para! Continua e goza em mim! — ela sibilou agarrando minha bunda suada enquanto senti meu pau estremecer dentro dela. — Me enche!
Cedendo aos desejos dela, redobrei os esforços, os peitos dela balançando nas minhas mãos.
— Goza em mim! — ela repetiu. — Enche minha barriga grande com tua porra!
Jorros de sêmen grosso jorraram do meu pau, esguichando dentro dela enquanto ela apertava a boceta forte ao redor de mim. Puxei forte nos mamilos tensos, fluxos de leite quente esguichando sobre o corpo dela. Mais uma vez coloquei minha boca nos mamilos e chupei o leite. A súbita corrida de porra na buceta empurrou a Ana além do limite uma última vez. A barriga larga dela tremeu enquanto um orgasmo trovejante atirou através dela, a boca escancarada num grito ensurdecedor de alegria.
— AAAAAAHHH, PORRA, CARALHO, CAAAARAI!
Ambos exaustos, deslizamos silenciosamente pra cama, eu esfregando a combinação cremosa de suor e leite na barriga da Ana. Ela me beijou, acariciando meu pau e limpando o sêmen da ponta. Uma eternidade pareceu passar entre nós enquanto ficamos ali deitados, encarando nos olhos um do outro.
— Você sabe... — ela começou enquanto sentia meu pau crescer de novo. — ...a gente não devia fazer isso. Eu amo o Túlio, esse é o bebê dele — ela continuou, e agarrou minha mão na barriga enorme.
— Ana... eu sei... eu...
— Shiii... eu disse não devíamos, mas já que estamos aqui... tô pelada, molhada. Você tá duro... bom, chegando lá... eu quero esse pau uma última vez... ok?
*Só mais uma vez. Só mais uma. Depois nunca mais.*
Antes que eu pudesse perguntar, ela ficou de quatro e virou pra colocar a bunda na minha cara. — Vem — ela ofegou pesadamente. — Enfia na minha buceta! Enfia esse pau grande na minha buceta grávida de novo!!!
Não perdi tempo enquanto agarrei a base do meu pau três quartos cheio, e empurrei entre os lábios vaginais levemente separados, e empurrei pra dentro dela enquanto agarrava as coxas pra me puxar.
— AI, CARALHO!!! — a Ana gritou enquanto mergulhei nela. — Ai, porra!!!
Ela sacudiu a cabeça pra trás pra me olhar nos olhos enquanto estendia a mão e agarrava a cama na frente dela. Mordendo o ombro forte, ela se controlou e ofegou: — Me come, Caio. Come minha buceta!
Alcancei em volta e esfregui o estômago inchado enquanto deslizei pra fora dela devagar. — Você é tão linda com meu pau enfiado dentro de você — eu disse observando meu pelo púbico aninhar na rachadura da bunda.
— ISSO!!! — ela sussurrou-gritou. — Eu amo teu pau grande e lindo enfiado na minha buceta grávida!
— Eu amo isso! — disse a ela. — A esposa grávida do Túlio curvada na minha frente com meu pau enfiado na bucetinha linda! Queria que ele pudesse ver isso!
— Porra... eu não quero...!!! Não quero que ele veja teu pau enorme esticando a buceta grávida da esposa dele!
— Você gosta, né? — perguntei enquanto agarrava os quadris dela e começava a me espatifar nela mais e mais forte. — Você gosta do meu pau grande, né?
— Sim! — ela gemeu enquanto apertava os peitos com a mão livre. — Eu amo teu pau grande!! Me dá! Sim, Caio...! Me come!!
— Você quer que eu arrebente sua bucetinha doce, né?
— Siiim! — ela rosnou enquanto arqueava as costas, o estômago inchado tocando o chão. — Arrebenta essa buceta!! Me faz gozar!!
Eu estava suando enquanto empurrava pra dentro e pra fora dela mais e mais rápido. — Isso aí — disse a ela. — Seja minha putinha. Goza pra mim! Goza no meu pau grande!!
— AI, CARALHO!!! — ela disse, agarrando a cama com as duas mãos. — Tô gozando!!! Tô gozando pra você, seu garanhão do caralho!!!
Martelei ela forte contra a cama. — Isso mesmo!! GOZA, VADIA!! Goza no meu pau grande e duro!
— Tô gozando!!! — ela latiu enquanto moía a bunda contra mim desavergonhadamente.
*Caralho que delícia. Caralho. Nunca mais vou sentir isso de novo. Nunca.*
Ainda no meio do orgasmo, a Ana se tirou de mim e sentou.
— Deixa eu chupar esse pau grande!!! — ela exigiu. — Deixa eu chupar teu pau grande e duro!!
— Aqui vai — eu disse enquanto levantava e enfiava meu pau na boca dela. — Chupa!
— Eu amo teu pau grande... Goza pra mim! Goza na minha barriga grávida — ela disse enquanto chupava meu pau fazendo barulho.
— Isso! — ofeguei enquanto agarrava o cabelo dela e me empurrava mais pra dentro da boca. — Chupa meu pau e me faz gozar no teu bebê!
— Isso!! — a Ana chupou fazendo barulho. — Goza na minha barriga. Goza no meu bebê!!
— AAAUUURGH!! — gemi enquanto tirava meu pau da boca dela. A Ana rapidamente deitou de costas e começou a esfregar o estômago, indicando o lugar pra eu descarregar.
— Goza na minha barriga — ela implorou.
Avidamente bati punheta pra jorrar cargas de porra branca e grossa no corpo reluzente dela. Observei enquanto jato após jato da minha semente respingou na barriga linda e esticada. Deus, era tão erótico de ver. O cheiro de sexo e porra fresca preenchia o ar, grosso e almiscarado.
— Pronto! — eu disse enquanto ela esfregava tudo pelo estômago. — O que você acha da minha porra?
— É tão gostosa! — ela disse enquanto pegava um dedo cheio de porra e enfiava na boca.
Alcancei e coloquei minhas mãos na barriga redonda. Podia sentir minha porra grudenta nela e sorri.
— Então, o que você acha que isso vai fazer com nossa amizade? — provoquei.
— O que você acha? — ela perguntou de volta.
Minhas mãos vagaram pros seios carregados de leite e dei um aperto.
— Não sei, vou poder fazer isso de novo?
— Você quer? — ela provocou. — Hein? Você quer me comer de novo?
Alcancei em volta da Ana e agarrei a bunda dela. Abrindo com as mãos, trabalhei um dedo na rachadura e cutuquei o cuzinho com a ponta do dedo.
— Só se você acha que aguenta — disse a ela.
— Caio, sério... A gente não pode... Aaaah, porra...
**FIM**