Presente da Manu

Um conto erótico de Fgump
Categoria: Heterossexual
Contém 960 palavras
Data: 22/01/2026 22:19:07
Assuntos: dome, Heterossexual

Manu uma jovem mulher que começou a trabalhar na empresa onde eu já trabalhava. Bem branca, seios médios com belas coxas e quadril largo com cintura fina. Jeito inocente de ser que me encantou.

Sinti que meu jeito também a atraiu mas eu casado na época não queria me envolver.

Algum tempo depois sai da empresa e nossas vidas seguiram rumos diferentes e perdi contato com a Manu

15 anos se passaram, e com meus 57 anos e Manu com 37 anos nos reencontramos motivado por ela através de redes sociais ter me encontrado e me convidado para esse encontro.

Um almoço em um bom restaurante, ela ainda linda mantendo seu belo corpo.

Eu e ela sem compromissos, todos separados de seus conjuges.

Degustando uma taça de vinho e após falarmos sobre o que aconteceu em nossas vidas começamos a lembrar do passado e ela revelou que o único homem que ela amou na vida foi eu, que casou com outro homem, transou com outros homens porque sabia que eu casado não iria querer envolvimento com ela, disse que sempre me acompanhou e quando percebeu que eu estava separado também se separou e não sossegou até que conseguiu me encontrar.

Nesse momento nossas bocas se encontraram em um gostoso e longo beijo, não resisti e fiz carinhos em sua coxa, meu pau muito duro e ela com os biquinhos durinhos.

Perguntei se queria ir para um hotel comigo mas me explicou que por ser domingo não poderia dormir fora e que tinha um presente para me entregar, que guarda a muitos anos.

Fiquei curioso mas pediu para eu aguardar o próximo final de semana e se poderíamos passar em algum lugar bonito, se podíamos fazer um passeio

Ao longo da semana nos falamos todos os dias, diversas vezes, revelei que reservei um chalé eu um hotel fazenda, pedi para levar roupas bem sensuais e biquines bem pequenos.

Sexta fui ao seu encontro e ela deliciosa dentro de um vestido de tecido fino, peitos livres com calcinha fio dental marcando nas nádegas.

Durante a viagem muitos beijos, me provocava mostrando os peitos, biquinhos durinhos e rosinha, eu alisa e apertava e ela gemia e me chamava de gostoso.

Coloquei o pau para fora e primeiro ela começou a punhetar e depois se inclinou e começou a mamar, boca maravilhosa, engolia do jeito que gosto, com a lingua para fora com os lábios envolvendo os dentes, meu pau não é enorme mas não conseguiu engolir inteiro.

Foi viajando com essas sacanagens todas que chegamos ao hotel e um jovem nos ajudou levando nossas malas até nosso chalé, eu pisquei para ela que entendeu e arrumou um movimento para mostrar o peitinho, o menino ficou vermelho e meio assustado, saindo do quarto em seguida.

Chegamos no horário que a janta estava servida, antes de irmos para o refeitório a presenteei com uma gargantlha de ouro com a primeira letra do meu nome, e após colocar em seu pescoço falei que a partir daquele momento ela seria minha e faria tudo que eu mandasse realizando todos os meus desejos tendo como sua resposta que sempre foi minha e que realizar meus desjos é o que mais ela sempre desejou.

Imediatamente ordenei que tirasse a calcinha antes de sairmos para o refeitório.

No refeitório foi muito divertido, sob minhas ordens ela abria as pernas e mostrava a buceta para os maridos sempre que as esposas estavam distraídas.

Voltamos para o chalé e após eu mandar ela tirou o vestido e eu pude apreciar aquele corpo lindo nú somente com a gargantilha. Um corpo totalmente sem pelos, uma buceta carnuda tão branca que chegava a ser rosa.

Deitei ela na cama e comecei a beijar sua boca, passei a morder seu pescoço, cheguei em seus seios, durinhos, mamilos rosinha e durinho, mamei, mordi os biquinhos e escutei ela gemer desci mais e comecei a lamber sua buceta, totalmente molhada, grelinho pequeno e rosinha, ela gemia todas as vezes que encostava no seu grelinho. Quando prendi o grelinho com os dentes e lambi com a ponta da lingua ela explodiu em gozo e começou a dar gritinhos, mexia a cintura e esfregava a buceta na minha cara.

Esperei ela se recuperar um pouco, tirei minha roupa, meu pau bem duro escostei na portinha da buceta, bem molhadinha foi escorregando para dentro, apertadinha engoliu meu pau inteiro, fui enfiando e puxando, aumentando a velocidade e ela mexia muito gostoso, aquela buceta me deixava louco e ela entre gemidos me falou que queria me dar o presente e em ato continuo revelou que era seu bumbum.

Fiquei louco, saí de sua buceta e ela ficou de quatro. Aquela bunda redonda empinada me hipnotizava. Encostei a cabeça do pau na portinha de seu cuzinho bem lubrificado com seu próprio gozo e ela pediu para ter cuidado pois era a primeira vez. Revelou que guardou para mim, que esse era o presente que guardou para mim.

Empurrei um pouquinho e seu cuzinho resistiu, ela gemia e pedia calma, fui forçando e senti a cabeça entrar e ela gritou de dor. Pedi para ficar calma e rebolar um pouco. Foi obedecendo e ela mesmo foi rebolando e empurrando para trás, eu nunca tinha quebrado um cuzinho antes, descobri como é gostoso, e empurrei tudo, ela gritou novamente, fiquei um tempinho parado e depois comecei a puxar e enfiar, ela já falava que estava bom, rebolava muito gostoso, aquele cuzinho justo envolvendo meu pau, ela pedia para comer com mais força e eu comia mas chegou um momento que não aguentei mais e gozei, deixei seu cu recheado.

Ficamos abraçados, muitos beijos e caimos no sono.

No dia seguinte acordamos juntos, amanhecer ao lado daquela mulher linda, gostosa e apaixonada foi muito bom.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Fgump a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários