Minha história sexual começou bem cedo. Eu sempre tive um jeito afeminado. Eu tinha meu irmão em casa, mas tinha várias irmãs, 5 pra ser exato. E eu sempre me dei bem melhor com elas. Alguns até comentavam que eu era "aviadado" e agia feito menina, porque eu andava mais com meninas, ouvia as músicas de meninas, brincava com elas. Então, alguns meninos mais velhos e espertos, percebendo a possibilidade de tirar alguma vantagem, foram me introduzindo ao sexo com homens. Mal virei adolescente e já estava fazendo boquetes e dando o cu pra eles. Mas eles eram bem ruinzinhos transando. Alguns nem sabiam direito o que fazer ou nem conseguiam ainda ter uma ereção direito. O que faziam era basicamente roçar o pau meia bomba ou até mole na minha bunda ou só me deixar chupar até gozarem.
Isso acontecia principalmente na escola. Eu não me atrevia a fazer nada arriscado com os meninos da minha rua, porque era uma época em que ser gay era muito mal visto (hoje ainda é, mas naquela época era bem complicado também), então se tivessem qualquer motivo pra me zoar sobre ser gay, nunca mais iam me deixa em paz. E mesmo sentindo tesão em alguns deles e até vendo alguns olhares maldosos de uns amigos da rua pro meu jeito e corpo meio feminino, não dava a liberdade pra nada acontecer, exceto pelos dois garotos que começaram a me comer e eu contei aqui em outro conto.
E também pelo fato do meu irmão, que sempre tentava me fazer agir como "homem", não deixava me zoarem. Por ele também eu evitava dar motivo pra confusão de ser alvo de piadas dos outros meninos. Mas na escola, onde ninguém da minha rua estudava, porque onde eles estudavam acabou não sobrando vaga pra mim, era onde eu podia ser livre. Alguns boatos até circulavam, mas ninguém falava nada diretamente pra mim.
Então sim, nessa época de escola eu já era uma putinha dos outros meninos, chupava pau e dava o cu. E sempre tinha um novo querendo ver se o que o amiguinho tinha contado pra ele, de que eu tinha chupado alguém dentro do banheiro, era verdade. (Geralmente quem eu tinha mamado era a própria pessoa que tava me explanando, mas é óbvio que eles não iam se assumir.) E assim eu ia criando uma lista de pau amigos pela escola, todos meninos 3, 4, 5 anos mais velhos, que pela dificuldade de conseguir meninas pra transar (é sempre muito difícil quando vc é jovem e não tem liberdade, um lugar seu, as próprias meninas se resguardam com medo de ficarem mal faladas etc), sempre iam atrás de um "viadinho" (era a desculpa deles pra mim) pra se aliviar, mesmo que não assumissem que gostavam.
Foi nesse contexto que eu tive minha primeira experiência de sexo real. Mas não com um dos garotos inexperientes e sim com meu professor, Nonato. Era um homem mais velho de uns 40 anos, já meio grisalho. Ele era professor de história, bem chato, mas era bom pros alunos inteligentes como eu. No final da aula ficava conversando com a gente, incentivando a estudar, ter um bom futuro pra sair das condições que a gente vivia na favela.
E como homem, era um tesão. Bem parrudo. Meio gordo, mas um gordo forte, estilo "fordo". Braços largos, alto, um homem grande pra todos os lados. Tinha barba cheia e meio longa, com alguns fios grisalhos, usava óculos e tinha um cheiro de homem. Um cheiro forte, de perfume masculino. Não sei porque, mas sempre me vem na mente a palavra "almíscar" pra descrever aquele cheiro, é uma palavra que vem direto a mente quando eu lembro dele.
Tudo começou em um dia que uma professora faltou. Nessa escola tinha os dias pra cada aula, então eram 4 aulas de matemática e uma de outra matéria, tipo artes, 5 no dia. Então íamos pra casa. No outro dia eram 4 de ciencias, aí uma de religião etc. Então, como a professora faltou, nós fomos liberados pra ir embora. Todos os meninos foram embora e eu fiquei, porque eu sempre esperava meu irmão, que saía da escola dele e passava pela minha pra me buscar. As escolas eram um pouco longe, andávamos uns 20 minutos a pé pra chegar lá, a do meu irmão era mais longe ainda, uma meia hora.
Então eu fiquei do lado de fora, sem nada pra fazer. Até que o professor Nonato me viu, perguntou porque eu não ia embora e eu expliquei a situação pra ele. Ele, meio compadecido porque eu ainda tinha várias horas pra esperar ali, se ofereceu pra ir me deixar. Tentei recusar, mas ele disse que me levava no carro dele, não ia atrapalhar nem nada, ia ser rapidinho. Como sempre fui tímido, fiquei receoso de aceitar, mas já tinha uma amizade com ele e topei. Quando entrei no carro, a primeira coisa que eu vi foi uma foto pendurada no para-brisa. Ele e outro homem. Ele percebeu que eu fiquei reperando e disse:
- Sabe, eu não costumo falar isso pra ninguém, sou bem reservado, mas como você parece um jovem decente e é bem esperto, acho que já entendeu, então não faz mal contar. Esse aí é meu marido, mas não conta pra ninguém, na escola ninguém sabe, nem os professores.
Sem saber bem o que dizer, fiquei calado por uns instantes de surpresa, mas me senti mal por ficar calado, porque ele podia pensar que eu tava com preconceito com ele, então acabei falando sem pensar:
- Ah sim, eu também sou meio.. sabe...
- Como assim?
- Eu também sou gay, professor.
- Você é gay? Tem certeza? Nessa idade não é anormal só querer experimentar ou ter curiosidade. Eu, antes de perceber que era gay, fiquei com várias mulheres. Até cheguei a me casar com uma. Até que percebi o que eu realmente era.
- Não, eu.. sabe... eu meio sempre que soube. Sempre me senti atraído por meninos, nem sinto nada quando eu vejo meninas, desde sempre.
- Então você tem certeza mesmo que é gay?
- Tenho sim.
- E já provou pra ver se é verdade?
- Como assim?
- Já ficou com algum menino?
Não sei porque, mas contei pra ele que tinha sim ficado e das coisas que já tinha feito. Oral, anal, com vários meninos. Ele ficou até abismado com a minha experiência pra pouca idade. Mas também começou a se abrir e contar das experiências dele quando jovem, de quando fazia troca-troca. Até contou algumas coisas mais estranhas de quando morava na fazenda e se sentia excitado com o pau dos cavalos, ou vendo um primo dele metendo em uma burrinha e querendo ficar no lugar dela. A gente acabou conversando bastante e falando bastante putaria. O que por sua vez foi deixando o clima quente e eu tava claramente ficando com tesão, até que eu, já bem sem vergonha, perguntei:
- E o senhor, prefere ser menina ou menino?
- Acho que você se refere a passivo e ativo. O passivo é o que assume a posição de ser penetrado, submisso. O ativo é o dominador. O que come. Sabia que tem casais que são totalmente diferentes na vida normal e na cama? O que é publicamente mais mandão, que faz tudo do jeito que quer, geralmente é o que gosta de ser passivo na cama. Enquanto o mais bobão ou pau mandado é o ativo. Alguns até gostam assim pra provocar o parceiro e fazer ele descontar tudo no sexo, sabia? Mas respondendo a sua pergunta, eu sou bem versátil, mas sou mais ativo. E você? Pelas suas histórias assumo que seja passivo.
- Sim, geralmente eu gosto de ser a menina. Quer dizer.. de ser passivo. Nunca me imaginei de outra forma.
- E nas histórias que vc contou, de como você gosta de olhar os seus machos enquanto tá de joelhos. Você sente tesão vendo eles acima de você? Como se você fosse inferior a eles? Ou como se eles fossem seus donos?
- Ah, eu curto sim.. sabe...
- Então você curte uma humilhação hein?
- Bom, eu gosto. Me dá tesão. Gosto dos que falam também, me xingam de putinha, viadinho.
- Hahaha, é isso mesmo, você adora um macho que te humilha e te domina.
- E você professor? Gosta de dominar e humilhar?
Eu perguntei com uma cara bem safada, deixando bem claro o que eu queria dizer e o que eu tava a fim.
- Ah, eu adoro, mas você é bem moleque ainda, quase uma criança. Não sei se aguentaria o que eu curto fazer.
- Ah, eu sou jovem, mas já levei uns assim ó (eu disse mostrando as duas mãos abertas, pra simular um pau que devia ser de uns 15, 16 cm, o que era mentira, o maior que eu tinha visto devia ter unsOlha, não é pequeno mesmo se for desse tamanho. Mas o meu pau é de adulto e eu nasci bem dotado. Bem maior e mais grosso do que o que você tá acostumado.
- Ah é? Deixa eu ver então?
Eu juro que pude ver no rosto dele um sorriso de orgulho, ele queria se exibir. Tirou pra fora a jeba que era uma carne envolta em uma bola de pelos. Ele tinha uma floresta imensa na virilha, mas até no meio daqueles pentelhos, dava pra ver a imponência do pau dele, que tava bem duro com toda a conversa de safadeza e pingando pré-porra, com a cabeça toda molhadinha. Devia ter uns 21, 22 cm e era grossa o bastante pra eu não conseguir fechar a mão ao redor. Claro que hoje eu conseguiria segurar apropriadamente aquele pau, mas na época, parecia um taco de baseball na minha mão. E eu segurei mesmo assim que ele tirou, sem vergonha, ele nem relutou, me deixou "ver" com as mãos pra crer.
- Meu deus! Nunca vi um tão enorme! acho que deve ser o dobro do maior que eu já vi!
- Hahaha, pelo que você me mostrou, não acho que seja o dobro, mas é bem maior sim.
- Nossa, até suas bolas são enormes! e tão bem veiudas e meio roxas! Isso é de vontade de gozar?
- Ah é, esse nosso papo me deixou com tesão, minhas bolas ficam assim quando estão cheias.
- Deixa eu esvaziar elas então?
- Hmmmmm, olha, não me importo, mas é só dessa vez tá bom?
- Tá bom (eu disse tirando os shorts).
- O que você tá fazendo?
- Tirando a roupa pra você comer meu cu, professor!
- Hahaha Garotinho... acho melhor você só me punhetar. Você só fodeu garotos da sua idade, não aguenta um homem adulto que nem eu.
- Mas eu quero tentar! Só um pouco! Se doer a gente para!
- Hahaha, você é bem corajoso hein. E dizem que quem tem cu tem medo, mas você tem bastante coragem na bunda hein hahahaha (ele sempre fazia essas piadas sem graça). Olha só, dentro do carro é ruim demais. Eu não moro muito longe daqui (tudo isso aconteceu basicamente na garagem da escola, a gente nem chegou a sair de lá), então que tal a gente ir pra lá? Meu marido não tá em casa, então, eu posso tentar. Mas eu quero ver se você tá pronto mesmo. O desafio é o seguinte: Se você me fizer gozar até chegar lá, ou seja, uns 20 minutos de viagem, eu topo comer você. Mas se você não conseguir eu só vou deixar você me fazer gozar por consideração e vou te deixar em casa. Que tal?
Lógico que eu topei o acordo e tava bem determinado. Por mais que eu não tivesse muita experiência em si, eu vivia assistindo os filmes pornôs do meu irmão, então tava sempre praticando o que eu via as meninas fazendo, já que eu sempre me imaginava no lugar delas e não no lugar do ator que comia elas. Era hora de dar o meu melhor.
Ele começou a dirigir, com o pau pra fora, eu fui e segurei, abocanhei a cabeça. Dava chupadas só na cabeça e ia deslizando, como se estivesse beijando o pau dele. Os cabelos iam entrando na minha boca e eu nem me importava. Enfiava a cara pra sugar o máximo que eu podia daquele caralho meia bomba que mal cabia na minha boca até nesse estado flácido. Mas eu fui chupando e ele foi ficando mais e mais duro. Eu usava bastante saliva e punhetava bastante, descia e chupava as bolas, botava as duas na boca junto com 1 kilo de pelos, tinha tanto pelo que eu me sentia a vontade pra roçar os dentes, porque nem pegava nas bolas, só nos pelos. Ele me elogiou por isso e adorou, como se eu estivesse coçando o saco dele com os dentes.
Continuei chupando e chupando, por todos os lados, minha boca já tava dormente. Até que eu vi que ele tava a fim de gozar, soltou um: "Ah, que se foda", parou o carro e forçou minha cabeça contra o pau dele. Eu sentia a ponta daquele mastro coçando minha garganta e comecei a sentir o líquido escorrendo. Era muita porra. A gente nunca tem a noção exata do tempo nesses minutos de extase, pra mim é como se ele tivesse passado meia hora ejaculando na minha garganta, mas óbvio que devem ter se passado uns 10 segundos ou até menos. Eu nem consegui sentir o gosto da porra na minha boca, exceto pela pré-porra salgada dele, porque ele gozou direto na minha garganta, me dando leite goela abaixo com minha boca totalmente preenchida pela carne viril daquele macho e sua floresta de pelos grossos e virilha salgada.
Depois da gozada, a gente voltou aos sentidos, ouvimos as buzinas dos carros atrás da gente mandando seguir caminho. Ele rapidamente voltou a dirigir enquanto bufava, se recuperando da gozada intensa.
- Caralho, que mamada que você me deu hein? Onde aprendeu isso?
- Aprendi vendo pornô, professor.
- Ah, então você tem uns pornôs gays? Qual você viu?
- Gay não! Pornô de homem e mulher. Só que eu sempre finjo ser a mulher e tento fazer o que ela faz.
- Hahaha, você não para de me surpreender hein. Então você nunca sentiu tesão naquelas mulheres nuas, levando rola?
- Não, eu assisto pra ver o pau dos caras. Eu adoro as cenas de gangbang, porque tem muito pau! Se fosse só homens era até melhor.
- Hahaha, vou te emprestar uns pornôs gays então pra matar sua vontade.
- Nossa, jura?
- Juro. E mais do que isso. Lembra do acordo? Agora é hora de ver se esse seu cuzinho tá pronto pra um macho de verdade.
A forma que ele falou aquilo, se chamando de macho de verdade, tão firme, me deixou arrepiado. Eu tava morrendo de tesão, ia gozar em 10 segundos se batasse uma de tanto tesão. Então não via a hora de chegar na casa dele.
Quando chegamos lá, ele morava em um apartamento no segundo andar. Subimos pra casa dele, ele disse que eu podia ficar tranquilo. O marido trabalhava até 6 da noite e sempre avisava se fosse chegar mais cedo. Ele ligou pra escola e falou que tinha se sentido mal e foi no hospital, ficando livre das aulas. Ainda era por volta de 8 da manhã, as aulas acabavam 11:50, então tinha bastante tempo pra gente fazer o que quisesse.
Primeiro a gente tomou um banho, vi ele tirando toda a roupa e fiquei apaixonado naquele corpo parrudo. Ele era um verdadeiro urso. Muito peludo. No peito, barriga, axilas, bunda. Pelo em todo canto. Tomamos o banho juntos, mas sem fazer nada demais, no máximo um lavar a bunda do outro e fomos pra sala. Ele falou que precisava se recuperar da gozada, então a gente podia ir brincando. Ele pegou um filme pornô e botou pra gente assistir, disse que eu ia adorar, era um de gangbang só de homens, mas esse, especificamente, era intitulado 11x1. Eram 11 ativos e 1 passivo. Fui assistindo o vídeo e adorei, falei que queria fazer isso um dia, só eu de passivo de um monte de homens pra me fazer de "mulherzinha".
Ele ria com a minha safadeza e dizia que ia adorar ser um dos onze, mas que eu tinha que estar preparado pra aguentar. Tudo isso rolava com nós dois pelados no sofá. Ele sentado e eu meio deitado, punhetando o pau dele e chupando a cabeça enquanto massageava as bolas, outra técnica que aprendi com uma atriz pornô.
Ele me disse que tinham truques pra ir aprendendo a levar rolas que nem a dele e que nem o marido aguentava no começo, então resolveu me dar uma colher de chá. Foi até o quarto e voltou com algumas coisas. A primeira coisa, que eu não sabia o que era, mas hoje reconheço, era um dildo. Ele lambuzou com um líquido, que me explicou que servia pra diminuir a sensibilidade do ânus, assim ficando mais fácil ser penetrado. E com isso, ele começou a brincar com meu cuzinho. Enfiou primeiro bem devagar e foi seguindo assim. Enfiava tudo, tirava devagarzinho, até meu cuzinho estar todo melecado por dentro. Depois ele enfiou 1 dedo e depois 2 e chegou a enfiar e, surpreso que eu tava aguentando, mesmo com a cara de dor. Ele me explicou que pela perda de sensibilidade eu conseguia aguentar, mas que era bem apertadinho ainda e ele tinha que fazer muita força pra enfiar. O pau dele era tão grosso quanto aquilo, segundo ele, então ele queria saber se eu ia aguentar mesmo. Prontamente respondi que sim.
Ele continuou brincando com meu cuzinho, mas dessa vez enfiou umas bolas tailandesas, que eu já tinha visto no porno, mas nunca na vida real. Enfiou uma, duas, tres, quatro. A quinta, de 10, já não cabia mais. Então ele foi puxando devagarzinho, cada bola que saía da minha bunda me fazia ver estrelas, até que eu gozei. Ele ficou tirando onda como minha porra era rala e clarinha e a dele era grossa, parecia um requeijão segundo ele kkkkkkk.
Depois disso eu esperava que ele finalmente me comesse, mas ele ainda queria brincar mais e me ensinar que sexo era muito mais que penetração. Era realmente meu professor me dando uma aula.
Ele começou pegando um plug anal, não era dos menores, mas na caixinha de brinquedo dele também tinha alguns bem maiores, enfiou na minha bunda e me mandou deixar lá, pra ir abrindo espaço. Depois disso me mandou ir pro chão e lamber os pés dele. Eu obedecia tudo que ele dizia. Eu lambia a sola dos pés, chupava cada dedo individualmente e enfiava a lingua no espaço entre os dedos. Ele ficava maluco, dizia que adorava um putinho submisso, ia me fazer lamber o corpo dele inteiro e eu fui ficando maluco com a ideia.
Então ele me puxou pro sofá e nos beijamos. Meu primeiro beijo de língua. Ele enfiava tudo na minha boca, aquela lingua enorme. Eu sentia aquele cacete na minha barriga e aquele homem do dobro do meu tamanho me esmagando em um abraço. Até que ele se joga por cima de mim no sofá e me beija apaixonadamente, por vários minutos. Já sentir a pontinha do cacete dele roçando minha bunda, imaginando que a surra de pica estava por vir.
- Ainda não.. ainda não...- Ele dizia, se segurando e se soltando do beijo.
Então ele me fez, primeiro, praticamente adorar o corpo dele. Eu lambia o pescoço e roçava os dentes no queixo, ia descendo e lambia o peito peludo dele. Ele me botou pra chupar os mamilos. Chupava cada mamilo individualmente por vários minutos e trocava. Ele adorava, parece que sentia prazer nos mamilos, ou na minha submissão. Depois foi a barriga e ia descendo pra chupar a rola dele, mas ele me parou. Aquilo era pra depois, tinha mais partes do corpo pra lamber.
Fui então lamber as axilas, o que era novo pra mim. Aquele homem era tão grande em comparação a mim que meu rosto quase cabia dentro da cavidade da axila peluda dele. E por isso entendi o porque do banho, ele queria tirar traços de desodorantes, perfume, pra eu poder lamber tudo. E eu lambi bastante a axila dele, dava beijos. Ele sempre perguntando se eu tava gostando e eu respondia que tava adorando, que era uma delícia provar o corpo de um macho forte e gostoso como ele. E ele ficando com o ego inflado pelos elogios, ganhando a confiança do comedor, me submentendo a mais humilhações, até me xingando e tirando onda de como eu tava lambendo a axila e os pés fedorentos dele (que não estavam fedendo na verdade, mas era só pelo fetiche) e que agora ele tinha deixado o melhor pro final, eu ia provar a minha humilhação chupando o cu peludo dele, como prova de submissão.
Eu nem pestanejenei. Já tinha visto rimjobs várias vezes em filmes e sempre tinha sonhado em fazer um, não sentia nojo, até porque, diferente dos meus amigos héteros que tinham que ver uma mulher que eles desejavam chupando o cu de um cara aleatório, eu só me imagina no lugar dela, me lambuzando na bunda daquele macho. Então eu fui com tudo pra cima. Enfiei minha cara naquele cu peludo. Já cheguei enfiando a língua e forçando ela contra o reto dele, o que ele adorou. Também fui imitando as técnicas que eu tinha visto. Chupava o cu dele enquanto punhetava o pau. Até enfiei um e dois dedos depois e botei na boca. Ele ficando incrédulo com a minha sem vergonhice, de onde que eu tinha tirado tanta imaginação. E ficou totalmente maluco quando eu usei os dedos pra abrir o cu dele e pra ajudar a enfiar minha língua dentro. Nesse momento ele até segurou e enfiou minha cara ainda mais contra a bunda dele, foçando minha língua pra dentro do ânus dele.
Até que ele não aguentou mais, tirou minha cara do meio das nádegas dele e me jogou no sofá de cu pra cima, lambuzando a rola grossa, veiuda, dura e peluda com uma quantidade excessiva de lubrificante que vazava e molhava todo o sofá.
Até esquecendo toda a preocupação que ele teve até aqui com a minha pouca experiência, ele veio pra cima de mim como um animal. Puxou o plug com tudo, fazendo um som de "ploft" bem alto, depois encaixou a pica lambuzada na entrada na minha rodela. A primeira estocada foi direta, rápida, firme. Era como um tronco de madeira me rasgando no meio. Minha bunda ardia só com isso, uma única metida de uma rola grande de um homem adulto. Nesse momento eu percebi que as bolinhas, o dildo e os dois dedos que ele enfiou não eram nada. Aquilo era o desafio de verdade. E eu tinha provocado aquele macho alpha com uma rola digna de um meteder que pune passivos provocadores. E como eu sempre tinha feito, era hora de aguentar as consequencias de botar, literalmente, meu cu na reta kkkkk.
Depois da primeira estocada, ele tirou quase toda a rola, deixando só a cabecinha dentro e enfiou tudo de novo. E começou a meter a pica, esfolando meu cuzinho que já tava meio aberto. Metia forte, em um ritmo intenso. Era mais forte do que rápido. Era como se fossem marteladas. Tirando até uma parte e enfiando. Também percebi que ele tinha ficado maluco com a sensação do meu cuzinho tão apertando ao redor daquele pau, porque era como se ele quisesse mais me alargar do que me foder.
Mas ele me fodia sim, fodia como um macho, sabia meter. Não era afobado, nem desengonçado, sabia como me segurar que nem uma puta dominada na cama e meter pica. Eu não ia escapar nem se quisesse, ele me tinha na posse dele. Naquele momento, era um animal dominando sua presa. E eu adoro ser a presa de um predador forte e dominante, principalmente um que me domina com uma rola grossa e dura enfiada no meu cu.
Ele me segura pela cintura e metia vara, bem forte e firme e agora mais rápido. Me chamava de putinha no pé do ouvido, como se fosse um segredo que tivesse me contando. Ele tava me explicando bem o que eu era ali, sempre sendo o professor. E me xingava de cadela, putinha, vadia, dizia que ia arrebentar meu cuzinho apertado, que eu tinha procurado e agora ia ver.
E assim ele me comeu pelo que pareceu ser uns bons dez minutos, na minha percepção fajuta de tempo, porque tudo era muito intenso. Até que ele me virou de frente e deu dois tapas na minha cara. Dois tapas bem fortes, até me assustei e saíram umas lágrimas, nunca tinha levado tapas de macho antes. Ele continuou metendo no meu cu e perguntou se a putinha ia chorar mesmo. Eu tinha procurado rola pra foder meu cu, então eu ia arregar agora? Mas nessa idade eu já tinha certeza que era sim uma putinha que nasceu pra ser fodida por machos dominantes, porque mesmo soltando umas lágrimas como reação natural, eu tinha adorado. Minha resposta foi só dizer:
- Tô chorando de alegria, não sabia que era tão bom dar o cu pra um macho de verdade! Mete na sua puta, vai!
Ele adorava me ver dizer aquilo e até aumentou o ritmo, agora sim bombando contra a minha bunda. Dava pra ouvir os "plaft, plaft". Antes ele só metia até quase encostar a virilha em mim e tirava. Agora ele atolava a rola contra mim. Eu sentia toda a extensão da pica dele entrando, até as bolas baterem em mim. Não aguentei e gozei de novo, molhando minha barriga com uma porra bem rala. Ele me pegou então e me fodia em posição de frango assado enquanto zombava da minha ejaculação minúscula e como parecia xixi. E vendo que eu não me incomodei, até deu mais tapas na minha cara.
- Toma sua puta! merece apanhar na cara pra deixar de ser uma cachorra sem vergonha!
- Aiiiii caralho! Eu não aprendi ainda, fessô! Ensina pro meu cuzinho como eu sou sem vergonha!
E eu ia atiçando ele mais, meu cu doía muito! Mas a dor e o tesão andavam juntos. Eu sentia aquele mastro grosso me alargando até o limite. Ele metia tanto que fazia o ar escapar de dentro do buraco largo que tinha virado minha bunda, esticado ao máximo por ele.
Ele meteu por mais um bom tempo, até que urrou e encheu meu cu de porra. Na minha cabeça, novamente, era uma cachoeira sem fim. Como se ele tivesse passado vários minutos gozando, mas deve ter sido só alguns segundos novamente.
Ele ficou com o pau dentro de mim e ainda punhetou pra expulsar as últimas gotas de porra. Me mandou esperar com o cu pra cima, sem me mover. Ele então trouxe uma taça, botou no chão, me mandou fazer força pra expulsar o esperma dele e eu fiz, despejando a porra dele na taça. Então ele me mandou beber. Eu só obedeci. Adorei o gosto daquele esperma, não pelo sabor em si, mas sim porque estava fascinado pelo macho que tinha despejado ele. Teria bebido ainda que fosse o pior gosto do mundo, mas era só um gosto e cheiro forte, nada que não tivesse provado antes, inclusive dele.
Ele então se jogou no sofá, exausto. Achei que o tempo mal tinha passado, mas já era por volta de 10:30, quase hora de ir embora. Tomamos mais um banho, dessa vez percebi que minha bunda tava bem esfolada, porque ele até tirou sangue dela. Sabia que no dia seguinte, ou até mais tarde, ia doer bastante. Mas tinha adorado a experiência.
Ficamos no sofá vendos os filmes pornô, ele me deixou chupar ele enquanto assistia, mas me proibiu de gozar me masturbando e disse que se eu estivesse com ele, só podia gozar sendo fodido no cu. E eu entendi que ele curtia muito essa parada de ser dominante, talvez até meio sádico, por isso ele nem conseguiu se segurar e acabou sendo mais duro comigo do que pretendia. Mas no fim eu adorei.
Fodi com ele várias vezes depois disso. Até quando dizia pro meu irmão que ia pra casa de algum amigo depois da escola jogar videogame, na verdade ia pra casa dele. E ele tinha um ritual, sempre que eu chegava lá, a gente ia pro banheiro, eu tirava toda a roupa e ele me dava um banho de mijo pra mostrar sua dominância e minha submissão. Foi com ele que comecei a aprender sobre esses fetiches e algumas práticas de bdsm. Ele até chegou a me fazer usar coleira, latir, usar plug anal com rabo de animal. E sempre tínhamos o nosso ritual de banho de língua. Eu tinha que lamber as axilas, pés, virilha e bunda dele. E com o tempo ele foi ficando mais tarado e me fazia fazer isso antes de tomar banho, suado do dia de trabalho.
Continuamos com isso por vários anos, até depois que eu saí da escola e da faculdade. Sempre que tem uma oportunidade ele me come, até hoje. Inclusive chegou sim a me comer com outros machos, onde eu era o passivo. Não foram 11 como naquele filme, mas sempre tem uma próxima vez.