O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 17

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 6210 palavras
Data: 23/01/2026 03:29:46

[…]

— OSVALDOOOO!!!!!!!! — Ouvi do sono, o grito me acordando da sepultura.

Meus olhos abriram fracamente. Todas as luzes estavam acesas, a TV ainda estava berrando abusivamente, e minha esposa e o Osvaldo não estavam em lugar nenhum. Lentamente rolei para os pés, tropeçando um pouco enquanto tentava me orientar. Desliguei a TV enquanto o programa pós-jogo tocava. Estava fazendo minha cabeça doer. Depois de um momento de silêncio, ouvi um gemido alto lá de cima. Bruna. Precisava chegar até ela. Meu coração entrou em overdrive, o sangue no corpo correu para os músculos e cérebro enquanto trabalhava o mais rápido que conseguia para as escadas, ainda tropeçando.

Quando cheguei ao corredor, ouvi do nosso quarto:

— Osvaldo! Deus... tá me partindo no meio.

Estava tonto. Sabia o que estava ouvindo. Só não conseguia acreditar. Devo ainda estar sonhando. Me movi em direção à porta entreaberta, mas quando cheguei perto, ouvi outro gemido. Um profundo, de satisfação e prazer da Bruna. Me deu pausa. Espiei no nosso quarto e os vi. A Bruna estava deitada de lado com os olhos fechados e um braço pendurado sobre o rosto. O outro estava enrolado ao redor da cabeça do Osvaldo. O Osvaldo estava atrás com metade do corpo pairando sobre ela. Estava beijando o pescoço e sentindo o corpo liso e apertado. Meus olhos viajaram para baixo, vendo uma visão que nunca esqueceria. O pauzão do Osvaldo estava deslizando dentro da buceta brilhante da minha esposa.

Que porra! Isso não era parte do acordo! Fixei o olhar na Bruna deitada de lado. O Osvaldo segurava uma das pernas para cima enquanto a outra perna enrolava ao redor dele. A Bruna ainda tinha um braço levantado cobrindo os olhos, mas agora o outro braço levantado, pressionando contra o torso do Osvaldo como se oferecesse uma resistência ineficaz à penetração rítmica lenta. A boca pendurava aberta e outro gemido de prazer escapou dos lábios cheios. O prazer da Bruna parecia vir da grossura do pau. Nunca tinha se sentido tão cheia. Nunca vi algo tão cru. Era como se o corpo fosse feito para ser fodido assim. A bunda perfeita estava batendo contra a virilha do Osvaldo conforme ele estocava dentro.

— O que o Bruno pensaria? — ela perguntou, fracamente falhando na tentativa de resistir ao prazer que o pau do Osvaldo estava dando.

— O Bruno ia amar ver você pegar meu pauzão. Você quer, eu quero, e ele quer. E todos sabemos disso. — O Osvaldo resmungou, focado no jeito que a buceta apertada da Bruna estava o agarrando.

Ele estava certo? Ainda um pouco zonzo, apenas fiquei lá em choque assistindo a cena tabu na minha frente.

Ele empurrou mais uma vez tentando ir ainda mais fundo.

— Ahh, Osvaldo! Você é tão grande... — ela choramingou. Talvez tenha se ouvido um pouco bem demais. Momentaneamente recuperou a compostura.

— Nãoo, não posso. — Ela choramingou. — Sou casada. Isso não é certo.

O Osvaldo usou uma mão e cobriu a boca:

— Para de mentir pra si mesma, você quer esse pauzão!!

Ele deu várias estocadas poderosas. Estava encontrando os ângulos que permitiam ir mais e mais fundo. Ela estava sendo esticada como nunca antes. Estava atingindo pontos que não sabia que tinha. Tudo que a Bruna podia fazer era soltar choramingos suaves que incitavam o Osvaldo a foder ainda mais forte. Ele estava feliz em obedecer.

— Ai! Ai!! Ahhhhh porraaa!! Osvaldo, por fa-favor vai devagar. Porraaa! Ai Deus! Você tá tão fundo. E-eu... — A Bruna estava se perdendo no prazer.

— Isso! Pega meu pau, vadia. Seu marido nunca pode te foder como eu posso. — O Osvaldo rugiu.

Batendo no topo da bunda, ela gemeu ainda mais forte. Finalmente não aguentei. Por instinto joguei a porta aberta.

— Ei! — Tentei gritar enquanto tropeçava para dentro.

O braço da Bruna se moveu do rosto. Os olhos se abriram em surpresa.

— Bruno! — ela ofegou.

O Osvaldo parou de bombear minha esposa. Virou a cabeça para cima e me encarou, não dizendo uma palavra. Estava surpreso que eu estava acordado. Aquele pó para dormir deveria ter me nocauteado por pelo menos 8-10 horas. O pau ficou dentro da minha esposa. Estava assistindo o que eu faria a seguir.

'Ele deve não ter terminado a bebida', o Osvaldo pensou.

— Ei — mal consegui dizer de novo, mais suavemente conforme notei que minhas calças se esforçavam para esconder a ereção dura como pedra.

O Osvaldo foi o primeiro deles a notar. Momentos pareceram minutos enquanto ficamos lá em silêncio. O Osvaldo, me vendo não fazer um movimento, empurrou lentamente dentro da Bruna enquanto assistia minha reação. Meus olhos estavam colados vendo o pauzão dentro da minha esposa.

Tantas cenas passaram na minha cabeça. Eu e a Bruna crescendo juntos. Vendo ela depois de tantos anos. Nosso primeiro encontro. A primeira vez que disse que me amava. Vendo ela caminhar pelo corredor do casamento. O sorriso perfeito. Tudo apenas passou na minha frente. Minha esposa perfeita estava realmente fodendo nosso vizinho, que estava dando prazer que nunca poderia sonhar em dar. Tudo por causa da minha fantasia. Estava bravo, com ciúmes, machucado, tantos sentimentos todos enrolados em um. Mas havia um sentimento que triunfou sobre todos... luxúria. Nunca fiquei tão excitado na vida. Ouvindo os gemidos subindo as escadas já sabia o que queria testemunhar. Ainda não conseguia processar vendo se tornar realidade.

Caminhei mais perto da cama, movendo lentamente porque era tudo que parecia conseguir fazer. Minhas pernas pareciam chumbo. Um suor frio surgiu na testa.

— Bruno? Desculpa, ele... — As palavras foram cortadas por uma estocada forte do Osvaldo.

Ela olhou para trás para o Osvaldo:

— Ai porr- Osvaldo, para, ele tá assistindo.

Virou de volta para mim, um olhar preocupado nos olhos:

— Por favor, não fica bravo... ele só... desculpa.

Então finalmente viu conforme minhas calças em forma de tenda chegaram ao alcance do braço. Tocou meu pau pelas calças suavemente, olhando, então olhando para cima para meu rosto, tentando me decifrar. Começou a acariciar meu pau, sentindo a dureza.

Vendo a oportunidade, o Osvaldo começou a construir um ritmo enquanto enfiava o pauzão na minha esposa. Estava se movendo devagar tentando não nos jogar fora. O Osvaldo sabia que podia ter nós enrolados no dedo, mas não queria nos empurrar rápido demais. Tinha chegado tão longe na sorte burra. Não ia jogar tudo fora agora.

Eu e a Bruna apenas nos encaramos. Ela masturbou meu pau duro pelas calças. Era como se nosso vizinho não estivesse atrás dela deitado na nossa cama com o pau cru deslizando para dentro e fora da buceta escorregadia e ansiosa.

O Osvaldo finalmente quebrou o gelo:

— Você gosta do que vê, Bruno? Finalmente dando pra sua esposa a fodida que ela merece? Você é um marido tão bom por arranjar esse prazer pra ela. Só fica aí e assiste como eu transformo ela na minha vadia!

Ele juntou o cabelo na mão nas raízes e puxou para trás. O pescoço da Bruna estava ainda mais esticado olhando para cima para mim agora. O Osvaldo empurrou o pau o mais fundo que conseguia, martelando a Bruna o mais forte possível.

— Ahhh, não, não. Porra, Osvaldo — a Bruna gemeu enquanto me encarava.

Tinha uma mão ainda masturbando meu pau, e a outra na minha coxa para apoio conforme o Osvaldo a fodia.

— Ai meu Deus do céu — mal consegui dizer com uma voz delirante. A Bruna podia dizer pela minha expressão que eu estava delirante de desejo.

Caí de joelhos para que estivéssemos no nível dos olhos. O Osvaldo soltou o cabelo e deixou a cabeça da Bruna cair em direção a mim. Ela agarrou meus ombros e olhou nos meus olhos conforme o Osvaldo continuava a foder. Ela mordeu o lábio, mas não disse nada. Estava tão excitado, porra, ela estava tentando segurar os gemidos, mas não conseguia evitar. Agarrei os lados do rosto e a beijei furiosamente. Nossas línguas dançaram enquanto a buceta era empurrada ao limite pelo membro grosso do Osvaldo.

Finalmente olhei nos olhos da minha linda esposa. Podia dizer que estava se segurando por mim. Queria que ela curtisse e esquecesse de todo o resto.

— Bruna, tá tudo bem se você gosta. Você pode se soltar... quero ver você se divertir.

Então me inclinei e sussurrei:

— Você fica tão gostosa sendo a vadia dele.

A Bruna ficou chocada com meu encorajamento. Percebeu que não estava bravo, apesar das regras terem sido estilhaçadas diante dos nossos olhos. Eu realmente queria ver isso como o Osvaldo disse? A mente foi ao overdrive quando o Osvaldo quebrou o pensamento.

Ele parou de se mover e olhou para mim dizendo com um sorriso:

— Já que você não se importa de eu foder sua esposa sexy, por que não deixo você ganhar um boquete dela? Disse que ela tinha que guardar a boca pra mim, mas já que tô curtindo a buceta, pode sentir o que tive o prazer de conhecer por meses. Não quero ser mau perdedor.

Estava excitado demais para ficar bravo com a arrogância. Minha antecipação de sentir a língua da minha esposa no meu pau enquanto ele a fodia já estava fazendo pré-gozo vazar do pau. Me levantei e abaixei as calças o mais rápido que consegui.

Meu pau balançou duro como pedra diante da Bruna. Ela não achava que poderia estar mais empolgada. Estava imensamente excitada com o pensamento de me agradar enquanto nosso vizinho a agradava. Me deu um grande sorriso e deu uma lambida na cabeça do pau. E outra. Então uma grande lambida com a língua toda sob o eixo. Olhamos nos olhos um do outro enquanto ela ficava lá deitada. Todos os sentimentos de culpa apenas começaram a derreter. Começou a abraçar a situação mais agora que eu estava lá e envolvido. Vendo que não estava bravo, a fez também curtir o pau do Osvaldo enchendo ela. Porque sentiu como se estivéssemos fazendo juntos, e não ela traindo minha confiança.

O Osvaldo imediatamente notou a diferença na Bruna.

'Ela realmente está apaixonada pelo marido, né?' O Osvaldo pensou.

Ficou com ciúmes com o pensamento de que a Bruna nunca seria verdadeiramente dele. Conforme a raiva cresceu, também cresceu a força das estocadas. A bunda da Bruna tinha ondulações passando pela surra que estava levando. Ele queria dar uma fodida que nunca esqueceria.

— Ai! Porra! — A Bruna gritou enquanto tentava se concentrar em lamber meu pau. Vingativamente, o Osvaldo estendeu a mão para agarrar os peitos da Bruna. Enrolou os dedos no sutiã rendado e violentamente puxou para baixo. A Bruna ofegou conforme a renda mordeu a pele e o Osvaldo libertou os peitos redondos e empinados. Ele os amassou grosseiramente enquanto a buceta assobiava com umidade conforme segurava firmemente agarrando o pau.

Era tão difícil focar em tudo acontecendo, exceto que sabia que minha esposa estava prestes a chupar meu pau como tinha visto ela fazer tantas vezes antes com o Osvaldo.

'Puta merda. Gozar vai ser incrível', pensei conforme a imagem de mim mesmo atirando a primeira carga na garganta me tentava.

Quando os lábios cheios estavam prestes a cercar meu pau, o rosto do Osvaldo cresceu um sorriso largo.

— Vamos, mostra pro seu marido o quanto ensinei. O pau dele pode não ser tão grande quanto o meu, mas ainda devia saber o que fazer. Pode curtir... mas não esquece quem é o dono dessa boquinha linda — o Osvaldo zombou.

A buceta da Bruna jorrou ouvindo as palavras. O Osvaldo sorriu, sentindo ela apertar ao redor do pau. Levantou as sobrancelhas para ela, o que a fez ficar vermelha. Agora os dois sabiam que ela ficou excitada ouvindo ele humilhar o marido. Era a fantasia dela sobre o invasor feio vindo e a pegando do rei. Estava realmente se tornando realidade agora.

A respiração da Bruna começou a acelerar. Estava quase ofegante. Eu nem coloquei uma luta ou argumentei. Ela achou tão excitante que o homem que ama, que cuida e protege, apenas a rendeu a um homem muito mais dotado. Bruno era melhor que o Osvaldo em todo departamento... exceto um. Ela sabia disso. Eu sabia disso. O Osvaldo sabia disso. A Bruna me deu um sorriso tímido. O Osvaldo apenas deu algumas estocadas e finalmente ela se inclinou mais perto e pegou meu pau na boca.

Eu deveria ter sido o único com esses privilégios. Eu deveria ter sido o único a foder a Bruna crua. Eu deveria ser o único a receber boquete. Era minha porra que ela deveria estar engolindo. Em vez disso, era o Osvaldo e o pauzão que conseguiu curtir a maioria dessas coisas primeiro.

O Osvaldo riu, sentindo nós cairmos mais fundo sob o controle. Ele tinha que garantir que completamente levou a Bruna para outra dimensão com a fodida. Queria foder ela para a órbita. A ganância o empurrou a se imaginar como o único que conseguia foder ela crua. O Osvaldo pensou sobre como seria delicioso fazer o Bruno usar camisinha enquanto ele fodia a Bruna, enquanto ele ia sem nada. Era um sonho distante, mas também era foder essa esposa loira perfeita. E aqui estava ele, encarando a bunda saltitante e as costas tonificadas conforme ficavam deitados de lado na cama conjugal dela. Assistia a si mesmo recheando ela com o pauzão. Riu para si mesmo que na primeira noite que fodeu a vizinha, ela chupou o marido pela primeira vez. Fez ele se sentir poderoso.

Continuou bombeando o pau duro dentro da Bruna. O quarto se encheu com sons de carne batendo contra carne junto com os sons molhados da Bruna chupando meu pau. A língua estava circulando minha cabeça conforme puxava e as mãos me ordenhavam conforme movia a boca. Senti a garganta me agarrar apertado, causando um gemido de prazer escapar dos meus lábios. Podia dizer o quão habilidosa a Bruna era com a língua e boca. Me deixava insano saber como ela aprendeu essas habilidades. Os peitos perfeitos da Bruna saltavam em direção ao pescoço e de volta para baixo conforme o Osvaldo bombeava com o pau grosso. Apenas olhei para baixo para eles deitados de lado indo com tudo. Sabia que essa noite mudaria minha vida para sempre, mas estava bêbado demais da fantasia para pensar nisso agora.

O Osvaldo queria empurrar as coisas mais longe. Parou de foder a Bruna e puxou para fora de repente. Assisti conforme o pauzão deslizou para fora da minha esposa coberto nos sucos dela. Ela choramingou, sentindo um grande vazio.

— Quero brincar com essa bundona. Fica de quatro e encara o pé da cama. Bruno, vai em frente e fica na frente da cama. Você vai amar ver isso. Tenho certeza que você ama ver ela nessa posição. — O Osvaldo disse.

Eu e a Bruna desajeitadamente seguimos as instruções, movendo para as posições requisitadas.

A Bruna agora estava de bruços de joelhos e cotovelos, a bunda redonda alta no ar. O Osvaldo ficou atrás dela, e começou a bater o pau contra a bunda tremula. Não conseguia deixar de admirar a forma perfeita e suavidade, especialmente nessa posição. Fiquei na frente deles maravilhado com o que estava testemunhando.

A Bruna tinha a cabeça virada para trás olhando para o Osvaldo. Estava nervosa já que nunca tinha feito essa posição comigo. Estendeu para trás e agarrou o pau.

Lentamente sussurrando:

— Nunca fiz assim. Posso deitar de costas?

O rosto do Osvaldo caiu.

— Você tá brincando. — Ele rapidamente olhou para cima para mim. — Por quê?

Não consegui responder. Quatro era uma das minhas maiores fantasias com a Bruna. Ela sabia disso também. Quando começamos a namorar, tentei várias vezes, como não poderia? A bunda era única. Mas ela constantemente ficava envergonhada e dizia que era uma posição de vadia demais. Amava sexo por causa da intimidade. Queria olhar nos meus olhos e sentir perto de mim, não sentir como alguma vadia.

A Bruna virou para olhar para cima para mim. Viu o olhar desolado no meu rosto, mas também notou como meu pau estava praticamente tremendo. Enquanto olhava para mim, ela respondeu ao Osvaldo.

— Nunca deixei ele.

O Osvaldo cantou com risada. Bateu na bunda dela.

— Seu marido é um idiota! Essa bunda foi feita pra ser fodida assim. E daí? Você vai me deixar? — Ele disse com uma voz má olhando para baixo para a Bruna.

Ela virou para olhar para ele. Então de volta para cima para mim. Não respondeu. Agarrou meu pau e começou a masturbar. Então colocou a bochecha na cama enquanto arqueava as costas e bunda, apresentando para o pauzão do Osvaldo.

O Osvaldo riu triunfantemente. Moveu as pernas tentando ficar confortável atrás. A barriga estava praticamente descansando na bunda. Deslizou a parte de baixo do pau para cima e para baixo na buceta, incitando a Bruna mais uma vez. O corpo fora de forma e o corpo perfeito e tonificado eram um contraste tão diferente que deixava minha mente louca de desejo que ele poderia trazer prazer que nunca poderia sonhar. Um buraco de ciúmes comeu meu estômago quando pensei no jeito que a Bruna estava trazendo ao Osvaldo o maior prazer da vida, e um prazer que era exclusivamente meu, antes dessa noite.

— Desculpa, Bruno! Não vou deixar a bunda da sua esposa ir pro lixo como você. Tenho certeza que você não se importa! Olha você! — O Osvaldo riu enquanto tremia de empolgação sobre todo esse calvário.

A Bruna gemeu embaixo de nós. Podia ouvir a respiração pesada. Finalmente o Osvaldo se inclinou para trás e lentamente guiou o pau centímetro por centímetro para dentro da buceta apertada da minha esposa. Agarrou cada bochecha da bunda enquanto empurrava para dentro, abrindo para ver o trabalho manual.

Uma vez que estava na metade, a Bruna não aguentou e gemeu alto:

— Porraaa, é tão grande. Eu-eu nunca senti isso. Ahhh!

A cabeça disparou para cima e olhou para cima para mim uma vez que abriu os olhos. Me viu encarando a bunda onde o Osvaldo estava enfiando o pauzão. Estava atingindo pontos que nunca sentiu antes, especialmente naquela posição que não estava acostumada. Ele estendeu para baixo para agarrar a cinta-liga que cinchava a cintura fina. Como um jóquei cavalgando um cavalo, o Osvaldo agarrou a Bruna e esticou a renda delicada ao redor do corpo conforme dirigia o pau mais fundo dentro.

O Osvaldo riu vendo a Bruna embaixo. Finalmente, estava fodendo ela como sempre quis. Com o marido no quarto, nada menos. Era o único homem a pegá-la nessa vista e realmente tinha pena de mim por não fazer.

— Você gosta de ver meu pauzão abrir sua esposa, Bruno? Aposto que ela nunca soa assim com você, né?

Balancei a cabeça não. A Bruna, me vendo responder, não podia fazer nada além de gemer. O Osvaldo puxou para fora e vi o pau absolutamente coberto nos sucos. Não acho que a Bruna já ficou tão molhada comigo. Ele bateu na bunda com o pau molhado algumas vezes.

— Cara, essa buceta e bunda são simplesmente únicas! Não acho que vou me cansar de ver essa vista.

Estava com ciúmes porque nunca tinha visto a vista que ele estava falando. Em vez disso, minha vista era assistir meu vizinho velho segurar a cintura fina da minha esposa conforme admirava a buceta brilhante, vermelha de excitação. Mesmo estando fora de forma, ainda tinha ombros largos, com a barriga grande conseguia praticamente descansar na bunda. O cabelo mal cortado e rosto pareciam grosseiros e gotas de suor começaram a se acumular na cabeça. O corpo tonificado e liso da Bruna não podia ser mais diferente. Estava de quatro e enrolada na lingerie esticada e arruinada. Podia ver as mãos do Osvaldo pressionarem na pele macia. O rosto lindo estava iluminado especialmente lindamente na luz suave do quarto.

Depois de brincar com o pau na bunda, mais uma vez vi ele deslizar o pauzão direto dentro da minha esposa. Podia dizer que estava tentando fazer a buceta da minha esposa se acostumar com ele e também para ela relaxar e curtir isso mais. E pelos sons que estava fazendo, definitivamente estava curtindo.

— Porraaa! É-é simplesmente tão grosso, porra. Ahhh! — A Bruna gemeu incontrolavelmente.

O Osvaldo começou a estocar para dentro e para fora e enrolou a mão no cabelo pegando a cabeça para cima. As costas tinham um arco insano conforme era bombeada cheia do pauzão.

— Então, Bruno... — o Osvaldo disse entre as respirações irregulares e rápidas — ...você quer... ver... sua esposa linda... gozar no meu pau?

Suor estava se acumulando como umidade leve no rosto conforme não deixava cair uma única batida no tempo enquanto fodia a Bruna. Fiquei sem palavras por um momento. Minha boca devia estar pendurada aberta enquanto olhei nos olhos da Bruna. A expressão facial era de prazer e antecipação conforme aguardava minha resposta. Mas ela sabia qual seria.

Respondi de qualquer forma:

— Sim... quero ver ela gozar.

Vendo a luxúria nos meus olhos enquanto masturbava meu pau fez a Bruna sorrir conforme começou a encontrar as estocadas do Osvaldo, me dando um show que nunca esquecerei.

O Osvaldo continuou a puxar o cabelo da Bruna conforme ela arqueava mais e mais alto.

— Ai meu Deus! — A Bruna gritou conforme o pescoço curvou para trás e os peitos empurraram para frente.

Balançavam no ar conforme o Osvaldo martelava. O corpo da minha esposa ainda estava enrolado em lingerie. As tiras da cinta-liga ao redor das meias até as coxas até a cintura esticavam ao redor da bunda nas costas. As da frente balançavam soltas, combinando com o fluxo dos peitos naturais e redondos da Bruna. Os olhos estavam fechados conforme focava nas sensações que o Osvaldo estava dando, fodendo ela como ninguém tinha antes.

— Puta merda — murmurei enquanto assisti a cena se desenrolar diante de mim.

Não sei se a Bruna ouviu meu tom de espanto, mas gemeu alto:

— Porraaa!

O Osvaldo continuou serrando conforme o rosto se contorcia em prazer. Puxou o cabelo loiro lindo e sedoso da Bruna que tinha meticulosamente preparado para trás, para trás, para trás, até a Bruna estar ereta nas mãos e joelhos. As unhas manicuradas se espalharam amplamente pela nossa cama conjugal, e peitos perfurados encaravam para frente. A cabeça estava quase de cabeça para baixo, encarando o Osvaldo. Ele se inclinou para frente sem perder uma única batida do tempo implacável, e pegou a boca dela.

Meu senso de espanto cresceu conforme assisti a Bruna retornar o beijo conforme esticava o pescoço para encontrar os lábios. A proeza em yoga estava valendo a pena. A bunda empinada e grossa da Bruna saltava contra as coxas do Osvaldo conforme ele a fodia com estocadas longas. Os dedos dos pés da Bruna estavam apontados, curvando dentro das meias escuras conforme experimentava o estiramento mais novo.

— Não deixa seu marido sozinho. Termina de dar aquele boquete que ele sempre sonha.

A Bruna estava de quatro estendendo a língua esperando meu pau. Estava fora de mim assistindo a cena na minha frente. Não conseguia acreditar que ele estava pegando ela de quatro. A bunda parecia de tirar o fôlego nessa posição. Podia ver a bunda saltar firmemente contra as coxas do Osvaldo. Estava batendo a bunda para trás para encontrar cada uma das estocadas. Quando estendeu a língua para mim, meus joelhos quase cederam.

Recuperei os sentidos e lentamente caminhei para frente até meu pau estar coberto com os lábios cheios da minha esposa mais uma vez. Encarei para baixo nos olhos azuis enquanto a boca movia para cima e para baixo no meu pau. Seguindo pelo corpo vi as costas tonificadas e bunda tremula movendo com paixão frenética. Então vi mais uma vez. O pauzão do Osvaldo bombeando para dentro e para fora. Estava literalmente sacudindo ela para cima e para baixo no pauzão. Sabia que esse dia viria. Lá no fundo sempre soube que queria que acontecesse.

Não aguentei mais. Fechei os olhos apertado conforme me aproximei da borda.

— Porra! Tô prestes a gozar! — Disse depois de alguns minutos do boquete especialista da Bruna.

— Mmm! — Ela gemeu no meu pau.

Estava prestes a gozar na boca. Podia sentir ela fazendo pequenos gemidos em mim, o que sinalizava que estava prestes a gozar também. De repente senti o aperto cair de mim. Abri os olhos e vi o Osvaldo puxando para trás pelo cabelo. O rosto estava bem ao lado da orelha enquanto lambia o pescoço.

— Ele pode se terminar. Quero você todinha pra mim agora.

Continuou bombeando o pau na buceta enquanto a bunda continuava a saltar de volta em retorno. Os cílios longos da Bruna varreram o ar conforme fechou os olhos. Franziu os lábios conforme o Osvaldo fodia.

— Ahh — ela arrulhou, se perdendo na paixão sexual.

Estava furioso depois de estar tão perto de gozar. Não podia fazer nada além de masturbar meu pau enquanto assistia minha esposa linda ser fodida na minha frente.

A Bruna não notou o olhar desolado no meu rosto. O Osvaldo estava martelando tão forte que ela mal conseguia olhar para frente. Estava morrendo para sentir minha esposa engolir minha porra pela primeira vez, algo que o Osvaldo tinha experimentado várias vezes agora.

O Osvaldo estava forosamente fodendo, esticando a buceta encharcada e latejante com a carne grossa. Conforme a Bruna gozou no pau do Osvaldo, o Osvaldo novamente sentiu o que eu tinha o privilégio previamente exclusivo de conhecer. A buceta da Bruna se fechou no Osvaldo, ordenhando e massageando.

O Osvaldo virou a Bruna de costas mais uma vez sem desconectar. Ele se lançou para baixo e começou a beijá-la enquanto continuava a foder como um homem possuído. Sabia que não estava perto ainda. Ia dar um show que nunca esqueceriam.

Caí de joelhos diante da cama, masturbando meu pau furiosamente. A cena que estava assistindo era tão depravada. As pernas enrolaram ao redor do corpo, ou pelo menos tentaram. O corpo grande do Osvaldo martelou ela na cama. Nossa cama. A que dormimos juntos toda noite.

Ela enrolou os braços ao redor da cabeça e beijou de volta. Minha presença e assistir ela ser fodida amplificou o prazer. Era quase demais. O doce tabu que isso era estava nos enchendo.

A Bruna e eu estávamos numa onda sexual que nunca tínhamos experimentado. Bem quando estava gozando, a Bruna estava tendo o próprio orgasmo no pau do Osvaldo. Se a boca da Bruna não estivesse coberta com os lábios do Osvaldo, teria soltado um grito. Tudo que podia ouvir eram choramingos e gemidos. Apenas segurei meu pau flácido e assisti o filme pornô ao vivo na minha frente.

O Osvaldo estava cansado de fazer todo o trabalho. Virou de costas e puxou a Bruna em cima sem desengatar o pau da buceta apertada.

— Tá bom, vadia. Dança no meu pau como você fez na balada. — O Osvaldo riu enquanto dava uma palmada forte na bunda que ecoou pelo quarto.

— O qu-?? — A Bruna ficou confusa.

O Osvaldo franziu a testa. O pau estava meio enterrado dentro da Bruna. Deu uma flexão leve que expandiu no canal de amor quente e molhado da Bruna.

— Ai Deus. Isso-isso é incrível. Tá, tá. — As respirações trabalh

adas da Bruna saíram tão quentes.

— Assim...?

A Bruna estava movendo os quadris num movimento circular. Usou os braços como apoio no peito peludo. As unhas perfeitas arranharam e garfaram o peito enquanto rebolava o corpo liso nele.

— Porra, isso. Só imagina que estávamos na balada. Dá pro seu maridinho aí um show que ele não vai esquecer. — O Osvaldo zombou.

A Bruna olhou para trás para mim e me viu masturbando o pau agora duro como pedra. Ficou surpresa vendo como fiquei duro rápido de novo. Eu normalmente conseguia ir algumas rodadas, mas nunca tão rápido.

— Isso fica bom, amor? — A Bruna olhou para trás sobre o ombro para mim.

O cabelo loiro lindo caiu na frente do rosto. Fiquei sem palavras. O corpo da minha esposa tinha um arco incrível conforme se inclinava no nosso vizinho babaca. A barriga tensa pressionava contra a barriga grande conforme arqueava as costas. Ele tinha as duas mãos na bunda tremula que tinha sido batida vermelho claro pelas mãos do Osvaldo. Quando travamos os olhos naquela posição, realmente acreditei que era a mulher mais linda do mundo.

— Nunca vi uma mulher parecer mais linda que você parece agora. — Sussurrei.

— Ai meu... Bruno. Porra. Vou fazer tão bom pra você! Te amo, porra!! — O corpo da Bruna começou a se mover rapidamente nele agora.

Estava deslizando para cima e para baixo no pau enquanto ainda rebolava os quadris. Isso fez a bunda literalmente balançar para cima e para baixo no pau cobrindo de sucos.

— Issooo. Ai Deusss!! Sim!! Sou sua esposa safadinha, né, amor?! — Ela continuou olhando para trás para mim sem parar os movimentos selvagens.

Não aguentei mais e me lancei em direção a ela. Agarrei por trás e a beijei furiosamente. Segurei pelos quadris e senti o Osvaldo estocando para cima para combinar os movimentos.

— Puta merda, Bruna. Não acredito que estamos fazendo isso.

— Bom, acredita, amigão! — O Osvaldo riu. — Agora volta e senta. Cala a boca e só curte o show.

O Osvaldo puxou a Bruna em direção a ele. A Bruna olhou para trás para mim quando ele disse isso. Queria ser segurada por mim mais, mas decidiu ir com o fluxo e me provocar com o Osvaldo. Se perguntou o quanto eu realmente ia gostar dela me empurrando.

— Amor... — ela se inclinou para frente para beijar levemente minha bochecha conforme sussurrou no meu ouvido — ...tô prestes a ser fodida muuuito bem por esse babaca na nossa cama. Então preciso que você sente e assista bem de perto. Vou garantir que te dou o show que sempre quis. Tudo bem?

Mal consegui acenar com a boca aberta. Estava sem palavras. Ela deu risadinhas e me beijou de novo enquanto me empurrava para trás. Tropeço e afundei de volta na cadeira que agora parecia longe demais.

O Osvaldo riu:

— Nossa, o que você disse?

A Bruna olhou para mim então de volta para o Osvaldo. Ela deu um sorriso antes de sussurrar no ouvido.

— Que vou te foder melhor do que já fodi ele bem na nossa cama enquanto ele assiste.

O Osvaldo sorriu conforme a respiração quente atingiu os ouvidos. Ele bateu na bunda, arrancando um gemido alto da Bruna.

— Deus! Não acredito o quanto você me fez gostar de levar tapa na bunda agora.

Ela se lançou para frente e o beijou assim como estava me beijando não muito tempo atrás.

— Vou te arruinar bem na frente do seu marido, vadia. Assiste como eu fodo sua esposa linda, Bruno!! — O Osvaldo disse para mim enquanto olhava sobre o ombro da Bruna conforme ela montava nele. O Osvaldo fechou os olhos e sorriu amplamente conforme a Bruna segurava o pau inchado na mão. Ela mirou na buceta latejante e deslizou para baixo. A cabeça lentamente rolou para trás conforme deixou a gravidade puxá-la mais e mais fundo no pau do Osvaldo. Não conseguia dizer qual era a expressão facial já que as costas estavam viradas para mim, mas vi o Osvaldo com o sorriso satisfeito e ouvi ele respirar um suspiro feliz de alívio conforme sentiu a buceta escorregadia da minha esposa confortavelmente envolver a circunferência larga.

— Ooh, mmm — ela murmurou do meio da garganta. A Bruna estava pulando no pau enquanto ele encontrava na metade do caminho. Estava virtualmente no fundo toda vez que se encontravam. Ver esse espetáculo na minha frente deixou minha mente tonta. Essa era minha esposa. Com nosso vizinho. Era alguém que nem deveria ter chance de nem tocar quanto mais foder assim. A Bruna estava gemendo e dando risadinhas no ouvido do Osvaldo conforme mordia os lóbulos e lambia o lado do rosto enquanto pegava o pau grosso dentro da buceta inchada. Ela focou a atenção no Osvaldo, sabendo que um show melhor para mim significava um Osvaldo mais excitado e louco. Ela sussurrou palavras sujas de encorajamento no ouvido do Osvaldo só para ele ouvir. O Osvaldo gemeu conforme a Bruna elevou a empolgação sexual e fez o pau mais duro que aço. Ele a recompensou martelando impiedosamente enquanto ela tentava manter o foco. O Osvaldo estava esticando e tocando em lugares que faziam o corpo estremecer de empolgação. Não demorou muito antes de estar pronto para gozar no meu tapete de novo.

— Issooo!! Me arruína!! Me fode como nunca fui fodida bem na frente do meu marido!! — A Bruna despejou. Ela beijou o Osvaldo, mas mal conseguia se segurar. Ele estava realmente dando para ela e o corpo não podia fazer nada além de pegar.

Finalmente, o orgasmo que tinha estado construindo começou a derramar fora de controle. O Osvaldo não estava longe atrás.

— Osvaldo! Vou- — Ela continuou a cavalgar e o tempo firme da cópula encheu o silêncio entre os suspiros.

— ...ai porra!! OSVALDO!!! Tô gozando no seu pauzão!!

O Osvaldo fodeu a Bruna direto pelo orgasmo. As pernas tremeram no Osvaldo conforme impiedosamente a alimentou com o pau repetidamente. Quando terminou dentro de várias estocadas, o Osvaldo puxou para fora com um estalo e se inclinou para trás nos cotovelos. Fixou o olhar no corpo macio da minha esposa e peitos redondos conforme explodiu o que parecia muito gozo na barriga chapada da Bruna. A Bruna e o Osvaldo tinham ficado tão trabalhados que ambos os orgasmos eram liberações de pressão necessárias. As explosões de gozo do Osvaldo eram tão fortes que faziam barulhos audíveis, respingando no corpo apertado da Bruna. A Bruna estendeu a mão para baixo entre eles para ajudar a ordenhar o gozo do pau do Osvaldo. Estava respirando forte conforme a boca pendurava aberta e sentiu a carga copiosa atingir a pele. Nós três recuperamos os fôlegos enquanto absorvíamos o que tinha acabado de acontecer.

A Bruna virou a cabeça para olhar para mim. Não conseguia acreditar o quanto tinha acabado de perder controle. As palavras que disse ecoaram na mente e fez o corpo ainda mais quente só de pensar.

Olhei para a Bruna e sorri. Finalmente me levantei e fiz meu caminho até ela.

— Isso foi incrível — disse, em pé acima deles e assistindo eles recuperarem o fôlego.

— Isso foi... definitivamente algo. — A Bruna disse numa voz tímida ainda incerta da situação.

Estava preocupada que tinham cometido um grande erro, mas não podia negar quanto prazer e diversão tinha acabado de ter.

— Te amo, Bruna. — Disse, me curvando para beijar minha esposa.

Ela ainda estava montando o Osvaldo conforme virou o rosto para cima em direção a mim para encontrar meus lábios.

— Te amo também, Bruno. — ela respondeu com os olhos sorrindo.

O Osvaldo foi o primeiro a quebrar o silêncio depois do nosso momento terno de conexão.

Num tom amigável, disse:

— Bom, isso é uma bagunça. Especialmente em você, Bruna. Deveríamos nós três tomar um banho?

— Sou uma bagunça, mas não quero estragar meu cabelo e maquiagem. O que você acha, Bruno? — admitiu a Bruna, desmontando do colo do Osvaldo e deitando de volta na cama, apoiada nos cotovelos. A lingerie estava esticada, emaranhada e amassada no corpo.

Ainda assim, parecia incrível com a cinta-liga ainda e a buceta brilhando na luz. As pernas longas compartilhavam os sucos nas coxas internas que davam lugar às meias até as coxas médias, ainda intactas e seguradas pelas tiras. Ela originalmente tinha planos para eu curtir ela parecendo especialmente linda essa noite. Depois do que aconteceu, ainda queria se divertir comigo e me fazer curtir ela como o Osvaldo fez. A excitação era apenas temporariamente saciada pelo que tinha acabado de acontecer. A minha também. Encarei enquanto o gozo do Osvaldo se acumulava no umbigo e vazava pelos lados na nossa cama. A cama empurrava as coxas e bunda para cima, acentuando o corpo ampulheta e cintura fina. Os peitos estavam prontos para serem brincados, e a linha longa do pescoço dava lugar ao rosto lindo e sorridente.

— Acho que todos poderíamos usar um — disse com um sorriso — Por que vocês dois não se preparam e enxaguam. Vou encontrar vocês lá.

Sabia que essa situação era estranha para mim e a Bruna. Pensei que se o Osvaldo tivesse mais tempo sozinho com ela, ela ficaria mais confortável com tudo que estava acontecendo. Não conseguia evitar querer ver o Osvaldo foder minha esposa mais. O que estava errado comigo?

A Bruna ouvindo minha resposta ficou com frio na barriga. Estava propositalmente deixando nosso vizinho tomar banho com minha esposa depois de foder ela. Qualquer pretexto das regras passadas parecia ter sido jogado pela janela. A Bruna pensou de volta no meu rosto quando estava sendo fodida. Amava quando dava aquele olhar. Era como se ela fosse a única mulher no mundo. A Bruna decidiu abraçar isso por agora.

— Tá, amor... — A Bruna saiu da cama e caminhou até mim. Ela sussurrou: — É melhor você se apressar, acho que ele me quer de novo, mas eu quero você.

Meu queixo caiu no chão. Vendo minha expressão a fez sorrir, ela caminhou para o banheiro com o Osvaldo seguindo. Ele me deu um sorriso e uma piscada.

— Garante que fica hidratado — ele disse. Parecia que ficou sério, como se não estivesse me pedindo, mas me dizendo.

— Não demora muito agora, amigão. — Com isso fechou a porta. Comecei a pensar sobre o que essa noite tinha reservado para o casamento meu e da Bruna.

***

Continua!!

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Comentários

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Vejo que a esposa ama o marido , mas esta se perdendo na tentação.

Sei que é um conto , mas a sensação que tenho que o marido esta perdendo a esposa para um adversário desonesto , drogou o marido, beija a esposa na boca, tem pensamentos em ter a vizinha so ora ele .

O conto esta bom , mas acredito que se o esposo ver a situação com a cabeça e nao com o coracao vai perceber q o vizinho é apenas um mau caráter e esta tentando de todas as formas tomar a esposa .

Um drama neste conto seria o ápice da saga mas isso quem decide é o autor

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O cara caminha pra uma frouxidão sem limites, chegando ao ponto de ter que pedir autorização pra ganhar um boquete da própria esposa? E ainda nem poder gozar como o “dono dela sempre faz”?

Conto muito bem escrito, excitante e cenas de sexo incríveis, mas essa fantasia/entrega do marido chega ser doentio…

O marido prefere ver a esposa transando a transar com ela?

Bruna caminhando pra uma hotwife das mais cruéis!!!

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