As Minhas Aventuras - 4 Capítulo: O Prazer de Transar com o Namorado da Amiga

Um conto erótico de Fernando
Categoria: Gay
Contém 2414 palavras
Data: 23/01/2026 04:22:09

Acordei com a minha mãe me chamando...

​— Bom dia, filho! O Son e a Nay tomaram café comigo e já foram. Você estava dormindo tão profundo que eles não quiseram acordar. Preciso que você pegue seu irmão mais tarde com seu pai e depois vá para a entrevista de emprego que eu consegui para você.

​Eu nem tinha entendido nada. Entrevista? Emprego? Son e Nay... Logo naquele momento me caiu a ficha de tudo o que tinha acontecido na noite passada, principalmente o fato de eu ter chupado o SON. Confesso que bateu uma certa ressaca moral.

​Passados os dias, eu estava conversando normal com a Nay, mas tentava evitar de todas as formas o SON. Eu sabia que, se o encontrasse, ele iria falar sobre o acontecido, e eu não queria trair a confiança da Nay por causa de um homem, mesmo que esse homem valesse a pena. Até que um dia, voltando da escola e trocando ideia com meus amigos, estava eu e o Marcos falando sobre várias coisas e assuntos aleatórios, até que o SON nos encontrou e me parou.

​— Fernando, podemos conversar um pouco? — me questionou.

​— Cara, estou trocando ideia com o Marcos, podemos falar depois?

​Marcos então, sem entender nada, falou:

​— Pô, fica tranquilo, mano! Depois a gente troca ideia, acho que o SON quer falar alguma coisa séria. Eu vou indo, depois conversamos.

​Então Marcos saiu, me deixando com o SON. O SON me chamou para sentar no ponto de ônibus e começou a falar:

​— Cara, não sei se você ficou bravo ou sei lá o quê comigo, porque tenho notado que tem me evitado depois do rolê lá na sua casa. Está tudo tranquilo?

​— SON, está tudo suave, de boa mesmo. Esses dias foram corridos — falei mentindo, sendo que eu estava evitando-o mesmo.

​— Foi mal se você não curtiu, porém eu curti, mano! E eu queria mais naquele dia, porém você acho que ficou pensativo pelo fato da Nay, né?

​— SON, eu sou amigo da Nay, muito próximo, e na boa: não quero perder uma amizade por causa de um pau, mesmo que seja um pau bom! — falei dando um sorrisinho.

​— Tá vendo? Você é canalha, kkk! Eu sabia que você tinha curtido! Mas, na moral, você chupa bem. Pena que foi pouco.

​— Não terá outra vez, então se acostume com aquele pouco — falei levantando do ponto e andando.

​— Não sei por que isso, mas de boa. Já que não quer... Mas deixa eu falar: posso te mostrar uma coisa?

​— Falei: depende!

​Então SON vira a mochila que estava nas costas dele, abre e tira uma câmera digital. Liga e me mostra um vídeo. Nesse vídeo não mostrava o rosto, mostrava apenas o corpo, porém era nítido que aquele corpo era dele, principalmente pelo pau. Ele estava transando com uma mulher e não era a NAY! Na hora eu fiquei em choque! Sim, o Jonas tinha razão. Então fiquei pensando: será que eu deveria falar e dizer para a Nay o canalha que o SON era ou não?? Então me veio à cabeça que o SON, como medida de vingança, também poderia falar sobre o que tínhamos feito e talvez até sair espalhando que eu curtia homens também, além de mulheres.

​— SON, mano, é você??? Não acredito!

​— Cara, eu sou viciado em sexo. Eu não iria ficar esperando a Nay se decidir quando ela iria transar comigo ou não. Mas essas meninas é só sexo, nada de sentimento. É sobre isso que eu tô falando: eu só quero sexo, uma putaria gostosa. Então, quando você quiser, é só falar.

​— Estou de boa, sério. Valeu, mas não quero. Vamos esquecer isso e eu também tento esquecer esses vídeos que você mostra.

​Fui seguindo a vida até que, em 04 de março de 2007, um domingo, minha mãe fez uma comida excelente: lasanha! Estava conversando com ela e curtindo. Ela disse que iria aproveitar que meu irmão estava com meu pai e iria sair com o namorado, e que não teria hora para voltar, que talvez iria para a casa dele direto para o trabalho.

​Eu, tranquilamente, falei que tudo bem e aproveitei para ficar de boa em casa. Fui deitar para dormir por volta das 15:40 da tarde e a campainha tocou me acordando. Estava meio lesado do sono, sem camiseta e com um short de futebol azul, sem cueca. Fui atender a porta quando me deparo com o SON parado na minha frente. Ele estava vestindo a camisa do Palmeiras, um short branco e um chinelo Ryder.

​— SON? — falei passando a mão no rosto. — Tá fazendo o quê aqui?

​— Manooo, você tava dormindo? Porra, me salva! Hoje tem jogão e eu queria assistir, mas tá foda lá em casa. Por favor, quebra essa, deixa eu ver aqui.

​— Porra, SON, você me acordou para isso? Que caralho, hein!

​— Ah, mano, eu não tinha como saber que você estava dormindo, né? São quase 4 horas da tarde de domingo! Quem dorme essa hora? Virou velho??

​— Além de vir em casa sem avisar, é folgado. Vai, entra! Mas que jogo é esse que você precisa tanto ver?

​— Porra, para um corintiano você está bem mal informado, hein! Hoje é os gambás contra meu time!! Você tá ligado que nós vamos massacrar vocês, né, seus merdas!

​— SON, na moral, tenho mais o que fazer do que ficar perdendo tempo com futebol...

​— Eu sei o tanto de coisa que você tem para fazer... DORMIR, né! Só se for.

​Então o SON entrou e sentou no sofá abrindo as pernas, mostrando o volume do pau bem marcado.

​— Mano, assiste aí comigo, vai? — me pediu com cara de cachorrinho sem dono.

​— Beleza, assisto sim. Afinal, o Timão vai comer porco hoje!

​— Mais fácil eu comer você do que seu time ganhar do meu, kkk — falou dando uma risada alta que eu até fiquei sem graça.

​Então peguei um travesseiro e deitei no sofá, eu de um lado e ele do outro. Resolvi confrontá-lo:

​— Mano, você não acha errado isso que você tá fazendo com a Nay? Tipo, tirar a virgindade dela e sair comendo outras mesmo estando com ela?

​— Fer, para falar a verdade, sim, eu acho errado, mano. Às vezes eu fico mal, mas aí eu vejo uma bucetinha ou um cuzinho, você tá doido? Aí já passa a culpa e o remorso. Mas, mano, sério, eu tento não fazer nada, mas as mulheres caem matando, aí é foda.

​— O problema é que você se sente demais! Tem pessoas bem mais bonitas que você, viu, garotão!

​— Tipo quem? O Jonas? Porque se for, eu tô ligado que ele tá querendo a Nay, aquele otário! — Senti que ele estava meio nervoso nesse momento.

​— Vixi, você está com ciúmes do Jonas? Aaaaa, não para!!!

​— Não estou com ciúmes de ninguém!!! Agora cala a boca que o jogo vai começar.

​— Ixi, não esquece que você está na minha casa, então abaixa a bolinha aí...

​Assistimos ao primeiro tempo com ele gritando e criticando tudo. Aos 18 minutos, o Palmeiras marcou o primeiro gol! Ele simplesmente saiu de si, pulando.

​— CHUPA! CHUPA! CHUPA, SEUS GAMBÁS DE MERDA!!! AQUI É PALMEIRAS, CARALHO!

​— É muita falta do que fazer ficar gritando assim.

​Aos 39 minutos, o segundo gol! Assim que acabou o primeiro tempo, ele falou que estava com fome. Eu já logo falei:

​— Não sou sua empregadinha. Tem nada para comer aqui, não.

​Logo quando começou o segundo tempo, ele começou com uns papos mais diretos:

​— Fer, na moral, por que você naquele dia parou? Você não quer mesmo?

​Nesse momento, notei que o volume do short tinha aumentado, deixando bem marcado. Eu desviava os olhos.

​— Fer, vou direto ao ponto: eu queria terminar o que começamos aquele dia. No sigilo e tal... Ninguém precisa ficar sabendo! Apenas nós.

​Eu não respondi. A imagem da minha amiga não saía da minha cabeça, mas o desejo me matava por dentro.

​— Se o Palmeiras fizer mais um GOL, eu como você!

​— E quem disse que eu quero? — falei tentando desviar o assunto.

​O resto do jogo ficamos quietos até que, aos 83 minutos, o Palmeiras marcou o terceiro. O SON começou a pular feito um louco e me pegou pelo braço para pular também. Ele me abraçou e ficou pulando. Quando paramos, nossos rostos ficaram bem próximos. Então ele deu um sorriso safado e passou a língua do meu queixo até meu nariz. Falou no meu ouvido:

​— Esquece a Nay só um minuto! Vive o agora! Eu sei que você quer e eu também quero. A única coisa durona que tem que ter aqui é isso.

​Ele segurou minha mão e colocou sobre o short dele, fazendo-me sentir o volume bem duro. Eu me soltei.

​— Cara, não! Como eu vou olhar para a cara da Nay sabendo que eu peguei o cara que ela mais ama?

​— Fer, o problema é que você pensa demais e age de menos.

​Então ele me puxou pelo braço e me beijou! Senti o corpo dele quente. Ele me encostou na parede, lambeu meu pescoço e mordeu minha orelha:

​— Hoje você será meu! Aproveita o momento.

​Deixei o tesão me levar. Agarrei-o e comecei a beijar intensamente. Ele parou e disse:

​— Uau! Então agora você vai deixar eu fazer o que eu quero?

​— Faz! Faz tudo o que você quiser! Eu preciso disso!

​Na mesma hora, o SON ficou completamente pelado no meio da sala. Continuei beijando-o, passando a mão pelas costas largas dele. Ele me virou e abaixou meu short com tudo.

​— Hummm...

​— Nossa, mas já tá gemendo? E está de pau duro! Gosto assim de passivinha que transa de pau duro — falou SON.

​— Então você costuma comer homens também?

​— Só como o que me dá tesão, e essa bundinha me dá muito tesão. Eu sempre quis provar esse buraquinho.

​— Buraquinho não, respeita meu cuzinho!

​— Seu, não! Hoje ele será meu!

​Ele começou a esfregar o pau na minha bunda e morder minha orelha. Ele falou:

​— Me chupa? Chupa bem gostoso, igual ao viadinho profissional que eu sei que você é!

​— Eu não sou viado, não! Me respeita!

​— Ah, foda-se, só chupa, vai!

​Fiquei de joelhos e meti aquele pau enorme na minha boca. Era muito grande, uns 22 cm. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha garganta com força. Eu engasgava, meus olhos lagrimejavam, mas eu estava com muito tesão.

​— Admite que você curte chupar um pau, vai, Fer!

​— Sim, eu amo! Principalmente o seu

​— Chupa tudo, caralho! Engole tudo!

​Fiquei louco de tesão. Chupava o saco dele e batia punheta, fazendo-o delirar. Ele me levantou, me colocou de quatro no sofá e falou:

​— CARALHO!! Lisinho e rosinha... que cu é esse, porra?

​Igual a um louco, o SON começou a chupar meu cu. Eu sentia a língua dele entrando e saindo. Ele dava uns tapinhas na minha bunda.

​— Eu vou fazer com carinho. Vem cá! — disse SON.

​Ele deitou no sofá e pediu para eu colocar a bunda na cara dele enquanto eu o mamava. Ele fez uma "chave" com a perna que me fazia engasgar no pau. Eu tossia e babava.

​— Son, assim você me mata, calma!

​— Mata nada, não. Você é vagabunda, e vagabunda serve para isso!

​Ele chupava meu cu enquanto eu lambia seu pau inteiro.

​— Mano, sério, eu preciso desse cuzinho todos os dias! Apertadinho e rosinha... eu quero!

​Ele começou a introduzir o dedo.

​— Ai, caralho! Calma, porra! Faz tempo que eu não dou!

​— Vai, caralho, rebola! Rebola, sua vagabunda gostosa!

​Eu estava realizando um sonho. Saí de cima dele, fiquei de quatro no outro sofá, abri meu cuzinho com as mãos e falei:

​— ME COME! ACABA COMIGO! Mas vai com calma!

​Ele cuspiu e enfiou com tudo. Eu simplesmente GRITEI:

​— AAAAAAAAAAAAAAAAAA! CARALHO! SEU PAU É GRANDE, VAI COM CALMA!

​— CALMA, relaxa. Tá bem apertadinho. Relaxa que eu não vou te machucar.

​Eu sentia uma pressão enorme, como se o pau tocasse no meu estômago. Fui relaxando enquanto ele mordia minha orelha:

​— Se eu soubesse que tinha uma putinha assim, já teria te usado há muito tempo.

​Comecei a sentir um prazer fora do normal. Meu pau ficou latejando.

​— Gosto assim, de vagabundinha que fica de pau duro enquanto dá!

​Ele começou a me punhetar enquanto estava dentro de mim. Me beijou e perguntou:

​— Posso meter agora?

​— Hummm... — gemi.

​— PORRA, QUE DELÍCIA! CONTINUA! AAAAAAAAAAAH!

​— PUTA QUE PARIU, QUE RABO GOSTOSO! — falava SON enquanto socava.

​Eu sentia o pau dele inteiro. Ele tirava quase tudo e colocava de volta. O barulho do corpo dele batendo na minha bunda ecoava na sala, não sei quantos minutos ou horas ficamos assim !

​— AI! AI! CONTINUA, ISSO, VAI!

​— Eita, como geme gostoso! — falava SON.

​— PORRA, VOU GOZAR! VOU GOZAR, CARALHO!!!

​O SON me virou de frente, enfiou de novo e falou:

​— AGORA goza! Quero ver sua carinha de vagabunda sentindo o pau inteiro dentro!

​Gozei muito, jatos de porra branca e grossa. Eu gritava de prazer.

​— AAAAAA! QUE PAU É ESSE, PORRA!

​— Gostou, né!! Agora relaxa que eu vou fazer seu cu de depósito!

​— Não, não! Goza na minha boca, eu quero sentir seu gosto!

​— IMPLORA ENTÃO, VAI!

​— POR FAVOR!! ME DÁ LEITINHO, EU QUERO!

​Ele segurou meu cabelo e falou:

​— ABRE A BOCA! ABRE A PORRA DA BOCA!

​Senti o pau inteiro na garganta e a porra jorrando. Bebi tudo, engoli cada gota. Ele fez eu limpar o resto da porra dos dedos dele com a minha língua. Depois, ele foi para o banheiro.

​A ficha caiu: EU TINHA ACABADO DE TRANSAR COM O NAMORADO DA MINHA MELHOR AMIGA! Fui vestindo a roupa. Ele saiu do banheiro:

​— Mano, na boa, sexo bom da porra! Quero repetir a dose. No sigilo ninguém precisa saber. Meu Verdão ganhando e eu gozando gostoso... melhor dia!

​— SON, foi incrível, mas não quero repetir. Como vou olhar para a cara da Nay?!

​Nesse exato momento a campainha toca. Quando abro a porta, era a NAY!!!

​— Oi, Fer! Você sumiu o domingo todo, queria conversar!!!

​Ela foi entrando e viu o SON sem camisa. Ela olhou para ele, depois para mim:

​— EVERSON! O que você está fazendo aqui a essas horas?

​— Oi, Nay! Eu vim ver o jogo com o Fer.

​— Jogo? Mas o jogo acabou há 2 horas!

​Olhei o relógio: já era 20h30. O tempo voou.

​— Éee... éee... — Comecei a gaguejar!

​Meu Deus, e se ela tivesse ouvido? O escândalo que seria! Eu achava que era o fim do mundo... mas mal sabia eu que ainda iria aprontar muito até 2026.

Continuee....

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