Namorando minha filha – 3 - De princesa a putinha imunda do papai implorando por sexo

Um conto erótico de Pai Educador
Categoria: Heterossexual
Contém 4739 palavras
Data: 23/01/2026 08:24:13

Parágrafos finais do Capitulo 2

– Esta noite é para você, eu disse olhando em seus olhos e apertando seus dedos. Você é a melhor coisa que já aconteceu comigo, querida. Esta noite é tudo para você.

Ela olhou para mim com adoração enquanto eu abria os braços para abraçá-la.

– Bem, funcionou. Eu me diverti muito, ela disse suavemente segurando em minha camisa.

– Eu também, querida, respondi, abraçando-a com força e enterrando meu nariz na maciez de seu cabelo.

– Eu te amo, papai.

– Não estou surpreso, eu disse com uma risada suave. Sou muito adorável.

– Não, quero dizer...

Ela se afastou e seu rosto se enrugou de preocupação, mas enquanto eu me levantava e olhava para ela calmo e sem piscar, o olhar desapareceu e foi substituído por um sorriso.

– O que, perguntei gentilmente.

– Eu te amo, repetiu baixinho como se tentasse entender as palavras. Eu acabei de...

Ela parou novamente, corando em confusão.

– Eu também te amo, querida, eu disse, e ela aceitou.

Aparentemente era isso que ela precisava ouvir, pois uma expressão serena apareceu em seu rosto.

*****

Continuação:

Seguimos em direção ao carro andando devagar aproveitando a companhia um do outro. Quando chegamos lá Milena congelou ao estender a mão para a maçaneta da porta, como se estivesse com medo de entrar.

Esperei pacientemente, mas ela continuou olhando para o carro. Fui atrás dela e coloquei a mão em seu ombro.

– Você gostaria de caminhar um pouco mais, perguntei e minha filha concordou freneticamente com uma lágrima escorrendo pelo seu rosto.

Caminhamos pela cidade por pelo menos uma hora, conversando sobre a vida. Milena havia começado a escolher matérias para sua faculdade de Belas Artes e nós dois estávamos ansiosos para discutir suas escolhas. Ela escolheria filmes e fiquei surpreso ao saber que além de comédias românticas e terror, minha filha começou a se interessar por filmes internacionais. Também conversamos sobre nossa família, um pouco fora do personagem para um encontro, mas foi bom compartilhar uma risada sobre as fraquezas compartilhadas de sua mãe.

Uma sorveteria chamou minha atenção, bem, iogurte congelado, e entramos para um doce e uma xícara de café. A princípio Milena olhou para o líquido preto com desconfiança, mas quando joguei creme e açúcar nele ela me lançou um sorriso relutante e bebeu sem qualquer resistência adicional.

Por fim ela começou a ficar cansada, então levei-a de volta para o carro. Ela entrou com apenas um momento de hesitação encostando-se na janela do passageiro assim que entrou.

Dei a ela um minuto para se acomodar antes de me juntar a ela.

– Obrigada por isso, papai, disse Milena quando entrei no banco do motorista e fechei a porta. Por esta noite, quero dizer.

– De nada, filha.

Inclinei-me e beijei sua bochecha.

– E você sabe que eu faria qualquer coisa para te fazer feliz, certo?

Ela sorriu para mim, seus olhos brilhando.

– Eu sei.

Seu sorriso desapareceu ligeiramente e ela fez uma careta. A próxima coisa que ela disse foi lenta e estrangulada, como alguém tentando voltar a montar no cavalo que já havia quebrado todos os ossos do corpo.

– Eu te amo, papai, disse ela, cada palavra uma luta.

– Eu também te amo, querida, disse olhando-a nos olhos.

Ela ficou um pouco tensa quando me inclinei para frente, mas eu praticamente pude ouvi-la relaxar quando a beijei na bochecha.

Ela se apoiou em mim enquanto eu dirigia e coloquei um braço em volta dela. Apesar do café, percebi que ela estava ficando com sono.

– Acorde querida, eu disse suavemente acariciando seus cabelos. O encontro ainda não acabou.

Ela piscou, parecendo confusa por um segundo.

– Outro passeio pela cidade, perguntou.

Sorri, dando-lhe um aperto.

– Melhor ainda, respondi enigmaticamente.

– Oh, não, disse minha filha ao me ver sair da estrada principal.

Estávamos indo até o local de amassos que os jovens usavam desde meus tempos de namoro, com o nome popular sugestivo de Praça dos Beijos.

– O que há de errado, querida, perguntei gentilmente, mas Milena não respondeu.

Ela simplesmente se afastou, como se mais uma vez tentasse se esconder no canto do passageiro.

Apesar, ou talvez por causa do horário tardio, não faltavam carros por perto, cada um deles provavelmente com adolescentes excitados da idade da minha filha. Consegui encontrar um lugar e depois de desligar o motor do carro, me virei para encarar minha filha.

Não havia iluminação pública por perto, então acendi a luz interna do carro iluminando o rosto assustado de minha filha.

– O que há de errado, querida, perguntei, olhando atentamente em seus olhos.

– Por que você está fazendo isso, perguntou com uma lágrima escorrendo pelo seu rosto.

Estendi a mão para apertar a mão dela, mas ela se afastou. Eu podia sentir que ela queria quebrar o contato visual comigo, mas ela não conseguia fazer isso.

– Porque este é um encontro. Um verdadeiro encontro. E eles vêm com expectativas.

Uma lágrima caiu de seu rosto sobre sua coxa nua e suas mãos tremiam.

– Não é justo, sussurrou com sua voz embargada. Sou sua filha.

– Hoje não, você não é. Esta noite você é minha garota.

Ela continuou olhando nos meus olhos, as lágrimas ainda caindo livremente, claramente sem saber o que dizer ou fazer. Depois de alguns minutos de intenso silêncio minha mão foi para seu ombro. Ela soltou um pequeno suspiro, mas não fez nada para me impedir.

– Por quê, engoliu em seco.

Dei um beijo suave em sua testa. Ela estremeceu com o toque, mas quando recuei e voltei a olhar em seus olhos, ela relaxou visivelmente dando um suspiro longo e trêmulo.

– Porque é assim que é um encontro de verdade. Você precisa estar preparada para como é sair com garotos da sua idade. Comer, um filme e depois algumas horas de carícias na Praça dos Beijos.

– Horas?

Balancei a cabeça de forma tranquilizadora confirmando.

– Não se você não quiser. Esta noite é para você. Podemos passar o tempo que você quiser aqui.

– Eu não quero estar aqui de jeito nenhum, minha filha engoliu em seco. Papai, por favor, eu só quero ir para casa.

Fiz uma careta.

– Bem, não é assim que funciona querida. Afinal, este é um encontro. Você não se divertiu?

Os olhos de Milena se arregalaram. Depois de uma breve pausa, ela concordou de má vontade.

– Eu sei que você não estava de bom humor no início do encontro, mas no final estávamos nos divertindo muito. Certo?

– Certo. Mas...

– E eu não paguei o jantar?

– Sim, papai. Mas...

– Sem 'mas', querida, eu disse inclinando-me para beijá-la.

Os olhos da minha filha se arregalaram quando meus lábios encontraram os dela. Ela olhou nos meus olhos enquanto nos beijávamos e pude ver a tensão desaparecer gradualmente enquanto minha língua explorava timidamente seus lábios.

– Não foi legal, perguntei.

Milena admitiu corada, que sim.

– Então não sei qual é o problema.

– Eu... eu...

Fui paciente mais uma vez e desta vez fui recompensado.

– Suponho que está tudo bem, admitiu.

Suas bochechas estavam vermelhas e ainda havia um toque de confusão em sua voz, mas o medo havia desaparecido.

– Boa menina, sorri. Agora estamos na Praça dos Beijos onde os encontros dos jovens terminam. Daqueles sem um tostão no bolso, sorri.

– Nós estamos, disse ela.

– E estamos em um encontro.

– Mmm-hmm, respondeu finalmente começando a entrar no ritmo.

– Então.

Eu a puxei para perto de mim e nos beijamos novamente. Ela não hesitou desta vez, seus lábios pressionando os meus com fome. O beijo durou vários segundos, então ela o interrompeu ofegando suavemente.

– Como você é tão bom nisso, perguntou ofegante.

Eu sorri.

– Anos de prática com sua mãe, admiti antes de revirar os olhos. Desculpe. Má forma. Mencionar outras mulheres em um encontro.

– Eu não me importo, respondeu parecendo surpresa com as palavras que saíram de sua boca. Quero dizer, você realmente pertence a ela, certo? Só estou pegando você emprestado para esta noite.

– Que maneira doce de pensar nisso. Na verdade, ela me pertence, sorri de volta. E já que você me pegou, o que você gostaria de fazer comigo?

Milena mordeu o lábio e praticamente pude ouvir as engrenagens girando na cabeça da minha filha. Novamente ela pareceu surpresa com as palavras que saíram de sua boca.

– Isso foi, quero dizer, isso foi legal, ela admitiu.

Um sorriso malicioso apareceu em seu rosto.

– Você beija muito bem. Quero dizer, para um homem.

– Hoje não, respondi devolvendo seu sorriso atrevido. Esta noite sou um daqueles adolescentes idiotas com quem você ficou.

– Eu gostaria que fosse, então talvez você soubesse o que é o TikTok, retrucou sorrindo.

– Eu já te disse, tenho um aplicativo de relógio diferente no meu telefone, brinquei.

Milena riu, e pude sentir o resto da tensão drenando de seu corpo.

Ela encostou a cabeça no meu ombro. Eu podia sentir sua respiração ficando mais pesada e depois de um momento ela soltou um bocejo

– Oh. Sinto muito, pai. Estou me sentindo meio cansada.

A encarei nos olhos por vários momentos e ela devolveu meu olhar, sem piscar.

– Tenho certeza que você está, mas, felizmente para você sei exatamente o que vai te acordar.

– Não me diga que você tem mais café, ela respondeu,

Balancei a cabeça com um sorriso e sem dizer uma palavra, apaguei as luzes.

– Uh huh, ela disse em um tom engraçado. Tornando tudo mais leve. Tenho certeza que isso vai... ah.

Com um murmúrio, puxei minha filha para mim mais uma vez encontrando seus lábios com os meus. Nossos beijos anteriores não foram castos, mas eu não me contive neste em todos os sentidos agindo como eu tinha certeza que os adolescentes nos carros ao redor estavam fazendo, afinal já fui um.

Minhas mãos percorreram o corpo de Milena deslizando pelos lados para segurar e apertar as amplas curvas de sua bunda. Ela engasgou na minha boca com seus lábios se abrindo ligeiramente enquanto eu a esfregava através do short.

Depois de alguns segundos, ela interrompeu nosso beijo para ofegar.

– Papai, não... O que você e...

A interrompi com outro beijo, movendo minha mão para a bainha de sua camiseta, puxando-a lentamente para cima até que seus seios grandes se libertassem.

– Eu amo esses peitos, eu disse apertando-os suavemente. Eles são tão grandes, firmes e macios.

Inclinei-me para frente beijando seu pescoço. Milena gemeu baixinho, mas não fez nenhum esforço para me afastar. Minhas mãos encontraram seus mamilos que haviam endurecido com o ar frio da noite ou talvez desta vez eu tivesse algo a ver com o estado deles.

As contorções e os sons de prazer da minha filha me disseram que seus seios não tinham ficado menos sensíveis do que na semana anterior. Ela estava amando a atenção a seu par.

Apertei suavemente seu mamilo entre dois dedos e senti seus quadris se moverem.

– Por favor, papai, ela sussurrou.

Sorri para mim mesmo e depois movi meus lábios de volta para sua orelha.

– Mas querida, achei que você estava com sono e queria ir para casa.

– Mmmmmm. Não, por favor, papai. Não me faça implorar.

Sorri novamente com o desespero em sua voz.

– Implorar, eu disse pensativamente. Isso é uma ideia.

Estava escuro como breu no carro, mas eu ainda sabia a expressão exata no rosto da minha filha. Uma teimosia mal-humorada que eu já tinha visto tantas vezes antes. Eu me lembrava de quando ela menina tentando furiosamente me convencer de que precisava do novo brinquedo, seja lá qual fosse.

Eu não tinha cedido, é claro. Não importava o quanto ela tentasse resistir eu sempre venci nossas pequenas batalhas de vontade.

– O que você gostaria que o papai fizesse, perguntei provocativamente. Devemos ir para casa para que você possa dormir?

– Nãããooooo, ela gemeu.

– Que alternativas existem?

Houve um breve silêncio, seguido por um suspiro impaciente.

– Eu quero que você me toque, minha filha admitiu relutantemente.

– Você tem certeza sobre isso?

– Sim, respondeu bufando.

– Tocar em você onde, perguntei, mal conseguindo conter uma risada. No seu rosto, talvez?

Eu podia ouvi-la engolir em seco.

– Nas minhas... nas minhas partes íntimas, ela disse calmamente.

As palavras enviaram uma emoção através do meu corpo. No escuro me permiti sorrir, mas mantive a excitação longe da minha voz.

– Partes íntimas. Isso é jeito de velho falar, a provoquei

– Paiiiii, Milena gemeu com sua voz cheia de necessidade.

– Hum?

– Toque-me no meu... no meu...

– Pé, forneci prestativamente.

– Não, ela gritou com seu tom urgente. Meus... meus seios. Minha bunda. Minha buceta.

– Linguagem, chamei sua atenção e minha filha soltou um grito de frustração.

Sua bunda era uma inclusão interessante. A mãe dela quase não tinha nenhuma sensibilidade no anus, então presumi que Milena era da mesma maneira.

Aparentemente não.

– Por favor, minha filha implorou parecendo desesperada.

Pude sentir meu pau latejar nas minhas calças e um sorriso brincou nos meus lábios enquanto estendi a mão e escovei suavemente as pontas dos dedos contra os seus mamilos sensíveis.

– Aqui, perguntei.

Fui recebido com um meio suspiro, meio gemido em resposta.

– Sim, ela implorou.

– E aqui, eu disse apertando a linda bunda da minha filha através do short.

– Mmm-hmm, ela gemeu.

– E suponho que o termo rude com o qual você terminou se referia a... aqui, concluí segurando a umidade da minha filha.

– Oh Deus, sim, Milena engasgou quando eu agarrei rudemente sua virilha.

Ela suspirou, um gemido baixo escapando de seus lábios.

– Então é melhor você tirar isso, eu disse puxando o tecido do short dela e deixando-o bater em sua pele.

– Tudo bem, minha filha concordou sem hesitação.

Soltei o corpo de Milena desejando poder admirar suas curvas na escuridão. No que pareceu ser um instante, minha filha se moveu e disse pronto. Estendi a mão para confirmar que ela estava falando a verdade.

Ela não apenas tirou o short e a calcinha, se ela os estivesse usando, mas também a camiseta. Pela primeira vez desde que era uma garotinha minha filha estava nua na minha frente e estava escuro demais para ver qualquer coisa.

Pensei brevemente em acender novamente as luzes do carro, mas decidi não o fazer. Nenhum dos outros carros estava com suas luzes acesas e eu queria que esta fosse uma experiência mais autêntica possível.

Embora eu estivesse confiante de que nenhum dos adolescentes ao meu redor era tão habilidoso quanto eu no que faríamos a seguir.

– Venha aqui, eu disse.

Minha filha obedeceu imediatamente montando em mim com seu corpo nu. Meus lábios encontraram os dela mais uma vez e durante os minutos seguintes, minhas mãos percorreram seu corpo enquanto nos beijávamos em uma das experiências mais profundamente eróticas da minha vida.

Sem short ou camisa para atrapalhar, tive acesso total à forma nua de Milena. Meus dedos deslizaram sobre sua carne macia explorando minuciosamente o corpo da minha filha. Ela engasgou e gemeu enquanto eu acariciava cada centímetro de sua pele macia. Seus seios pressionaram-me através de nossas roupas. Minha mão estava em seu peito, sentindo seu mamilo ficar ainda mais duro sob meu toque.

Desci até sua barriga e depois abaixei até esfregar seu monte. Minha filha estremeceu, gemendo baixinho enquanto acariciava os lábios de sua buceta com meu polegar.

– Não pare, ela implorou. Por favor. Papai.

– Suponho que não podemos parar agora, eu disse esfregando meu polegar sobre seu clitóris, provocando um gemido.

– Mmm. Sim Papai.

A minha outra mão encontrou a sua mama novamente apertando suavemente enquanto eu continuava a esfregar a sua fenda encharcada. Comecei a mover a ponta do dedo em círculos em seu clitóris e os quadris de Milena se empurraram contra mim.

– Estou perto, ela sussurrou. Papai... por favor.

Em resposta beijei-a profundamente como se minha missão fosse enfiar minha língua em sua garganta. Ela gemeu na minha boca, mas não precisei ouvir o que ela estava dizendo para saber. Ela estava prestes a gozar. A minha menina estava prestes a ter um orgasmo ao meu toque.

Com um sorriso malicioso eu me afastei. Minha boca, minhas mãos, tudo. Milena deixou de ser habilmente estimulada para completamente negligenciada e ficou claro que ela não gostou disso.

– Por favor, ela gemeu de frustração. Papai, por favor, não me provoque.

Eu sorri para mim mesmo. Achei que nunca me cansaria da reação da minha filha ao meu toque.

– Qual é a palavra mágica?

– Filho da puta, Milena rosnou em minha boca antes de dar beijos em meu rosto, como se estivesse tentando me afogar com sua paixão.

Deixei escapar um suspiro fingido.

– Certamente não é, murmurei em desaprovação. Pensei que você fosse minha boa menina. Minha princesa. Mas você é apenas uma garota safada, não é?

– Nãooo, ela gemeu esfregando-se contra meu pau através das minhas calças.

Eu podia sentir o calor irradiando entre nós. Estendi a mão para segurar sua bunda e apertar aproveitando as ondas de prazer que isso causou em todo o seu corpo.

– Sim, você é, eu disse insistentemente. Você é uma garotinha suja, travessa e malvada. Diga.

– Eu sou uma boa menina, minha filha resistiu teimosamente. Serei boa para você, papai. Serei uma boa menina para meu papai.

– Não, você não é. Olhe para você. Completamente nua no malhodromo no segundo encontro. Existe uma palavra para garotas como você, e você sabe disso.

– Princesa, ela respondeu tentando mover uma das minhas mãos para seu seio.

Ela estava tão desesperada para ser tocada, tão ansiosa para que eu continuasse a estimulá-la, mas ainda resistindo aos meus comandos implícitos. Sua mãe tinha sido sempre mais dócil e rápida a responder meus comandos quando namorávamos e mais ainda após casados.

– Princesa, eu disse zombeteiramente recusando-me a tocar seus seios ansiosos. Elas têm que serem obedientes. Elas têm que obedecer a seus pais. Elas devem fazer o que lhes foi dito.

– Sim, papai, minha filha gemeu. Eu farei o que você disser. Tudo o que você me disser para fazer. Apenas me toque, por favor.

– Estou lhe dizendo para ser honesta, eu disse continuando a evitar tocá-la.

Milena se inclinou para frente e esfregou os seios contra o tecido áspero da minha camisa, estimulando-se na ausência das minhas mãos em seu corpo.

– Eu preciso gozar, papai. Honestamente, minha filha ofegou. Por favor, me toque. Eu quero tanto gozar. Quero que você me faça gozar. Ohhhhhhhhh.

Não pude deixar de sorrir. Milena aparentemente não tinha percebido que ela poderia facilmente se tocar fazendo-se gozar. Aparentemente meu toque era tudo que ela queria.

Mas ela não iria conseguir até que eu estivesse pronto para dar.

– O que você é, perguntei severamente.

– Princesa.

– O que mais?

– Boa menina. Papai sou uma boa menina. Uma boa menina que fica excitada com o que seu pai faz com ela. Ahhhhhh.

– O que mais, perguntei estendendo a mão para agarrar a parte de trás do cabelo da minha filha.

Ela soltou um grito estrangulado de excitação.

– Uma boa menina, ela gemeu. Que precisa gozar.

Puxei sua cabeça para baixo até que minha boca estivesse bem ao lado de sua orelha.

– Você é uma vagabunda, rosnei. Diga.

– Não.

– Diga.

– Puta, minha filha gritou, o palavrão soando tão doce saindo de sua boca. A putinha do papai.

Dessa vez não a repreendi pela boca suja que provoquei

– Sim, eu disse chegando atrás dela para agarrar sua bunda sensível como recompensa. – Você é uma vagabunda do papai, suja e com tesão.

Minha filha gemeu e percebi que ela gostou de me ouvir xingá-la. Esfreguei as pontas dos dedos sobre os mamilos de Milena, provocando outro gemido de prazer.

– Putinha imunda, minha filha concordou. Uma prostituta má e desagradável para o papai.

– Boa menina, eu disse movendo meus lábios de volta para os dela.

– Mmm, gemeu em minha boca, antes de se afastar. Por favor, papai... sua putinha pode gozar?

– Sim. Você tem sido uma garotinha tão boa e má, então tenho um presente especial. Eu vou lamber sua buceta, princesa.

Milena engasgou com essa revelação e pude sentir suas coxas tremendo.

– Simmm, minha filha gemeu. Eu quero tanto.

Ela estava esfregando sua buceta contra minha virilha novamente tentando se aproximar de mim sem se importar que minhas roupas estivessem atrapalhando.

Minha boca estava salivando. Eu mal podia esperar para prová-la.

Inclinei o encosto, deitei e agarrei a cintura fina da minha filha deslizando-a no meu peito a levantando acima de mim. Não era exatamente o local mais conveniente para fazer oral em alguém, mas achei que poderíamos nos virar.

– Aiii, ela disse, batendo a cabeça no teto do carro explodindo em gargalhadas. Papai...

– Bem feito para você, brinquei. Por ser uma vagabunda tão perversa.

Fui recebido com um gemido de excitação que só se amplificou quando minha boca encontrou a buceta da minha filha.

O sorvete que tomamos antes era bom, o aperitivo melhor e os hambúrgueres ótimos, mas nenhum deles se comparava ao sabor da minha filha.

Lambi lentamente os lábios da sua bucetinha para cima e para baixo saboreando cada centímetro da sua carne quente. Ela estava encharcada, ofegante enquanto se contorcia contra o teto do carro, gemendo e implorando por mais.

Eu dei a ela o que ela queria.

– Oh, papai, minha filha gemeu baixinho. Essa é minha primeira vez desse jeito e sua língua é tão boa em mim. Tão boa...

Decidindo que já tinha provocado ela o suficiente coloquei seu clitóris em minha boca girando suavemente enquanto ela se aproximava de gozar. Senti as pernas dela começarem a tremer incontrolavelmente e chupei com mais força.

– Lamba minha buceta.

Eu me afastei.

– Linguagem, a provoquei.

– Não pare, Milena implorou. Papai, por favor. Por favor. Eu sou sua putinha safada. Eu sou sua puta. Eu sou o que você quiser que eu seja, por favor, por favor, não pare.

– Boa menina, eu disse com um sorriso e voltei a chupar o clitóris duro da minha filha.

Pude sentir o seu clímax começar, sentir todo o seu corpo tremer de necessidade enquanto a minha boca levava a minha filha de dezoito anos ao orgasmo. Seus quadris estavam firmes e seus dedos cravaram na parte de trás da minha cabeça.

– Estou gozando, ela gritou, um grito estridente que soou como uma gatinha no cio.

Fiquei surpreso com o quão alto era realmente e não pude deixar de me perguntar se algum dos carros próximos poderia nos ouvir, antes de decidir que não me importaria se eles pudessem.

Os sucos de Milena fluíram para o meu queixo e eu os lambi saboreando o sabor de sua excitação. Ela era tão doce, tão deliciosa. Eu não me cansava da minha linda filha.

Eu não conseguia acreditar que só nos restava um encontro.

Ela estremeceu quando seu orgasmo diminuiu e continuei lambendo sua buceta, movendo minha mão para massagear seu cuzinho.

– O que você está... ah...

Mantive a minha língua longe do seu clitóris sensível, movendo-a profundamente para a sua umidade enquanto a minha mão tocava levemente o seu cu.

– Papai, ela engasgou em choque. Eu... eu... ahhhhhhhhh.

A nova onda de sucos me disse que Milena gostava de brincar com seu cu. Continuei brincando com ele enquanto lambia sua doce buceta.

– Você é uma garota tão safada, eu disse entre lambidas. Tão imunda. Absolutamente desagradável.

Ela gemeu e se debateu contra o teto do carro. Depois de mover um dedo até a boca para molhá-lo, enfiei na bunda apertada da minha filha.

– Ohhhuuuu, minha filha gemeu, ofegante. Papai... você é tão bom... você é tão bom com sua garotinha má, travessa e perversa.

Deslizei minha língua mais fundo saboreando seus sucos e gemendo suavemente enquanto seu corpo tremia contra mim. Meu pau estava duro e eu poderia dizer que ela já estava perto de gozar novamente. Minha filha realmente era uma putinha.

Fiquei feliz por estar aqui para guiá-la seguramente durante o processo de namoro.

Surpreendendo-a novamente me mexi ligeiramente na cadeira e comecei a lamber sua estrelinha circulando pela parte externa a provocando. Minha filha tentou se afastar, mas a segurei firmemente no lugar com uma das mãos em sua cintura.

– Por favor, ela implorou. Papai, por favor. Você tem que parar. Por favor, papai. É muito. Sua língua é tão gostosa na minha bunda.

Ignorei seus apelos continuando a lamber suas preguinhas. Ela parou de resistir, permitindo que minha mão deixasse sua cintura e viajasse para cima e para baixo por seu corpo apertando e acariciando sua carne exposta e seus seios enormes.

– Oh, Deus, papai, minha filha gemeu de tesão. Pare. Pare, ou eu vou gozar. Eu não aguento mais. Ohhhhhhhhhh, papai...

– Diga-me o que você é, eu ordenei movendo minhas mãos para seus seios apertando-os suavemente.

– Mmmmmm, minha filha gemeu.

Seu corpo estava tremendo.

– Eu sou sua putinha, papai. Sua princesinha perfeita. Sua boa menina. Sua garota má. Sua... ohhhhhh ... garotinha que quer gozar. Que precisa gozar... tanto. Por favor, papai. Por favorrrrrr.

Com um sorriso deixei minha língua deslizar pela borda do cuzinho de minha filha, enquanto beliscava seus mamilos. Ela gritou, arqueando as costas de prazer.

O rabinho de Milena tinha um gosto acre, mas longe de ser desagradável. Minha língua entrou e saiu de seu buraco enquanto ela choramingava baixinho. Apesar do prazer e da educação sexual que eu estava proporcionando à minha filha, eu estava gostando muito experiência.

Fiz uma pausa provocativa, apenas por um momento e fui imediatamente recompensado por uma série de palavras degradantes saindo da boca de Milena.

– Eu sou uma puta. Uma vagabunda. Eu sou a vadia do papai. Eu sou uma pequena suja, desagradável e imunda.

Sua voz sumiu e pude sentir minha filha estremecendo.

– Oh, meu Deus, papai, Milena ofegou com sua voz cheia de desejo e luxúria. Eu preciso gozar. Eu quero gozar. Por favor. Faça-me gozar. Faça sua pequena adoradora de seu esperma gozar.

Suas palavras enviaram uma descarga elétrica por todo o meu ser e comecei a lamber o cu de Milena com ainda mais força, bombeando minha língua musculosa e molhada para dentro e para fora do cu apertado da minha filha quando ela gozou.

O orgasmo atingiu Milena com força e ela se empurrou violentamente contra mim, gemendo alto com cada espasmo de prazer enquanto seu cu se contorcia e se contraía em volta da minha língua.

– Oooooooh. Eu sou... sua prostituta... sua garota safada... a princesa safada do papai.

Ela estremeceu e espasmou antes de terminar seu orgasmo. Tirando minha língua de sua bunda e movendo minhas mãos de seus seios me afastei bem a tempo de pegá-la quando ela desabou, caindo sobre mim toda molinha.

– Oh, meu Deus, minha filha suspirou satisfeita na escuridão. Isso foi tão bom. Tão bom...nunca senti nada parecido.

Eu ri.

– Você ainda está com sono?

– Não, ela disse alegremente. Estou bem acordada agora. Se você me acordar assim todas as manhãs, nunca mais precisarei definir um alarme.

– Mas eu pensei que você adorasse o TikTok, provoquei sorrindo ao sentir minha filha nua rindo em cima de mim.

Agarrando a nuca de Milena, movi sua boca para a minha. Ela engasgou de excitação ao sentir o gosto de sua própria bunda na minha língua, mas em vez de se afastar me beijou ainda mais forte.

Sem quebrar o nosso beijo, comecei a mover novamente as minhas mãos pelo seu corpo, deslizando-as sobre a sua pele macia e segurando as suas enormes mamas. Adorei fazer carinhos em minha filha nua e gostosa.

– Mmmm, Milena gemeu suavemente em minha boca com seus dedos cravando na parte de trás da minha cabeça. Papai...

– É hora de você retribuir o favor, eu disse silenciosamente enquanto o corpo da minha filha congelava com a sugestão.

Milena lutou para cobrir sua nudez enquanto eu estendi a mão e acendi as luzes internas do carro. Se alguém estivesse assistindo, eles como eu teriam tido um show incrível por aqueles poucos segundos.

– Querida, eu disse suavemente, olhando nos olhos da minha filha. O que está errado?

– Você é meu pai, ela disse lentamente, insistentemente, como se cada palavra lhe custasse um grande preço, mas ela tinha que dizê-las de qualquer maneira. Está errado.

– Isso pareceu errado? O que acabamos de fazer?

– Não, Milena admitiu relutantemente antes que um sorriso aparecesse em seu rosto. Bem, sim... mas no bom sentido.

– Então não é justo que você retribua o favor?

– Sim, respondeu como se sua resposta estivesse sendo arrancada de seus lábios involuntariamente.

– Se este fosse um encontro com qualquer outro garoto, você hesitaria?

– Não, Milena confessou imediatamente.

Não é exatamente o que qualquer homem gostaria de ouvir sobre sua filha, mas apreciei sua honestidade.

– Então, o que você faria?

– Eu... eu chuparia o pau dele.

Sorri, estendendo a mão para acariciar a bochecha da minha filha.

– Então, o que você deve fazer aqui?

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