Aqui vai a segunda parte dessa sexta-feira tão devassa, decidi separar em mais uma parte para não ficar muito grande. Espero que curtam e gozem sem moderação.
Sexta-feira (Ronaldo)
... seus lábios molhados e quentes agasalharam meu pau grosso como uma toca aloja um coelho num dia de frio, meu cérebro derretia ao sentir seus lábios indo e vindo de encontro a minha virilha peluda e suada (como ele conseguia essa proeza era um mistério) enquanto sua língua brincava com toda a extensão do meu pau e o carinho que ela fazia nas minhas veias inchadas e na minha cabeça arroxeada e sensível me fazia arfar e gemer sem controle, quando ele a passava pela fenda babona e sorvia todo meu líquido salgado eu via estrelas e sentia meu corpo em combustão.
Foder a boca daquele garoto era uma das sete maravilhas do mundo e sem dúvidas ela ficava em primeiro lugar, depois do nosso encontro no banheiro eu não conseguia mais pensar em outra coisa, meu pau adquiria vida própria sempre que aquela lembrança passava pela minha mente, foram várias punhetas para aliviar o garotão, mas a cada uma hora lá estava ele de novo, duro feito aço, desesperado para ser libertado da cueca apertada e derramando seu mel em jorros cada vez espessos.
Depois de marcar com Antônio pelo celular decidi resguardar o bichão até o nosso encontro, foram horas de agonia vendo meu pau precisando de carinho, ele se sacudia dentro da cueca em aspasmos deliciosos, as veias pareciam que iriam explodir de tanto sangue que corria por elas e a cabeça parecia vibrar a cada respiração e acada batimento cardíaco meu, então naquele momento eu estava numa batalha para fazer aquela mamada durar o máximo, mas foi impossível resistir, os espamos vieram de surpresa, meu corpo começou a tremer e um quenturão percorreu todo meu corpo indo em direção a minha ereção descomunal, senti meu pau vibrar na boquinha do putinho e não deu nem tempo de avisar, apenas de segurar sua cabeça e forçá-la de encontro a minha virilha, seu nariz sumiu nos meus pentelhos grossos e meu pau invadiu sua garganta com força, e aí eu gozei, senti meu pau inchar com a força dos jatos e as paredes da garganta do garoto enjaularem meu pênis, foram cinco ou seis jatos fartos de porra grossa sendo despejadas diretamente goela abaixo.
A sensação foi indescritível, poderia morrer ali e agora que morreria feliz.
Claro que meu pau não abaixou mesmo com a intensidade daquele orgasmo e Vinicius sorria olhando para o pedaço grande e duro de carne a sua frente, uma gota grossa e densa se formou na fendinha da minha rola e o garoto fez questão de lambe-la com vontade sorvendo o gosto de macho com muita sede, sua língua em contato com a cabeça sensível me fez estremecer e o garoto sacana vendo minha reação envolveu com delicadeza toda a cabeça do meu pau a umidecendo com sua saliva molhada, sua boquinha de veludo me fazendo estremecer dos pés a cabeça.
Os pelos do meu corpo estavam eriçados de tanto tesão que até tinha até me esquecido da nossa plateia, os dois caminhoneiros gostosos nos olhavam com luxúria e seus paus começavam a dar sinal de vida novamente enquanto eles os massageavam.
Vicius começou a lamber meu umbigo, deixando um rastro de pelos molhados e grudentos por onde passava, sua língua rosada percorria com eficiência cada pedacinho de minha pele e suas narinas se dilatavam absorvendo o cheiro pungente de macho suado que eu exalava, quando começou a brincar com meus mamilos eles endureceram na hora, eles eram meus pontos fracos, quando era mais moleque eu os havia furados e os piercings me proporcionavam um tesão avassalador quando estimulados, mas com o tempo tive que retirá-los por conta de um emprego específico que nem durou tanto tempo, nunca os furei novamente, porém a sensibilidade que adquiri naquela época ainda permaneciam.
Enquanto sua boca brincava com meus mamilos, sua mão masturbava lentamente minha rola fazendo uma leve pressão com seus dedos delicados que não conseguiam dar a volta naquela grossura toda.
Quando seus lábios exploravam meu pescoço eu seguro sua cabeça a arrastando em direção a minha, grudo minha boca na sua e instantaneamente começamos um beijo selvagem, sinto meus lábios arderem com o impacto de nossas bocas, nossos dentes as vezes se chocam num atrito, mas isso não incomoda nenhum dos dois, arrasto agora seu rosto em direção a selva peluda de meu suvaco, o garoto inspira profundamente e se derrete com o cheiro que exala dali, esfrego sua cara nas minhas axilas e ele parece realizado colando a língua para fora apreciando a textura dos pelos grossos e do gosto do líquido pegajoso que os molharam.
Não aguento mais, preciso comer o moleque, o deito de barriga para cima, quero olhar para seu rosto enquanto o massacro, levanto suas pernas fazendo seu quadril se erguer, então começo a fode-lo com minha língua, adoro chupar um cu de macho, adoro sentir a pele enrugada na pontinha da minha língua e adoro enfiar tudo ali dentro e começar a brincar de explorar cada cantinho daquela caverna.
Quando seu cuzinho já está lubrificado o suficiente encaixo minha rola na portinha de entrada e por mais arrombado que tivesse sido pelos dos cacetes de seus parceiros seu buraquinho ainda continuava estreito, forcei a cabeça e entrou, pois o garoto piscava seu cu facilitando a minha invasão, fui deslizando meu cacete devagar até ele sumir dentro do garoto, que agora gemia de olhos fechados e bochechas coradas.
Quando senti o garoto dando uma reboladinha decidi brincar com ele o fazendo sofrer sentindo cada centímetro do meu mastro o invadindo, eu tirarava tudo lentamente e depois enfiava tudo com brutalidade o fazendo chorar de prazer e dor, ou fazia o contrário tirava tudo de uma vez o fazendo se contorcer e voltava a preencher o garoto delicadamente enquanto ele gemia manhoso.
Já não estava conseguindo me segurar novamente então passo a foder o cu do garoto com força, deito meu corpo sobre o seu e Vinicius passa seu braços ao meu redor me puxando para um beijo ainda mais selvagem que o anterior, seus gemidos são tão altos e descontrolados que o sinto morder minha boca, o gosto salgado do meu sangue temperando nosso beijo animal, aquilo me enlouquece e passo a esfolar seu cuzinho com ainda mais ferocidade, seus gemidos ficam ainda mais descontrolados, sinto meu suor escorrer por minhas costas e por todo meu corpo fazendo o corpo de Vinícius se grudar ao meu, o garoto me aperta com força e nossos corpos entram em atrito nos fazendo arrepiar, meu quadril parece uma máquina, sinto seus mamilos eretos se esfregando nos meus, sinto sua saliva escorrer por meus ombros de sua boca aberta em extase, sinto seus dentes cravados em meu pescoço e suas unhas arranharam minhas costas cabeludas e musculosas, a ardência me faz virar um animal e sinto meus braços esmagando a cintura fina de Vinicius, meu pau o invade cada vez mais fundo e com maior velocidade, sinto o gozo quente do garoto em minha barriga, sinto seu ânus se contrair esmagando minha rola dentro de seu cuzinho me fazendo gozar até a última gota que restava dentro de mim, sinto meu corpo desfalecer e o do Vinícius também, seus braços escorados nos meus ombros e sua cabeca deitada sobre um deles, também deito minha cabeça sobre sobre seus ombros e então o único som que ouvimos é o da nossa respiração acelerada.
Sexta-feira (Ricardo)
A chegada de Ronaldo me fez ficar eufórico, o homem era um macho perfeito, seu corpo torneado todo peludo, a leve barriguinha, os braços bronzeados e musculosos e seu pau absurdamente grande e grosso me fazia ficar hipnotizado por ele, quando o garoto começou a mamar sua rola eu desejei ser Vinícius naquele momento, passei a me masturbar com mais intensidade já que meu pau estava duríssimo denovo, quando a rola invadiu o cuzinho de Vinícius eu soltei um gemido involuntário de prazer, ao olhar para o lado vejo Antônio me encarando com um sorriso de divertimento nos lábios, desço meu olhar até seu pau e o mesmo também já esta feito aço, envolvo minha mão esquerda ao redor daquele mastro quente e grosso e passo a masturbar nós dois, Antônio geme com meu toque e me sinto ainda mais excitado em saber que proporciono isso a ele, a cena a nossa frente é de pura selvageria, Ronaldo fode Vinícius com um vigor de outro mundo, seus corpos parecem dois carros em velocidade máxima se chocando, é lindo de assistir, pelo canto dos olhos vejo Antônio lambendo seus dedos peludos, o encaro por um instante sem saber o que o mesmo planeja, o mesmo me direciona um sorriso sacana e desce sua mão de encontro a minha bunda carnuda, sinto seus dedos deslizaren pela pele peluda e se encaixar entre minhas nádegas, seu dedo passa a circular a pele enrugada do meu cu virgem e isso me causa uma sensação gostosa e prazerosa, fico envergonhado por um instante mas nem penso em pedir para ele parar, sinto uma leve pontada quando seu dedo força a entrada e depois uma leve ardência seguida de um arrepio e um gemido involuntário quando primeiro dedo me invade por completo, ele passa a brincar com meu cuzinho me fodendo com seu dedo, depois de alguns segundos ele enfia mais um, e depois vem o terceiro, no começo é meio incômodo e machuca um pouco mas a sensação de prazer é muito maior, voltamos nossa atenção a foda dos nossos parceiros, seus gemidos altos parecem o rugido de animais ferozes, minhas mãos se movimentam no mesmo ritmo que Ronaldo fode Vinícius, com intensidade, e os dedos de Antônio também seguem esse mesmo compasso em meu rabo, começo a gemer e a suar quando sinto que estou próximo do orgasmo, e então ele vem, avassalador, sinto meu pau e o do Antônio inchar ao mesmo tempo, nossos gozo saindo em disparos longos e caindo na grama aos nossos pés, ouço seu gemido grosso e seus dedos irem ainda mais fundo em mim, isso é uma loucura e quero me enlouquecer ainda mais.
Sexta-feira (Vinícius)
Estou apenas de cueca sentado no bando do motorista do caminhão de Antônio com as pernas de fora suspensas no ar, ainda sinto meu corpo mole e dolorido do esforço todo que tive que fazer, mas valeu cada dorzinha que sentia, nunca fui fodido assim antes, e nunca tive um orgasmo tão intenso desse jeito, gozar sem precisar tocar no pau, apenas com o cu sendo arrombado era a melhor sensação do mundo e fazia eu me sentir o garoto mais depravado do mundo, o que eu adorava.
Enquanto eu me recompunha os três homens conversavam, Ronaldo fumava um cigarro barato e o mesmo a todo momento me lançava um olhar e sorria sem mostrar os dentes, depois de um tempo se despedem, Antônio e Ricardo entram pela porta do passageiro, me desejam boa noite e desaparecem boleia a dentro.
Quando termina de fumar Ronaldo vem até mim.
- Você está bem? - pergunta com real preocupação mas também com um pouco de divertimento.
- Nunca estive melhor - digo sorrindo com cara de safado.
- E foi bom pra você? Por que para mim foi a melhor transa que já tive - ao dizer isso ele transparece um pouco de vergonha pela sinceridade, acho engraçado sua atitude.
- Foi incrível, só esperava ter a surpresa que tivemos no banheiro aquela vez.
De primeira, Ronaldo não compreende o que eu digo, mas depois seu sorriso começa a se abrir entendendo minhas preces.
- Pode deixar garoto, acordo de bexiga cheia todas as manhãs - ele diz isso acariciando minhas coxas nuas.
- Então até amanhã Ronaldo, bom sonhos.
- Até amanhã garoto, durma com os anjos - ele diz isso com um sorriso sarcástico e maravilhoso, o vejo dar a volta pelo caminhão e desaparecer madrugada a dentro, olho para o céu e sua coloração já esta mudando, logo logo o sol nasceria.