Minha cabeça estava clareando a cada minuto e desci as escadas para limpar e apagar as luzes. Depois do que tinha acabado de acontecer, não achava que nós três iríamos dormir muito. Talvez se o Osvaldo fosse embora, sei de fato que eu e a Bruna ficaríamos acordados a noite toda enquanto eu provava mais das habilidades que ela tinha aperfeiçoado com o Osvaldo. Estava um pouco agitado e nervoso com a perspectiva de foder minha esposa, possivelmente de novo com o Osvaldo num menage. Enquanto limpava a área de baixo, notei minha cerveja parcialmente consumida. Não sendo um de desperdiçar uma boa cerveja, especialmente na minha situação nervosa atual, virei a garrafa. Coloquei a louça na lava-louças rapidamente, apaguei as luzes, e subi para ouvir o Osvaldo e a Bruna conversando no banheiro. Parecia que estavam me esperando. Com o quão complicada e emaranhada a lingerie parecia, provavelmente estava levando um tempo para a Bruna tirar tudo. Sentei numa cadeira no nosso quarto, de repente sentindo como se pudesse usar um bom descanso depois de toda a empolgação. Ouvi o chiado do chuveiro sendo ligado para esquentar a água. Soava tão relaxante. Quase imediatamente, me senti ficando sonolento de novo.
'Que diabos tá acontecendo?' Pensei. Não podia estar tão cansado. Pensei no Osvaldo me entregando a cerveja. Pensei no lembrete dele para ficar hidratado. Imediatamente liguei os pontos. Aquele desgraçado filho da puta.
Então tudo ficou escuro. Estava à deriva num abismo preto. Num estupor, mal ouvi a Bruna e o Osvaldo conversando ao meu redor.
— Vamos deixar ele descansar, ele teve um dia longo, e o trabalho tem sido estressante — a Bruna racionalizou.
— Por mim tudo bem. Vem, a água do chuveiro já tá quente — o Osvaldo respondeu.
Em algum ponto pensei ter ouvido o chuveiro correndo com risadas, gemidos, e os sons de carne molhada batendo junta.
***
— Me ajuda a levar ele pra cama — a Bruna disse, mãos nos quadris e fresca do banho.
Ela estava usando o mini-roupão de seda que mostrava as pernas longas e cintura fina. Depois que saíram do banho, me encontraram ainda desmaiado na cadeira no canto. A Bruna ficou imediatamente desapontada. Achou que teríamos uma noite selvagem de diversão, talvez até dissesse para o Osvaldo ir embora para podermos nos reconectar. Pelo menos achou que me colocar na cama era um bom jeito de fazer o Osvaldo ir para casa.
— Aqui? Nessa cama? — O Osvaldo perguntou, molhado do banho, a bunda nua sentada na cama conjugal minha e da Bruna. — Já tem umas manchas molhadas grandes aqui.
Ele fez sinal para onde sentou, e onde os sucos da Bruna e o gozo do Osvaldo estavam acumulando uma hora atrás.
— Tá bom, tá bom, me ajuda a levar ele pro quarto de hóspedes — a Bruna cedeu sem muito esforço.
Eles pegaram meu corpo e me arrastaram para o quarto de hóspedes. Enquanto a Bruna me cobria, o Osvaldo ficou lá rindo.
— Coitado do cara, não acho que ele aguenta seus boquetes ainda! Você deixou ele dormindo na hora! — Sabendo muito bem que era a parada que colocou na minha cerveja.
— Ainda bem que você não tem esse problema — a Bruna disse sarcasticamente, mas não conseguiu evitar enquanto batia os cílios longos para ele conforme olhava para o pau mole e pesado e de volta para os olhos.
Ela sorriu enquanto mordia o lábio. Conforme a Bruna sentou na borda da cama de hóspedes com as pernas longas cruzadas e meu corpo comatoso atrás, o Osvaldo podia sentir o sangue no corpo correr de volta para o pau. O pau inchou assistindo a Bruna nesse cenário íntimo, o cabelo e maquiagem ainda impecáveis, como se modelando só para ele.
A Bruna terminou de me cobrir com um beijo na testa. Os cachos saltitantes roçaram contra meu rosto e meu corpo dormindo respirou o aroma doce.
Ela olhou para cima do meu corpo dormindo para ver o Osvaldo na porta. O corpo estava virado para a Bruna e ela podia ver o pau duro e grosso silhuetado nas luzes mais brilhantes do corredor atrás. Ele a encarou com um sorriso faminto e olhos semicerrados.
— Depois de tudo isso, e você ainda não acabou? — Ela perguntou com uma risadinha, fazendo sinal com os olhos para o pau do Osvaldo.
A Bruna me deixou na cama conforme encontrou o Osvaldo na porta. Os peitos pressionaram contra o corpo. O Osvaldo sentiu os mamilos duros e os piercings roçarem através do roupão de seda.
— Vamos mais uma vez — o Osvaldo disse, deixando o pau duro pressionar no corpo. — Ainda não terminei.
A Bruna corou conforme pensou: 'Depois de tudo isso? Quantas vezes esse homem pode gozar?'
— Você sabe que isso não devia ter acontecido — a Bruna disse com um olhar levemente envergonhado no rosto.
— Não, isso precisava acontecer. Olha o quanto o Bruno curtiu assistir você. Você curtiu. Sei de fato que curtiu. Você tava ordenhando meu pau, porra.
— Osvaldo! Não fala isso — a Bruna corou sabendo que as palavras eram verdade — ...além disso, o Bruno tá dormindo agora. Ia sentir como se estivesse indo pelas costas dele.
A Bruna usava uma expressão culpada no rosto.
O pau do Osvaldo endureceu com a fachada recatada.
— Então não vai. Conta pra ele de manhã que você me deu uma última fodida de despedida. Quem sabe se isso vai acontecer de novo?
O Osvaldo flexionou o pau, pegando a atenção da Bruna. O corpo lembrou do jeito que fez ela se sentir.
O diabinho no ombro começou a sussurrar também. 'Ele tá certo, quem sabe se isso vai acontecer de novo. Você já fez uma vez. Como mais uma vez poderia machucar?'
— Hmm — ela disse, nivelando os olhos esfumaçados no Osvaldo — Você não acha que se divertiu o suficiente por uma noite?
— E você? — O Osvaldo disse, fazendo o pau contrair contra o corpo.
A Bruna sentiu o calor. O coração estava batendo de empolgação. O Osvaldo podia quase sentir através do pau. Um sorriso pequeno se espalhou pelos lábios cheios.
— Tá, mas só mais uma vez — ela disse num sussurro sensual, olhando nos olhos — Aí você precisa ir pra casa.
Com isso, o Osvaldo sorriu amplamente e entrou no corredor. A Bruna virou e o seguiu para o corredor de volta para o nosso quarto, estendendo para trás conforme saía, apagando as luzes.
***
22h
— Essa buceta é incrível! — rugiu um Osvaldo triunfante conforme bombeava o pau grosso para dentro e para fora da buceta apertada e encharcada da Bruna.
— Ah! É! Deus! — A Bruna só conseguia responder num transe de luxúria.
Quanto tempo faz? Ela achou que o Osvaldo não ia durar muito depois de já ter pegado ela na minha frente e mais uma vez no chuveiro. Tinha sido pelo menos uma hora desde que dormi. A Bruna deitada de costas com as pernas no ar, e os braços moles sobre a cabeça. Com cada estocada, ficava mais acostumada com o pauzão do Osvaldo. A buceta o sugava toda vez que deslizava para fora, como se os lábios da buceta não quisessem soltar.
Os olhos da Bruna estavam fechados e o rosto estava contorcido em prazer conforme os lábios cheios deixavam ofegos escaparem da boca aberta. Sentiu cada contorno do pau do Osvaldo conforme esticava, com a cabeça e eixo veado mergulhando para dentro e para fora num ritmo firme. A buceta o segurava amorosamente, conforme cada estocada trazia sensações prazerosas, inundando o cérebro com químicos de bem-estar. Não tinha ideia que sexo podia ser tão bom. Estava esticada e estimulada de jeitos que nunca tinha sentido antes. O Osvaldo olhou para baixo para a vadia perfeita. Com cada bombeada, os peitos macios, redondos e empinados saltavam para cima e para baixo enquanto os mamilos perfurados cintilavam na luz do abajur. A barriga bronzeada e tensa contrastava a barriga tremula dele. A respiração do Osvaldo já estava rápida e trabalhada conforme suor se acumulava na testa, mas estava apenas começando.
PLAFT PLAFT PLAFT. Os sons do corpo flácido do Osvaldo martelando o corpo ampulheta e em forma da minha esposa encheram o quarto. A Bruna estava de joelhos e cotovelos com as costas arqueadas pela nossa cama conjugal sendo bombeada e esticada pelo pau mais grosso que já teve. Os sucos molhados da buceta fluíam conforme empurrava de volta nas estocadas do Osvaldo, combinando o movimento e devorando o pau com o corpo. Estava rapidamente se apaixonando por essa posição nova. A buceta estava sendo atingida em pontos que não sabia que tinha. Às vezes quando o Osvaldo entrava até o fundo, ela esfregava a bunda de lado a lado, tentando sentir cada centímetro do pau.
A cabeça da Bruna caiu para frente com os braços acima da cabeça. Isso deu um arco incrível nas costas. Os olhos do Osvaldo explodiram conforme absorveu a vista. As costas tonificadas eram como um vale que levava até as bochechas perfeitas da bunda, como duas montanhas se encontrando no cume. O Osvaldo parou de se mover e apenas admirou a vista no topo da montanha.
A Bruna, não percebendo que o Osvaldo tinha parado de se mover, continuou batendo a bunda de volta no pau. O Osvaldo não estava fazendo trabalho nenhum. A Bruna estava numa jornada sexual. Queria persuadir o orgasmo com essa ferramenta incrível. Os olhos estavam fechados e curtiu a 'surra' que a bunda estava levando. Em um ponto, uma das mãos viajou em cima do peito enquanto a outra foi para a boca. Mordeu um dos dedos enquanto choramingava.
A Bruna abriu os olhos e virou levemente para olhar para trás para o Osvaldo.
— Não acredito que você tá realmente me fodendo! Ai-porraaa! — Ela gemeu conforme jogou a cabeça para trás.
— Tá bom, né? — O Osvaldo perguntou.
— Tá tão booom. Não consigo evitar. — Os olhos estavam colados nos do Osvaldo conforme nivelou o olhar.
O Osvaldo quase perdeu. O jeito que o corpo parecia. Aquela cara sexy que estava fazendo enquanto encarava nos olhos dele enquanto mordia o dedo. O Osvaldo queria punir ela por ser tão gostosa, porra. E foi o que fez.
Sem tirar os olhos, começou a estocar mais forte e mais rápido. A voz da Bruna começou a aumentar.
— Ai!! Deus!! Espera, espera. Vai devagar!!
O Osvaldo não respondeu. Agarrou pelo cabelo e puxou para um beijo. O corpo tinha uma curva incrível enquanto era bombeada furiosamente. O Osvaldo quebrou o beijo e rosnou.
— Você tá feliz que estamos fodendo agora, né? Toda aquela provocação te deu o que você queria. — Batendo na bunda algumas vezes em sucessão.
— Osvaldo!! Porra!! Issooo. Me dá tuuudo. — A Bruna gemeu incontrolavelmente.
— Ah, vou te dar tudo sim. — O Osvaldo riu enquanto não parava o ritmo furioso.
— Ai Deus, tô gozando! Ah! Ah! Oooh! — A Bruna gritou numa enxurrada de fala conforme outro orgasmo sacudiu o corpo.
— PORRA, SIM! — O Osvaldo gritou conforme os músculos contraíram ritmicamente, ordenhando o pau duro.
Ele puxou para fora e explodiu, deixando cair glóbulos de gozo no vale feito pelos músculos das costas da Bruna.
***
23h30
Com estocadas curtas e rápidas, o Osvaldo trouxe o aspecto mais grosso do pau para a abertura sensível da Bruna. Ele serrou dentro com determinação e foco. Ela ofegou por ar conforme o prazer tirou o fôlego. O Osvaldo ouviu o corpo conforme olhava para baixo para ela de quatro. As covinhas das costas sorriam para cima para ele e a bunda tremula o aplaudiu, encorajando a continuar pelo máximo que conseguisse. Quando sentiu que a Bruna estava se ajustando às estocadas curtas, o Osvaldo se bombeou fundo, todo o caminho, fazendo a Bruna ofegar e gemer alto. O Osvaldo repetiu esse padrão conforme as mãos batiam na bunda, agarravam a cintura, vagavam pelas pernas lisas, e amassavam os peitos. Alternando entre estocadas curtas e longas e profundas, o Osvaldo se sentia enorme para a Bruna. Com a técnica incrível, a Bruna sentiu que o Osvaldo estava atingindo até os pontos que eram rasos. A buceta molhada cantou os louvores em coro com os gemidos felizes.
— De quem é essa buceta, vadia? — exigiu o Osvaldo, batendo na bunda grande e apertada.
— Ahhhhh! Ai Deus! — A Bruna gemeu conforme ele a enchia.
— De quem é a buceta?!
— É sua, papai! Ah! Sim!
— Isso mesmo, porra! Como é ter finalmente meu pauzão te fodendo? — O Osvaldo resmungou.
— É - ah - é - ah - incrível! Você é tão grande, porra.
— Já foi fodida assim? — O Osvaldo exigiu.
— Não! Nunca assim! — A Bruna ofegou. — Tão bom!
— O Bruno te fode assim? — Ele perguntou conforme bateu na bunda.
— Ninguém me fode assim! — Ela admitiu.
— Haha, era o que eu pensava — gabou-se o Osvaldo conforme empurrou o pau grosso até a base dentro da vagina apertada, atingindo os pontos mais profundos.
O Osvaldo pensou de volta nas vezes que a Bruna impiedosamente o provocou com as flertes, fotos, vídeos e sugestões vazias para sexo. Não havia muito que era vazio sobre ela agora. A testa do Osvaldo pingava de suor conforme fazia a buceta da Bruna pagar pelos meses de provocação. Estava fodendo o mais forte e o mais rápido que conseguia. Assistiu conforme a bunda saltava contra o corpo e ouviu os gemidos ficarem mais altos. O cabelo da Bruna estava espalhado ao redor da cabeça e os olhos estavam fechados. A expressão facial se contorcia conforme o pau martelante do Osvaldo agarrava os sentidos. Respirava pesadamente pela boca entre ofegos e gemidos. A Bruna era dele agora.
***
Meia-noite
A Bruna se ajoelhou entre as pernas do Osvaldo, lambendo o pau pesado e masturbando a circunferência larga com as duas mãos delicadas. Provou o néctar fresco nele. Com um sorriso malicioso, olhou no rosto suado do Osvaldo e olhos famintos.
— Sempre imaginei que ia ser bom. Nunca pensei que ia ser tão bom — ela rosnou.
— O Bruno te faz sentir assim? Me diz honestamente.
A Bruna olhou para baixo por uma fração de segundo, piscando os cílios longos. Sabia o que ele queria ouvir.
— Não. Ele não faz. — Os olhos azuis olharam fundo nos dele.
O sorriso malicioso nunca quebrou. O Osvaldo gemeu vitoriosamente conforme ela deu uma lambida forte com a língua toda começando da base até a ponta, nunca quebrando o contato visual. A Bruna amava o poder que tinha sobre o pau poderoso do Osvaldo. Amava o jeito que a fazia sentir.
— Você não tá feliz que finalmente estamos fazendo isso? — O Osvaldo disse conforme se reclinava na minha cama, os dedos entrelaçados atrás da cabeça.
Usava um sorriso arrogante conforme assistia minha esposa lamber o pau.
— Mmm... — A Bruna brincalhonamente fingiu estar pensando profundamente conforme batia o pau endurecendo do Osvaldo contra o queixo como se estivesse ponderando.
— Sim — ela admitiu, rindo com o sorriso brilhante.
— Eu também. Você é a vadia perfeita. Você realmente tem isso em você. — O Osvaldo disse confiante.
— O quê? — A Bruna perguntou, com a maior parte da atenção focada em admirar a vara pesada e inchando do Osvaldo nas mãos.
— Bom, meu pau, agora — o Osvaldo riu.
A Bruna riu. Ela o masturbou com duas mãos várias vezes antes de levá-lo pela garganta. O Osvaldo deitou na minha cama e gemeu alto em prazer conforme a Bruna o tratou com a boca habilidosa, chupando e cantarolando com prazer conforme fazia.
***
00h45
— Não acredito que você tá duro de novo — deu risadinhas uma Bruna lisonjeada conforme aconchegou a pele lisa e macia ao lado do corpo do Osvaldo.
— Vou sempre estar duro pra minha vadia perfeita. — O Osvaldo disse, virando a cabeça para encontrar a boca.
— Mmm — a Bruna gemeu na boca, aceitando a língua.
As mãos do Osvaldo começaram a jornada por cada centímetro do corpo da Bruna. A Bruna curtiu conforme ele passava os dedos pelo cabelo, amassava os peitos, e massageava a bunda e coxas. Ela estendeu pela barriga enquanto ainda se beijavam e masturbou o pau, movendo para baixo para as bolas onde gentilmente acariciou o escroto, então de volta para cima para o pau. Sentiu o membro túrgido inchar ainda mais conforme deu ao Osvaldo mais acesso ao corpo movendo nele. Desengajou de lamber a língua por um breve momento enquanto segurou o rosto na mão. O Osvaldo olhou nos olhos azuis profundos emoldurados pelos cílios longos e escuros.
— Você é uma máquina — ela o elogiou com um sorriso antes de colocar a boca de volta.
***
01h10
— Você gosta de foder minha bucetinha apertada? — A Bruna arrulhou conforme montava o Osvaldo, estendendo na frente e guiando o pau para dentro da vagina faminta.
O corpo tonificado estava dando ao Osvaldo o treino que tinha desejado desde o momento que viu a beleza da Bruna no dia da mudança. Por algum milagre ou ato de força de vontade implacável, estava acompanhando. A Bruna se curvou e deu ao Osvaldo um beijo profundo conforme mantinha os quadris movendo no pau. O Osvaldo podia sentir os sucos da buceta pingar pelas bolas.
'Puta merda. Vadia incrível', pensou o Osvaldo através do estupor animalesco.
Não havia sangue sobrando para o cérebro. Cada célula do corpo o comandava a ficar duro para continuar fodendo essa parceira perfeita. A Bruna cavalgou o Osvaldo. Ela girou os quadris, tomando controle de onde e como queria o pauzão grosso para esticar.
— Mmm — ela gemeu conforme explorou sensações que nunca tinha sentido, soltando miados pequenos conforme fechou os olhos e focou nos diferentes jeitos incríveis que o pauzão do Osvaldo podia fazer ela se sentir.
O Osvaldo curtiu a vista conforme o corpo perfeito da Bruna o montava. Amava assistir o pau desaparecer no corpo tenso da Bruna. Amava ouvir os gemidos quietos e ofegos conforme ela cavalgava ondas ondulantes de prazer. As mãos agarraram por todo o corpo. A cintura e peitos receberam uma grande quantidade de atenção. Ela sentiu as mãos amassarem a bunda grossa enquanto a buceta quente e molhada esticava na dureza. Ele assistiu o rosto lindo se concentrar no prazer que estava recebendo do pau grosso. Sentiu a buceta quente acariciar cada lado do pau numa carícia amorosa. Ocasionalmente dava uma palmada, que ela recompensava com um gemido mais alto.
A Bruna estava perdida no próprio mundo, vendo onde o brinquedo novo traria mais prazer. Era bom esticando, mas e se tentasse esse ângulo? E outro? A curiosidade estava finalmente livre para vagar sem limites. No quarto quieto, tudo que podia ser ouvido eram sons de esguicho molhado e os gemidos suaves da Bruna. A Bruna trabalhou o pau do Osvaldo ao redor por dentro, olhando para baixo conforme o órgão enorme a dividia. Com o cabelo caído sobre o rosto, assistiu entrar, maravilhada que o corpo conseguia aguentar o Osvaldo. Assistir o pau esticar a fez as experiências já prazerosas ainda melhores. Depois de algum tempo de exploração, a Bruna encontrou um ponto que realmente gostou. A combinação da forma do pau do Osvaldo, cabeça e circunferência ajudou a descobrir uma sensação que nunca tinha sentido com ninguém mais. Focou nesse ponto, repetidamente dirigindo e esfregando o pau do Osvaldo contra ele. Estava construindo para o orgasmo, e o Osvaldo podia dizer. Estava assistindo, estudando. Aprendendo. Mantendo o mesmo ângulo e profundidade, o Osvaldo trouxe as mãos vagantes para a cintura e começou a martelar para cima para atingir o ponto repetidamente. A Bruna jogou a cabeça para trás, arremessando o cabelo loiro grosso em direção ao arco das costas. Os olhos rolaram para dentro do crânio.
— Porra, sim — o Osvaldo murmurou de baixo conforme assistia o corpo da Bruna sacudir em êxtase.
— Toma, vadia, é isso que você queria? — O Osvaldo berrou conforme dirigia os quadris para cima e para baixo, segurando firme na cintura fina e praticamente levantando ela da cama.
Maravilhou-se com os quadris largos e o jeito que conseguia ver a bunda saltando da frente conforme estocava contra ela.
— Ahhhhh porra!!! Osvaldo! Sim!! — A Bruna tinha perdido controle dos braços e eles se agitavam e se debatiam no ar conforme lutava para manter o equilíbrio.
Instintivamente os trouxe para o peito e segurou os seios conforme o Osvaldo a fodia. O Osvaldo bebeu a vista dos peitos cheios e lindos empurrados para cima e juntos.
— Goza pra mim, vadia! Goza pro seu papai! — O Osvaldo gritou conforme o suor rolava pela testa.
— Papai!!! Uhh! Tô gozando, porra! — A Bruna gritou para dentro da casa quieta e imóvel.
***
02h20
— Ai Deus, tô gozando! Tô gozando! — A Bruna ofegou conforme arqueou as costas, empurrando os peitos para o teto.
O Osvaldo se ajoelhou entre as pernas conforme continuou lambendo a buceta, chupando o clitóris, e dedilhando um dos pontos na Bruna que agora estava ainda mais familiarizado. O Osvaldo se moveu para baixo, usando a língua para brincar com o cuzinho, fazendo cócegas com a ponta do dedo enquanto o corpo da Bruna continuou a convulsionar em pós-orgasmo. O Osvaldo se levantou e se curvou sobre a lateral da cama para chupar os peitos e amassá-los nas mãos. Moveu o caminho para cima, fomentemente beijando e lambendo o pescoço da Bruna, então a boca. As línguas dançaram enquanto o Osvaldo engatou as mãos sob o torso e pescoço da Bruna, puxando para uma posição sentada. A Bruna segurou o rosto do Osvaldo nas mãos macias enquanto continuou a atacar a boca com a dela. O Osvaldo agarrou o pau rígido e deslizou para dentro da buceta da Bruna. Ela gemeu direto na boca, olhos fechados conforme mais uma vez sentiu o prazer do pau gordo e veado encontrar os limites das paredes vaginais acolhedoras. A Bruna jogou os braços sobre os ombros do Osvaldo conforme ele começou a martelar a buceta quente, gemendo em prazer no ombro.
— Eu amo essa buceta, porra! — O Osvaldo resmungou enquanto a Bruna lambia o pescoço.
— Ahh! É sua! Me fode! — A Bruna gemeu, movendo os quadris nele.
— Isso, vadia! Você ama foder meu pau, não ama? — O Osvaldo sibilou no ouvido.
— Mmm! Sim! Amo foder seu pau — a Bruna respondeu, conforme a buceta molhada cantou em concordância.
Era tudo que o Osvaldo tinha querido ouvir. Agora que a esposa jovem, em forma e loira estava rebolando a buceta nele com o pau enterrado até o cabo dentro conforme gemia no pescoço, o Osvaldo descobriu que isso era muito, muito melhor do que jamais imaginou. Depois de algum tempo sentindo o pau sugado pela manga molhada e apertada da Bruna, estava pronto.
— Vou gozar! Onde você quer, vadia?
Sem dizer uma palavra, a Bruna empurrou para trás da cama, pulou para baixo, e ficou de joelhos. No quarto que compartilhava com o marido, se ajoelhou diante do vizinho grosseiro e babaca Osvaldo, ordenhando com duas mãos e os lábios enquanto encarava para cima. Estava começando a realmente amar o gosto da própria buceta no pau do Osvaldo.
— Goza na minha boca, papai — ela pediu docemente, estendendo a língua e abrindo bem.
O Osvaldo obedeceu conforme o rosto se contorceu em prazer. A Bruna sorriu conforme assistiu ele apertar os olhos fechados e estremecer conforme explodiu outra carga pesada na boca macia e aberta e língua esperando. A Bruna manteve a boca aberta e com as duas mãos ao redor da circunferência maciça. Ela espremeu cada gota de gozo para dentro da boca, nunca tirando os olhos do Osvaldo.
Conforme ele voltou à terra, o Osvaldo olhou para baixo para ver a Bruna sorrindo para cima com os olhos, a carga ampla ainda sentada na língua. A Bruna soltou o pau do Osvaldo e trouxe as mãos para cima pela barriga, segurando os peitos, e brincando com eles. Fechando os olhos, inclinou a cabeça para trás e trouxe a língua de volta para dentro da boca se fechando. As mãos vagaram em direção ao pescoço e acariciaram a própria pele macia. O cabelo loiro sedoso e encaracolado caía em cascata em direção à bunda apertada. Estava perdida no próprio mundo. Na luz do abajur do quarto, era uma visão de ver. A Bruna estava reclinada de joelhos com os pés fofinhos dobrados sob os quadris largos. A clivagem dos quadris emoldurava a barriga chapada e figura ampulheta. A pele lisa estava brilhando. Era uma deusa. Estendeu o queixo e alongou o pescoço do jeito que uma modelo faria posando para uma foto. Engoliu a carga, e o Osvaldo podia ver a garganta mover a carga para a barriga. A Bruna sorriu calorosamente antes de abrir os olhos e encontrar o olhar do Osvaldo.
— Ahh — ela mostrou a boca vazia.
— Haha! — A Bruna riu do jeito genuíno e escancarado, mostrando os dentes brilhantes.
O Osvaldo ficou lá com o queixo no chão, mas levou apenas um momento para se recompor conforme se curvou e pegou o rosto nas mãos.
— Vadia boa. — foi tudo que conseguiu dizer. O sorriso da Bruna cresceu. Esticando o pescoço para cima para abraçar o amante iminente, começaram a se beijar.
***
03h
A Bruna deitou de bruços, apoiada nos cotovelos fazendo as costas arquearem e a bunda estourar espetacularmente. O Osvaldo notou. Caminhou ao redor da cama e ficou atrás, agarrando o pau pesado numa mão conforme deslizou para dentro da Bruna. Lentamente no começo, o Osvaldo empurrou todo o caminho até as bolas. A abertura escorregadia da Bruna devorou cada centímetro.
— Ai meu Deus — ela murmurou — Tá tão fundo.
Acelerando o ritmo, o Osvaldo logo estava martelando impiedosamente. A bunda tonificada da Bruna saltou com cada descida. O Osvaldo estava pegando ela conforme se apoiou numa posição de prancha, martelando por minutos e construindo a Bruna para mais um de uma dúzia de orgasmos. Se a mente não estivesse consumida com as sensações do pau grosso contra as paredes esticadas, molhadas e acolhedoras, a Bruna teria comentado sobre o feito atlético impressionante que o Osvaldo estava realizando.
O Osvaldo se inclinou para baixo e começou a beijar o pescoço. Ele ocasionalmente mordia a orelha e sussurrava coisas sujas que fariam a mente da Bruna sucumbir ainda mais à devassidão que estava acontecendo.
— Eu sou o dono dessa buceta agora, porra. — O Osvaldo sussurrou.
A Bruna não respondeu, mas rebola a bunda mais forte de volta no pau. Não conseguia ter o suficiente da penetração profunda do Osvaldo enquanto simultaneamente sendo esticada.
— Vou continuar te dando meu pau. Se eu tiver legal vou deixar seu maridinho assistir enquanto pego a esposa linda repetidamente. — O Osvaldo bateu na bunda algumas vezes.
Por meses, o Osvaldo tinha dito que ela ia sentir sensações incríveis com o pau. Ele estava certo, e ela sabia que ele sabia que estava certo.
— Ai Deus. Ai Deus. Issooo. Me fode com esse pauzão quando quiser. Não para!! PORRAA TÔ GOZANDO!! — A Bruna implorou enquanto era martelada na cama que compartilhava com o marido.
O Osvaldo continuou a martelar conforme ela incontrolavelmente se contraiu na vara. A Bruna soltou um gemido profundo conforme as pernas se contraíram e os dedos dos pés se curvaram. A essa altura, a Bruna perdeu a conta de que horas eram e quantas vezes tinha tido orgasmo. Estava focada no prazer que esse pau estava dando.
4 da manhã
A Bruna se equilibrou em cima do pau do Osvaldo conforme o cavalgava, passando as mãos pelo cabelo sedoso e liso. Pegou um vislumbre de si mesma no espelho conforme assistia o pau grosso do Osvaldo deslizar para dentro com grande prazer. Sentia tão confiante e contente, e o reflexo mostrava isso. Um sorriso diabólico apareceu no rosto conforme pensou numa ideia. Pulou para fora e virou o corpo em direção ao espelho de quatro.
Rebolou a bunda no ar e convidou o Osvaldo:
— Vem foder sua buceta, papai. — O sorriso nunca desaparecendo do rosto.
Obedientemente, o Osvaldo se sentou e se posicionou para montá-la. Conforme chegou perto, a Bruna estendeu para trás e enrolou os dedos ao redor do pau grosso. O calor e dureza a impressionaram conforme deu algumas bombeadas. Sorriu excitadamente e mordeu o lábio. Com antecipação, guiou o pau para dentro do buraco molhado. O Osvaldo começou a estocar nas profundezas da Bruna conforme ela olhava sobre o ombro para ele e sorria maliciosamente. O Osvaldo acelerou o ritmo, ficando focado. A Bruna estava empurrando a bunda para trás encontrando as estocadas. Sons de tapa enchiam o quarto. Ofegante, ele olhou para cima do prêmio para ver o reflexo deles no espelho.
Lá estava ele finalmente, com as bolas fundo na esposa jovem e linda do vizinho, no próprio quarto deles nada menos, conforme ela gemia e chorava por mais. Viu os corpos contrastantes com o corpo dele sendo dele e o dela sendo de uma deusa. Nenhum homem do calibre dele tinha negócio fodendo ela. A Bruna pertencia ao Instagram fazendo centenas de milhares todo mês por simplesmente ser gostosa. O Osvaldo pertencia a onde quer que velhos babacas vão para serem esquecidos. Em vez disso, estava dentro da Bruna, e ela estava amando. O Osvaldo tinha passado meses esperando pacientemente por uma oportunidade como essa. Tinha colocado o trabalho e jogado as cartas certo. Agora, estava com as bolas fundo na Bruna, a vizinha sexy, jovem, em forma e casada; fodendo ela enquanto ela sorria com satisfação conforme sentia ele esticar a buceta apertada. Por meses, a Bruna tinha ouvido conversa sobre como ia implorar para ele fodê-la, como ia sentir coisas além da imaginação. Imaginou o pauzão do Osvaldo deslizando para dentro da buceta quente. Imaginou como o pau latejante, pulsante e rígido ia sentir conforme as paredes esticavam ao redor dele. Pensou sobre a cabeça do pau cavando os pontos sensíveis. Pensou sobre a fantasia de ser má para o Osvaldo, e ficou excitada com isso. Agora, não era mais uma fantasia. Aquele tempo tinha chegado, e a Bruna estava se divertindo mais do que esperava.
A Bruna olhou para cima no espelho e pegou os olhos do Osvaldo no reflexo. Sabia como apertar os botões dele. Levantou-se dos cotovelos para as mãos, arqueou as costas, e usou os braços para empurrar os peitos juntos. Sorrindo, deu uma piscada e mandou um beijo. Sentiu o pau inchar com sangue e o ritmo acelerar febrilmente conforme o Osvaldo agarrava a cintura fina e continuava a martelar. O Osvaldo recompensou as flertes martelando um dos vários pontos que agora estava familiarizado. No ângulo que apenas um pau do tamanho e forma dele conseguia atingir, esfregou os pontos favoritos da Bruna. Esses sentimentos mandaram a Bruna além da borda fazendo o rosto se contorcer numa expressão linda de prazer. Agarrou o mamilo e amassou em êxtase.
Gozou de novo no pau grosso do Osvaldo, gemendo alto:
— SIM!
O Osvaldo estava perto. Deu mais algumas rodadas de estocadas antes de puxar para fora e gozar por toda a bunda e costas, berrando como um animal. Por vários minutos, o casal colapsou na mesma posição, suando, ofegando sem palavras, e atordoados de luxúria.
Mesmo se eu não estivesse desmaiado e tivesse visto tudo por mim mesmo, ainda acharia difícil acreditar. Essa era pelo menos a sétima vez que o Osvaldo estava gozando numa noite, e ainda conseguia ficar duro. Talvez estivesse muito mais perto de uma dúzia. O volume das cargas não estava diminuindo conforme explodia carga após carga na minha esposa e na boca dela. Esse homem velho e fora de forma conseguia dar à Bruna, uma deusa em forma no final dos 20 anos, trabalho duro. Sabia dos nossos encontros anteriores que aquele cara era uma máquina capaz de ficar duro e gozar por 3 ou 4 rodadas, mas essa noite, estava puxando todas as paradas. Era um maníaco do caralho. A Bruna estava no mesmo nível. Nunca tinha visto esse nível de necessidade sexual crua vir da minha adorável esposa. Temos ótimo sexo. Mas isso era outra coisa. Algo puro, num senso primal. Queria ter visto tudo.
***
7 da manhã
A Bruna lentamente abriu os olhos, sentindo a língua de alguém entre as pernas. Sorriu e se espreguiçou. A língua gentil sentia incrível nos lábios e clitóris que estavam sentindo um pouco mais sensíveis que o normal. Olhou para baixo, ainda meio dormindo.
— Bruno?
— Tenta de novo. — O Osvaldo riu vindo de baixo das cobertas.
Os olhos da Bruna se arregalaram e percebeu os eventos que aconteceram noite passada. Ela e o Osvaldo...
Sentiu como se fosse tudo um sonho. Definitivamente não era o jeito que o corpo estava se sentindo. Pensou de volta como o Osvaldo apenas completamente possuiu o corpo. A Bruna nunca tinha experimentado uma noite cheia de sexo daquele jeito. Parecia um fluxo sem fim de orgasmos. Mais de uma dúzia. Mesmo estando exausta, o corpo e mente sentiam mais satisfeitos do que jamais tinha experimentado. O máximo que já tinha gozado numa noite foi talvez na lua de mel e isso foi apenas três ou quatro vezes naquela noite. Numa ocasião especial poderia ter dois orgasmos numa noite. Ser capaz de ter mais de uma dúzia numa noite, ao ponto onde perdeu a conta...
A culpa começou a construir, pensando sobre como ia explicar isso para mim. O que quer que aconteceu noite passada com o Osvaldo, eu tinha concordado. Disse para ela se soltar e curtir. Mas pela maior parte da noite, estava desmaiado. Não vi a maior parte do que aconteceu. A Bruna se perguntou se eu estaria bem que ela fodeu o Osvaldo até o sol nascer. E que experimentou o tipo de sexo que nem sabia que existia.
A Bruna também não entendia por que foi junto com o Osvaldo quando ele falou sobre o Bruno. Talvez a fantasia realmente tivesse passado para ela. Toda vez que o Osvaldo dizia que queria que eu pudesse vê-la, ela meio que queria que eu estivesse lá. Talvez não se sentisse tão culpada por curtir tanto quanto curtiu. Queria ir me encontrar e imediatamente falar com ele sobre tudo. Primeiro tinha que tirar esse pauzão da cama.
Não amava o Osvaldo, mas definitivamente olhava para ele diferente agora. Ele deitou ao lado admirando o corpo.
— Ainda tô duro, sabia. — O Osvaldo disse deitado de lado masturbando o pau gordo. Os olhos da Bruna tremularam.
— Acho que você teve o suficiente... — ela disse, desviando o olhar do Osvaldo.
O Osvaldo se sentou e saiu da cama. A Bruna ficou feliz pensando que ele teve o suficiente e estava prestes a ir para casa. Ele provou que estava errada quando caminhou ao redor para o lado da cama dela.
— Vou dizer quando tiver o suficiente. — O Osvaldo pegou o pau e colocou no rosto da Bruna, fazendo um barulho de tapa conforme fazia.
A Bruna queria atacar ele... mas os olhos estavam colados no pau. Ainda parecia tão magnífico quanto na noite anterior. Aquela coisa a levou a alturas que nunca experimentou. Ser tratada daquele jeito na cama que normalmente compartilhava com o marido a excitou. O Osvaldo a queria, e o corpo queria ser preenchido. Os olhos da Bruna começaram a ficar vidrados e a boca abriu levemente de respirar forte. Vendo a chance, o Osvaldo deslizou o pau direto para dentro da boca doce da Bruna. A Bruna achou que ainda podia sentir o gosto dos sucos da noite anterior. Deveria ter enojado, mas percebeu que na verdade gostava do gosto. O corpo começou a esquentar.
O Osvaldo olhou para baixo assistindo minha esposa. Tinha acabado de fodê-la por horas, e ela estava mais uma vez adorando o pau. Toda vez que mostrava alguma relutância, o pau a dominava. Lambeu e masturbou, batendo na língua antes de rechear de volta na boca. O Osvaldo olhou para baixo para o corpo e viu a barriga chapada com os peitos perfeitamente perfurados empurrados para fora. Passou as mãos neles, apertando antes de sentir até a barriga. Os toques gentis continuaram descendo o corpo até chegar na buceta molhada. Assim que os dedos tocaram, a Bruna começou a gemer por todo o pau. Cruzou as coxas prendendo a mão entre as pernas conforme ele a dedilhava e continuava chupando o pau.
Os olhos finalmente abriram para ver o Osvaldo encarando direto para ela. Não aguentou mais. Puxou a boca do pau.
— Porra. Preciso de você em mim de novo. Por favor me fode. — A Bruna disse numa névoa de luxúria.
— Não sei... tô bem cansado. — O Osvaldo sorriu maliciosamente.
A Bruna semicerrou os olhos para ele. Olhou de volta para baixo para o pau e deu uma lambida longa.
— Então eu faço o trabalho. — Não se importava mais.
A Bruna precisava do pau dentro dela. Puxou o Osvaldo para baixo na cama e montou nele. Pairou sobre o pauzão. Sem perder tempo começou a deslizar para baixo lentamente. Conforme o pau do Osvaldo penetrou, a Bruna mais uma vez sentiu o pauzão enchendo ela como nunca sentiu antes com outro homem. Amava a sensação de se sentir tão cheia! Rebolou para baixo, deixando ele atingir os pontos favoritos. Esqueceu sobre o casamento, a vida diária, amigos, tudo. Tudo que se concentrava era em como esse pau estava dando sensações que nunca sentiu antes.
As mãos do Osvaldo estavam atrás da cabeça, mas a Bruna as agarrou e moveu para a bunda. O Osvaldo sorriu com isso e agarrou as bochechas da bunda agressivamente. Encararam um ao outro, comunicando apenas com gemidos de prazer enquanto a Bruna rebolava a buceta no Osvaldo. A Bruna estava soltando gemidos leves e lentamente começou a se mover mais rápido conforme o tempo passava. O Osvaldo começou a pegar a bunda e bater de volta para baixo até ela estar fazendo por conta própria. De trás, a bunda redonda parecia incrível conforme cavalgava para cima e para baixo.
— Isso. Isso. Fode esse pauzão. É todinho seu.
— Todinho meu? Ai Deus sim! É todinho meu!
A Bruna apertou firmemente os pulsos do Osvaldo enquanto arqueou as costas. Bateu a bunda para baixo, empurrando o pau para dentro dela mais uma vez. Conforme o comprimento a encheu, começou a balançar os quadris permitindo o pauzão atingir todos os lugares sensíveis dentro. Sentiu o calor dentro conforme ocupava o que parecia cada milímetro possível de espaço dentro. Sentiu cheia quando trouxe a buceta até o cabo do pau, e sentiu uma sensação vazia e ansiosa quando se levantou para trazer o pau para fora. O cabelo amarrado balançou como um rabo. A buceta estava cremando por todo o pau mais uma vez.
O Osvaldo queria empurrá-la mais longe sem saber se essa seria a última vez ou não.
— Me diz que eu te fodo melhor que seu marido.
A Bruna não respondeu então o Osvaldo bateu na bunda.
— Fala!
A Bruna ainda estava pulando no pau e o tapa mandou ondas de choque pelo corpo.
— Você me fode muito melhor. Seu pauzão é muito melhor que o dele.
— É? Você vai vir aqui pelas costas dele se ele não quiser fazer isso de novo? Me foder sempre que ele não tiver em casa?? — O Osvaldo continuou a empurrá-la.
— Sim! Sim! Você pode me foder quando quiser. Porra! Osvaldo!! TÔ GOZANDO!! — A Bruna gritou, nem pensando sobre a possibilidade de me acordar se eu já não estivesse acordado.
O Osvaldo assistiu ela ter orgasmo em cima dele. Amava assistir o corpo lindo, em forma, de 29 anos gozar no pau. Amava ouvir ela gozar conforme se afogava em prazer. Segurou firmemente os peitos macios, redondos e perfurados conforme fazia. Assistiu a barriga chapada se erguer com a respiração ofegante. Depois de se acalmar, apenas deitou nele, respirando pesadamente.
— Vamos tomar um banho. Podemos terminar lá. Quero gozar por todo seu rosto lindo...
A Bruna não disse nada por um tempo então veio um quieto:
— Tá bom.
Ela se levantou e caminhou para a porta do banheiro. O Osvaldo deitou na cama e assistiu conforme o corpo ampulheta perfeito da minha esposa foi emoldurado na porta. Conforme virou metade do corpo de volta para encarar ele.
— Vem?
O Osvaldo nunca esqueceria aquele momento. Assistiu a mulher mais linda que tinha acabado de foder por horas olhando de volta para ele. Os olhos azuis ainda estavam vidrados de luxúria. As pernas estavam brilhando com suor e os sucos dela. A bunda carnuda estava vermelha com as marcas das mãos. A Bruna esticou os braços sob a porta e os músculos das costas tonificados flexionaram. Sentia cansada, mas relaxada. Satisfeita. Sentiu aquela mesma sensação quente como se tivesse completado um treino pesado, e se sentiu realizada como se tivesse terminado um exame difícil ou longo dia produtivo de trabalho. Sentiu completamente presente no momento, como se não houvesse nada antes, e nada estava vindo depois. Era um momento onde um segundo sentia como se segurasse o dia inteiro, e não havia nada sobrando para fazer exceto gozar e tirar uma soneca longa no sol quente. O Osvaldo tinha feito isso com ela, e ela deixou. Queria isso. Precisava disso. O Osvaldo sorriu. Ele poderia viver de novo dez mil vezes como dez mil homens diferentes, e ainda nunca teria tanta sorte quanto teve com uma mulher como a Bruna. Rolou a bunda velha para fora da cama e a seguiu para o chuveiro.
A água já estava correndo e quente conforme o Osvaldo cambaleou até o chuveiro. A Bruna estava debaixo da água conforme cascateava pelo corpo em forma e cintilante. Os olhos estavam fechados conforme colocou o rosto diretamente nos jatos de água. Depois de suar, gozar, cavalgar, chupar e foder a noite toda, a Bruna precisava da água para fluir sobre ela e lavá-la limpa. Não havia um único ponto que a água tocasse que o Osvaldo não tivesse colocado as mãos noite passada. Não havia um centímetro do pau do Osvaldo que não tivesse segurado dentro da buceta ou da boca. O cabelo loiro grosso estava emaranhado contra a cabeça e estando molhado, agora parecia muito mais escuro. Tinha removido a maior parte ou toda a maquiagem da noite passada. Sob o chuveiro quente, começou a perceber o quão cansada realmente estava e quanto da noite passou bêbada no pauzão do Osvaldo. Finalmente tinha se dado o que tinha passado meses construindo, mesmo se não soubesse na época. Pensou que estava no controle, até o momento que não estava. E foi isso que a excitou mais de tudo. Não apenas o Osvaldo tinha um pau gigante, mas sabia como usar. Podia ir para sempre.
Acima de tudo, a fantasia do marido tinha se tornado dela também. Excitava ela se entregar ao Osvaldo, um homem nojento que não a merecia. O pensamento de foder o vizinho velho, assustador e babaca a fazia estremecer com antecipação nervosa. Não tinha expectativas para um homem como o Osvaldo, exceto agradar o corpo. Tudo que tinha que fazer era se submeter a ele sexualmente e facilmente apertar os botões certos, e seria garantido sexo na forma mais pura e crua. Tinha provado isso agora, e gostou. O Osvaldo extraía de um poço sem fundo de desejo por ela, depois da vida inteira sendo negado por mulheres menos atraentes do que ela era. Entendia agora que quanto mais gostosa fosse e quanto mais vadia fosse com o Osvaldo, mais doce a fantasia seria para nós dois.
Notou o Osvaldo parado na porta, assistindo. Olhou nos olhos e sem uma palavra, acenou para ele conforme indicou com o dedo indicador manicurado para 'vir aqui'. O Osvaldo obedeceu, conforme a Bruna fez espaço para ele sob os jatos de água.
Conforme o Osvaldo ficou sob a água, ele também começou a perceber o quão cansado estava. Estava coberto de suor seco e provavelmente uma boa quantidade dos sucos dos dois, especialmente no órgão pesado. O Osvaldo ficou de frente para o jato do chuveiro, molhando o rosto e o que sobrava do cabelo fino e desgrenhado. A Bruna ficou atrás enquanto ensaboava o corpo. Estendeu por trás do Osvaldo, agarrando os braços, assustando ele do transe que a água o colocou. O Osvaldo sentiu o corpo liso e ensaboado da Bruna esfregar contra as costas. Os piercings dos mamilos duros contrastavam os peitos macios e cheios. A Bruna guiou os braços para a parede e sem palavras, o Osvaldo entendeu para manter essa posição. A Bruna começou a ensaboar as costas largas e curvadas do Osvaldo, pescoço e axilas fedorentas. O Osvaldo fechou os olhos e se deleitou em prazer conforme minha esposa de 29 anos mimou o corpo que ele passou mais que a vida dela negligenciando. Ela estendeu em direção à frente e ensaboou o peito, então abdômen, então os quadris, até chegar ao destino. Com as mãos do Osvaldo ainda contra a parede do chuveiro, a Bruna agarrou o pau pesado com uma mão e masturbou. A Bruna não ficou surpresa com a rapidez que o sangue o inchou. Logo, era impossível para ela fechar os dedos ao redor. Desde que começaram essa aventura meses atrás, a Bruna tendia a ficar surpresa com o vigor do Osvaldo quando vinha ao sexo. Mas depois da noite passada, sabia num nível profundo que podia esperar muito do Osvaldo e do pau.
O Osvaldo saboreou cada segundo conforme minha esposa linda cuidou do pau duro com a mão delicada. Fechou os olhos sob a água e imaginou cada centímetro do corpo liso e ensaboado conforme roçava contra as costas e lado. Além dos gemidos de afirmação, minha esposa e vizinho continuaram a não compartilhar palavras. Uma vez que o Osvaldo estava duro para a satisfação dela, a Bruna passou as mãos pelo torso do Osvaldo, limpando o que sobrava da espuma de sabão pelo caminho. Agarrou os braços de novo, e lentamente virou o Osvaldo. As costas do Osvaldo agora estavam para o jato de água e ele tinha uma vista completa do rosto e corpo lindos da Bruna. O Osvaldo virou o corpo pela metade para o lado, permitindo a Bruna na água quente. Ela aceitou o convite e os dois se aconchegaram sob a água. A Bruna sentiu o pau do Osvaldo contra a barriga, e o Osvaldo sentiu os peitos macios da Bruna pressionarem contra o torso. Nem o Osvaldo nem a Bruna sabiam quem fez o primeiro movimento, mas os dois logo estavam se pegando sob os jatos do chuveiro. Os lábios agarravam um ao outro e as línguas se contorciam em dança. Desse ângulo, a Bruna agora podia agarrar o pau ereto do Osvaldo com as duas mãos e o masturbou enquanto se beijavam. A Bruna quebrou o beijo. Moveu para baixo para os joelhos enquanto nunca soltou o pau do Osvaldo. Com perícia, lambeu com a língua, beijou com os lábios macios, e levou o Osvaldo na boca. Engoliu um pouco da água conforme corria do corpo pelo pau, para dentro da boca. Depois da noite passada, sabia que o corpo podia usar a hidratação. Água corria pelo cabelo loiro da Bruna, ombros, e pingava dos peitos empinados e redondos. Fluía pelo vale da espinha cercada pelos músculos das costas e pelas covinhas fofas das costas, cascateando pela bunda redonda em forma de bolha. Pingava pelo corpo do Osvaldo em direção às bolas onde se acumulava na mão da Bruna enquanto masturbava o saco, finalmente correndo pelo braço e pingando do cotovelo dobrado. Minutos passaram conforme a Bruna trabalhou as habilidades consideráveis no vizinho satisfeito.
As mãos do Osvaldo descansaram no cabelo molhado da minha esposa conforme ela o chupava. Puxou a cabeça para longe e olhou nos olhos conforme a levantou. Beijaram por alguns breves momentos até ser a vez do Osvaldo. Virou a Bruna para longe dele e sentiu as bochechas molhadas da bunda deslizarem pelo pau duro conforme estendeu por trás dela e acariciou os peitos. Pegou a boca no dele. O Osvaldo passou a mão pela barriga chapada até o clitóris e começou a gentilmente acariciar. A Bruna estendeu os braços para cima e os enrolou ao redor da cabeça do Osvaldo conforme ele a tocava sob a água corrente, amassando o peito numa mão e acariciando a buceta com a outra. O Osvaldo deslizou o dedo entre as dobras da minha esposa e sentiu o muco escorregadio. Mesmo com a água corrente lavando as secreções limpas, o néctar da Bruna fluía para ele como fez a noite toda. A Bruna sentiu o dedo do Osvaldo deslizar entre a buceta escorregadia e lubrificada. O pau pressionou o caminho entre as bochechas da bunda, e ela bombeou a bunda de volta para o Osvaldo conforme continuaram a se pegar.
Como a Bruna fez para ele, o Osvaldo colocou as mãos contra a parede e a curvou levemente para frente. Com uma mão ao redor da cintura e uma no pau, o Osvaldo se guiou para dentro da buceta escorregadia da minha esposa. Mesmo no chuveiro quente, o calor que sentiu através do pau conforme entrou na Bruna fez o Osvaldo estremecer. Com estocadas longas, lentas e profundas, o Osvaldo estava em pé no chuveiro onde me banho todo dia conforme curtia foder minha esposa linda. A Bruna tinha os olhos fechados e gemia suavemente conforme o prazer da água quente caía no corpo. O contexto estava longe da mente da Bruna. No estado cansado e satisfeito, tudo que conseguia pensar era como aquele pauzão era bom. Se tinha alguma preocupação, era fazer o Osvaldo gozar. Permitiu que o cérebro cansado desligasse, deixando o corpo ter o que ansiava e o que o Osvaldo precisava para terminar. Os corpos sabiam exatamente o que fazer. Num nível primal, tinham se familiarizado um com o outro. Nada poderia parecer mais natural para os dois. Os gemidos de prazer eram acompanhados pelos sons da carne molhada respingando junta. Cada som ecoava contra o chuveiro azulejado, criando uma cacofonia de prazer intenso.
Em pouco tempo, a Bruna sentiu um orgasmo construindo. Depois de ter acabado de gozar no pau do Osvaldo na cama, o corpo estava respondendo mais uma vez ao acoplamento com esse homem. No estado de relaxamento da Bruna, simplesmente sentiu as sensações a lavarem. No estado normal, talvez tivesse entrado na própria cabeça. Teria inibido o próprio prazer. Mas agora, uma noite de foder o pauzão do Osvaldo tinha ajudado a chegar na beira do orgasmo, completamente imersa no momento. Não havia estresse do trabalho, sem problemas com relacionamentos, sem preocupação sobre finanças, filhos, sogros, drama, ou qualquer coisa acontecendo no mundo. Nem estava preocupada sobre como ia lidar comigo, o marido, ainda profundamente dormindo no nosso quarto de hóspedes. Tinha dado a buceta para o Osvaldo, e havia apenas o prazer de foder e gozar. Nunca queria que esse sentimento acabasse.
O Osvaldo acelerou o ritmo. Estava perto também. A Bruna continuou empurrando ele para dentro até o Osvaldo estar na beira. Os dois estavam correndo em puro instinto. A Bruna estava jogando um jogo perigoso conforme trabalhava a buceta no pau do Osvaldo. Inchou para ameaçar despejar a semente do Osvaldo fundo no útero. A Bruna respirava pesadamente conforme se aproximava do próximo orgasmo. Em segundos, estava gozando. O Osvaldo sentiu a buceta se fechar e viu o corpo da Bruna reagir a outro tsunami de endorfinas. Dentro de duas estocadas, estava gozando também. No último segundo, a Bruna puxou a buceta agarradora do pau e virou para se ajoelhar mais uma vez para receber a recompensa. O Osvaldo já estava gozando conforme ela se moveu para a posição. A Bruna usou as duas mãos para limpar o rosto do cabelo molhado e segurar para trás. Fechou os olhos para manter a água caindo fora conforme recebia o gozo quente do Osvaldo. A Bruna parecia linda no chuveiro conforme os braços elevados trouxeram os peitos redondos para fora mais, acentuando a figura ampulheta. O Osvaldo trouxe o pau para beijar o queixo e com uma série de gemidos animalísticos continuados, explodiu o resto da carga por todo o rosto da Bruna enquanto masturbava o pau, ainda escorregadio com os sucos deliciosos dela.
As primeiras palavras durante todo o calvário foram ditas pela Bruna. Limpando os glóbulos de gozo para o ralo, a Bruna se levantou e olhou para um Osvaldo ofegante.
— Se sente melhor? — ela perguntou com um sorriso cansado.
— Mmm, sim me sinto. Obrigado. — O Osvaldo estendeu a mão e beijou minha esposa conforme ela retornou o gesto.
Terminaram de tomar banho. Conforme a Bruna se secava na frente da pia, o Osvaldo apareceu de volta do quarto, toalha ao redor da cintura mas ainda pingando molhado por todo o chão.
— Aqui está uma camisa — ele disse, jogando uma azul marinho escuro na direção da Bruna.
— Obrigada. Quer uma xícara de café antes de ir? — Sugeriu a Bruna.
— Parece bom — o Osvaldo disse, se secando mal antes de sair pela porta para o quarto principal.
A Bruna saiu do banheiro para dentro do quarto conjugal que compartilhávamos. Olhou para o estrago: lenços de papel amassados cheios de gozo tinham se acumulado na cama, chão e criado-mudo. Poças de gozo e manchas úmidas grandes tinham se estabelecido em vários pontos nos lençóis. Os travesseiros estavam espalhados. Alguns tinham ou baba, suor, manchas de gozo, ou qualquer combinação dos três. Foi ao trabalho rapidamente arrumando o lugar e arrancou o lençol, deixando prontos para a lavagem.
A Bruna rastejou para o corredor com os lençóis enrolados em bola, cabelo molhado e toalha ainda ao redor do torso. Virou à esquerda em direção à lavanderia, jogou a roupa na lavadora, e começou. Antes de descer, entrou na ponta dos pés no quarto de hóspedes onde me viu por último num coma. Checou em mim e viu que ainda estava profundamente dormindo. A Bruna voltou para nosso quarto, inspecionou o estrago mais uma vez, e caminhou para dentro do banheiro onde colocou a toalha para pendurar. Agarrou a camisa que o Osvaldo tinha jogado e vestiu. No espelho, riu para si mesma uma vez que viu o que estava vestindo.
As pernas longas da Bruna rastejaram pelas escadas conforme o cheiro de café flutuou até ela da cozinha. O Osvaldo sorriu conforme ela entrou na cozinha enquanto ele vasculhava pela nossa geladeira e despensa para comida.
— Comecei o bacon — ele disse. — Tô com fome.
A Bruna serviu uma xícara de café e tomou um gole conforme o Osvaldo vasculhava por mais comida. Estava se servindo da nossa comida como tinha se servido da minha esposa por uma noite inteira. Minutos passaram conforme os dois tomavam café, deixando o estimulante fazer a mágica temporária nas mentes.
Ela poderia ser minha esposa, mas era muito mais que isso. Era a vadia do Osvaldo...
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>> Esse ficou bem extenso, comentem pessoal! Até o próximo!