Ângela se exibe para o caseiro e consegue um homem de verdade

Um conto erótico de Angela
Categoria: Heterossexual
Contém 1021 palavras
Data: 24/01/2026 08:03:55

Seu Carlos não podia acreditar no que seus olhos acabavam de focalizar. O coração acelerou, a respiração ficou ofegante e o estômago gelou. Ele estava varrendo as folhas do jardim e se preparava para limpar a piscina quando olhou a jovem dona Ângela deitada lá na rede.

A questão é que a moça, linda, de cabelos lisos e castanhos com luzes, olhos escuros e muito vivos, costas bem feitas, tatuagens, pernas grossas... A moça que ele admirava em silêncio há anos estava na rede com uma blusinha regata branca, que realçava seus seios fartos, minissaia jeans, pernas entreabertas e... nada de calcinha.

Sim, seu Carlos podia ver os pelos castanhos e aparados sobre o monte de Vênus e, logo abaixo, o início dos grandes lábios, depilados. Ângela lia um livro e parecia não se dar conta. Seria possível?

Carlos não conseguia sair do lugar. Já estava há alguns minutos varrendo o mesmo local, que começava a perder a grama. A essa altura, o pênis do homem maduro já estava ereto. Ele precisou disfarçar muito e ajeitá-lo para o lado. Era um membro grande e vistoso.

De repente, a cena ficou ainda mais excitante. Ângela abriu as pernas para se acomodar melhor na rede. Carlos pôde ver claramente a boceta completa: grandes lábios lisinhos, pequenos lábios rosados e úmidos, com o clitóris se projetando.

Era impossível que ela não soubesse que estava exibindo o próprio sexo! Que não notasse a presença do funcionário ali ao lado! Carlos fazia barulho, deixava claro que estava ali, trabalhando. O que a moça queria, então?

Seu Carlos maquinava tudo isso na cabeça, doido de desejo, quando Ângela finalmente se manifestou.

- Vem cá um pouquinho, seu Carlos? Eu quero ver uma coisa.

- Pois não, dona Ângela.

Quando o jardineiro, um homem bonito, de pele morena, músculos desenhados pela labuta e cabelos grisalhos pelos 56 anos de idade, se aproximou da rede, Ângela continuou deitada, mas agora parecia trêmula, ofegante. Para absoluta surpresa de Carlos, ela foi direto ao ponto:

- O senhor estava me olhando?

- Eu... eu... estava sim, dona Ângela.

- Sério? E o que o senhor viu, seu Carlos?

- Seu pai vai me demitir e depois me matar, dona Ângela...

- Vai nada. Ninguém vai saber. O que o senhor viu?

- Eu... eu vi que a senhora está sem calcinha. Então dava para eu ver a sua... a sua bocetinha, dona Ângela.

A moça gostou da forma direta do funcionário. Ela queria isso mesmo, e ficou ainda mais excitada.

- E o senhor gostou do que viu?

Carlos olhou ao redor, como se temesse que tudo fosse uma armadilha preparada para arruiná-lo no emprego. Ou uma pegadinha da TV.

- Eu gostei, dona Ângela. Claro que gostei.

- Ficou excitado? – Ângela já estava ofegante de tesão.

- Fiquei. Fiquei, sim, dona Ângela. Achei linda, como tudo no corpo da senhora...

- Então mostra pra mim se ficou excitado de verdade – ordenou a moça.

Carlos seguia inseguro, mas a jovem patroa insistiu.

- Vem até aqui e prova pra mim que ficou excitado. O senhor sabe que, para provar, tem que me mostrar o que acontece com todo homem excitado...

na xoxota a cada estocada. Carlos a segurava firme pela cintura e metia gostoso, bem ritmado e cada vez mais rápido.

– Que mulher gostosa, que boceta boa, que cu delicioso – elogiava o caseiro. – A senhora sabia que sou doido pra te comer, não sabia? Percebia que eu olhava... Olhava a senhora de biquíni, essa bunda gostosa, esses peitos lindos, essas coxas grossas. Mas a senhora traz aqui cada homem bobo, que não merece a senhora...

A filha do patrão já não conseguia mais resistir.

- Eu sentia seu olhar, seu Carlos. Eu gostava e queria o senhor me pegando de verdade. Eu sabia que ia me foder igual um cavalo, não igual esses boyzinhos. Eu ficava molhadinha e pensava no senhor enquanto meu ex-namorado me comia, sabia...?

- Eu vou gozaaarrr. Eu vou gozarrr, dona Ângela!

- Fode, me come o cu! Faz rápido e forte, que eu também tô gozandooooo!

Carlos urrava como um touro, um cavalo. Um som baixo e grave, e sempre metendo firme na fêmea no cio. Cuzinho e xoxota de Ângela latejavam. A xaninha roçava e inundava as almofadas do sofá, tamanho o tesão que anunciava o gozo.

- Tô gozandoooo.... Tô gozando muitoooo! Aiiiiii!!! Me cu tá doendo e eu tô gostando muitoooo... – gritou e rebolou Ângela, que sentia o corpo levitar e ficar dormente. Ela passou a ver estrelinhas e ter a sensação de que perderia os sentidos.

Carlos retirou com calma o pênis do ânus rosado. Louco de tesão, bateu uma punheta gostosa enquanto dava tapas na bunda e puxava os cabelos da moça, que se retorcia de prazer e gemia no sofá.

- Toma minha porra, dona Ângela! Uhhhhhhh! Ahhhhhh!

- Goza pra mim! Goza em mim!

O gozo de Carlos veio abundante. A porra quente inundou bunda, bocetinha e as costas de Ângela. A moça gemia e se contorcia, com o dedo passeando pelo próprio cu. – Meu cuzinho... Meu cuzinho tá dolorido, mas com tesão...

Com o pau agora em “meia bomba”, o macho não resistiu àquela cena e voltou a penetrar o ânus rosado. Ângela, que não esperava a nova investida, gritou de dor e prazer. Essa mistura de sensações provocou um novo gozo, também poderoso. Ela se deixou cair no sofá, praticamente desmaiada, enquanto Carlos metia e, com as mãos, espalhava a porra pelo corpo quente e gostoso da gata.

Pouco depois, deitada no sofá com o corpo aninhado nos ombros de Carlos, Ângela confessou que desde adolescente tinha uma queda por ele. E que naquele fim de semana resolvera se exibir e, assim, ver o que acontecia. Os dois cochilaram nus. Um sono gostoso, livre de amarras e preconceitos sociais.

Durante todo aquele fim de semana, transaram loucamente. No sofá, na cama, na piscina, na mesa de sinuca. Na praia... Ângela nunca gozara tanto assim. Carlos se sentia cada vez mais encrencado, apaixonado pela filha do patrão.

Semanas depois, Ângela recebeu a confirmação do laboratório. Estava grávida. Não mentiu. Foi expulsa de casa pelos pais. Carlos, obviamente, demitido sob ameaça de prisão se voltasse a aparecer nas redondezas.

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Comentários

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Conto muito bom, mas assim como os demais me parece que vc não está editando, de uma parte pula para outra e fica faltando algumas partes e em outros contos tbm.

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