Durante as férias de verão, decidi passar uns dias na casa do meu primo Lucas. A família dele morava em uma casa aconchegante, mas simples, com apenas dois quartos: o dos pais e o dele. Como não havia quarto extra, eu acabei ficando no quarto dele, dividindo a cama king size que era bem espaçosa. No começo, tudo tranquilo – a gente conversava até tarde, jogava videogame e ria das histórias antigas da família. Lucas era daqueles caras descontraídos, alto, atlético, com um sorriso fácil que sempre me fazia sentir à vontade. Eu, por outro lado, era mais reservado, mas a gente se dava super bem desde moleques.
A primeira noite foi normal, dormimos sem problemas. Mas na segunda noite, as coisas mudaram. Eu tinha ido deitar cedo, exausto de um dia na praia, enquanto Lucas ficou no quarto jogando no computador, com fones de ouvido e a luz baixa. Acordei de repente no meio da madrugada, sentindo a cama tremendo como se estivesse em um terremoto leve. O colchão balançava ritmicamente, e eu ouvia uns sons abafados, como respirações pesadas. Meu coração acelerou – o que diabos estava acontecendo?
Abri os olhos devagar, tentando não me mexer muito para não alertá-lo. A luz fraca do celular dele iluminava o quarto, e ali estava Lucas, deitado de lado, de costas para mim, mas virado o suficiente para eu ver o que rolava. Ele tinha os shorts abaixados até os joelhos, e na tela do celular, um pornô daqueles pesados: gemidos baixos escapando dos fones, imagens de corpos se entrelaçando em ritmo frenético. E ele? Batendo punheta como se não houvesse amanhã, a mão subindo e descendo no pau dele com uma velocidade impressionante. O pau era grosso, veiudo, e pulsava a cada movimento. O cheiro de suor e excitação pairava no ar quente do quarto.
Meu cérebro congelou por um segundo. O que eu faço? Finjo que estou dormindo? Mas algo dentro de mim, uma curiosidade misturada com tesão que eu nem sabia que existia, me impulsionou. Sem pensar duas vezes, estiquei a mão por baixo do lençol e peguei no pau dele, envolvendo-o com firmeza. Lucas deu um sobressalto, virando o rosto para mim com os olhos arregalados de surpresa. "Cara, que porra é essa?", ele sussurrou, mas não me parou. Pelo contrário, sua respiração ficou mais pesada, e ele mordeu o lábio inferior.
Comecei a bater para ele, devagar no início, sentindo a rigidez quente na minha palma. Ele era maior do que eu imaginava, e o pré-gozo já lubrificava tudo, facilitando os movimentos. Aumentei o ritmo, imitando o que ele estava fazendo antes, e em menos de um minuto, Lucas arqueou as costas, gemendo baixo: "Puta merda, vai... vai...". Ele gozou como um vulcão, jatos quentes espirrando no lençol, no meu braço, no peito dele. Foi uma bagunça pegajosa, e ele tremia inteiro, ofegante, enquanto eu lambia toda a porra soltada por ele, rindo baixinho da situação surreal.
Depois disso, a gente não falou muito. Ele só murmurou um "valeu, cara" e apagou o celular, virando de costas. Dormi com o coração disparado, pensando no que tinha acabado de acontecer. Mas no dia seguinte, as coisas não ficaram estranhas – pelo contrário. Durante o café da manhã, Lucas me deu um soco leve no ombro e piscou, como se fosse nosso segredo. Passamos o dia na piscina da casa, jogando bola e bebendo cerveja gelada com os tios, mas o clima entre nós mudou. Havia uma tensão elétrica, olhares furtivos que duravam um segundo a mais.
Naquela noite, repetimos a dose. Ele esperou eu deitar primeiro, mas dessa vez, veio para a cama mais cedo. "Ei, bro, quer ver um negócio?", ele disse, ligando o celular de novo. Assistimos juntos a um vídeo, e não demorou para as mãos vagarem. Eu bati para ele de novo, mas dessa vez mais devagar, prolongando o prazer, enquanto ele me contava o que gostava. Gozou forte outra vez, e no final, me deu um tapa na coxa: "Sua vez amanhã".
Os dias seguintes das férias viraram uma broderagem insana. Na terceira noite, eu me arrisquei mais: depois de bater para ele, abaixei e chupei. Foi a primeira vez que eu fazia isso com um cara, mas com Lucas parecia natural. Ele gemeu alto demais, e eu tive que tampar a boca dele com a mão para não acordar os tios. A sensação da cabeça do pau na minha boca, o gosto salgado, o jeito que ele se contorcia – foi viciante. Ele gozou na minha garganta, e eu engoli tudo, sentindo um orgulho estranho.
Não parou por aí. Nos dias que se seguiram, a gente explorou mais: ele me chupou também, tímido no começo, mas aprendendo rápido. Teve uma tarde em que os tios saíram para fazer compras, e a gente se trancou no quarto, se esfregando nus na cama, corpos suados colados, mãos em todos os lugares. Ele me comeu uma vez, devagar, com cuidado, usando um lubrificante improvisado do banheiro. Doeu no início, mas virou prazer puro, e eu gozei sem nem me tocar. A gente ria depois, como se fosse só uma brincadeira de primos, mas no fundo sabíamos que era mais.
As férias acabaram rápido demais. No último dia, demos uma última rapidinha no banheiro antes de eu ir embora. "Volta logo, bro", ele disse, me abraçando forte. Voltei para casa com memórias quentes e um segredo que nos unia ainda mais. Às vezes, a gente manda mensagens safadas no WhatsApp, planejando a próxima "visita familiar". Broderagem pura, sem arrependimentos.