A noite parecia feita só para nós. A sogra tinha ficado em casa, então a liberdade era total. Minha esposa estava deslumbrante: a saia longa delineava sua cintura fina e o bumbum grande, o top curto deixava à mostra parte dos seios médios, e a tatuagem de escrita nas costas chamava atenção. Cabelo liso e preto caindo pela cintura, pele impecável, 1,58 de altura e 53kg de puro charme e presença. Cada curva, cada gesto, era um convite silencioso.
Caminhamos pelas areias brancas em direção a Arroio do Sal, onde o bar nos esperava. A brisa quente da noite, o som das ondas, cada passo dela acelerava meu coração. Ela sorria para mim com aquele brilho nos olhos que dizia: “essa noite é nossa”.
Chegamos ao bar, pedimos bebidas e começamos a jogar sinuca. Ela estava cansada de tanto trabalho, mas cada gole parecia acender ainda mais a vontade de se soltar. Os olhares se cruzavam, as mãos se tocavam discretamente, e a tensão entre nós era quase insuportável.
Uns trinta minutos depois, dois caras chegaram — Douglas e Tiago. Tinham nos visto na praia e lembravam da minha esposa de biquíni fio dental. O olhar deles carregava desejo, e a noite prometia ficar mais quente. Conversamos, rimos, bebemos mais e a tensão começou a subir, cada gesto dela aumentando o calor que eu sentia.
Ficamos ali quase duas horas, entre risadas, bebidas e olhares provocantes. Quando deu meia-noite, decidimos ir embora. A garoa leve começou a cair, molhando a saia dela e o cabelo, deixando tudo ainda mais provocante.
No carro, eu na frente, ela e Tiago atrás. Cada movimento do carro aproximava os corpos. Os seios dela roçavam meu braço, o cheiro do cabelo molhado me deixava louco. Toques discretos, olhares e respiração acelerada tornavam o ar quase eletricamente quente.
Paramos na beira-mar, perto de um barquinho antigo, abrimos mais bebida e nos acomodamos. Douglas começou:
— Então… vocês são casados, mas parecem bem liberais. Aposto que cada um tem suas fantasias.
Ela inclinou-se para mim, sorriso malicioso:
— Claro. Mas depende de quem está do lado… se eu confio, gosto de ser sincera.
Tiago completou:
— Tipo, falar de desejos, de coisas que excitam… sem vergonha.
Eu tomei coragem:
— Eu sempre imaginei ver você completamente entregue, sendo provocada por outros, enquanto eu assisto… e participo de algum jeito.
Ela suspirou, encostando no meu braço:
— Ai… você sabe como me provoca. Gosto quando imagina essas coisas comigo, me fazendo sentir assim.
Douglas entrou no jogo:
— Meu tipo de fantasia? Ver uma mulher segura do jeito que você é… provocando, flertando, sabendo que todos os olhos estão nela.
Tiago sorriu:
— Eu adoro a provocação. Cada gesto, cada olhar… é como se dissesse tudo sem precisar falar.
Ela se inclinou entre nós, provocante:
— E se eu mostrasse um pouco mais, só pra vocês verem… o que fariam?
O sorriso nos olhos dela, a provocação na voz e o gesto sutil do top, apenas sugerindo os seios, deixava a tensão no ar quase elétrica. Todos nós ficamos sem fôlego, imaginando e reagindo mentalmente. Douglas estalou a língua, sorrindo safado; Tiago passou a mão na própria coxa, olhos fixos nela; eu engoli em seco, sentindo meu corpo reagir a cada provocação.
Ela sabia exatamente o efeito que causava. A garoa, o cheiro do mar, o cabelo molhado, a pele brilhando, o olhar carregado de intenção — tudo deixava o clima absolutamente intenso e excitante.
Depois de alguns minutos de tensão, decidimos seguir para a casa deles. No carro, a conversa continuava entre provocações e fantasias. Cada comentário sobre desejos e experiências anteriores aumentava a excitação. Ela roçava minha mão, olhava para Tiago e Douglas, deixando claro que estava curtindo cada segundo.
Chegando à casa deles, ninguém perdeu tempo. Ela saiu do carro, cabelo ainda molhado da garoa, sorriso safado, olhar que queimava. Assim que entramos, os três começamos a nos aproximar dela. Beijos carregados de desejo, olhares intensos e provocações que faziam meu corpo reagir sem controle. Ela ria e provocava, claramente gostando da atenção.
Na sala, a tensão aumentava. Cada comentário sobre fantasias, cada gesto de provocação, cada toque sugerido aumentava o calor do ambiente. Ela se inclinava para cada um de nós, deixando pistas de entrega e desejo. O clima era tão carregado que parecia impossível resistir.
a esposa nao deixo barato , caiu fazendo oral em nos 3 deixando cada rola mais dura que a outra , e depois chamava nos um de cada vez para comer ela de quatro sem ela saber quem era , cada pessoa pegava ela de uma forma para que cada um fazia de um jeito, para que todos podesse aproveita , e ela queria dupla penetraçao e fomos pro quarto e la ela se solto mostro que o tesao era o que ela mais queria ....
Depois de um tempo, ela se afastou com um suspiro:
— Preciso tomar banho — disse, voz baixa, carregada de intenção e excitação.
Mesmo enquanto ela se afastava, o ambiente continuava eletricamente quente. A garoa, a tensão acumulada, os olhares e provocações haviam deixado todos nós em êxtase apenas pela expectativa. A noite ainda estava longe de terminar, mas naquele momento, a entrega e a tensão já haviam atingido o máximo possível.