Larissa foi, por um bom tempo, a garota com quem me relacionei por mais tempo. Nossas famílias apoiavam nosso namoro e passamos bons momentos juntos. Acontece que, alguns anos depois do término, tive a oportunidade de comer sua irma, Juliana. Ela era mais velha que nós e, num dia em que eu pretendia comer Larissa, atravessou a irmã e me deu uma transa deliciosa.
Pouco tempo depois, quando minhas viagens começaram a ser menos frequentes e eu iniciei minha preparação para o vestibular, Larissa e eu ficamos mais próximos outra vez. Até que, num dia cansativo de estudos, procurei ela para me acompanhar numa rodada de cerveja. Larissa veio até minha casa, bebemos um pouco e, em meio ao calor da tensão sexual entre nós, acabamos fodendo.
Foi uma transa gostosa, ambos tínhamos amadurecido muito desde nossa última vez, Larissa parecia uma máquina de foder e me quebrou igual a irmã um tempo antes. Infelizmente, não comi seu cuzinho, pois não tinha lubrificante, mas sabia que chegaria a hora daquilo. Pós sexo, entre carícias e brincadeiras, tomamos uma decisão.
- Acho que devíamos tentar de novo. - Disse Larissa.
- Você quer? Pra mim, seria muito bom, sempre vou te amar.
Larissa riu e então fez meu coração parar.
- Me ama tanto que comeu a Ju pra provar né.
Eu entrei em choque, me desvencilhei do nosso abraço e a encarei, com a boca seca, a mente em colapso e sem saber o que dizer.
- Ela não contou, mas sei que ela saiu aquele dia atrás de alguma coisa. Minha irmã é uma cachorra, ela gosta de se sentir desejada.
Eu ouvia e refletia sobre o que Larissa acabara de me contar.
- Você não está chateada? Quer me namorar mesmo assim?
- Claro que me chateei no começo. Mas eu sei que ela é gostosa, conquista qualquer homem. E você é safado.
Eu seguia com a cabeça cheia, tentando processar o desenrolar da conversa.
- Façamos assim... - Larissa começou - seremos namorados a partir de agora. Mas, apenas se você me ajudar numa competição secreta.
- Competição? - Indaguei ainda mais incrédulo.
- Isso. Você comeu ela e eu sei disso, não tem mais volta. Ao invés de me remoer por isso, quero provar que sou tão gostosa quando minha maninha.
Eu estava mais atento que nunca, prestando atenção e tentando entender cada palavra que saia da boca da minha, agora, namorada.
- Quando souber que voltamos, Juliana vai te fazer me trair. Porém, quero que diga a ela das coisas que fizermos fodendo. Ela vai se atiçar pra se provar melhor que eu. Daí, você experimenta o mesmo com as duas e me diz. Só tem uma condição, você tem 1 mês disso. Depois, me prometa parar.
Eu ouvi aquilo tudo incrédulo. Tinha uma gostosa pelada na minha cama, que havia voltado a ser minha namorada a poucos segundos e ela me pediu pra comer, outra vez, minha própria cunhada.
- Eu tenho escolha?
- Não!
Claro que eu não escolheria diferente, mas precisava pelo menos me fazer de difícil e mostrar algum descontentamento com uma história que me deixou de queixo caído e muito tesão.
Assim fizemos, anunciei pra minha família meu retorno com Larissa e ela fez o mesmo, deixando todos felizes.
Eu fui à casa dela numa tarde, conversar com meus sogros sobre tudo e pedir autorização para aquele namoro. Tomamos café e conversamos até o cair da noite. Saí sem comer minha namorada, fiquei meio frustrado por isso, já que estávamos no fogo da nova relação. Porém, ficaria um mês com meu pau sendo exigido até o talo, achei até bom me guardar.
Cheguei em casa pronto pra estudar, tinha passado o dia nervoso sobre a conversa com os meus sogros. Assim que peguei os cadernos, recebi uma notificação. Mais uma vez, Juliana me mandava mensagem, tentando me provocar e fazer perder a linha.
"Oi, cunhadinho. Voltou pra minha irmãzinha mesmo né?"
Eu sabia exatamente o que fazer pra testar se Juliana ainda estava disposta a dar pra mim.
"Voltei, cunhadinha. Quero saber se sua promessa de dar pra mim está de pé"
"Claro, agora que você é cunhado mesmo, fica mais gostoso."
Eu comecei a me masturbar ali mesmo, travei o celular e fechei os olhos relembrando a trepada que tive com minha cunhada. Até que recebi mais uma notificação.
"Amanhã, vem jantar aqui. E tenta convencer a Larissa a te deixar dormir com ela. Garanto que vai valer a pena a sobremesa"
Eu gozei na punheta, lendo aquilo e imaginando tudo. No dia seguinte, acordei com uma mensagem da minha namorada, animada e querendo me contar as noticias.
"Gatinho, meus pais querem que você jante aqui em casa hoje"
Eu sabia que Juliana tinha feito a cabeça deles, então nem me surpreendi.
"Poderiam me deixar dormir aí com você né?" - Perguntei sem saber bem o que viria, mas quis tentar.
"Eu adoraria. Não preciso de autorização pra isso. Não mais.
O dia passou lentamente, enquanto eu não conseguia me concentrar nos estudos. Cheguei cedo na casa dos meus sogros, cerca de 18h. As panelas estavam no fogo e os dois cozinhavam juntos.
- Boa noite, garoto. - Disse meu sogro - Vai demorar um pouco até tudo ficar pronto. Sobe e vai falar com a La, ela está no quarto.
Eu os cumprimentei e subi, doido pra começar os trabalhos com minha namorada. Bati na porta e anunciei que estava entrando. Larissa vestia um short curtinho, nada muito apelativo, mas que parecia apertar um pouco sua bucetinha, junto com uma camiseta molinha, que marcava seus peitinhos. Eu fui até ela e a agarrei, segurei firme mesmo, sem nem me preocupar com a porta. Ela correspondeu meu beijo de forma deliciosa. Nossas mãos procuravam os pontos chave um do outro, ajudando a nos conectar e excitar ainda mais.
- A porta tá aberta. - Eu disse enquanto ela esfregava meu pau sob as calças.
- Foda-se! Meus pais estão ocupados e a Ju ainda não chegou. Mas até que seria divertido se ela visse a gente aproveitar né.
Larissa riu e se abaixou. De forma magistral, tirou minhas calças e cueca, expondo meu membro que estava duro e pulsando. Ela começou com uma punheta e alguns beijinhos, enquanto conversava comigo.
- Você parece estar sempre duro né? - Ela disse e chupou forte a cabeça, me arrancando um gemido. - Olha cada detalhe disso, memoriza bem. Quando Juluana chegar, eu vou sair pro mercado. Você fica aqui, sei que ela virá se aproveitar. Descreva tudo e ela fará igual, eu tenho certeza.
Eu nem respondi, apenas me conformei. Se respondesse, poderia parecer desinteressado na proposta excitante da minha namorada, ou parecer querer demais a irmã, então fiquei ali, calado e gemendo, enquanto ganhava um boquete dos deuses.
Larissa tinha uma boquinha cativante. Ela mamava com vontade, não conseguia por tudo na boca, massugava e babava bem, sabia explorar a cabeça da minha rola, me fazendo delirar de prazer.
- Gatinha, deixa eu te comer.
Ela esvaziou a boca e começou a bater uma punheta mais intensa.
- Nada disso, buceta só mais tarde. Agora, quero que encha minha boca de leite.
Eu não resisti muito, gozei na boca até encher, Larissa não aguentou engolir tudo e deixou o final voar no rosto. Sempre tive tesão de ver mulheres com a cara toda melada da minha porra, fiquei muito excitado com a visão.
Larissa correu discretamente para o banheiro, onde se limpou, eu me vesti e fiquei esperando. Voltamos para o quarto, de porta aberta ainda. Ela beijava e se esfregava em mim, fazendo-me ficar duro outra vez. Eu retribuía os beijos e carinhos, passava a mão na pepeca molhada e massageava de leve, arrancando leves gemidos.
Quando ouvimos barulho do carro, minha namorada se animou ainda mais. Se levantou e escancarou a porta, depois voltou e se deitou de costas para ela, enquanto eu fiquei de frente. Passou a mão mais intensamente no meu membro, enquanto se esfregava mais na minha não que a acariciava.
Poucos minutos depois, Juliana passou, demorou uns segundos e voltou. Ficou parada olhando e eu abracei minha namorada pra poder olhar a cunhada nos olhos. Ela riu e foi tomar banho.
Larissa estava ensopada, se levantou da cama e colocou calcinha, sutiã e outro shorts.
- Ela viu né?
- Viu sim. Inclusive, parou aqui pra me encarar e sorriu.
- Ela vai voltar. Fica nessa posição, sua pica tá marcando as calças. Vou ao mercado.
Eu apenas obedeci e fiquei ali parado. Meu coração palpitava e estava suando frio, mas muito excitado. Meu pau não diminuiu nem por um segundo, mas voltou ao pulsar, quando Juliana parou na porta, exalando um cheio delicioso pós banho.
Ela estava vestida de forma parecida com Larissa quando eu cheguei. Porém, ela era maior que a irmã, em todos os bons sentidos, o que deixava tudo ainda mais marcado, inclusive a buceta.
- Oi, cunhado. Cadê minha irmã?
- Foi comprar algo no mercado. Não me disse o quê exatamente.
Juliana veio entrando, se aproximando da cama, enquanto eu observava aquela delícia desfilar até mim.
- Vocês estavam quase se comendo né?
- Sim. Mas ela me pagou um boquete delicioso antes.
Juliana mordeu os labios quando ouviu isso.
- Sério? E como foi?
- Ela abaixou minhas calças quando estávamos nos pegando de pé, no meio do quarto. Daí mamou bem, babado, com pressão. Sua irmãzinha tem uma boca muito habil.
Juliana sorriu novamente e me puxou para que ficasse de pé.
- Você não sabe de nada, cunhado.
Num movimento parecido com o que a irmã fez, minha cunhada botou meu pau pra fora e caiu de boca. Diferente da irmã, ela conseguia engolir tudo, engasgando quando ele chegava ao final. Ju fez questão de cuspir e babar cada pedacinho, enquanto enterrava minha pica na garganta, ela sugava e passava a língua para um lado e pro outro. Depois tirava tudo e cuspia, segurando firme numa punheta bem forte. Nem fiz questão de pedir pra come-la ali, não teríamos tempo. Avisei que ia gozar, Ju enterrou meu pau até o fundo, entao eu cheguei. Mais uma gozada deliciosa, numa outra boquinha safada.
Ju engasgou e quase não engoliu nada do meu sêmen. Porém, em seu caso, caiu tudo na blusa e nos seios.
- Agora sabe o que é uma chupada de verdade.
Ela riu e se levantou, foi correndo pro banheiro e depois entrou no quarto, que ficava de frente ao da irmã.
Meus sogros me chamaram e eu desci. Larissa tinha chegado e ficou lá embaixo, pediu ajuda para que colocássemos a mesa. Enquanto a ajudava, dei alguns detalhes do que aconteceu, sussurrando sempre.
- Ela foi assim que você saiu. Fez questao de pedir que me levantasse para me mamar igual a você.
- Você gostou?
- Gostei.
- Mais do que da minha mamada?
- Nao.
Ela pareceu feliz com aquilo, beijou minha boca e foi buscar as panelas. Juliana desceu e logo começamos a comer. Batemos papo sobre tudo, comemos bem, tomamos um vinhozinho que deixou tudo mais quente entre o trisal escondido dos meus sogros.
Lá pelas 22h, Larissa disse que íamos dormir. Cheguei no quarto e ela logo me agarrou, como costumava fazer. Se esfregou excitada em mim, fazendo meu pau roçar suas pernas com força. Eu já estava duro, é claro.
- Me conta. O que ela faz que eu não faço?
Eu fiquei relutante, mas resolvi me abrir.
- Bom, a única coisa notável é que ela engole tudo.
- Tudinho? - Larissa me olhou meio surpresa e eu acenei que sim.
Ela correu para trancar a porta, tirou a roupa, se ajoelhou e então tentou me engolir por inteiro. Evidentemente, não conseguiu, exigia certa prática, mas mesmo assim foi gostoso. Eu já estava doido pra meter na minha namorada tarada, mas ela pediu que fizéssemos do jeito dela.
- Agora, quero sentar em você. E isso que você vai julgar.
Eu me despi por inteiro e me joguei na cama. A pica apontando pra cima, pulsando ao ver o corpinho da minha namorada ficando nu. Ela se posicionou sobre mim e enterrou meu pau na buceta lentamente. Ambos gemendo profundamente durante a entrada. Quando estava tudo dentro, ela se posicionou melhor, querendo quicar em mim. Não fez muita cerimônia e começou um sobe e desce intenso, fazendo barulho quando a bunda batia no meu corpo. Eu apenas apoiava as mãos na sua bunda, segurando bem firme e ajudando de leve o movimento.
- Sua preferia sou eu né, vida? Você ama minha bucetinha.
- Amo, gatinha. Você é a namorada perfeita. Olha como meu pau tá bem duro pra você sentar.
Larissa gemia gostoso, mas era mais silenciosa que a escandalosa da Juliana.
O quarto era tomado pelo barulho dos nossos corpos se chocando e da buceta da minha namorada me engolindo.
Estava intenso demais, mais uma vez, eu queria gozar, mas ela chegou primeiro.
Se sentou e começou a rebolar intensamente, num misto de violência com sensualidade.
- Vou gozar, amor. Goza comigo. Enche sua puta de leite.
Eu simplesmente obedeci. Puxei seu corpo para perto do meu e empurrei meu quadril pra cima, enterrando até o último milímetro de pica. Então gozei. Era maravilhoso sentir nossos corpos tremendo e reagindo juntos, num orgasmo em conjunto.
Ficamos bons minutos naquela posição, até Larissa se levantar para limpar a buceta. Passou lenço umedecido higienizando tudo. Eu cheguei a pedir, mas recebi uma resposta deliciosa.
- Não, não limpa. Quero que ponha apenas a calça. Vou fingir que durmo e você vai até a Ju. Ela vai sentar num pau melado da minha buceta.
Ficamos um tempo de namorico. Larissa aproveitou enquanto eu estava pelado e me masturbou pra que eu me animasse logo. Quando sentiu meu pau firme outra vez, me disse que fosse até a irmã, deixando as portas abertas.
Eu obedeci. Abri a porta e, surpreendentemente, a de Juliana estava aberta tambem. Eu dei uma leve batidinha, fazendo com que ela virasse para mim. Ju acenou que eu me aproximasse, então me agachei junto à sua cama.
- Larissa dormiu. - Eu disse.
- Meus pais também. Vocês estavam transando né?
- Sim, ela sentou na minha pica, disse que queria me comer dessa vez. - Eu ri após descrever aquilo.
Juliana se virou e abriu espaço na cama pra mim. Eu me deitei junto a ela, que me entrelaçou com as pernas.
- Parece que você ja está animado.
- Quem não fica, com uma gostosa dessa?
Juliana me beijou, intensamente, nossas línguas pareciam ser a porta de saída do tesao. Ela foi se virando aos poucos, até ficar por cima. Se ergueu sobre mim e tirou a blusa, mas apenas afastou o short de lado. Passou a mão na minha rola e colocou ela pra fora, depois deslizou me engolindo, num movimento incrivelmente fácil.
Minha cunhadinha era mesmo experiente, sabia todos os caminhos pra fazer um homem enlouquecer. Diferente da irmã, ela começou cavalgando lento e gemendo alto, quase como se fossemos apenas nós em casa. Ela sorria e olhava nos meus olhos, os peitos se mexiam a cada movimento dela, tornando tudo mais hipnotizante. Com o tempo, os movimentos se intensificaram até o limite dela naquela posição. Então ela ergueu o corpo e ficou na ponta dos pés pra quicar. E que quicada.
Era mais forte e rápida que da irmã. Ela se apoiava nos joelhos e olhava pra trás, admirando a própria bunda se mexendo. Me encarava e sorria ao ver meu rosto com tesão. Até que diminuiu o ritmo e ergueu a bunda até sair tudo. Depois, segurou meu pau firme e posicionou na entrada do cuzinho. Tentou até entrar a cabecinha, mas desistiu.
- Hoje não dar, mas ainda quero que você me enrabe.
Ela voltou a sentar em mim, mas com menos força. Eu segurei a bunda firme e massageei os peitos, beliscando os mamilos as vezes. Novamente, seus gemidos foram interrompidos por um silêncio máximo, até ela gritar e gozar. Foi uma delícia ver a cena.
Fomos interrompidos por um barulho vindo do quarto de Larissa. Juliana se levantou rápido e pediu que eu saisse, deixando-a jogada na cama, ofegante pós orgasmo.
Quando cheguei no quarto da minha namorada, completamente nu, com as calças na mão, eu tranquei a porta e ela se virou pra mim.
- Perdão não quis atrapalhar. Achei melhor vir pra cá depois que vi ela gozando.
- Você assistiu?
- Aham. - disse com um sorriso sacana. - Tudinho.
Eu me aproximei da cama e fiquei parado em frente a ela, meu pau ainda estava duro.
- Resolve o que sua irmã não conseguiu.
Larissa pôs meu pau na boca e apenas ficou punhetando e sugando, quase como se me ordenhasse. Quando senti que estava perto, segurei firme seu cabelo, travando ela naquela posição.
- Engole tudo, cachorra. Tudo.
Ela fechou os olhos e esperou a porra vir. Não foi muito, evidentemente, mas ela engoliu tudo.
Depois disso eu me deitei ao seu lado, agarrados e nus, trocando carinhos e esperando o sono chegar. Mas, antes de dormir, um último pedido.
- Eu vi ela tentando por sua pica na bunda. - Sussurrou. - Mas, primeiro vai ter que comer a minha, tá bom?
Eu apenas balancei a cabeça positivamente, depois apagamos.
Nenhum sonho naquele momento poderia ser melhor e mais excitante que o mundo real. Muito em breve, eu comeria dois cuzinhos lindos. Um deles, inclusive, era virgem...