A ESPOSA DO CHEFE. NASCIDA PARA MATAR... DE TESÃO!

Um conto erótico de Senhora do Lago
Categoria: Heterossexual
Contém 3509 palavras
Data: 24/01/2026 20:21:23

Será que Roney ganhou a aposta? E se ganhou, Nayara teve coragem de trair seu marido e cumprir a sua parte no acordo?

Leia a continuação da saga da Secretária Carente nesse capítulo e descubra o que aconteceu.

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As duas semanas que se seguiram Nayara passou por uma crise de ansiedade. Todas as noites, ao chegar em casa, ela aguardava pelo marido esperando encontrar nele algum sinal de que Cleo tinha cumprido a missão ao qual se propôs. Ela ficava excessivamente irritada porque o marido, no que se refere a sexo, continuava o mesmo e não a procurava.

Entretanto, alguma coisa mudou. Se ele não demonstrava interesse por ela, pelo menos o problema da autoestima pareceu ficar resolvida em menos de três dias. O rapaz chegava e saía de casa elogiando sua patroa. Cleo era bondosa, Cleo era engraçada, Cleo era gentil, Cleo era linda. Era como se, de repente, o centro da gravidade de sua vida passasse a ser aquela mulher.

Nayara tinha visto Cleo menos de cinco vezes e, em todas elas foram uma passagem rápida da esposa do chefe na empresa. Ela aparecia sem avisar envolta naquela aura de beleza, poder e sedução, sorria para todos, ficava fechada na sala com o Roney por algum tempo, nunca mais que meia hora e depois saia levando aquele clima de perfeição e harmonia junto com ela.

Loira, com um metro e setenta e oito, cabelos cacheados e comprido, corpo emoldurado em academias, andava pelo corredor vindo em direção ao local onde Nayara a olhava com inveja e com uma voz melodiosa perguntava pelo marido, o que Nayara não entendia, pois ela nunca esperava pela resposta e quando essa acontecia ela já tinha aberto a porta e desaparecido dentro da sala de Roney. Quando saia, sorria para a secretária com um ar de educado interesse, se despedia com um sorriso e desfilava de volta.

Agora, sabendo que seu chefe tinha um relacionamento liberal, |Nayara ficava se perguntando como é que ele podia deixar que uma mulher tão linda como a dele se envolvesse com outros homens. Mas isso era uma coisa que ela não tinha coragem de perguntar a ele.

Foi no começo da terceira semana que algo mudou em Matheus. Ele chegou em casa com um brilho diferente no olhar e mesmo com a alegria que ele demonstrava todos os dias, foi possível a ela perceber que havia algo a mais e isso ficou provado quando foram para a cama.

Intrigada, Nayara resolveu testar o marido e se deitou ao lado dele usando apenas uma calcinha fio dental e com isso, a única coisa no seu corpo que estava coberta era sua buceta. Os peitos estavam nus e a aquela estreita faixa de tecido sumindo entre suas nádegas não escondiam mais nada. A reação do rapaz foi imediata e seu pau ficou duro.

Feliz ao ver, depois de longos meses, o pau de seu marido dar sinais de vida, ela avançou sobre ele e começou a chupar. Sentir aquele pau novamente em sua boca chegando até sua garganta era um motivo de alegria tão grande que ela se empolgou, porém, quando achou que ele estava prestes a gozar, o pau começou a encolher e ficou mole dentro de sua boca, no mesmo instante em que ela ouviu um leve ronco.

Se existisse ali uma arma ao seu alcance, fatalmente Matheus teria dado adeus a essa vida, pois o ódio que a invadiu foi tão grande que ela, talvez por vingança, se deitou ao lado dele e começou a se tocar pensando em Roney e gozou ruidosamente enquanto sua mente construía imagens de seu chefe a fodendo de todas as formas que ela conhecia.

Foi ali, dominada por uma frustração tão grande, que Nayara decidiu que faria tudo o que Roney tinha previsto. E começaria a agir já no dia seguinte.

Foi com esse estado de espírito que ela, logo na manhã seguinte, entrou na sala dele e, sem nem mesmo dizer ‘bom dia’, foi perguntando:

– Senhor Roney, me explica uma coisa por favor?

– Bom dia para você também, Nayara. – Disse ele em tom brincalhão.

– Bom... Bom dia. Desculpe minha falta de educação senhor.

– Não tem problemas. Tenho notado que de duas semanas para cá você tem andado muito distraída.

Nayara olhou para ele com raiva. Sabia que ele se referir às duas últimas semana, queria dizer que sua distração tinha algo a ver com a aposta que fizeram, como se quisesse afirmar que ela estava ansiosa para que o ganhador da aposta que fizeram fosse definido logo. Em seguida, ela pensou bem e viu que, afinal de contas, ele estava certo e o que a irritava era o fato de que não havia como ela saber disso. Foi despertada desse pensamento com a voz ainda bem humorada dele:

– E então? Sobre o que você precisa de uma explicação?

Ao ouvir Roney falar desse jeito, toda a determinação de Nayara foi por água abaixo e ela teve que se esforçar para tocar no assunto. Então, com voz baixa e tremida, ela perguntou:

– Como é que o senhor vai ficar sabendo que ganhou a aposta?

– Como assim? Não entendi.

– O que quero saber é. Se acontecer o que o senhor previu e o Matheus e a Cleo se... se...

– Se foderem, se transarem. Fale o nome Nayara. Não é tão difícil assim.

– Isso. É isso aí. Se eles fizerem o que o senhor falou, como vai ficar sabendo.

– Só respondo depois que você deixar de frescura e perguntar a forma correta dizendo o que eles fizeram.

– Está bom. Se eles tran... Se acontecer deles fo...

Roney sorria para ela e fazia gestos com a mão a incentivando a pronunciar a palavra até que ela respirou fundo e disparou:

– Como o senhor vai ficar sabendo que eles meteram?

– Meteram? Bom, não é o que eu esperava, mas já é melhor que performar.

A gargalhada de Roney encheu a sala enquanto Nayara falava com voz chorosa:

– Está vendo só? O senhor não esquece nunca e fica sempre jogando isso na minha cara.

– Desculpe, Nayara. Mas é bom demais e eu não consigo me segurar. Um dia você ainda vai rir disso junto comigo.

– Isso jamais vai acontecer, senhor. Agora responda a minha pergunta.

– Bom. Isso é muito fácil. A Cleo me conta.

– Não acredito. A sua esposa conta para o senhor que te traiu?

– Não é traição criança. É de comum acordo. Eu sempre sei.,

– Ah! Verdade. Casamento liberal, não é?

– É. Mas por falar nisso, a pergunta não está correta com relação ao tempo do verbo. Não se trata mais de quando eles transarão. Agora já é uma questão de fazer você saber que eles transaram.

– Transaram é? Quando?

– Ontem. E foi algo digno de ser filmado. Seu marido estava mesmo a muito tempo sem sexo, pois conseguiu foder a Cleo durante...

– Eu sabia! Aquele miserável! Ele vai ver só.

– Espere aí Nayara. Pensei que a ideia fosse essa mesma. A Cleo transar com o Matheus para ele voltar ao normal.

– Pois é! Mas era para ele me fo... Quero dizer, fazer amor comigo também.

– E ele não conseguiu?

– Eu até pensei que ele ia conseguir, mas quando comecei a fazer... A fazer... Ah! Deixa pra lá. Comecei a fazer um negócio nele, ele até ficou animadinho, mas quando era para chegar na melhor parte, do nada, ele caiu no sono.

A gargalhada de Roney foi tão alta e durou tanto tempo que ele segurava a barriga tentando aplacar a dor que o acometeu de tanto que ele ria. Só parou quando ouviu o grito nervoso de Nayara:

– PARA COM ISSO! O SENHOR ADORA SE DIVERTIR AS MINHAS CUSTAS. JÁ NÃO CHEGA OS PROBLEMAS QUE EU TENHO.

– Desculpe mais uma vez Nayara, mas eu não aguentei.

– E como vou acreditar que o senhor está falando a verdade? Depois desse sua... sua falta de consideração comigo, eu posso pensar que o senhor só falou isso para caçoar de mim.

– Lógico que não é isso. Sente-se aí.

– O que o senhor vai fazer?

– Vou te dar as provas que você precisa, pois já tinha imaginado que isso seria necessário.

Nayara concordou e se sentou, enquanto Roney usava o mouse para abrir algum aplicativo em seu notebook que já estava ligado. Quando encontrou o que queria, virou o aparelho para que ela tivesse a visão da tela e aguardou em silêncio.

A imagem que ela via era de uma piscina onde havia uma mulher sentada em uma cadeira de descanso. Ela estava de costas, mas os longos cabelos loiros, longos e cacheados não deixava dúvida que era Cleo e quando a câmara começou a se mover para o lado, isso se confirmou. A primeira ideia de Nayara era que o seu marido estava segurando aquela câmera e filmando.

O movimento da câmera fez com que Nayara se mexesse inquieta na poltrona. A única coisa que Cleo usava sobre o corpo era uma corrente onde havia um medalhão pendurado, de resto, ela estava completamente nua. Os olhos da garota correram na telinha observando aqueles seios médios, um pouco menores que o seu, a barriga lisa e chapada e, na media que a câmera ia se posicionando a frente dela, viu entre as pernas ligeiramente abertas a bucetinha lisa, totalmente depilada, com os grandes lábios visíveis e um grelinho grandinho, aparecendo entre os lábios, o que fez com que ela engolisse a saliva que se acumulou em sua boca, mesmo sem nunca ter sentido a atração por uma mulher.

Então ela viu que estava enganada ao imaginar que seu marido estava segurando a câmara, pois ele entrou em cena carregando uma bandeja contendo um balde de gelo com uma garrafa de espumante e gelo e duas taças.

O rapaz estava vermelho e tentava não olhar para o corpo de sua patroa que parecia se divertir com isso. Depois de olhar para ele, ela olhou para a câmera sorrindo e deu uma piscada. Logo depois, ela se dirigiu a ele e falou: “Obrigado Mat. Você é tão gentil comigo?”

– Mat? Já está assim é? Tem até apelido. Deixa que vou te mostrar o Mat quando chegar em casa, seu safado.

Roney se continha para não rir alto. Ele estava se divertindo a veras com aquela situação. Mas Nayara não percebia, pois estava concentrada em ver o que acontecia na tela do notebook.

“Eu só faço a minha obrigação, senhora.” – A voz de Matheus soou tremida no computador.

“Eu não penso assim. Tão paciente comigo. Faz trilha, me leva no shopping, carrega minhas compras, me ajuda na academia e ainda faz massagem em mim. Você é um amor!”

– Humpf! – Bufou Nayara. – Massagem é? Pois me aguarde.

Matheus falou algo que ela não entendeu, pois tinha falado junto. Logo em seguida, Cleo voltou a provocar: “Por falar em massagem, aquela dorzinha nas minhas costas ainda está incomodando. Você não quer fazer uma massagem em mim?”

“Ma... massagem... senhora?”

“Isso. Massagem. As suas mãos são tão macias que basta você começar que eu já me sinto bem.”

“É que a senhora está...” – Matheus se engasgou na resposta.

“Estou o que? Pelada? O que tem de mais? Não é a primeira vez que você vê uma mulher nua, não é verdade?”

Nesse momento ouviu-se um riso feminino fora da filmagem e Nayara entendeu que havia uma outra mulher segurando a câmera. Mas Cleo não dava tréguas e já foi se virando para ficar de bruços enquanto pedia com sua voz sensual e provocante: “Seja gentil comigo, Mat. Você sempre é tão bonzinho! Faz uma massagem nas minhas costas.”

Se Matheus ouviu ou não o pedido de Cleo não se sabe. O que Nayara viu foi o olhar dele fixo na bunda carnuda de Cleo que se colocara de bruços até que ela insistiu e ele levou a mão aos ombros dela e começou a fazer massagem. Quando ele desceu um pouco, ela reclamou: “Com você aí do lado não está bom. Fica desigual. Melhor você ficar em cima de mim.”

“Em ci... cima... senhora?”

“Isso. Assim você pode fazer a mesma pressão dos dois lados. Do jeito que você está, vai acabar me deixando toda torta depois.”

“Mas eu... eu...”

“Não seja bobo, meu menino. O que tem demais? É só uma massagem!”

Nesse ponto do filme, Nayara já não conseguia entender seus sentimentos. A raiva era enorme, porém, junto com ela surgia um sentimento estranho. Seu corpo foi ficando quente, a pele dos braços e pernas arrepiada, os bicos dos seios doíam e uma umidade que poderia ser incômoda, mas era gostosa, fluía de sua buceta.”

“Mais embaixo, Mat. Senta nas minhas pernas e faz massagem no meu bumbum.”

– Que puta safada! – Reclamou Nayara sem se conter.

“Isso. Assim. Seu peso em cima de mim é tão aconchegante e essas suas mãos no meu bumbum causam uma sensação tão gostosa. Você é sempre assim?”

“Assim como, senhora?” – Perguntou Matheus um pouquinho mais confiante.

E essa confiança foi a sua perdição. Cleo deve ter percebido isso, porque em seguida falou:

“Ergue um pouco o corpo que eu vou me virar.”

“Vi... virar?” – E lá se foi a confiança do pobre rapaz.

“Sim. Virar. Você não acha que vai fazer massagem só atrás. Você começou, então faz o serviço completo”.

Sem dar tempo para o rapaz responder, ela foi se virando e ele, que não tinha levantado o corpo, quase foi ao chão com o movimento dela. Com muita timidez, Matheus levou as mãos aos ombros dela e começou a fazer leve pressão e depois foi descendo e contornando os seios. Cleo suspirou alto e sorriu. Depois segurou os dois pulsos dele e colocou cada uma de suas mãos sobre seus seios enquanto falava: “Aqui também, querido. Você não pode deixar nada em mim sem massagem.”

Matheus abriu a boca para responder, mas nesse momento Cleo colocou as duas mãos dela sobre as deles e começou a fazer pressão e depois a movimentar até que, em uma ousadia que Nayara nunca viu, Segurou a mão direita dele e foi ajeitando a mesma até que fizesse com que os dedos indicador e polegar dele ficasse envolvendo o mamilo do seio do mesmo lado e, sem dizer nada, apenas olhando fixamente para ele, apertou os dedos dele sobre o bico fazendo uma pressão exagerada e provocando um gemido rouco na mulher.

A partir desse momento, Nayara não falou mais nada. Com os olhos arregalados pregados na tela ela viu Cleo dirigir os movimentos de seu marido. Sem soltar as mãos dele, ela fez com que elas fossem deslizando por sua barriga chapada até chegar ao púbis. O local onde deveria existir os pelos pubianos se ela não se depilasse, ele sentiu que não havia a menor aspereza e parecia a pele de um bebê. É como se nunca tivesse existido um pelo ali.

Mas Cleo não dava tréguas. Continuou a forçar a mão dele, agora apenas a direita, até que ela cobrisse sua buceta. Matheus ficou imóvel e ela, com um sorriso maroto e sem perder contato visual com ele, insistiu: “Não fique parado. Faça a massagem. Olha, vou te mostrar como é.”

Dizendo isso, ela ergueu o tronco, segurou os dedos indicador e médio juntos e falou: “Esses dois você enfia aqui.” Um suspiro alto foi ouvido quando ela foi obedecida e ela, agora com a voz entrecortada por sua respiração acelerada, explicou: “Dobre um pouco os dedos pra cima querido, faça isso e procure por uma parte mais áspera e esponjosa.”

Nayara não sabia o que Cleo dizia com isso, mas a excitação e a curiosidade falaram alto e ela levou sua mão até os joelhos e a trouxe de volta trazendo junto o vestido, ansiando por um contato de sua mão com sua buceta que escorria, porém, nessa hora se lembrou que Roney estava na sua frente e, vermelha e sentindo o rosto queimar, retirou a mão.

Na tela, Cleo continuava passando instruções ao Matheus de como dar prazer a uma mulher. Com a voz embargada pelo prazer e entrecortada com sua respiração alta e acelerada, dizia: “Usa o polegar. Aiii que gostoso... Isso querido... Agora esfrega meu grelo com o polegar. Aiii. Como você é gostoso meu bem.”

De repente, como se tivesse tomado uma atitude importante, Cleo se levantou e Matheus só não caiu porque pulou para o lado. Ela agarrou os cabelos dele e puxou com força levando a cabeça dele em direção a sua xoxota enquanto dizia: “Chupar você sabe, não sabe? Então chupa gostoso vai. Me faz gozar na sua língua.”

Matheus provou que sabia. Como um sobrevivente de semanas em um deserto, ele se dedicou a chupar aquela buceta como se necessitasse do néctar que escorria dela para sobreviver. Nesse momento, a câmera foi se aproximando até fechar em close. Na tela, apenas o rosto melado do rapaz e a buceta de Cleo vertendo o fluído de seu prazer. A cena continuou do jeito que estava, mas passou a ser secundária quando os gritos de Cleo soaram no som do aparelho e ressuo por toda a sala.

Com os olhos parados, como se estivesse hipnotizada, Nayara mal respirava olhando para a tela, até que a cena se mudou de repente. A câmera foi se afastando e tremeu levemente indicando que estava sendo fixada em algum lugar. Logo a seguir, uma mulher negra, com um corpo exuberante, entrou na cena e ela, sem dizer uma palavra, segurou a cabeça de Matheus com as duas mãos em seu rosto, se aproximou e começou a lamber o suco do prazer de Celo do rosto dele até que começaram a se beijar.

Nayara bufou mais uma vez e, com um gesto violento, fechou o notebook com tanta força que foi um milagre não ter danificado o aparelho e se levantou. Roney, surpreso, comentou:

– Ei... Ainda não acabou. Isso aí foram apenas as preliminares. O melhor vem agora.

– Não quero ver mais nada.

– Se você não ver não vai saber se eles transaram mesmo.

– E precisa? Depois disso resta alguma dúvida do que fizeram depois? Para mim chega. Eu vou matar o Matheus.

– E a nossa aposta? Você vai querer desistir agora que a parte da Cleo já foi realizada?

– Não vou. O senhor vai receber o seu pagamento. Eu só não sei ainda se vou matar o Matheus antes ou depois disso.

E com lágrimas escorrendo em seu rosto, saiu da sala e correu para o banheiro.

Sabendo que tudo o que Nayara precisava naquele momento era de algum espaço, Roney virou o computador para seu lado, verificou se ele não estava danificado e fechou o aplicativo com um sorriso de felicidade nos lábios.

O dia foi passando, o horário do almoço chegou e uma hora se passou depois disso e Nayara permanecia dentro do banheiro. Sentada no vaso que ela fechara a tampa e com as mãos cobrindo o rosto, ela deixava sua mente vagar entre as cenas que acabara de assistir e a imaginação do que aconteceria agora e, para seu desespero, qualquer uma das duas coisas a deixava com um tesão incrível e estava nesse exercício quando ouviu passos e logo depois a voz de Roney:

– Nayara, Você está aí?

– Sim senhor.

– Então sai e volte para sua sala. Encomendei um lanche para você.

Isso para ela era uma novidade. Apesar de educado e gentil, Roney nunca demonstrou nenhuma preocupação se ela comia ou o que ela comia. Aquilo mexeu com ela e a motivou a deixar o banheiro.

Chegando em sua sala, ela encontrou não um lanche, mas um almoço completo entregue por um serviço de delivery que atendia a um restaurante chinês. Ao ver aquilo, ela descobriu que estava faminta e devorou o prato. Quando acabou, os demais funcionários estavam retornando do almoço e ela, depois de atender a dois deles que traziam documentos solicitados pro seu chefe, entrou na sala dele e, sem nenhuma preparação, foi perguntando:

– O que eu faço agora?

– O que? Do que você está falando?

– O que eu tenho que fazer para pagar a aposta?

– Está cedo ainda, Nayara. Temos mais um mês de prazo.

– Não quero esperar mais nada. Vamos fazer logo que eu quero me livrar disso o quanto antes.

– Mas você nem viu se o Matheus transou com a...

– E não preciso. Só quero a sua confirmação. Eles transaram?

Roney apenas movimentou o rosto assentindo e ela respondeu:

– Com qual delas. Com sua esposa ou com a outra?

Roney voltou a se divertir com isso e apenas levantou a mão apontando dois dedos para cima. A reação dela foi imediata:

– Cretino safado! Eu vou matar o Matheus duas vezes.

Roney riu alto e ela não se importou. Apenas cobrou:

– E então, o que eu faço?

– Quando você quer começar?

– Hoje mesmo. – Falou ela resoluta.

– Hoje não. Eu preciso me preparar antes. Que tal amanhã cedo?

– Pode ser então. Amanha cedo. Vou liberar sua agenda.

– Sim. Faça isso.

Sem olhar para Roney, Nayara se levantou e foi cuidar de seu serviço. Ela temia trocar olhares com ele e deixar com isso transparecer o quanto estava excitada.

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