Traições que me transformaram: duas rolas uma puta

Um conto erótico de Beto
Categoria: Grupal
Contém 877 palavras
Data: 24/01/2026 22:04:50

Na sexta à noite, tio Ricardo chegou cedo, cheiro forte de colônia, camisa justa marcando o shape. Me chamou na sala:

— Beto, hoje vem uma amiga minha, Suzi. Baixinha, safada, gosta de fazer barulho. Fica no quarto se quiser, mas a porta da sala fica aberta.

Meu pau latejou na hora. Falei que ia pro quarto, mas deixei a porta entreaberta, espiando o corredor escuro.

Às 22h, carro estacionou. Porta abriu. Suzi entrou rindo alto, voz manhosa. Vestidinho preto curto colado, subindo nas coxas grossas. Cabelo liso preto longo, boca carnuda brilhando de gloss, seios médios empinados, bunda grande redonda balançando forte.

Tio Ricardo a puxou pela cintura, grudou a boca na dela. Beijo molhado, língua pra fora. Mãos dele levantaram o vestido, apertando a bunda por cima da calcinha fio-dental vermelha enterrada nas nádegas macias. Deu tapa forte que ecoou.

— Saudade dessa bundinha gostosa — rosnou.

Suzi rebolou contra ele, olhando pro corredor:

— Cadê o Beto? Já sei que ele tá espiando, como ontem à noite.

Meu tio virou a cabeça direto pra fresta, sorriu sacana sem parar de apertar a bunda dela:

— Sai daí, sobrinho. Já vi sua sombra ontem enquanto eu gozava na boca da outra. Sabia que você tava ali batendo uma. Entra logo, vem conhecer a Suzi.

Entrei tremendo. Suzi me olhou de cima a baixo, lambeu os lábios e sorriu reconhecendo:

— Oi, Beto. Faz tempo desde aquele vídeo da Ingrid. Hoje você entra na brincadeira de verdade.

Meu tio franziu a testa, surpreso:

— Vocês se conhecem?

Suzi riu:

— Conheço sim, Ricardo. Ele era namorado da Ingrid. Mandei um presentinho pra ele uma vez... ele lembra bem.

Tio riu alto:

— Caralho, mundo pequeno. Melhor ainda. Então entra logo, sobrinho.

Suzi se ajoelhou na minha frente devagar, olhos fixos nos meus. Abriu o zíper com calma, puxou meu pau pra fora e segurou firme na base com uma mãozinha quente. Começou lambendo a glande devagar, língua quente e molhada circulando a cabeça, coletando a gotinha que já vazava. Lambeu da base até a ponta várias vezes, deixando o pau todo brilhando de saliva misturada com gloss. Depois envolveu a cabeça com os lábios carnudos, chupando só a ponta enquanto a língua dançava embaixo, pressionando a freia. Abriu mais a boca e engoliu metade do pau de uma vez, bochechas afundando, sugando forte. A mão livre massageava minhas bolas, apertando de leve, rolando elas enquanto a cabeça dela subia e descia ritmada. O gloss deixava tudo escorregadio, barulho molhado enchendo a sala. Ela tirava o pau da boca pra respirar, cuspia em cima, lambia o comprimento inteiro devagar, depois voltava a mamar fundo, garganta apertando a glande a cada descida. Olhava pra cima o tempo todo, olhos safados, gemendo baixinho vibrando no pau. Meu pau pulsava na boca dela, veias inchadas, latejando forte.

Tio tirou o vestido dela inteiro. Ficou só de calcinha vermelha. Sentou no sofá, pau de 20 cm pra fora, grosso e pulsando. Suzi subiu nele, empinando a bunda pra mim, calcinha de lado.

— Vem, Beto. Come meu cuzinho enquanto ele fode minha buceta.

Tio enfiou na buceta melada com uma estocada funda. Suzi gemeu alto, rebolando. Cuspi no cuzinho apertado dela, esfreguei a cabeça e empurrei devagar. Entrei inteiro, cu quente apertando meu pau de 15 cm.

Começamos ritmados: eu socando no cu, tio metendo na buceta por baixo. Paus se roçando pela parede fina, saco dele batendo nas minhas bolas. Suzi gritava:

— Isso... dois paus me arrombando... fode mais forte, Beto! Socaaa no cu!

Tio deu tapa na bunda dela:

— Essa vadia adora ser usada por tio e sobrinho... levando rola dos dois na sala.

Depois de minutos intensos, Suzi gozou tremendo forte, apertando meu pau no cu e o do tio na buceta. O aperto foi insano. Tirei do cu rápido, subi no sofá, segurei a cabeça dela com as duas mãos e meti fundo na boca carnuda. Meu pau pulsou forte, primeiro jato grosso e quente explodiu direto na garganta dela, enchendo a boca toda. Ela engasgou levemente, mas engoliu avidamente. Segundo jato veio logo em seguida, grosso e cremoso, escorrendo pelos cantos da boca enquanto eu empurrava mais fundo, sentindo a língua dela lambendo a glande. Terceiro e quarto jatos saíram mais fracos, mas ainda quentes, melando a língua e os lábios dela. O resto pingou nos peitos empinados, escorrendo devagar pelos mamilos marrons. Ela lambeu tudo, engolindo o que sobrou, olhos lacrimejando de prazer.

Quase ao mesmo tempo, tio Ricardo grunhiu alto, segurou os quadris dela com força e meteu até o talo na buceta. O pau dele pulsou visivelmente, inchando dentro dela. Primeiro jato saiu forte, enchendo a buceta dela de porra quente, eu vi o excesso começar a vazar pelas bordas da calcinha de lado. Ele socou mais duas vezes, cada estocada soltando outro jato grosso, cremoso e abundante, enchendo ela até transbordar. A porra branca escorreu pelas coxas grossas dela, pingando no sofá. Ele ficou enterrado uns segundos, ofegante, deixando os últimos espasmos vazarem devagar enquanto a buceta dela pulsava ao redor do pau grosso.

Caímos suados no sofá. Suzi lambeu os lábios, beijou nós dois e sussurrou:

— Isso foi foda. Vamos repetir mais vezes.

Tio riu, pau ainda melado pingando:

— tá vendo o tanto que é bom se aventurar sobrinho! Rsrsrsrs

Continua...

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