E não esquecendo da outra...

Um conto erótico de TcheloKBruno
Categoria: Heterossexual
Contém 1573 palavras
Data: 04/01/2026 02:10:52
Última revisão: 05/01/2026 06:42:06

Se eu reclamar de minha vida sobre uma cama, estarei sendo muito injusto. Não bastasse amigas, vizinhas, professoras, colegas de trabalho, namoradas, ficantes, agora eu me dedicava a espetar uma por uma as deliciosas mulheres da minha família. A lista já não era muito pequena, e o tempo todo ela crescia mais um pouco.

No último ano eu apenas cuidei de preservar minhas conquistas, não deixando minha cama esfriar com nenhuma das mulheres que havia conquistado. O sabor dessas conquistas tem me acompanhado de forma bem calorosa, eu ainda tenho com todas o doce fogo que as consomem por dentro, e apenas cuido de não deixar isso apagar.

Amanhã, quem volta de viagem é minha irmã caçula, que ficou um ano inteiro em estudos na Europa. Sempre achei ela um tesãozinho, e agora com seus 18 anos, deve dar bastante trabalho pros namorados com aquelas coxas.

Ela era sempre vista por todos como um caso perdido de mau humor, quase nunca a gente via ela normal e muito menos ainda sorrindo, ela sempre parecia estar emburrada, então ela naturalmente não era o centro das atenções nas rodas de família. Já há algum tempo eu venho comendo minha madrasta, que é mãe dela, bem como sua irmã mais velha, que adora tomar uma rola, mas devo confessar que eu estava curioso de reencontrar a Pat.

Apesar de uma vida inteira regada a mau humor, sua despedida no aeroporto ano passado, logo antes de decolar pra Londres, mostrou uma menina carinhosa e afetuosa que eu nunca antes tinha tido chance de ver. O painel eletrônico avisava que a aeronave já tinha pousado, e logo depois a porta se abria e minha irmã surge no meio dos demais passageiros. A cara amarrada de sempre, ninguém sequer estranhou a primeira reação dela quando nos viu esperando por ela, foi apenas minimamente cordial e agradeceu por estarmos lá, e sem muita demora, era hora de ir pra casa. Na distribuição de espaço e malas, eu me ofereci para transporta-la, e tão logo as malas estavam acondicionadas no porta-malas, demos partida e fomos pra casa dela.

Quando vi que o silêncio ia nos acompanhar durante os 40 minutos estimados pelo GPS, eu avancei em direção ao rádio para buscar alguma música, mas ela segurou minha mão.

- Não liga o rádio, não...

- Tá legal, mas com toda essa explosão de felicidade que você carrega no rosto, vai ser chato ter que esperar mais de meia-hora até te deixar em casa.

- Você nunca me perguntou porque eu sou assim...

Ai, caralho... uma frase dessas dá até uma cutucada lá dentro da gente! Que merda será que eu fiz?

- Sou todo ouvidos, Pat!

Durante todo o percurso, ela começou a detalhar o conjunto de condições e emoções que construíam a garota que se sentava ao meu lado. Um pai que rompia um casamento pra formar uma nova família, ela mais tarde tentando achar o espaço dela nessa e na outra família, a atenção parcial que ela julgava receber do pai, e principalmente o quase zero de atenção que ela recebia do irmão. Sim, do irmão dela, que por acaso era eu!

- O tempo foi passando, eu queria te abraçar, te beijar, ficar do seu lado, brincar com você, mas você nunca estava presente, eu sentia muito a sua falta e ficava muito triste, eu queria você do meu lado todo dia, o tempo todo, mas você nem olhava direito pra mim.

Caralho... não imaginava que o ranço que eu tive há alguns anos ia aflorar nesse tipo de problema com minha irmã, mas deixei ela terminar suas reflexões.

- Eu quero ficar mais próxima de você... só isso!

A reviravolta foi interessante... desde esse dia, eu dava a ela toda a minha atenção, e aquela expressão fechada foi desaparecendo. Ela agora era confiante, sorridente, leve e ainda mais charmosa, e não posso negar o quanto era bonita e atraente. Mas para meu alivio, sua mãe e irmã me davam todo o orgasmo que eu precisava nesse meio tempo.

O tempo foi passando, ela tinha um ou outro namorado, mas seu olhar mais doce sempre parecia reservado pra mim! Eu realmente gostava de passar esse tempo com ela, a gente estava conseguindo recuperar longos anos em que vivíamos afastados, e nós dois sempre queríamos mais e mais daquilo.

Nossas conversas iam ficando mais filosóficas, e principalmente mais intimas. Ela confidenciava muito do que se passava dentro dela, era muito gostoso participar e dar pitacos naquela fofura. Em busca de mais privacidade, cada vez mais as conversas aconteciam no meu apartamento, onde ninguém participava ou interrompia.

Chegou uma hora que ela ficou um tempo sem namorados, e com isso nossos encontros se tornaram diários. Todos os dias aquela gata ia pro meu apê e a gente ficava ali horas conversando sobre absolutamente tudo. Ela se sentia totalmente à vontade, rindo sempre e se divertindo como nunca. Eu estava feliz em vê-la se sentir assim tão leve e livre!

As conversas evoluíam, e os carinhos da mesma forma. Os abraços eram sempre longos, a gente trocava selinhos o tempo todo, ela sempre se agarrava no meu braço, e eu ria com ela, lembrando que eu não era de ferro. Aí que ela se esbaldava em risadas...

Numa tarde mais fria, estávamos os dois debaixo de um cobertor, conversando muito e agarrados como sempre fazíamos, e perguntei como ela estava conduzindo sua vida, agora sozinha. Ela disse que se virava como podia, e na hora certa ia encontrar alguém.

- Se virar como pode é um desperdício no seu caso, né?

- Como assim?

- Pat, convenhamos que você é bem gostosinha pra ficar se resolvendo com seus próprios dedos, né?

- Imagina... nem ligo pra isso. Ainda mais com esse frio! Acho que vou tomar um banho bem quente.

Não era nada mal imaginar aquela gatinha tomando banho, mas antes que ela fizesse qualquer coisa, passei a mão por baixo de sua saia e fiquei apalpando sua bunda e coxas. Era mesmo, bem gostosinha...

- Hei, o que é isso?!?

Nem respondi, puxei sua boca e disparamos nosso primeiro beijo. Nem precisou de chuveiro quente, em poucos segundos a gente estava pelado ali embaixo, e demos início em nossa maratona sexual. Gostosinha mesmo, gostosa pra caralho, o corpo dela não ficava devendo pra nenhuma das deusas que eu devorava o tempo todo, seus peitos eram do tamanho médio com biquinhos curtinhos e durinhos, areolas pequenas e mais escuras, pernas roliças bem fortes, olhos azuis encantadores, uma cinturinha fina que eu tanto adorava, uma bunda bem redonda, sem ser magrela nem grandona, uma bunda exatamente do jeito que eu mais gostava, que escorregava perfeitamente na minha rola dura, cabelos morenos bem lisos chegando pouco abaixo do ombro, uma buceta que me recebia parecendo querer me engolir, e tudo isso na mais perfeita harmonia erótica e estética que eu pudesse vislumbrar, mas ainda tinha algo a mais que eu não entendia perfeitamente.

- Quantos anos demorou pra gente conseguir isso, né?

- Nem me fala, Pat, você é uma delícia. Eu sempre tive um tesão medonho em você, confesso que eu não via a hora de conseguir passar a vara em você, te comer inteira, e é gostoso ver que nenhum de nós decepcionou na cama. Mas, sei lá, com você parece diferente, fica aquela vontade diferente querer algo novo, não sei explicar direito.

- Eu sinto a mesma coisa, já trepei bastante, mas sempre quis ter o seu pau me espetando. Mas agora que a gente conseguiu, aqui com você parece diferente mesmo... só pra tirar a dúvida, o que eu mais quero agora é tomar outra pirocada!

O resto do dia foi uma meteção emendada na outra, dia após dia ela não queria outra coisa. e ano após ano ela quase monopoliza da minha piroca. Ela era mesmo uma fofura, uma gracinha de menina que eu namoraria fácil, eu tava me apaixonando fácil por ela, tão linda e charmosa, ainda mais trepando do jeito que ela fazia. Pena que a gente não podia casar, ia ser bem legal estraçalhar aquele corpinho e depois chamá-la de minha esposa, mas acho que isso não ia dar muito certo, não... Gente, ela era fofa demais, uma gata mesmo, eu me derretia por ela!

O tempo foi passando e a gente nunca perdeu essa magia, e por vezes as pessoas até estranhavam essa proximidade que a gente mantinha., muita gente jurava que a gente era namorado.

Ela ainda teve depois alguns bons namorados, e anos mais tarde, decidiu ter um filho, e nunca revelou quem foi o pai. Todos cuidavam e adoravam o menino, e sempre comentavam o quanto ele se parecia com meu pai, quase parecendo uma miniatura minha, e ela apenas ria e justificava ser uma mera questão de genética. Um dia a nossa irmã Sara, logo após se esvair mais uma vez em gozo no meu pau, me olha profundamente nos olhos e pergunta se eu não poderia usá-la para fazer um primo para seu sobrinho... era bem óbvio para as mulheres da família quem era o pai dessa criança, pergunta essa que foi discretamente repetida por cada uma delas mais tarde quando estávamos sob lençóis.

Exceto talvez apenas por minha vó que já não era mais fértil, devo confessar que a ideia de engravidar, uma por uma, todas aquelas maravilhosas mulheres não me soava exatamente como uma má ideia, mas pelo menos por enquanto, eu preferia limitar minha prole apenas à minha amada Pat!

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