Pecando com Johnny (Capítulo 16)

Um conto erótico de ♡♡♡
Categoria: Homossexual
Contém 889 palavras
Data: 25/01/2026 00:15:57
Assuntos: Gay, Homossexual

“Fervor”

A semana passou rápido, como se o tempo soubesse que os dois precisavam se ver. Johnny manteve a rotina rígida: acordava às 5h, banho frio, café preto forte, camisa social impecável, calça cinza-escura ou preta, direção às 5h40. Chegava na escola antes de todo mundo, abria as persianas, checava e-mails, aprovava documentos, mas pensava em Tiago o tempo inteiro — no cheiro dele, no gemido rouco quando gozava, no jeito que as tetas balançavam. Almoçava sozinho na sua sala, respondia mensagens da esposa com respostas curtas e frias, voltava pra casa à noite, jantava rápido, se masturbava pensando em Tiago antes de dormir. A culpa ainda vinha, mas o desejo era maior.

Tiago também seguiu o fluxo: acordava às 6h15, banho quente, uniforme, café com panquecas, caminhada até a escola ouvindo K-Pop, aulas mecânicas, anotações no caderno enquanto sonhava acordado com Johnny. Almoçava enquanto assistia filmes de comédia, ria das piadas, mas contava os minutos até sexta. À noite, escrevia no diário, fazia lição, ajudava com a louça suja, se masturbava pensando na boca de Johnny no cu dele, no pau grosso abrindo tudo. A culpa aparecia, mas ele empurrava para longe.

“Eu sou gay. Eu amo ele. Foda-se o resto.”

Sexta-feira, 16 de março de 2012. O céu estava nublado, cinzento, ar úmido e pesado de verão tardio. Última aula: história. Tiago fez a prova de revoluções — escreveu sobre a Francesa, a Russa, mas a cabeça estava na direção. Entregou o papel às 11h25, esperou o sinal tocar às 11h30. Os alunos saíram rindo, falando de fim de semana. Tiago ficou sentado até o último sair, pegou a mochila e foi direto para a direção.

Bateu de leve.

— Entra — Johnny disse, voz já rouca de expectativa.

Tiago entrou, trancou a porta. Johnny estava de pé, camisa amarela desabotoada no primeiro botão, olhos azuis brilhando.

— Meu garoto chegou na hora certa.

Tiago sorriu, largou a mochila.

— Eu tava contando os minutos pra te ver, meu gostoso.

Johnny subiu na mesa de madeira escura, corpo relaxado, rebolando como um dançarino.

— O show vai começar, vagabunda!

Striptease do diretor: ele desabotoou mais um botão, depois outro, abrindo a camisa até o peito definido aparecer. Desceu as mãos pelo tanquinho perfeito, abriu o cinto devagar, piscou para o aluno. Rebolou um pouco, tirou a calça e a cueca num movimento só, ficando pelado da cintura pra baixo. O pau de 20 centímetros já duro balançava.

— Gostou do show, meu garoto?

Tiago riu, excitado, tirando o uniforme rápido — camisa, calça, cueca —, ficando pelado na frente da mesa.

— Porra… você é lindo assim.

Johnny permaneceu em cima da mesa, ficou de joelhos, pau na altura do rosto de Tiago.

— Me chupa agora… vadia gorda.

Tiago se aproximou, segurou a base grossa com uma mão, lambeu a glande devagar, circulando a língua na frenagem.

— Assim… lambe bem gostoso… caralho…

Tiago abriu a boca, engoliu metade, chupando ritmado, a língua rodando por baixo. Desceu para as bolas, lambendo e chupando cada uma, sugando devagar, depois voltou ao pau, engolindo mais fundo.

— Merda… sua boca… tão quentinha…

Johnny gemeu, segurando o cabelo de Tiago, fodendo a boca devagar.

— Me mostra que você ama meu pauzão… engole tudo…

Tiago relaxou a garganta, engoliu inteiro, nariz encostado na base, ficando ali alguns segundos. Johnny gemeu alto.

— Isso… meu garoto safado… não esgasga…

Tiago saiu devagar, lambendo a face inferior, chupando a glande com força, masturbando a base com a mão.

Johnny desceu da mesa, deitou horizontalmente no sofá comprido.

— Vem cá… senta no meu pau.

Tiago subiu no sofá, de costas para Johnny, apoiou as mãos no peitoral duro dele. Johnny segurou o pau na base, apontou para o cu de Tiago. Tiago desceu devagar, engolindo tudo, gemendo rouco ao sentir o pau inteiro dentro.

— Caralho… tão grosso… me abrindo todo…

Tiago começou a quicar devagar, subindo e descendo, as tetas balançando sem parar, quicando a cada movimento.

— Seu pecador desgraçado… engolindo o pau do diretor com esse cuzão gordo… — Johnny rosnou, mãos subindo para apertar as tetas do garoto.

Tiago acelerou, quicando mais rápido, gemendo alto.

— Sou um pecador safado… amo pauzão no meu rabo…

Johnny tomou o controle: segurou o quadril de Tiago com força, meteu de baixo pra cima rápido, estocadas profundas na mesma posição de “vaqueiro invertido”. Apertava as tetas com as duas mãos, beliscando os mamilos, torcendo de leve.

— Toma tudo… sente meu pau te fodendo… essas tetas são minhas…

Tiago gemeu sem parar, o corpo tremendo.

— Johnny… eu vou gozar…

Johnny meteu mais forte, mais rápido, apertando as tetas com força.

— Goza… goza pra mim…

Tiago gozou forte, jatos na própria barriga, o cu apertando o pau enorme dentro dele.

Johnny continuou, metendo fundo.

— Tô quase… puta que pariu…

Tirou o pau, fez Tiago se ajoelhar no chão. Ficou de pé na frente dele, se masturbou rápido, a bola esquerda na boca do aluno.

— Vou gozar… merda… vou gozar…

Gozo quente jorrou nas tetas de Tiago, jato após jato, cobrindo os mamilos, escorrendo pelo peito.

Tiago pegou a carga cremosa com as mãos, levou à boca de Johnny.

— Prova… é seu leitinho…

Johnny abriu a boca, lambeu os dedos de Tiago, chupando o gozo. Depois puxou Tiago para um abraço apertado e o beijou — língua misturando o gosto salgado, profundo, faminto.

— Eu te amo, meu garoto.

— Eu também te amo… pra sempre.

Continua…

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