"Tchau! Peguem bastante peixe," disse Carla acenando enquanto seu marido e filho dirigiam para a pescaria de fim de semana no interior.
Ela esperou impacientemente eles sumirem de vista antes de girar e correr para dentro de casa. O cinto do seu roupão curto se soltou enquanto ela entrava correndo, mas Carla não se importou. Tinha uma coisa em mente e era ter o pau do melhor amigo do filho dentro dela novamente. O pau negro adolescente de Thiago a havia levado a picos sexuais que ela não sabia serem possíveis e pensava nele constantemente. Sonhou com ele na noite depois que transaram. Estava pensando no pau dele ontem à noite enquanto seu marido muito menos dotado empurrava em cima dela até ela fingir um orgasmo. Acima de tudo, estava pensando em compartilhar sua cama com Thi pelo fim de semana inteiro. Um garanhão jovem como Thi provavelmente conseguiria ficar duro para ela uma dúzia de vezes antes de ter que ir para casa domingo à tarde. Talvez mais.
Carla subiu as escadas correndo, seios grandes abrindo caminho, seu roupão amarelo esvoaçando atrás dela como uma capa. Não olhou para as fotos de família penduradas na parede nem para sua foto de casamento. Quando chegou ao segundo andar e ao quarto principal, deixou o roupão cair completamente no chão.
Carla entrou no banheiro e ligou o chuveiro para deixar a água esquentar antes de voltar ao quarto para pegar o celular. *Eles saíram pro FDS. Mal posso esperar pra te ver de novo gostosão! XOXO*, digitou no telefone antes de enviar a mensagem para Thiago. Tinha certeza que o jovem negro estava tão ansioso para colocar aquele pau maravilhoso nela novamente quanto ela estava para tê-lo dentro. Suas coxas ficaram úmidas de antecipação só de pensar nele.
Carla entrou no chuveiro e deixou a água quente correr sobre seu corpo. Não conseguia tirar a imagem do pau do Thi da cabeça. Os mamilos duros latejavam assim como sua buceta pulsava junto com seu batimento cardíaco. Seu coração batia tão rápido que ela podia ouvi-lo nos ouvidos. Foder o amigo do filho havia despertado algo nela que não sentia desde adolescente. Mesmo enquanto passava a mão ensaboada pela barriga lisa e sobre a faixa de pelos pubianos, seus dedos deslizaram nas dobras molhadas da buceta tentando satisfazer suas necessidades. Mordeu o lábio inferior lutando contra a vontade de se satisfazer, sabendo que logo teria uma ferramenta muito mais capaz de satisfazê-la do que seus dedinhos finos.
Carla se forçou a focar no banho, lavando o cabelo e corpo com sabonetes perfumados. Queria cheirar bem para seu jovem amante. Esperava que este fosse o primeiro de muitos banhos neste fim de semana. Os testículos enormes do Thi estavam cheios de mais porra do que seu marido poderia ejacular em um ano. Sexo com Thiago era uma proposta bagunçada, mas ela queria que ele cobrisse seu corpo com a semente dele. Esperava que ele se lembrasse de trazer camisinhas do tamanho certo para seu pau formidável. Ele tinha gozado tanto na camisinha tamanho pequeno do marido dela que havia parecido um balão de água e sido bastante doloroso enquanto inflava dentro do útero dela. Além disso, seu estado de excitação geralmente era sinal de que estava no ciclo fértil. Não podia se dar ao luxo de nenhum acidente neste fim de semana. Não gostava de considerar João um acidente, mas seu filho foi resultado de perder o controle durante o ciclo fértil.
Carla terminou o banho e secou seu corpo sensual com a toalha. Penteou a água do cabelo preto longo. Seco, estava grisalho, mas molhado parecia mais escuro fazendo-a parecer mais jovem que seus quarenta anos. Notou a luz do telefone piscando. Pegou os óculos e verificou esperando que fosse uma mensagem do Thi. Era.
*A caminho. Vou te comer o FDS todo Sra. H.* Ele concluiu com um símbolo ASCII de um pau longo e duro: 8=====D. Grosseiro, ela pensou. Nada a ver com o Thi, mas o garoto devia estar ansioso. Era melhor se apressar.
Carla foi até a gaveta e pegou a caixinha. A lingerie tinha sido presente de lua de mel do marido e ela não a usava desde então. Seus seios eram um orgulhoso DD naquela época, mas seus seios EE mais pesados ainda cabiam nos copos. O material era transparente, e toda a aréola estava claramente visível assim como sua faixa pubiana através da calcinha. A lingerie transparente era lavanda, as meias-calças eram mais escuras com bordas, dedos e calcanhares roxos. Ela puxou uma pela perna longa. Parou na metade da coxa. Não tinha liga para segurar, mas ela não precisava. Carla nem sabia por que estava colocando, não esperava que ficasse em seu corpo por muito tempo. Não se arrumava tanto para um homem em quase quinze anos.
DING DONG!
A campainha a assustou. Droga! Ela tinha dito ao Thi para usar a porta dos fundos. Não queria que nenhum vizinho curioso o visse, mas o jovem negro era uma visão comum em sua casa desde os dez anos. Ninguém desconfiaria dele passando para uma visita.
Carla abriu a porta, ficando longe da entrada para impedir que qualquer vizinho visse seu corpo quase nu. "Bem, olá gostosão," ronronou posando sensualmente. "AI MEU DEUS!" gritou quando finalmente viu quem estava em sua porta. Cruzou os braços sobre o peito, mas falhou em cobrir os seios grandes demais. O homem em sua porta não era Thi, mas o pai dele. "Sr. S... Santos, o que está fazendo aqui?"
Gilberto Santos parecia muito com uma versão mais velha do filho, embora mais malvado. Ele se erguia sobre ela, uma mão enfiada em calças de moletom surradas, a outra segurando um saco de papel pardo no rosto enquanto bebia profundamente da garrafa escondida dentro. Usava uma camiseta branca manchada, os braços negros saindo das mangas tinham bíceps maiores que os do filho. Baixou a bebida da boca revelando seu cavanhaque branco. O cabelo da cabeça ainda era escuro para um homem de cinquenta anos, mas as laterais eram grisalhas com listras que o faziam parecer distinto. Seus olhos escuros olharam em seu rosto descendo para as aréolas do tamanho de latas de refrigerante, os mamilos, empurrando através do sutiã transparente, duros de pensar no pau do filho dele. Seus olhos brilharam com aprovação, descendo pela barriga descansando um segundo na faixa pubiana sob a calcinha antes de descer até as meias e voltar aos seios. "Estou aqui pela puta que tem fodido meu filho," rosnou.
O coração de Carla pulou uma batida. Não conseguia olhá-lo nos olhos e desviou o olhar timidamente. "Não sei do que está falando," mentiu.
Gilberto se apoiou no batente da porta, olhando-a de cima. "Não minta pra mim, vagabunda," disse asperamente.
O corpo de Carla começou a tremer, e ela lutou para permanecer quieta e calma. Ninguém nunca havia falado com ela assim antes. No entanto, a lingerie a fazia sentir como uma vadia. No entanto, estava usando não para seu marido amoroso, mas para o melhor amigo do filho cujo pau enorme a tinha fazendo desejar novamente como uma cadela no cio. Era uma vadia. "Não sou vadia," sussurrou.
Sr. Santos bufou. Ergueu o telefone, não, não o telefone dele, mas o do Thiago. Ela viu a foto de vinte anos atrás de seus lábios envoltos no pênis do marido. O vídeo que Thiago havia usado para chantageá-la a foder com ele. "Não posso te culpar por seduzir meu filho, vendo como o pau do seu marido é patético," disse Gilberto.
As bochechas de Carla ficaram vermelhas. "Thiago roubou isso do meu quarto e tentou me chantagear para fazer sexo, mas eu recusei," gritou com raiva apontando o dedo para ele antes de fechar a boca e torcer para não ter atraído a atenção de nenhum dos vizinhos.
"Você é mentirosa e puta que nem minha ex-mulher," disse Gilberto. Estava zombando dela. Carla não podia acreditar que este negro bêbado grande e mentiroso estava tratando ELA como se fosse superior a ela. Ele virou a imagem e Carla ofegou horrorizada. Thiago havia tirado uma foto dela de joelhos chupando seu pau negro gigante. Ele virou de novo e havia um vídeo. Santos segurou bem na frente do rosto dela. "Me fode Thi. Eu amo seu pau grande," disse a voz dela vindo do telefone.
A mão de Carla subiu para cobrir a boca enquanto olhava para o vídeo que claramente mostrava ela e Thi na cama. *Oh não Thi, o que você fez*, pensou. Suspirou resignando-se que isto ia custar algumas economias. "O que você quer? Dinheiro?" perguntou. "Quanto?" E como explicaria para João? Inventar um problema de jogo?
Santos bufou e olhou lascivamente para ela. "Não é o que eu quero, puta." Fez uma pausa. "Estou aqui pra te dar o que você quer. Um fim de semana fodendo um negão. Agora sobe essa bunda branca pras escadas."
Carla recuou horrorizada. "Não," ofegou. Thi pode tê-la chantageado, mas era um jovem negro bonito e realmente em forma e anteriormente sempre havia sido respeitoso e educado com ela. Sr. Santos era meio bonito e tinha músculos maiores que Thi, mas era mais velho que ela, um desleixado fedorento e ainda pior aos olhos dela, um bêbado. Achava-o repugnante e ele certamente não era educado e respeitoso. Carla girou antes de tropeçar no degrau inferior das escadas. Começou a subir os degraus dando-lhe uma ótima vista de suas bochechas brancas enquanto flexionavam a cada degrau que subia. Passou pela foto de sua família feliz.
Carla ouviu o homem negro mais velho engolindo da garrafa. Ele ofegou depois e disse. "Esse é seu dia de sorte, vadia. Thiago é só um garoto. Ele não sabe como tratar uma mulher como você ainda."
Carla nunca tinha sido xingada antes. Seus mamilos latejavam sob o sutiã. Passou pela foto do casamento. Como ele se atreve a chamá-la de vadia. Sentiu uma agitação estranha no estômago.
"Vou te mostrar o que um homem de verdade tem a oferecer."
Carla ouviu seu passo pesado no primeiro degrau enquanto começava a subir. Sr. Santos era muito dominante e autoritário, tão diferente de seu marido bastante tímido que a deixava tomar todas as decisões para evitar conflito. Não estava acostumada com um homem "mandão". Uma umidade fresca se formou entre suas pernas encharcando o fundo da calcinha fio dental. Carla chegou ao topo das escadas e entrou no quarto.
"Tira o sutiã," ordenou, seguindo-a.
Carla desenganchou e deixou a parte de cima cair no chão. Girou envergonhada pelo quão inchadas estavam sua aréola e mamilos.
"Caralho que peitos brancos grandes," disse grosseiramente, olhando para eles com aprovação lasciva.
Seus seios sempre atraíram muita atenção dos homens, especialmente quando usava maiô na piscina ou praia e num Halloween tinha os mostrado numa fantasia de Elvira. Na maioria das vezes toda a atenção indesejada a irritava, mas ultimamente com o jeito lascivo que Thiago e o pai olhavam para seu busto a tinha fazendo sentir algum orgulho vergonhoso de suas tetas especialmente na idade dela. "O que você quer?" perguntou, tentando soar como se quisesse acabar com isso logo. Ela queria acabar com isso logo. Inferno, Gilberto Santos era um alcoólatra de cinquenta anos, talvez tivesse problemas de ereção e fosse embora envergonhado.
"Vamos te dar um gostinho de pau," disse, tirando a camisa.
Carla ficou um pouco surpresa com o quanto ficou impressionada com o peito dele. João tinha uma barriga maior que Gilberto Santos tinha, e o marido dela raramente bebia. Santos era todo músculos e abdominais todos muito maiores que os do filho. Era peludo comparado ao Thiago de peito liso com muito pelo sob o umbigo, subindo por abdominais definidos e duros como pedra e se espalhando pelo peito largo. Não gostava de pelos no peito, mas ficava bem em Gilberto fazendo-o parecer um pouco bestial. Ele colocou as mãos nos quadris, uma ainda segurando a garrafa de álcool. Carla se ajoelhou diante dele, franzindo o nariz com o fedor de álcool da garrafa. Agarrou o moletom e lentamente puxou para baixo. Franziu o nariz novamente quando a cueca apareceu. Em algum momento tinha sido branca, mas estava tão suja agora manchada de amarelo com pelos pubianos finos saindo por buracos no topo. Se perguntou se ele seria tão grande quanto o filho. Seus olhos se arregalaram de surpresa quando as calças deslizaram pelas coxas dele e viu o volume imenso que a cueca suja estava lutando para conter.
Carla foi preenchida com um desejo forte de ver como era o pau negro do Sr. Santos. Alcançou e puxou a cueca para fora e para baixo. O pau enorme saltou para fora, ficando reto e angulado para baixo. A cabeça era mais clara que o eixo. Pré-gozo pingava da uretra num volume que correspondia a uma ejaculação inteira do marido dela. Puxou a cueca para baixo sob testículos dimensionados para combinar com o pau maciço, cada bola do tamanho do punho dela. Carla alcançou e agarrou o eixo. *Jesus!* pensou, *ele é tão grande quanto o Thi e ainda está crescendo.*
"Isso mesmo garota. Mãos à obra."
Carla deslizou a mão até a base enquanto o eixo continuava a inchar e crescer. A cabeça subiu em direção à boca dela e ela se inclinou para frente para lambê-la. Não podia evitar a quantidade copiosa de pré-gozo vazando da ponta, mas não tinha gosto ruim. Lambeu ao redor da ponta bulbosa enquanto continuava crescendo. Sua mandíbula se esticou o máximo que pôde quando começou a balançar a cabeça sobre ela. A mão livre subiu para massagear as bolas. Um testículo encheu a palma dela enquanto massageava a noz tentando provocar o sêmen para fora, para poder apressar e acabar com esta provação. *MMMMMMM!* Gemeu sentindo a cabeça empurrar contra a bochecha antes de empurrar em sua garganta.
*Para com isso Carla*, desejou. *Lute. Você não está gostando disso. Lembre-se de quem é este pau.* Soltou os testículos e focou em chupá-lo. Agarrou o eixo venoso firmemente, balançando a cabeça o mais rápido que podia. Sua mandíbula doía com o esforço, mas ainda conseguia apenas cerca de um terço do pau dele. Sua saliva escorria pelo queixo enquanto sons altos de sucção enchiam o quarto.
"Isso mesmo garota. Agora você está entrando no clima."
*Não goste disso*, pensou. *Mas é tão grande?* Para. *Tão gostoso.* Para, Carla. *Espero que o esperma dele tenha gosto tão bom quanto o do filho.* Uma mulher feliz casada não teria sentimentos assim. Ela nem gostava de sexo oral, bem até chupar o pau do Thi de qualquer maneira. Era uma mãe decente casada do conselho escolar, mas estava agindo como algum tipo de louca por pau...
"VAGABUNDA! Você é uma chupadora de pau ótima. Não ficou assim de boa chupando aquele pauzinho branco. Tem praticado muito no meu filho." Santos gemeu. "Tá chupando a porra direto das minhas bolas. Lá vem."
*Não, só uma vez*, argumentou em sua mente mesmo quando a cabeça do pau dele expandiu ao ponto de começar a engasgar. Soltou o eixo e colocou ambas as mãos nas coxas dele empurrando para trás para que a cabeça enchesse sua boca. Seus olhos se cruzaram atrás dos óculos enquanto olhava fixamente pelo eixo assistindo a base do pau dele inflar, o inchaço se movendo para frente em direção aos lábios. A cabeça do pau dele se contraiu uma vez, sua boca enchendo com a semente quente dele quase instantaneamente ao ponto de jorrar ao redor dos lábios antes que pudesse engolir. Carla começou a engolir mesmo enquanto sua boca se enchia repetidamente com o gozo dele. Carla gemeu enquanto engolia a semente quente. Era tão bom! Olhou para cima pelo corpo musculoso. Sr. Santos estava sorrindo maliciosamente para ela. O desgraçado sabia que ela estava gostando disso. O esperma dele era mais grosso e rico que o do filho e havia muito mais. Era delicioso pra caralho. Carla continuou olhando nos olhos dele enquanto engolia a semente.
Gilberto puxou para fora, empurrando o pau para baixo para que as próximas descargas do pau cobrissem o peito e decote dela com sêmen. Soltou o eixo, a vara dura saltando para cima e borrífando o rosto dela com vários fios de porra. "Aqui está o resto," gemeu.
Carla estendeu a mão e acariciou a parte de baixo do eixo. As veias fortes ao longo do pau ainda estavam pulsando mesmo começando a murchar. "Me dá. Quero tudo," choramingou, apertando o pau dele e movendo para cima para que uma última bola de sêmen voasse para fora da ponta. Não foi longe, caindo no carpete entre os joelhos dela. Lambeu o esperma ao redor dos lábios enquanto a mão acariciava o pau dele para baixo. Carla olhou respeitosamente para cima para ele embora uma lente dos óculos estivesse coberta com a semente dele.
Carla caiu em si e arrancou a mão do pau dele. Estava apontando reto agora, curvando ligeiramente para baixo. Um segundo depois estava curvado para baixo. Olhou fixamente enquanto se levantou e correu para o banheiro.
Carla ficou na pia e usou um pano úmido morno para limpar o rosto. Lavou os óculos e os devolveu ao nariz justamente quando o pai do Thiago passeou para dentro do banheiro. Tinha removido a cueca suja. Caminhou atrás dela e ficou no vaso sanitário, um fluxo constante de urina logo fluiu do pau. Não se deu ao trabalho de levantar o assento. "Você chupa muito bem, Carla," elogiou.
"Uh... Obrigada, eu acho," respondeu, sem saber como interpretar. Voltou a atenção para a bagunça pegajosa no peito. Ele sacudiu o pau antes de se virar e sair.
Carla terminou de se limpar e escovou os dentes. Deu descarga no vaso para o Sr. Santos antes de voltar ao quarto. Ele estava sentado na cama dela nu. O homem negro de meia-idade com personalidade dominante, físico musculoso forte, e especialmente o pau monstruoso enorme pendurado entre as pernas exalava uma presença masculina poderosa. Fez o estômago dela agitar e o instinto era se submeter a ele. As poucas vezes que o tinha conhecido antes, a deixou nervosa por alguma razão. Não tinha reconhecido como uma reação feminina natural à masculinidade viril pura dele na época. Agora sabia, e a assustava. Aproximou-se dele. "E agora, Gilberto?"
Ele sorriu maliciosamente. "É Sr. Santos pra você, vadia." A mão estendeu e agarrou a barra da calcinha, puxando forte. "Vamos tirar essas coisas." O tecido fino não teve chance, rasgando do corpo dela. Ficou nua, exceto pelos óculos e meias-calças.
"AI!" guinchou, ofegante de excitação.
Santos levantou, colocando as mãos nos quadris dela. Girou-a e empurrou para baixo na cama conjugal. Carla se arrastou para trás enquanto ele subia na cama e se ajoelhava entre as pernas. O pau já estava subindo em antecipação. Assentou no corpo dela. A base ficou acima da abertura da buceta, a cabeça aconchegada entre os seios. Ela ofegou percebendo exatamente quão fundo o monstro estaria penetrando. "Você quer isso, vadia?" perguntou.
A assustava, mas ainda ansiava por isso. Encheu a esposa e mãe casada com vergonha o quanto queria. "Sim, Sr. Santos," respondeu honestamente.
Ele acenou presunçosamente e olhou para ela lascivamente e um pouco desdenhosamente. "Então coloca," ordenou.
"Você precisa usar camisinha," implorou, com medo que um homem como Gilberto Santos recusasse. Estava bem entre ciclos, a época mais perigosa para arriscar engravidar especialmente com um parceiro tão viril quanto Santos.
"Não trouxe nenhuma," resmungou. O pau totalmente crescido novamente.
Carla deslizou a mão sobre e sob o travesseiro do marido. Ele geralmente guardava algumas camisinhas escondidas ali. Suspirou aliviada quando a mão sentiu o pacote plástico quadrado. Puxou para fora e rasgou o pacote aberto sabendo que seria pequeno demais para um pau como o do Sr. Santos. Thi tinha prometido trazer maiores já que as camisinhas padrão do marido eram pequenas demais pro pau dele.
O pau negro enorme estava empinado entre os seios. Colocou a borracha sobre a ponta e esticou larga ao redor da cabeça. "Essa coisinha cobre seu marido?" resmungou Gilberto, aparentemente divertido. "Patético." Uma parte dela estava começando a concordar quando a borracha parou logo abaixo do alargamento da cabeça do pau. Beliscou e esticou o receptáculo, lembrando como Thi tinha inchado a coisa como um balão de água quando gozou. Parecia cheio já enquanto o pré-gozo do Sr. Santos fluía continuamente para dentro. Rezou para a coisa aguentar.
"Normalmente não uso essas merdas." Santos puxou para trás na cama para que o pau deslizasse pelo corpo dela. A cabeça caiu na abertura da buceta. "Camisinhas tamanho Titanic XXXL são caras pra caralho." Carla estendeu a mão para baixo e se segurou aberta para ele sabendo que seria um encaixe apertado. Ele nem estava segurando o eixo para guiar, estava tão duro e firme. Empurrou para frente.
"AI MEU DEUS!" Carla ofegou enquanto a cabeça coberta pela camisinha empurrou para dentro esticando-a bem aberta para ele.
"Além disso, eu gosto de emprenhar minhas bucetas."
Carla fechou os olhos atrás dos óculos, rangendo os dentes enquanto Santos empurrava mais fundo. Estava grata pela indiscrição com o filho dele semana passada. Não tinha certeza se conseguiria aguentar o pau do Santos se o filho não tivesse já a aberto. Ele segurou os joelhos dela nos braços levantando as pernas cobertas de meia-calça até estarem quase sobre os ombros. Apoiou as mãos no colchão e empurrou mais fundo. "AI!" guinchou, fazendo careta. "Meu colo do útero!"
"Toc toc," resmungou, angulando o pau para baixo e empurrando forte.
"Está empurrando pro meu útero!" gritou.
"Até as bolas," resmungou Santos, inclinando-se sobre ela. Carla levantou as pernas e enrolou ao redor dos quadris. Os olhos dele olharam fixamente para baixo para ela, encarando intensamente o rosto. No início, Carla tentou desviar o olhar, olhando para longe envergonhada. Ele puxou de volta algumas polegadas, batendo o pau para frente e segurando imóvel novamente. Ela resmungou e olhou para cima para ele, encarando através das lentes dos óculos nos olhos escuros. Ele contraiu o pau, enviando vibração por toda a buceta. Carla tremeu, ainda olhando para ele enquanto contraía o pau novamente. Estava plenamente consciente do que a arma poderosa podia fazer a uma mulher. Não podia quebrar o olhar, encarando este homem dominador enquanto contraía o pau repetidamente. Queria que ela visse exatamente quem estava fazendo ela se sentir tão bem. "Você gosta desse pau?"
"Sim," sussurrou Carla. Os músculos vaginais estavam apertando ao redor do eixo enquanto uma pressão começava a crescer no útero, uma pressão que só tinha experimentado anteriormente com o filho dele. As mãos enrolaram no lençol da cama, puxando forte. A mão direita dele agarrou o pescoço dominadoramente, mas o aperto não apertou. Os lábios se abriram enquanto gemia, e foi Santos que quebrou o olhar hipnótico enquanto trouxe a boca sobre os lábios dela. Ela o beijou de volta com mais paixão e luxúria do que jamais tinha mostrado ao marido. Carla não aguentava mais a contração constante do pau. *Tão cheio*, pensou. *O pau grande dele está me fazendo gozar*. A represa estourou, a buceta apertando tão forte ao redor do eixo que ele não podia mais contrair mesmo enquanto ela encharcava o pau enorme com os fluidos orgásticos. Os músculos da buceta puxando para frente ao longo do eixo desesperados pela semente dele.
*Caralho! A buceta dela está ordenhando meu pau*, pensou Santos. Tinha sido muito tempo desde que fodeu uma mulher cujo corpo parecia projetado para um pau negro gigante. Podia até sentir o pulso dela dentro da buceta enquanto relaxava o aperto na rola, mas só por um segundo. Começou a trabalhar o pau para dentro e fora um pouco agora e quase imediatamente ela estava gozando em cima novamente. *Essa é uma buceta branca nota A*, decidiu, as línguas ainda se abraçando enquanto se beijavam.
Santos removeu a língua e beijou os lábios antes de se empurrar até estar ajoelhado. Carla o observou subir acima dela. Quase parecia assustada, sabendo que ele estava prestes a realmente começar a fodê-la. Tinha gozado duas vezes e nem tinham começado ainda. Ele segurou os joelhos e lentamente começou a fodê-la. Removeu apenas uma polegada antes de bater para frente, depois duas, depois três. Com quatro, ela gozou novamente, esguichando fluido por todo o entrepernas dele e encharcando as bolas. Cada vez que batia para frente havia um barulho alto de esguicho enquanto enterrava na buceta branca.
SQUISH! SQUISH! SQUISH!
O barulho era constante agora enquanto Sr. Santos acelerava. Carla gozou repetidamente. Estava quase fodendo com o eixo inteiro. O filho virgem tinha sido incrível na cama, mas este era um homem experiente que sabia como foder uma mulher.
"AAAAAHHHH!" O corpo inteiro de Carla tremeu enquanto olhava fixamente para o peito peludo musculoso. *Mais um*, pensou, os olhos subindo pelo peito até o rosto de linhas duras. *Quantos foram?* e outro já estava crescendo. Carla estava conseguindo exatamente o que queria neste fim de semana só que ao invés de conseguir do melhor amigo do filho, um jovem legal, estava conseguindo do pai mais velho e brutamontes. Esguichou novamente, encharcando o pau que empurrava. Os lençóis sob as virilhas estavam ensopados, estava esguichando tanto.
WHAM! WHAM! WHAM!
Santos a fodeu forte com o comprimento completo do pau, as pernas dela travando ao redor das costas, tentando puxá-lo fundo dentro dela, segurá-lo dentro para sempre, mas ele era forte demais, e as bolas batiam forte contra as coxas com força suficiente para arder. Carla não se importava. Estava gozando novamente.
"GOZANDO!" gritou. "AI MEU DEUS! ME FODE!"
"Tão bom. Tão bom. TÃO BOOOOM!" Estendeu a mão e apertou os seios. Os dedos encontraram os mamilos, beliscando forte tentando tirar a mente do prazer esmagador na buceta. Só aumentou o prazer ao ponto de temer desmaiar. Fundo no fundo da mente, um pequeno medo começou a crescer. Santos não podia manter este ritmo rápido por muito mais tempo. Ia gozar logo. A semente do Thi tinha enchido a ponta pequena demais da camisinha ao ponto de ter enchido como um balão de água. A dor tinha sido semelhante a dar à luz e não tinha dúvida depois de engolir a carga que o gozo do Santos estaria expandindo o receptáculo da camisinha ainda maior. Mas era difícil se preocupar, quando não conseguia parar de gozar. Carla caiu em si quando Santos pronunciou uma palavra.
"Gozando," resmungou, enfiando o pau fundo.
Ela soltou os mamilos e agarrou os lençóis, sentando alarmada. "Tira!" O pau pulsou, e Carla sentiu o útero começar a expandir. "AAAIII! TIRA!!"
"Tá preso no seu colo do útero," rosnou, tentando puxar os quadris para trás.
"Dói. Por favor?" implorou enquanto os olhos lacrimejavam. O receptáculo inflando agora parecia tão grande quanto a cabeça do filho quando deu à luz e o pau ejaculando do Santos não estava esvaziando.
Carla caiu na cama, os nós dos dedos ficando brancos enquanto agarrava os lençóis no colchão. Suor brotou na testa enquanto as lágrimas continuavam caindo pelas bochechas. Justo quando sentiu que não aguentava mais a dor, um calor líquido encheu o útero. "Assim é melhor," gemeu, a dor desaparecendo. O calor se espalhou, permeando o corpo. "SIM!" choramingou enquanto ondas de prazer a tinham se contorcendo na cama, a buceta moendo no pau dele. De repente, o corpo empurrou para cima no pau. "Tô gozando de novo!" gritou. Espasmos sacudiram o corpo fazendo a cama tremer como se estivesse tendo uma convulsão. O pau do Santos ainda estava esguichando enquanto conseguiu puxá-lo através do colo do útero. Jatos da semente quente mangueiraram o colo do útero fechando com mais calor mesmo enquanto uma enchente de esperma seguia o pau recuando do útero. E ainda, o corpo continuava empurrando sob os arremessos de um orgasmo poderoso puxando a semente fértil o mais fundo possível.
O pau poderoso de Gilberto Santos escorregou da buceta. Ainda estava inchado e duro, se contraindo enquanto saltava para cima atirando fios de esperma pelo corpo. Espirrou do nariz ao umbigo. Ela apertou o eixo entre as coxas cobertas de meia-calça, segurando a vara imóvel enquanto continuava jorrando. *Tão bom*, pensou Carla, arqueando as costas, mas sentia-se estranha. Calor encheu o útero.
Carla relaxou as coxas e estendeu a mão para agarrar o pau. "Meu útero tá balançando," disse a ele, olhando fixamente para a cabeça bulbosa do pau. Continuava pingando esperma na barriga. Tudo que restou da camisinha era o anel de látex rasgado um pouco abaixo da glande.
"Camisinha estourou," resmungou Santos. "Acontece toda hora. Emprenhou bem essa buceta."
Carla soltou o eixo e caiu de volta na cama. A buceta estava escancarada aberta, um rio de sêmen derramava dela, encharcando a cama. "NÃO! Não em mim," chorou incrédula enquanto olhava pelo corpo. "Você me emprenhou? Você gozou em mim? SEU ESPERMA TÁ EM MIM?!" O homem negro mais velho apenas acenou, parecendo presunçoso. "NÃO!" gritou para ele em negação. Não tinha esperma de homem desde conceber João perto de dezenove anos atrás. O calor no útero estava crescendo ao pensamento de ser inseminada por Gilberto Santos e estava bem entre ciclos, o tempo mais fértil. A cabeça de Carla caiu forte no travesseiro, os olhos revirando. "Seu esperma tá em mim." *Estava nua numa praia tropical, braços abertos sentindo o calor do sol. Uma onda estava rolando em direção a ela, crescendo mais poderosa ao se aproximar.* "SIM!" gemeu, se contorcendo na cama. *A onda ficou mais perto ameaçando dominá-la. Estendeu a mão para abraçá-la.* "EMPRENHADA!" *As bordas das ondas eram espumosas e brancas, cheias de espermatozoides nadando.* "SIM!" *A onda quebrou sobre ela, envolvendo o corpo inteiro com o calor.* "EU TÔ..."
"GOOOZAAAANDOOO!!" Os lençóis se amontoaram nos punhos de Carla enquanto os pés empurravam a bunda para cima da cama quase como se estivesse tentando levantar de volta para o pau ainda duro do Santos. As contrações empurraram uma enchente do esperma dele para fora da buceta sob um jato de fluido que esguichou do clitóris quase todo o caminho até o pau enquanto ao mesmo tempo puxando o esperma para dentro do útero.
"Caralho garota! Você esguicha," resmungou o homem negro, impressionado consigo mesmo e a habilidade de fazê-la gozar mesmo depois de ter tirado. Os quadris estavam subindo atirando mais fluido orgástico e sêmen antes de colapsar de volta na cama. Continuou a se contorcer em êxtase, gemendo suavemente para si mesma. Gilberto deitou ao lado enquanto o pau ficou mole e caiu pela coxa.
Carla permaneceu de costas por um tempo, tentando recuperar o fôlego. Quando se recuperou, sentou e colocou os óculos na mesa de cabeceira, gemendo enquanto levantava e bamboleando de pernas arqueadas ao banheiro. Ligou o chuveiro, esperou esquentar antes de entrar.
A água quente a reviveu enquanto ensaboava o corpo voluptuoso com sabonete líquido. Os mamilos permaneciam duros e pontudos, formigando enquanto as mãos passavam sobre eles. Lavou entre as coxas, a buceta faminta por mais ao ponto de ter que resistir a deslizar os dedos dentro. As necessidades deveriam estar completamente satisfeitas, mas o corpo parecia vivo. Ansiava sentir o pau negro gigante do Sr. Santos dentro dela novamente, fodendo, bombeando cheia de mais da semente quente volumosa. Carla deixou a água quente lavar sobre o cabelo tanto desejando que ele a fodesse novamente quanto rezando para que ele tivesse ido embora e fora da vida para sempre quando deixasse o banheiro.
Em vez disso, a porta do chuveiro abriu, e Santos apareceu olhando lascivamente para o corpo molhado sexy. "Pensei em me juntar a você," disse, pau subindo até ficar reto enquanto entrava no box apertado. Santos devia ter ótimo fluxo sanguíneo quando o pau continuou subindo até empinar para cima. Deu um passo à frente e se inclinou, a própria cabeça dela virando automaticamente para beijá-lo. A cabeça do pau deslizou sob um seio, ela estendeu a mão para agarrá-lo, massageando o eixo. Continuaram se beijando enquanto os corpos molhados deslizavam um sobre o outro. A perna direita de Carla deslizou atrás da bunda dele, puxando-o mais apertado nela. O corpo queria escalar esta montanha de homem, enrolar as pernas ao redor da cintura e pular para cima e para baixo no pau enorme. Pior, queria vê-lo novamente.
Santos resmungou e agarrou o tornozelo. Virou-a rudemente até estar apoiada em uma das paredes de acrílico transparente. Os seios pressionaram no acrílico enquanto puxava o cabelo. Carla sentiu a cabeça enorme do pau cutucando a buceta justo antes de lentamente empurrar de volta para dentro. Santos a segurou, uma mão agarrando o tornozelo, a outra com o cabelo escuro longo enrolado no punho. Santos começou a trabalhar lentamente o pau para dentro e fora.
FODE! FODE! FODE!
[…]
Nota: Até a próxima parte! Comentem meus amores! 🔥🥰