José: O Pedreiro Negão que reformou meu cu

Um conto erótico de Gnomo Paz
Categoria: Homossexual
Contém 5957 palavras
Data: 25/01/2026 01:21:59

Ao despertar, abri meus olhos e me deparei com a luz suave da manhã. Desci de minha cama enorme e caminhei até a janela, ansioso para sentir a brisa fresca da manhã em meu rosto. Entretanto, meu olhar foi imediatamente atraído para o caos lá fora. A casa da piscina (um pequeno quartinho onde eu guardava as bóias e outras coisas) se encontrava desmoronada. Lembrei-me que no fim de semana teve uma festa em família, e algum parente sem noção, e muito acima do peso, resolveu botar uma rede e dormir a noite toda.

Em menos de segundos, tudo veio ao chão. Nenhum familiar se machucou, então continuaram a festa, como se nada tivesse acontecido. Eu falei para mim mesmo que ligaria para alguém, quando todos fossem embora, mas eles passaram mais tempo aqui do que eu planejava.

Apenas hoje de manhã, às 5 horas, eles foram embora, alguns foram direto para o emprego. Eu liguei para o meu chefe e inventei uma desculpa para faltar hoje e dormir. Como eu não me lembrava que a casa da piscina havia desabado, dormi tranquilamente.

Agora, eu estava acordado e atordoado. Minhas coisas estavam debaixo dos escombros, as bóias ainda estavam na piscina, flutuando calmamente. Soltei um longo suspiro, peguei meu celular e com as mãos trêmulas, digitei os números do pedreiro de confiança.

A ligação ecoou no silêncio da manhã, enquanto eu tentava articular as palavras que expressassem a urgência da situação.

— Alô, José? Aqui é o Ricardinho, não sei se você lembra de mim…Enfim, preciso da sua ajuda, a casa da piscina desabou. Por favor, venha o mais rápido possível. — implorei, sentindo o peso da incerteza invadir meus pensamentos. — Vou lhe enviar o endereço.

Para ser mais sincero, eu não conhecia muito bem o pedreiro José, mas eu o vi, de longe, trabalhando na casa de meu amigo, Fábio, e percebi que ele fez um ótimo trabalho. Fábio sempre elogia os trabalhos de José, sempre me falou que caso eu precisasse reformar algo, seja grande ou pequeno, não importava, pois José era o único que poderia dar conta de entregar algo bem feito e em pouco tempo. Acho que finalmente eu irei conhecer, de verdade, de maneira formal, o famoso pedreiro José, que meu amigo tanto faz propaganda.

Em menos de meia horas escutei alguém bater na porta. Corri, quase saltitando e fui abrir a porta. Ao abri-la, meu coração deu um salto inesperado. Lá estava ele, o Pedreiro. Seu tom de pele cor de ébano irradiava uma beleza única. Eu nunca havia imaginado que a visita de um profissional pudesse despertar sensações tão intensas.

Seus músculos definidos, resultado do trabalho braçal, eram como uma obra de arte esculpida pela força e pela determinação. Eu, que sempre apreciei o porte físico dos homens, me encontrava fascinado diante dessa manifestação de masculinidade. José poderia não ser muito bonito de rosto, mas parecia ser simpático. Seu sorriso era contagiante e bastante simpático.

— Bom dia, Senhor Ricardinho. Eu vim o mais rápido que pude. — a voz dele era engraçada, mas cheia de cordialidade.

Sorri para ele, me afastando para ele entrar.

— Obrigado, você veio mais rápido do que eu esperava. E por favor, não me chame de senhor.

Ele sorriu, pediu ‘licença’ e passou por mim. Não pude deixar de notar o cheiro agradável de seu perfume amadeirado. Simpático, educado e muito cheiroso. Melhor do que muito “gostosão” babaca, burro e fedido que fazia academia comigo.

Levei ele até a cozinha, peguei minha xícara de café, que estava bebendo antes dele chegar e sorri para ele, meio corado.

— Perdão, eu liguei para você antes mesmo de eu tomar café. — segurei a garrafa de café e dei uma sacudida. — Você chegou mais cedo do que eu imaginava, como eu disse, mas ainda tem muito café. Me acompanha?

— Eu já tomei café, mas eu posso esperar você terminar.

— Tem bolo, pão, e muito café. — puxei a cadeira e me sentei, a fim de terminar o meu café. — Por favor, tome café comigo.

— Já que insiste. — ele deu de ombros e sorriu.

Ele puxou a cadeira ao lado da minha e sentou-se, servindo-se de pão e café. Conversamos um pouco sobre nós, enquanto tomávamos café. Eu falei sobre mim, sobre meu emprego, sobre minha amizade com Fábio e falei também de todo o marketing que ele fez. José sorria, todo sem jeito.

Ele me contou sobre sua trajetória e suas experiências de vida. Falou das dificuldades de quando começou a trabalhar como pedreiro, mesmo sendo muito novo, falou sobre a família (pelo modo como ele falava, família parecia ser tudo para ele). E me falou que conheceu Fábio na praia, porém não deu muitos detalhes.

Enquanto trocamos algumas palavras, minha admiração só crescia. Era como se sua presença desencadeasse uma apreciação genuína por sua educação, por seu respeito comigo, por sua jornada e esforço diário. Aquele encontro inesperado transformou um simples serviço em um momento em que a admiração pelo físico se mesclou com a apreciação pela força interior.

E ali, na mesa da cozinha, tomando café com o pedreiro de meu amigo, percebi que a beleza vai muito além da estética; ela reside na singularidade de cada história e na força que molda nossos caminhos. José, o pedreiro, com sua presença marcante, deixou uma marca em minha mente, sobre o que é verdadeiramente belo.

— Vem, eu vou mostrar o estrago que fizeram no meu quintal. — o chamei, após servir dois copos de água para ele.

Mostrei o estrago e falei que um familiar acima do peso armou a rede, amarrando uma corda na coluna de sustentação, fazendo a mesma, junto com o teto, vir ao chão.

— Ele saiu antes que o teto desabasse sobre a cabeça dele?

— Sim. Acho que foi um tio ou um primo, nem sei.

— Que perigo. — ele pareceu analisar as coisas e a estrutura e de outras partes da casa. — Parece que o pedreiro que fez esse quartinho, para você guardar as bóias, é um sem noção. Ele ergueu a parede em um piso um pouco inclinado. — ele apontou para o chão. — Está vendo ali?

Eu não estava vendo nada além de bagunça e escombros, mas acenei a cabeça afirmativamente.

— Então você quer que eu limpe tudo isso e construa algo novo no lugar?

— Exatamente. — sorri para ele. — E eu não estou com pressa, então pode fazer tudo no seu tempo.

— Certo. — ele sorriu para mim.

— Quando você vai poder começar?

— Hoje mesmo, só preciso pegar minhas ferramentas no carro.

— Sério? Você já veio preparado?

— Ouvi sua voz de urgência no telefone, então eu vim para dar o meu melhor.

— Uau! Agora eu sei porque meu amigo Fábio fala tão bem de você.

Acho que foi impressão minha, mas vi um sorriso malicioso surgir no rosto de José.

— Novamente, obrigado pelo café da manhã. — ele colocou a mão em meu ombro, me olhando com intensidade. Senti meu coração dar mais um salto inesperado. — Me acompanha até a porta, para eu pegar minhas ferramentas no carro?

— C-claro. — gaguejei, sentindo minhas bochechas corarem.

Fiquei impressionado com José. Ele pegou todos os materiais e ferramentas que precisava. E em poucos minutos, ele começou a trabalhar. Fiquei impressionado com a cena que se desenrolava no quintal.

José trabalhava incansavelmente com uma pá, movendo escombros pesados e depositando-os no carrinho de mão com destreza. Depois levando o carrinho cheio, pelo corredor que ligava a garagem ao quintal (pois ele não queria sujar minha casa por dentro), e despejando tudo na caçamba de lixo, que meu vizinho havia solicitado.

— Você já está todo suado. — comentei, vendo o suor refletindo em seu corpo, refletindo também o esforço e dedicação dele. — Vou pegar um copo d’água para você.

Cada movimento de José era uma exibição de força bruta e habilidade, um testemunho da determinação de seu serviço. Ele estava carregando o peso dos escombros, que pareciam ser feitos de isopor, e parou, olhando para mim com muita energia.

— Um copo d’água gelada agora seria perfeito.

Pensei que ouviria uma voz já cansada do trabalho árduo, mas a voz de José estava firme e incansável (mas ainda parecia levemente engraçada). Sem contar que ele estava fazendo tudo sozinho, sem a ajuda de auxiliares. Seu esforço e sua independência destacam não apenas a força física dele, mas também a dedicação dele com suas obrigações.

— Eu vou trazer uma água bem gelada para você. — falei sorrindo, antes de entrar na cozinha.

Abri a geladeira, peguei uma jarra de água e coloquei alguns cubos de gelo. Abri o armário e procurei alguns copos de vidros e uma bandeja para servi-lo. Olhei para o lado e vi, através da janela, o pedreiro trabalhando no quintal. Agora ele estava quebrando o resto da coluna.

Seu trabalho braçal era como uma dança de força e habilidade, uma coreografia de movimentos precisos que fazia pedras e tijolos da coluna virem ao chão. O sol da manhã reluzia o suor na pele cor de ébano do pedreiro, enquanto seus músculos se destacavam com cada movimento.

— Caralho, que delícia assistir isso. — deixei escapar, derrubando alguns copos de plástico no chão.

Em poucos minutos eu surgi no quintal, carregando água gelada para José. Ele parou de trabalhar por um segundo, talvez para recuperar o fôlego, pegou a barra da camisa branca, que estava levemente suada, e a puxou para limpar o suor da testa.

Quase desmaiei quando ele revelou sua barriga tanquinho, delineando os músculos tonificados, e revelando a entrada em formato de V, o caminho para o paraíso, que sumia por dentro de sua bermuda. A pele levemente suada tinha um contraste tão belo com a camisa branca, que fazia o meu coração saltar em meu peito.

— Você está aí. — ele sorriu quando finalmente me viu. — Obrigado.

José pegou um copo e levou até os lábios grossos e escuros. Ele tomou tudo em um grande gole. Ainda mastigando o gelo, ele pediu mais, com um sorriso tímido. Eu botei mais água em seu copo, mas dessa vez, foi diferente. Ele não bebeu tudo de uma só vez.

Eu vi tudo em câmera lenta: a água escorrendo pela lateral da boca, descendo pelo seu pescoço, e ensopando sua camisa, que já estava molhada de suor. Em poucos segundos, a camisa branca ficou transparente e colada ao seu tronco, deixando à mostra não apenas a força do trabalho árduo, mas também sei peitoral musculoso e sua barriga tanquinho

Aquilo tudo era demais para mim. Geralmente, procuro, com urgência, um macho para foder o meu cu quando acordo com fogo no rabo. Mas nunca aconteceu de alguém me provocar tanto assim, ao ponto de meu cuzinho piscar loucamente, implorando para ser penetrado.

Toda aquela exposição inesperada da força física do pedreiro negão estava me atiçando. O contraste entre o suor que brilhava em sua pele escura e a firmeza de seus músculos definidos me mostravam, com clareza, o quão sexy poderia ser um homem trabalhador. O quão poderoso poderia ser o corpo de um marmanjo que ganha massa muscular e definição através do esforço físico do trabalho pesado.

— Muito obrigado. — José sorriu para mim com doçura e imediatamente voltou ao trabalho.

Eu voltei para a cozinha e o deixei trabalhar.

Me sentei na cadeira, sentindo minhas pernas bambas. O barulho de marteladas e o barulho de pedras pesadas sendo jogadas no carrinho de mão, não me incomodavam. Mas o fogo no meu rabo, que crescia rapidamente, estava começando a me incomodar.

— Alô, Fábio? Sou eu, Ricardinho. Porque você não me disse que seu pedreiro era um verdadeiro tesão? — escutei ele sorrindo do outro lado da linha.

— Lembra que eu te contei que um dia eu fui à praia, em busca de macho gostoso para me foder?

Fábio e eu somos amigos. Tenho muita sorte dele ser tão safado quanto eu, se não mais. Sempre conversamos sobre nossas aventuras sexuais. Ele me contou uma vez que foi à praia e acabou curtindo bastante com alguns machos que ele encontrou por lá.

— Sim. Me lembro. — pensei um pouco. — Mas você me contou muita coisa nesse dia. Primeiro você me contou que teve um sonho erótico, muito realista, com um negão gigante e musculoso. Se não me engano, você me falou que um vendedor ambulante te acordou e te botou para mamar até gozar em sua boca ou garganta. E logo em seguida ele comeu seu rabo.

— Exatamente.

— Depois você foi ao banheiro público para se limpar e encontrou um morenão alto. Ele te comeu no chuveiro, mas o namorado dele chegou, um macho parrudo, acho. Mas em vez dele brigar com vocês ou partir para a agressão, ele te botou para mamar enquanto o namorado te comia.

— Sexo a três pode ser gostoso, mas também pode ser bem complicado.

— Certo. Então José é o vendedor ambulante que te acordou e te comeu?

— Sim. Ele estava vendendo umas pulseiras da sobrinha, algo assim.

— Então você conheceu ele caindo na pica dele.

— Foi. — respondeu Fábio, sorrindo do outro lado da linha. — Ele se ofereceu para me deixar em casa. Conversamos e ele falou que era pedreiro. Eu comentei que queria fazer uma reforma no meu quarto e vi que ele era um verdadeiro talento para fazer reformas.

— Uau!

— Peça para ele fazer uma reforma no seu cu, com a pirocona preta dele, você vai adorar.

— Fábio!

Ele sorriu alto do outro lado da linha.

— Ele é um macho safado e que não dispensa um cuzinho. E você é branquinho, Ricardinho. Magrinho da bundinha boa. Ele vai adorar te foder…

— Para, Fábio. — pedi, interrompendo ele.

Meu pau já estava levemente duro e meu cuzinho piscando loucamente.

— Bem, preciso voltar ao trabalho. — informou Fábio, parando de sorrir. — Aliás, você faltou ao seu emprego hoje só para dar o rabo para o seu novo pedreiro? Que safadinho.

— Isso não é verdade!

— Bem, não julgo. — ele voltou a sorrir do outro lado da linha. — José é um macho gostoso caralhudo com um apetite sexual maior que o meu e o seu juntos.

— E isso é possível?

— Quando se trata de bundas branquinhas, sim. Ele consegue ser um verdadeiro machão no cio que só vai descansar após encher sua garganta e seu cu de argamassa.

— Argamassa?

— Sim. Esqueci de contar, a porra dele é branquinha e grossa, igual argamassa.

— Uau… Eu nem sei o que dizer.

— Diga que vai pedir para ele reformar seu rabo guloso e encher ele de argamassa.

— Para, Safado!

— Agora é sério, preciso voltar a trabalhar.

— Tchau!

— Tchau! Beijo na pinta. — provocou Fábio, antes de desligar.

Deixei o celular encima da mesa e fui até a janela para observar José trabalhando. A janela se tornou meu observatório privilegiado, se tornou um portal para o mundo do trabalho braçal, que se tornava cada vez mais sexy, a cada segundo que se passava.

Agora que eu sabia que aquele negão gostava de uma bundinha branquinha, precisava fazer algo. Eu precisava tomar alguma atitude ou bolar um plano. Eu precisava que o meu novo pedreiro fosse até meu quarto, montasse em cima de mim e destruísse meu cuzinho, para depois consertar com a gala dele, ou, como diz meu amigo, com a “argamassa” dele.

— José, venha aqui na cozinha, por gentileza. — pedi, da janela.

Ele parou o que estava fazendo, olhou para mim, limpou o suor da testa com o antebraço e deu de ombro. Quase pulei de empolgação quando o vi caminhando na minha direção.

— Eu fiz uma limonada para me refrescar nesse calor. — peguei o antebraço dele e o puxei até a cadeira da mesa. — Fiz bastante, você quer?

— Claro. — respondeu ele, sorrindo, sentando-se na cadeira.

— Ah! — exclamei vendo apenas a jarra de limonada na mesa. — Eu me esqueci dos copos. Vou pegar.

Fui até o armário, me ajoelhei no chão, abri e me enfiei lá dentro, ficando de quatro, com a bunda empinada bem no campo de visão do meu novo pedreiro.

— Achei os copos. — falei, ainda de quatro no chão, desejando que ele estivesse de olho em minha bunda empinada para ele. — Minha avó me deu esses copos, e me disse que sempre devo tomar limonada neles.

Me levantei, fui até a pia, passei uma água neles e virei-me para José, limpando os copos com um pano de prato. Ele estava um pouco boquiaberto, me encarando. Desci o olhar e vi uma leve movimentação entre as pernas dele.

Sorri e andei até ele, parando bem do ladinho daquele macho levemente suado. Parei tão perto dele que poderia sentir o ombro dele roçando na lateral da minha bunda.

— Prontinho. — eu o servi.

Dei a volta na mesa e sentei de frente para ele.

— Um brinde.

Brindamos e tomamos limonada. Ele estava em silêncio, me encarando com desconfiança. Dessa vez, era eu quem iria seduzi-lo. Ele mexeu comigo quando deixou a camisa branca transparente quando bebeu água. Mas agora, o jogo iria virar.

Comecei a puxar assunto, enquanto servia mais limonada. Ele conversou comigo normalmente, enquanto bebia aquele líquido gelado de gosto forte. Ele agradeceu quando terminou, e voltou para o quintal.

Fiquei sentado, triste por não ter conseguido nada. Eu brinquei com o gelo e fiz caras e bocas quando colocava o canudo na boca. “Será que ele não entendeu ou não está afim?”, pensei, segurando meu rosto com as duas mãos.

— Preciso de um banho. — falei para mim mesmo.

Minutos depois, escutei José me chamando. Eu havia acabado de sair do chuveiro, então apenas peguei a toalha, enrolei na cintura e me dirigi ao quintal. Não precisei andar muito, pois ele já estava na cozinha, vindo atrás de mim.

— Que foi? — perguntei assim que parei na frente dele.

— Eh… — ele estava boquiaberto, encarando meu tronco. Acho que ele estava hipnotizado pelo meu corpo magro, branquinho, todo molhadinho. — Eu tirei alguns objetos dos escombros e queria saber se você quer que eu os jogue fora. Quase todos estão quebrados e…

— Pode jogar fora.

— Tem certeza?

Me aproximei dele.

— Você pode fazer o que você quiser. — falei devagar, de um jeito sexual.

Fiquei com medo dele me empurrar, ou me denunciar por achar que estou assediando ele. Então engoli em seco, pedi desculpas e me virei. Eu ia correr para o meu quarto e enviar minha cabeça no travesseiro, mas José segurou meu pulso.

— Eu…

— Eu acho que tu quer pica, mas não está sabendo pedir. — Vi um sorriso malicioso no rosto dele.

Senti minhas pernas bambas, minhas mãos tremiam e acabei soltando a toalha, que porventura, caiu no chão, me deixando completamente nu, na frente daquele do meu pedreiro negão.

— Eu…

— Se é isso que tu quer. — ele de uma apertada na mala grande escondida na bermuda e deu uma sacudida violenta. — É só pedir com jeitinho, que o negão aqui te da ela todinha pra você. Posso não ser bonito, mas tenho uma bela piroca preta.

— Eu…

— Eu sei que tu quer isso. — Vi a mão calejada dele amassando e afofando a extensão da pica, que parecia grande mesmo estando meia-bomba. — Você ficou exibindo essa raba pra mim quando estava procurando os copos para tomar limonada.

Agora os olhos dele desceram para a minha bunda branca e empinada.

— Eu conheço quando tem alguém querendo pica. — sorriu ele, dando uma patolada na anaconda, que parecia estar acordando a cada segundo que passava. — Me fala que você quer a minha piroca, que eu te dou.

— Eu…

— Para de cu doce. — ordenou ele, sério, todo imponente. — Me fala o que você quer.

— Eu quero pica.

— Ótimo. — ele sorriu, pegando em minha cintura com as duas mãos. Ele encaixou o pauzão duro dele, escondido na bermuda, no meio do meu rabo. Senti a dureza e o tamanho daquela jamanta roliça. — Agora seja específico.

Ele estava me provocando.

— Eu quero pica. — eu repeti. — Eu quero a sua pica. Vai, negão, me da a sua pirocona preta.

— Assim que se fala. — sorriu ele, todo orgulhoso de mim.

José voltou a pegar em meu pulso e me arrastou para o meu quarto. Ele me jogou na cama e tirou a roupa, ficando completamente pelado em minha frente. Fiquei boquiaberto com o físico másculo dele. Agora eu conseguia ver todos os músculos levemente tonificados e delineados do trabalho braçal dele. Aquele era o físico de quem pegava no pesado todo santo dia.

“Ele é bonito de corpo.”, pensei, analisando cada detalhe do corpo do meu novo pedreiro. “ E tem uma ferramenta muito grande e muito bela.”.

— Uau! — foi tudo o que consegui dizer, encarando aquela aberração da natureza.

A ferramenta dele era grande, grossa, preta (mais escura que seu tom de pele), veiúda, pentelhuda e não circuncidada. Ela estava completamente dura, pulsando bem na minha frente, logo acima de duas bolonas grandes e pesadas.

— Vem cá. — ele segurou na caceta e puxou a pelezinha que cobria a glande enorme e rechonchuda, de cor escura, meio arroxeada. — Vem mamar teu pedreiro.

Eu me sentei na cama e ele se aproximou de mim, segurando e balançando a bengala dele próximo da minha cara. O cheiro de testosterona logo penetrou em minhas narinas. Ele não estava fedendo a suor, mas estava cheirando a macho. Aquele cheiro que só putinhos reconhecem. Aquele cheiro que faz o meu pau inchar e faz o meu cuzinho piscar.

— Para de enrolar e chupa logo. — ele puxou minha nuca na direção do cacete dele e em menos de um segundo eu já estava com metade daquela piroca dentro da minha boca, me fazendo delirar com o tamanho, a grossura e o gosto da pré-porra. — Ohhhhh! Isssoo! Que boquinha gostosa! Eu sabia que tua mamada era de responsa. Eu conheço putinhos bons de boquete só de olhar para eles.

Meu cuzinho piscava com as putarias que José falava enquanto eu mamava o pauzão dele. Eu lambia ele todo e chupava igual um bezerro faminto. Vez ou outra eu forçava a cabeça para frente, tentando engolir até o talo.

— Isso, putinho, engole o meu cacete!

— Hummm… Que delícia de pauzão você tem. — falei, batendo uma enquanto começava a lamber as bolas quentes e pesadas dele. — Aposto que esse sacão está cheio de argamassa.

Vi os olhos dele brilharem de luxúria.

— Está sim. — ele forçou minha cabeça para fazer uma garganta profunda. — Continua mamando que eu vou te dar o que você quer.

Eu engasguei naquela pirocona preta. Meus olhos já estavam cheios de lágrimas, mas eu não queria parar de mamá-lo. Continuei chupando e forçando na garganta, até que consegui guardar todos os centímetros dele em minha goela, deixando apenas as bolas de fora, tocando em meu queixo. O mesmo valia para meu nariz, que estava enterrado nos pentelhos de sua virilha.

— Ohhhhhhh! Que garganta profunda mais gostosa!

José segurou meu rosto e começou a foder minha boca como se fosse um cuzinho, ou até mesmo uma buceta. Meus olhos lacrimejavam, mais do que nunca.

— Ohh! Porra! — ele largou minha cabeça quando comecei a engasgar. — precisa de tempo para se recuperar?

— Não. — peguei na ferramenta dele, que agora reluzia com a quantidade de saliva que eu deixei por toda a extensão. — Quero mamar até você encher minha cara de argamassa.

— Se é isso que você quer.

Continuei mamando, dando atenção a cabecinha rechonchuda dele. José batia uma punheta frenética. Vez ou outra ele batia com o pau na minha cara e sorria.

— Toma surra de pica, putinho.

José acelerou a punheta e começou a urrar feito um animal.

— Ohhhhh! Toma argamassa na cara, putinho! OHHHH!

Ele gozou fartamente na minha cara. Abri a boca quando vi os primeiros jatos de porra. Realmente eram grossos e bem branquinhos, igual à argamassa. Ele deixou minha cara toda lambuzada de porra. Eu ainda consegui sentir o gosto do pouco que caiu em minha boca. Era uma delícia. Tanto o sabor quanto o cheiro eram fortes.

— Que delícia de gozada.

— Ainda não acabou não, puto. — ele pegou em meu braço e me jogou na cama, novamente. — Ainda tem muita argamassa em meu saco. Agora vou arrebentar suas pregas e estourar o seu rabo. Vou deixar ele com o formato do meu cacetão. — ele bateu com anaconda preta na polpa da minha bunda branquinha. — E depois vou encher de argamassa.

— Então vem.

— chamei, mordendo o lábio inferior, sentindo meu cuzinho piscando ainda mais. — Monta em cima de mim e me fode.

Foi o que ele fez. Subiu na cama e montou em cima de mim, feito um animal faminto. Eu estava deitado, de costas, mas senti ele ficando de cócoras atrás de mim. Ele foi encaixando o pirocão no meio do meu rabo e forçando a entrada.

— Ainnn! — Gemi todo manhosinho sentindo aquele caralhão entrando e roçando lentamente dentro de mim, centímetro por centímetro até o talo, na pele, sem qualquer proteção.

— Ahhh! Você está tão fundo…

A piroca farta do meu pedreiro era tão longa que senti batendo no fundo.

— Você pediu para eu montar em você. —

— E pediu para eu te foder. Então agora, aguenta.

Dito isso, ele colocou as mãos em meus ombros e tirou quase tudo, só para depois socar fundo dentro de mim. Cravando ainda mais fundo, me fazendo gemer alto.

— AHHHHHH!!

Depois daquilo, foi apenas sequência de metidão. José socava bruto e firme, com sua ferramenta preta, no olho do meu cuzinho. O barulho do corpo dele chocando-se contra minha raba branquinha logo começou a ecoar pelo quarto, juntamente com sua voz engraçada, falando baixaria para mim, como se eu fosse um puto de esquina.

— Toma piroca no meio do rabo, puto. — ele metia mais forte e mais fundo. — Nera isso que tu queria? Que eu arrombasse teu cuzinho? Vou destruir ele todo. Vou rasgar esse cuzinho para você nunca esquecer do poder da minha pica.

— Ainnnn! Issso! Me fode!

José acertou a minha próstata, o que fez meu corpo todo tremer debaixo dele. Acho que ele percebeu o que rolou, pois repetiu o movimento, me fazendo gemer ainda mais alto.

Olhei por cima do ombro e foi a melhor coisa que fiz. Pois vi o corpo, definido por causa do trabalho braçal, daquele macho reluzindo de suor, enquanto metia em meu rabo a bela e longa piroca grossona dele, que além de me preencher por dentro, acertava a minha próstata com gosto, ao mesmo tempo em que o talo grosso estourava minhas pregas.

— Ainn! Delíciaaaa!

Ver o contraste perfeito entre a pele negra dele junto a minha pele branquinha fazia meu cuzinho piscar ainda mais. Porém eu via e sentia que meu cuzinho

— Tá gostando de sentir minha pegada bruta? — perguntou ele, dando um belo tapão em minha bunda. — Tá gostando de sentir o meu calibre?

— Simm! Ainnn…

Ele acelerou as metidas, fazendo o barulho do choque entre nossos corpos ficarem ainda mais alto. José macetava meu cuzinho com socadas brutas, potentes e longas, de modo que eu demorava sentir as bolas dele espancando minha bunda de tão longo que era seu caralhão para meter tudo dentro de mim.

— Fica de quatro para mim.

Ele me ajeitou na cama e senti ele indo ainda mais fundo, se é que era possível. Será que eu havia esquecido como era dar para um macho dotadão? Meu pedreiro usava e abusava do meu rabo como se eu fosse apenas um objeto sexual.

— Ohhh! Eu vou gozar! OHHHHHH!

— Ainnn!

Ele me encheu de porra. Fábio não mentiu quando disse que a porra de José era grossa como argamassa, pois eu sentia o líquido quente e grosso sendo esguichado do pau dele e se alojando nas paredes de meu esfíncter.

— OHHHHHH! TOMA PORRA NO MEIO DO RABO, PUTINHO!!!

Acabei gozando também, sentindo a mangueira do meu pedreiro toda dentro de mim, despejando argamassa para tentar consertar o estrago que fez em meu cuzinho.

José tirou o caralhão de dentro de mim, após longos minutos de foda anal brutal. Senti aquele líquido grosso saindo do meu buraco, que com certeza estava arrombado, pois ardia um pouco, mas era aquela dor que adorava sentir após dar para um dotadão.

— Tá bem arrombadinho. — sorriu ele, segurando a polpa da minha bunda e admirando o estrago que fez. — Deixei do tamanho do meu cacetão preto.

— Vem, termina logo de me arrombar e goza novamente dentro de mim. — pedi, ficando de frango assado. — Lambuza meu cuzinho com mais argamassa.

— Não quero de frango assado. — ele deitou na minha cama, todo suado e com o peito subindo e descendo rapidamente. Ele estava ofegante. — Quero que você sente na minha vara negra, grossa e veiuda.

Sentei na cama, sentindo meu cuzinho ardendo. Olhei para aquele marmanjo e sorri ao ver a vara dele dura, nem parecia que tinha gozado. Eu pulei no colo dele, prendi as mãos dele acima da cabeça e cheguei bem pertinho do rosto.

— Vou sentar no seu cacete como ninguém nunca sentou.

Fiquei de cócoras, segurando aquela ferramenta grossa e encaixei ela no meio do meu cuzinho. Nem precisei forçar a entrada, pois aquela anaconda entrou com tudo, como se já conhecesse o caminho. Entrou mais rápido que gente fedorenta correndo da chuva.

— Ahhh! — gemi ao sentir o cogumelo escuro se alojando novamente no meu rabo.

Comecei a sentar, sentindo a enorme vara do meu pedreiro entrando para dentro, sem dificuldade. Em poucos segundos, eu estava sentado no colo dele, sentindo apenas as bolas e os pentelhos do lado de fora.

— Usar a minha porra como lubrificante é sempre um tesão. — afirmou ele, segurando minha cintura com firmeza.

Ele firmou os pés na cama e começou a socar em meu rabo.

— Ahhhh!

José metralhou meu cuzinho novamente, agora, de baixo para cima. Eu apenas me inclinei para frente, colocando as mãos no peitoral dele. Fiquei boquiaberto ao sentir a firmeza e rigidez de seus músculos.

— Toma pica no rabo, puto! — exclama ele, olhando nos meus olhos, dando sequências de metidas brutas e sequências de tapões. — Vou estourar seu rabo, de novo.

— Ahhhh! Achei que você queria que eu sentasse…

— Gosto de foder putinhos como você até eu ficar sem forças. — sorriu ele, dando uma beliscada de leve em meu mamilo, o que me causou ondas de prazer, novamente. Aquele macho realmente sabia como atiçar um putinho. — Gosta disso, putinho?

— Ahhhh! Siimmm!

Quando finalmente parou de metralhar meu cuzinho com sua ferramenta, iniciei uma sequência de sentadas. Eu sentei e rebolei gostoso para meu pedreiro negão, fazendo ele gemer de prazer com minha bunda branquinho e meu cuzinho, agora arrombado e vazando porra.

— OHHH! EU VOU GOZAR!!! OHHHHHH!!!

— Issso! Safado! Goza pra mim! — sentei com tudo, enterrando a piroca dele por completo em minhas entranhas.

Senti vários jatos de porra me inundando de argamassa, de novo. Quando ele terminou de gozar, senti o pau amolecendo e escapando para fora do meu cuzinho. Eu me sentia arrombado, mais do que antes.

Deitei na cama, ao lado dele. Ambos estávamos ofegantes, suados e com os membros moles, o dele nem tão mole assim, até parecia que aguentaria outro round.

— Porra, putinho.

— Adorei receber argamassa no rabo.

— Você é um dos poucos putinhos que aguentam meu pau inteiro no rabo e ainda por cima, aguentou duas gozadas seguidas. — ele parecia feliz, orgulhoso, relaxado.

— Você deve estar cansado depois dessa foda. — observei. — Se quiser continuar o resto do trabalho só amanhã, eu irei entender.

— Que nada, só preciso me recuperar, tomar um banho frio e já estou novinho em folha.

— OK.

Eu sentei na cama. E avisei que iria tomar uma ducha, enquanto ele ainda estava deitado em minha cama. Após isso, deixei umas toalhas limpas sobre a enorme pia do banheiro do meu quarto.

— Prontinho. — Entrei no quarto, com uma nova toalha enrolada na cintura. — Todo seu.

— Valeu. — agradeceu ele, deitado na cama, todo relaxado, com os braços debaixo da cabeça, o que fazia seus bíceps se flexionar, de modo sexy e provocante. — Eu não me lembro de ter falado nada sobre minhas aventuras sexuais com Fábio.

Gelei, engolindo em seco.

— Eu não… Como você…?

— Percebi quando você estava me mamando e chamou minha gala de argamassa. Na hora eu saquei que Fábio tinha entrado em contato com você sobre nossas experiências sexuais. — ele sorriu, todo feliz. — Está tudo bem, só gostaria que vocês tivessem me falado que se conheciam e que ambos eram dois putinhos gulosos viciados em pica.

— Bem, agora que você já sabe… — dei de ombro, sorrindo com malícia. — Talvez podemos marcar um dia para você comer o meu cuzinho e depois o dele.

Vi o pau dele pulsar, querendo endurecer, ao mesmo tempo em que vi um sorriso malicioso surgir no rosto dele.

— Eu adoraria devorar e estourar o rabinho de vocês dois. — ele se levantou, andou até ficar parado no meu lado e cheirou meu pescoço. — Cheirinho de putinho que saiu do banho após ser fodido pelo negão aqui é o melhor cheiro do mundo.

— Você é um safado.

Ele sorriu.

— Assim que eu terminar aqui eu vou voltar a trabalhar lá fora. — ele deu uma piscadela para mim. — Acho que dá tempo de você fofocar com nosso amigo em comum, sobre a putaria gostosa que rolou aqui. Sei que ele vai adorar saber.

Ele entrou no banheiro, deixou a porta escancarada de propósito, para que eu visse a água molhando a pele cor de ébano dele, molhando cada músculo tonificado e definido devido ao esforço físico do trabalho braçal de pedreiro. As veias saltadas e dilatadas pela extensão tornavam aquela cena ainda mais maravilhosa.

José olhou para mim, sorriu e segurou a tromba negra molenga e molhada na minha direção. Depois disso ele virou-se para mim. A água molhava suas costas definidas, molhava sua bunda negra empinada para mim. Senti vontade de mordê-la, imaginando que deveria ser tão durinha, tão definida e tão rígida, quanto o resto de seu corpo de pedreiro trabalhador. Até as coxas e panturrilhas dele eram definidas.

— Porra, ele é uma delícia… — comentei, andando até meu guarda-roupa para vestir alguma roupa.

Percebi que muitos marmanjos da minha academia tinham um corpão grande, enorme, volumoso, mas com pouca definição. E aqui, debaixo do meu chuveiro, eu tinha o oposto disso. José não era grandão, mas seus músculos eram grandinhos, com uma definição e tonificação tão perfeita, que daria inveja a muitos machos da minha academia.

Aquele pedreiro era uma peça rara. Ele era cheiroso, simpático, educado, dotado e com o tesão de um Fábio, de um Ricardinho e de uma Anitta juntos. Esse macho era perfeito para mim e para o meu amigo.

“Se transar com eles dois for bom, será que eles topariam uma amizade colorida? Ou ser um trisal?”. Sacudi a cabeça, tentando expulsar essa ideia da cabeça.

— Prontinho.

Me virei e vi José, com o corpo todo molhado, com uma toalha branca enrolada em sua cintura. Vi um volume roliço marcado na toalha, óbvio que era seu caralhão negro grosso, longo, marcado no tecido branco e macio da toalha.

— Acho melhor você vestir a sua roupa e voltar a trabalhar… — dei uma sugestão, tentando cobrir o rosto, de forma brincalhona. — Antes que eu arranque a sua toalha, fique de joelhos no chão e volte a cair de boca na sua pirocona preta deliciosa.

Vi um sorriso malicioso surgir no rosto dele e vi também um volume pulsar por baixo da toalha.

— Pelo visto, eu irei voltar a trabalhar somente amanhã. — sorriu ele, tirando a toalha da cintura e jogando ela em meu rosto. — Vem cá, putinho.

O pauzão dele estava duro feito pedra.

— Eu aguento outro round. — ele me chamou, mexendo o dedo indicador. — Meu pau já está durão, querendo mais outra mamada sua.

— Caralho! — exclamei, boquiaberto.

Ele estava parado no vão da porta do banheiro, com o braço apoiado na porta, em uma pose sexy e provocativa.

— E aí? Sua boquinha e sua garganta aguentam mais um round? Meu cacetão está querendo ser engolido por completo, de novo. Topa?

Abri um sorriso malicioso em resposta.

Fim

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Notas do Autor:

Esse conto é bem antigo, achei guardado no fundo do baú Hehe. Espero que gostem!

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