Minha Esposa Fudeu Com O Garoto Que Ela Viu Crescer

Um conto erótico de cornoadestrado
Categoria: Heterossexual
Contém 2481 palavras
Data: 25/01/2026 02:28:41
Última revisão: 25/01/2026 02:32:45

Nós moramos neste condomínio de classe média alta há exatos dez anos. É aquele tipo de lugar onde as cercas vivas são aparadas milimetricamente, os carros na garagem valem mais que a própria casa e as aparências são tudo. Nós vimos o Gustavo, o garoto da casa ao lado, crescer. Literalmente. Ele e meu filho, o Paulinho, tinham a mesma idade, eram unha e carne desde os 8 anos. Cresceram trocando cartuchos de videogame, andando de bicicleta e, mais tarde, jogando no time de futebol do clube.

O Gustavo tinha acabado de completar 18 anos em maio. Era um espécime físico impressionante: alto, ombros largos de nadador, aquele bronzeado de quem passa o dia na piscina e uma arrogância natural que só a juventude e a beleza dão. Enquanto meu filho, o Paulinho, era mais franzino e estudioso, o Gustavo era o macho alfa do grupo. Meu filho tinha viajado para um intercâmbio antes da faculdade, deixando a casa silenciosa. A Aninha, nossa caçula de 16 anos, vivia trancada no quarto ou na escola.

Eu estava atolado de trabalho, chegando tarde, saindo cedo. A negligência com a casa era visível: o jardim parecia uma selva, a piscina estava ficando com aquele tom esverdeado de abandono. Minha esposa, Laura, estava de home office nos últimos meses. Aos 42 anos, ela ainda era uma mulher vistosa, com curvas que a idade tinha deixado mais pesadas, mas mais apetitosas.

Curiosamente, comecei a notar que as tarefas pesadas da casa estavam sendo feitas. Cheguei numa terça-feira e a grama estava cortada. Na quinta, a piscina estava cristalina. Laura dizia que tinha contratado um "rapaz avulso" para ajudar, mas nunca me dizia o preço e nem pedia dinheiro. Eu, cego pelo cansaço e pela rotina, não liguei os pontos imediatamente.

Mas o subconsciente é traiçoeiro. Comecei a ter flashbacks dos domingos no clube. Eu ia assistir aos jogos do Paulinho e do Gustavo. Laura ia junto. Eu me lembrava dela na arquibancada, de óculos escuros grandes, cruzando as pernas. Ela nunca olhava para o nosso filho. O foco dela era sempre o ataque. Era sempre o Gustavo. Eu via como ela mordia a haste dos óculos quando ele tirava a camisa para comemorar um gol. Eu via como ela fixava o olhar no short de tactel dele, observando o balanço pesado entre as pernas dele enquanto ele corria. Na época, eu achava que era coisa da minha cabeça, ciúme bobo de marido velho. Mas agora, as peças se encaixavam com um estalo doloroso e excitante.

Os sinais domésticos gritaram.

Primeiro, o ritual sagrado do banho. Em 20 anos de casamento, quando Laura tomava banho à noite e vinha para a cama de roupão de seda, era o sinal universal: "me fode". Isso parou abruptamente. Ela vinha de pijama, virava para o lado e dormia. Ou fingia.

Segundo, a roupa suja. Laura era conservadora. Calcinhas bege, largas, confortáveis. De repente, o cesto de roupa suja no banheiro da suíte virou um catálogo de pornografia. Fios-dentais minúsculos, rendas pretas e vermelhas que eu nem sabia que ela tinha. E o pior: o fundo delas. O tecido da virilha estava sempre duro, "encrostado" com um resíduo branco e amarelado, seco, com aquele cheiro inconfundível de água sanitária e testosterona. Porra. Muita porra.

A curiosidade virou uma obsessão febril. Numa tarde de sábado, enquanto ela estava no salão, invadi a privacidade dela. O iPad estava bloqueado, mas a senha... tentei o aniversário dela, o meu, o das crianças. Nada. Num insight doentio, digitei a data de aniversário do Gustavo: 0505.

*Desbloqueado.*

Minhas mãos tremeram. Não olhei o conteúdo ainda, o medo travou meus dedos. Fui para o quarto.

A gaveta da cabeceira. A caixa de preservativos (usávamos esporadicamente porque ela tinha parado a pílula) estava dizimada. De 24, sobraram 6. E os brinquedos... O vibrador Rabbit e um plug anal que usamos uma única vez estavam lá, jogados sem a caixa, pegajosos. Havia um cheiro de lubrificante misturado com sexo suor no ar da gaveta.

As câmeras de segurança da casa eram modernas, mas o histórico das tardes de terça e quinta estava sempre "corrompido" ou "offline". Alguém estava desligando o roteador manualmente.

Eu precisava ver. Eu precisava saber. Não era raiva. Era uma excitação escura, uma "coceira" no cérebro que me dizia que eu precisava assistir minha mulher sendo profanada.

Montei a arapuca. No nosso quarto, deixei meu notebook pessoal na escrivaninha, com a tela desligada e os LEDs cobertos com fita isolante preta, mas a webcam ativa e transmitindo via nuvem para o meu celular. Apontei direto para a cama king size.

Fui para o escritório, mas não trabalhei. Fiquei encarando a tela do celular.

Às 15:30, a notificação de movimento.

O vídeo abriu. O coração disparou na garganta.

A porta do quarto abriu e o Gustavo entrou. Ele não entrou como visita. Ele entrou como proprietário. Vestia uma regata de basquete larga e um short de tactel, boné virado para trás. Ele nem tirou o tênis sujo de terra. Caminhou até a minha cama, onde eu durmo com minha esposa há dez anos, e se jogou, sujando o edredom branco com os sapatos.

Minha esposa saiu do closet. A visão foi um soco no estômago. Ela estava nua. Completamente nua, exceto por um par de saltos altos pretos, vulgares, daqueles de stripper, e uma coleira. Sim, uma gargantilha de couro preto justa no pescoço. O corpo dela, que ela sempre escondia de mim com vergonha das estrias e da celulite, estava ali, exposto, oferecido.

Ela correu até a cama, mas não subiu. Ela se ajoelhou no tapete, ao lado de onde o Gustavo estava deitado com as pernas abertas.

— Atrasada, hein, tia? — Ele disse, a voz grossa, carregada de desdém. Ele nem olhou para ela, continuou mexendo no celular.

— Desculpa, Gu... desculpa, dono. Eu estava me arrumando pra você — a voz dela tremia. Não de medo, mas de uma submissão patética.

— "Dono"? Gostei. Mas tá falando muito. Cala a boca e trabalha.

Ele abaixou o short junto com a cueca num movimento só. O pau dele saltou para fora. Era monstruoso. Devia ter uns 22 ou 23 centímetros em repouso, grosso como um braço de criança, pulsando, a cabeça violácea e inchada. Era uma arma. Uma ferramenta de humilhação.

Laura, minha esposa, a mulher que presidia reuniões da associação de pais e mestres, agarrou aquele pau com as duas mãos como se fosse a única fonte de oxigênio do mundo. Ela começou a lamber a base, as bolas, subindo devagar, reverenciando a carne do moleque.

— Isso. Limpa bem. Joguei bola hoje cedo e nem tomei banho. Gosta do cheirinho de suor do macho alfa, né, sua velha?

— Sim... adoro... cheiro de homem... cheiro de macho... — ela murmurava entre as lambidas.

— Macho? Teu marido é o quê, então?

Ela parou por um segundo, olhando para cima, para os olhos cruéis do garoto que ela viu crescer.

— Ele é... ele é só o provedor. Ele é nada. Você é o macho.

— Isso aí. Agora engole. Tudo.

Ela abriu a boca o máximo que pôde e tentou acomodar a glande gigantesca. Ele não teve paciência. Largou o celular, segurou a cabeça dela com as duas mãos, dedos entrelaçados nos cabelos recém-escovados dela, e empurrou os quadris para frente com violência.

*GACK. GLORP.*

Ela engasgou, os olhos reviraram, lágrimas escorreram, mas ela não recuou. Ela abraçou as coxas dele e aceitou o estupro oral, a garganta sendo estuprada ritmicamente pelo melhor amigo do filho.

— Sabe de uma coisa, Laura? — ele disse, enquanto fodia a boca dela. — Eu lembro de você nos jogos. Eu tinha 15 anos e via você na arquibancada. Aqueles óculos escuros ridículos. Você achava que ninguém via, né?

Ele puxou o cabelo dela, tirando o pau da boca com um som de sucção estalo. Ela ficou ali, ofegante, baba e saliva escorrendo pelo queixo.

— Eu via, sua vaca. Eu via você secando meu pau balançando no short. Enquanto o Paulinho, aquele otário do seu filho, me passava a bola, a mãe dele tava lá, molhada, imaginando isso aqui na boca. Não é verdade?

— Sim... é verdade... — ela soluçou, humilhada e excitada ao extremo. — desde que você começou a ter pelos nas pernas... — ela confessou, a voz embargada pelo choro e pelo tesão.

Gustavo soltou uma risada cruel e seca. Ele agarrou o braço dela e a puxou para cima da cama com um tranco, tratando-a como um saco de lixo.

— Sobe, tia. Para de drama. Fica de quatro aí. Bunda pra cima, cara no colchão. Quero ver o que o corno do seu marido comeu esses anos todos.

Laura obedeceu instantaneamente, engatinhando na cama, arqueando as costas numa submissão automática. Ela empinou a bunda, expondo tudo para ele. Gustavo ajoelhou atrás dela e desferiu um tapa estalado, violentíssimo, na nádega direita dela. A pele branca ficou vermelha na hora, marcada pelos dedos do moleque.

— Olha pra isso. — Ele passou a mão grossa pela celulite dela com desprezo. — Bunda de coroa. Flácida. Mas serve pra levar pirocada, né?

— Serve... serve sim, dono... — ela ganiu contra o travesseiro.

— Minha mãe, a Dona Sônia... ela te adora, sabia? — Ele cuspiu nas costas dela. — Ela vive dizendo: "Gustavo, a Laura é uma mulher tão elegante, tão de família". Se a Dona Sônia visse a "mulher de família" agora, de quatro, com a buceta arreganhada pro filho dela... O que você acha que ela diria, tia?

— Que eu sou uma vadia... uma sem-vergonha... — Laura respondeu, tremendo.

— Exato. Uma velha safada que viu o filho da amiga crescer e agora quer dar pra ele. Você trocou as fraldas do Paulinho junto com a minha mãe, porra! E agora tá aqui, esperando eu meter.

Sem aviso, sem lubrificante, sem carinho, ele empurrou a cabeça do pau na entrada dela. Laura gritou abafado no travesseiro, mas ele não parou. Ele forçou a entrada, rasgando, invadindo, tomando posse.

— Aguenta, caralho! — ele rosnou, segurando os quadris largos dela e começando a socar. — Aguenta porque eu não tenho pena de puta velha.

O ritmo era brutal. *Plap, plap, plap*. O som da virilha dele batendo nas nádegas dela ecoava pelo quarto. Eu via a pele dela chacoalhar com o impacto, via o rosto dela amassado no colchão, babando.

— Sabe, coroa... — ele disse, ofegante, enquanto mantinha um ritmo cavalar. — Sua buceta é boa. É quente. Mas tá larga. Muita gente já passou por aqui, né? Até o otário do seu marido.

Ele se inclinou para frente, colando o peito suado nas costas dela, sussurrando o veneno direto no ouvido dela.

— Sabe quem é mais apertadinha? Quem tem a carne firme, novinha, que "agarrra" meu pau com força?

Laura gemeu, confusa.

— Quem...?

— A Aninha. Sua filhinha. Aquela putinha de 16 anos.

Pelo vídeo, vi o corpo da minha esposa travar. Ela parou de gemer por um segundo, o choque percorrendo a espinha. Mas Gustavo não parou de estocar. Ele aumentou a força, punindo-a com a verdade.

— É, tia. A Aninha. Semana passada, eu pulei o muro aqui de casa quando vocês saíram. Ela tava na piscina. Sabe o que ela fez? Ela nem correu. Ela sorriu. Putinha igual a mãe. Levei ela pro quarto dela, aquele cheio de pôsteres... e botei ela de joelhos. Igualzinho você tava agora.

— Não... — Laura soluçou, mas não tentou sair debaixo dele.

— Sim! — ele gritou, puxando o cabelo dela para trás, obrigando-a a olhar para o nada enquanto era fodida. — Botei a Aninha pra mamar. E vou te falar, coroa... ela tem talento. Ela engasgou, os olhos encheram de lágrima, ela ficou roxa... mas não soltou. Ela mamou até o talo, engoliu minhas bolas, igualzinha a mãe dela. Tá no sangue, né? Genética de puta.

Eu, assistindo do escritório, senti o mundo girar. Minha filha. Minha princesinha. Com a boca cheia do pau desse moleque. E minha esposa, ouvindo isso enquanto era arrombada por ele.

— Ela gostou, Gustavo? — Laura perguntou. A pergunta saiu num sussurro doentio. Não era raiva. Era curiosidade. Era a aceitação total da degradação.

— Se ela gostou? — Ele riu. — Ela implorou por mais. Quando eu tirei o pau da boca dela, ela tava babando porra e pediu pra eu meter nela. Disse que o pau do Paulinho, o irmão dela, e dos namoradinhos da escola não chegavam nem perto do "pau do vizinho". A Aninha é minha marmita, tia. Assim como você.

Gustavo acelerou, batendo com ódio, transformando minha esposa num pedaço de carne trêmula.

— Fala! Fala que você e sua filha são minhas putas!

— NÓS SOMOS! — Laura gritou, a voz quebrada pela luxúria e pela vergonha. — EU E A ANINHA... SOMOS SUAS PUTAS! A GENTE SERVE VOCÊ!

— Isso! Mãe e filha! Família de vadias! E o corno do seu marido? O que ele é?

— Ele é corno! Ele é um inútil! Ele sustenta a gente pra você comer!

— É isso aí, coroa! O corno paga a comida, paga a escola da putinha da sua filha, paga essa cama macia... tudo pra eu vir aqui e encher vocês de leite!

O clímax estava chegando. Gustavo segurou a cintura dela com tanta força que eu sabia que ficariam marcas roxas por dias. Ele começou a grunhir, animalesco.

— Eu vou gozar! Vou encher teu útero velho de porra de moleque!

— Enche! — ela implorou, rebolando para trás, buscando cada centímetro. — Manda tudo pra dentro! Engravida a coroa! Faz um irmãozinho pro Gustavo brincar!

Ele enterrou o pau até as bolas e travou o corpo, despejando a carga. Vi os músculos das costas dele contraírem, vi minha esposa gemer longo e arrastado, sentindo o sêmen quente daquele garoto inundar as entranhas dela.

Ele ficou ali dentro por um longo minuto, garantindo que não desperdiçasse uma gota. Quando finalmente saiu, fez um som de desentupidor molhado. *Squelch*.

Um fio grosso de esperma e fluidos vaginais escorreu da buceta arrombada dela para a coxa.

Gustavo saiu da cama e começou a vestir o short, como se tivesse acabado de usar um banheiro público. Laura, destruída, virou-se na cama, com as pernas trêmulas, olhando para ele com adoração absoluta.

— Foi bom, tia? — ele perguntou, ajeitando o boné.

— Foi maravilhoso... obrigada, Gustavo... obrigada... — ela agradeceu, patética.

— Beleza. Amanhã eu volto. Mas seguinte: traz a Aninha. Quero as duas aqui. Quero ver quem mama melhor, a mãe ou a filha. Se a coroa perder, vai levar tapa na cara. Entendeu?

Laura sorriu. Um sorriso lascivo, de quem já tinha vendido a alma.

— Entendi. Ela vai estar aqui. Prontinha pra você.

Ele saiu do quarto sem olhar para trás. Minha esposa ficou lá, deitada na própria sujeira, passando o dedo na porra que escorria da perna e levando à boca, provando o sabor do homem que agora era dono da nossa casa, das nossas mulheres e da minha dignidade.

E eu... eu fechei o notebook, sabendo exatamente o que faria quando chegasse em casa. Eu não ia gritar. Eu ia me ajoelhar na frente dela e implorar para assistir amanhã.

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parte 2?

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