Confissões de uma Arquiteta: Terminei

Um conto erótico de TTT
Categoria: Heterossexual
Contém 3025 palavras
Data: 25/01/2026 16:17:48

Oii gente... Pois é, aconteceu. Depois de tanto enrolar, de tanto voltar atrás, de tanto "a gente se ama, mas..." e "vamos tentar de novo", eu terminei de vez com o Lucas.

Não foi uma briga explosiva, nem descoberta de traição (pelo menos não da parte dele saber das minhas). Foi simplesmente o acumulado: as noites em que ele preferia o celular ao meu corpo, as promessas vazias de "vamos morar junto", as vezes que eu me sentia invisível mesmo estando do lado dele. E, claro, o peso das minhas próprias aventuras pesando na consciência – ou melhor, o peso de não sentir mais peso nenhum por elas.

Agora solteira, comecei a sair mais. Nada de ficar em casa chorando. Fui pra bares, baladas, apps (mas só pra flertar, ainda não marquei nada). E rolou umas coisas que me deixaram com um fogo danado que acho que vale a pena contar, não é nada ainda perto do que tinha contado para vocês, mas queria compartilhar.

Primeiro, teve um cara que conheci no meu intervalo do almoço. Eu tava saindo da empresa, que para quem não lembra, fica na Faria Lima, morta de fome depois de uma reunião eterna, e parei num daqueles restaurantes rápidos no térreo do prédio vizinho – salada, suco verde, comida boa e barata. Sentei numa mesa do lado da janela, mexendo no celular distraída, quando ele se aproximou: "Desculpa incomodar, mas essa mesa aqui do lado tá livre? O lugar tá lotado hoje". Voz grave, sorriso fácil. Levantei os olhos e vi: moreno claro, cabelo curto bagunçado, barba rala bem aparada, uns 35 anos, camisa social cinza clara com as mangas dobradas até o cotovelo, revelando antebraços definidos. Bonitão de um jeito discreto, daqueles que não precisam forçar. Nome dele é Thiago, consultor financeiro numa firma ali perto.

Ele sentou, pediu um wrap de frango e um café, e puxou papo natural: "Você trabalha aqui por perto? Parece cansada, reunião pesada?". Ri e respondi que sim, arquiteta, dia cheio de mudanças de planta do cliente. A conversa fluiu fácil – ele contando que odiava o trânsito de São Paulo mas amava a adrenalina do mercado financeiro, eu falando das viagens que tava planejando pro carnaval. Ele me olhava fixo nos olhos, mas de vez em quando descia pro meu decote sutil da blusa soltinha, pros meus lábios enquanto eu mordia o garfo. Sentia um formigamento leve na pele, aquele tesão inicial que começa devagar, como se o ar tivesse ficado mais quente. Ele deu em cima de leve, sem ser grosso e depois disse: "Se não for muito ousado, adoraria continuar essa conversa num lugar mais tranquilo depois do expediente". Eu não vi problema nenhum – solteira há poucos dias, corpo pedindo atenção, e ele era charmoso pra caralho. "Por que não? Me manda mensagem", respondi, trocando números rapidinho antes de voltar pro trampo.

No fim do dia, por volta das 19h30, ele mandou: "Tô saindo agora. Aquele barzinho no shopping aqui perto ainda tá de pé? Te espero no balcão se quiser". Respondi na hora: "Tô indo. Me dá 20 minutos pra trocar de roupa". Mas aí veio o problema: eu tava vestida pro trampo, nada sexy, nada que desse vontade de ser devorada. Saí da firma ainda com a roupa do dia: calça social cinza clara de alfaiataria (daquelas retas, confortáveis pra ficar sentada horas no Revit), blusa branca de algodão soltinha com mangas 3/4, botinha preta baixa e sem salto, cabelo preso num coque bagunçado porque o calor tava insuportável. Era prático, profissional, discreto – tipo "arquiteta plena que não quer chamar atenção no escritório". Mas pra um barzinho à noite, com um cara que já tinha me deixado molhada só com o papo do almoço, aquilo era deprimente. Eu precisava de algo que gritasse "vem me pegar", não "volta pro Excel".

Entrei no banheiro da firma correndo, coração acelerado de ansiedade e tesão antecipado. Liguei pra minha colega da sala ao lado, a Gabi – aquela loira baixinha que sempre tem um look matador e uma bolsa cheia de "emergências". "Gabi, socorro! Tô saindo com um cara que conheci no almoço, ele me chamou pro bar agora, e eu tô vestida de avó. Me ajuda?". Ela riu alto do outro lado da linha: "Calma, rainha, vem pra minha mesa que eu resolvo isso em 5 minutos". Corri pro cubículo dela, e ela já tava abrindo a bolsa gigante como se fosse uma mala de viagem. "Tira essa calça social agora, parece que você veio direto de uma reunião com o cliente chato". Eu obedeci, ficando de calcinha e sutiã no banheiro vazio (graças a Deus a firma tava quase deserta àquela hora), sentindo o ar-condicionado gelado arrepiar a pele.

Ela me entregou uma calça jeans preta skinny que tinha guardada "pra emergências de happy hour": justa pra caralho, marcando a bundinha empinadinha e as pernas longas. "Isso aqui alonga e valoriza tudo", disse ela, enquanto eu vestia. Depois veio a blusinha preta com corte reto e duas alcinhas bem finas. "Tira esse sutiã também, vai ficar mais natural e sexy", ela mandou, e eu obedeci – os mamilos já estavam meio duros só de imaginar o Thiago olhando. Pra completar, ela me emprestou um salto preto de 8cm que tinha sobrando na gaveta (ela sempre tem um par extra), e soltou meu cabelo do coque, passando os dedos pra dar volume e um ar bagunçado sensual.

Um borrifinho rápido do perfume dela (um doce com baunilha que gruda na pele), batom vermelho matte que ela carregava na bolsa, e pronto: em 10 minutos eu tinha virado outra pessoa. Olhei no espelho do banheiro: olhos brilhando de expectativa, lábios vermelhos chamando atenção, corpo todo delineado pela roupa nova, cheirando a tesão e liberdade. "Vai lá e come ele com os olhos antes mesmo de tocar", Gabi piscou. "Depois me conta tudo".

Cheguei no barzinho uns 25 minutos depois, coração na boca. O Thiago tava no balcão com um negroni na mão, e quando me viu, parou tudo: o copo ficou no ar, os olhos desceram devagar do meu rosto pros peitos, pra cintura, pras coxas apertadas na jeans preta, pros saltos que me deixavam mais alta e com a bunda mais empinada. "Caralho, Tainá... você tava linda de dia, mas à noite... puta merda", disse ele, voz rouca, se aproximando pra um beijo na bochecha que demorou um segundo a mais, a mão roçando de leve minha cintura. Senti o calor dele, o perfume amadeirado misturado com o cheiro de homem pós-trampo, e já comecei a molhar só com aquilo. Bebemos uns três drinks cada um – gin tônica pra mim, negroni pra ele –, rindo alto das histórias do dia, das viagens dele pra Miami, das minhas loucuras recentes (sem entrar em detalhes das aventuras passadas, claro). As mãos se tocando "por acidente" no balcão, dedos roçando leves, criando uma eletricidade que me deixava com a respiração acelerada e um calor subindo entre as pernas.

Quando o bar anunciou o último pedido, ele se inclinou mais perto: "Não quero que a noite acabe aqui. Meu carro tá no estacionamento subterrâneo, vamos?". Saímos de mãos dadas, o ar fresco da noite batendo no rosto quente do bar. No SUV preto chique dele, quase vazio o estacionamento àquela hora, ele me encostou na porta do carro devagar, olhos nos meus, e veio com o beijo: molhado, intenso, língua invadindo minha boca com fome controlada, dançando devagar no começo e depois acelerando. Senti o gosto amargo-doce do negroni na língua dele, misturado com o meu gin. As mãos dele subiram pelas minhas costas por baixo da blusa vermelha, pele quente contra a minha, apertando a cintura e subindo pros peitos, apertando firme por cima do tecido fino – sem sutiã, os mamilos endureceram na hora, latejando contra a palma da mão dele. Eu gemi baixinho na boca dele, arqueando o corpo pra pressionar mais contra ele. O coração disparado, o suor começando a escorrer nas costas, o cheiro de perfume amadeirado dele me deixando tonta de tesão.

Ele abriu a porta do motorista, reclinou o banco um pouco, e eu montei no colo dele num impulso. Espaço apertado, excitante pra caralho – sentindo o pau dele duro como pedra contra minha buceta por cima da calça jeans justa, pulsando no ritmo do meu rebolado lento. Rebolei devagar, roçando forte, cada movimento mandando ondas de prazer pelo clitóris inchado, molhando a calcinha rapidinho. Ele grunhiu no meu ouvido, mãos nas minhas nádegas, apertando forte através do jeans, guiando o ritmo: "Porra, Tainá... você é deliciosa, me deixa louco assim". Chupou meu pescoço devagar, língua traçando uma linha quente da orelha até a clavícula, mordendo leve a pele sensível, deixando marcas vermelhas que eu sentiria no dia seguinte. O carro embaçando os vidros, o risco de alguém passar ali me dando um tesão extra, pernas tremendo de leve.

Desabotoei a camisa dele, expondo o peito definido, arranhando leve com as unhas enquanto ele abaixou minha blusa. Peitos livres agora, ele chupou um mamilo forte, sugando e rodando a língua, alternando pros dois, me fazendo arquear as costas no banco e gemer mais alto: "Isso... chupa assim, Thiago...". Ele riu rouco contra minha pele: "Gosta forte, né? Tão sensível...". Desci a mão pro zíper da calça dele, abrindo devagar, sentindo o pau grosso e quente saltar pra fora, veias pulsando na palma da minha mão. Masturbei devagar, punheta firme e lenta, sentindo o pré-gozo lubrificando os dedos, o pau latejando quente. Ele gemeu alto, cabeça jogada pra trás: "Caralho, continua... tá perfeito, não para".

Ele abriu meu jeans com urgência, mão escorregando por dentro da calcinha encharcada, dedos grossos roçando o clitóris inchado em círculos rápidos e firmes. Senti o prazer subindo como uma onda elétrica, pernas abrindo mais no espaço confinado, gemendo o nome dele enquanto dois dedos entravam devagar, esticando as paredes úmidas, bombando no ponto G com precisão. "Tá encharcada, safada... quer gozar nos meus dedos aqui no carro?", provocou, mordendo meu lábio inferior. O corpo tremendo, quase gozando ali, convulsionando no colo dele, mas parei de repente: "Não hoje... vamos com calma". Ele respirou fundo, respeitando, olhos cheios de fome. Antes de descer, me deu um beijo longo, língua explorando devagar, mãos ainda na minha bunda: "Me manda mensagem amanhã, por favor. Não aguento esperar pra continuar isso".

No dia seguinte, stalking no Instagram: casado há 7 anos, fotos com a esposa linda, anel no dedo, legendas de "minha vida". Meu coração acelerou de tesão misturado com raiva. O proibido me pega forte (lembra do Beto?), e a ideia de ser a "outra" me deixa puta, mas excitada. Ainda penso nele todo dia, imaginando marcar um hotel, deixar ele me foder sem dó. Ainda não transei com ele, mas a vontade tá pulsando. Se ele chamar de novo, vou ceder. Culpa zero – agora sou livre.

Depois teve o amigo da época de escola. O Diego. Aquele que sempre deu em cima de mim no ensino médio, mandava indireta no Orkut (sim, sou velha o suficiente pra ter vivido Orkut), me chamava pra sair e eu dava fora porque namorava ou porque "não era a hora". Encontrei ele por acaso num churrasco de amigo em comum, uns dias depois do término com o Lucas.

O lugar era uma casa no Brooklin, piscina iluminada, música alta, cheiro de carne na brasa e cerveja gelada. Ele tava solteiro, tatuado nos braços e no peito (vi quando tirou a camisa pra pular na piscina), barba cheia bem cuidada, corpo malhado de academia – ombros largos, abdômen definido, braços grossos que pareciam feitos pra me segurar firme. Quando me viu chegando de short jeans e cropped branco, os olhos dele brilharam: "Tainá? Caralho, você tá mais gata ainda!". Rimos alto, abraçamos apertado (senti o calor do corpo dele contra o meu, o cheiro de perfume masculino misturado com suor leve do churrasco), e passamos a noite bebendo, dançando perto da piscina, trocando olhares que diziam tudo. No final, quando a galera começou a ir embora, ele se aproximou: "Deixa eu te levar pra casa? Moro pertinho". Aceitei na hora – o tesão já tava acumulado desde o primeiro abraço.

Chegamos no apê dele, um loft pequeno mas organizado no Brooklin, luz baixa de abajur amarelo, som tocando um R&B sensual no fundo (tipo The Weeknd baixinho). Ele fechou a porta e me puxou pela cintura, beijando devagar no começo, lábios macios roçando os meus, língua entrando tímida pra testar. Mas logo o beijo ficou faminto: boca aberta, língua dançando forte, mordendo meu lábio inferior até eu soltar um gemidinho. As mãos dele subiram pelas minhas costas, tirando o cropped branco por cima da cabeça num movimento rápido, expondo meus peitos pequenos mas durinhos, sem sutiã porque o tecido era fino e eu tava me sentindo ousada. Ele gemeu ao ver: "Porra, Tainá... sempre imaginei isso". Ajoelhou um pouco, chupou um mamilo devagar, língua rodando em círculos lentos, depois sugou forte, mordendo leve a pontinha endurecida.

O prazer subiu direto pro clitóris, um formigamento quente que me fez arquear as costas e apertar as coxas. Ele alternou pros dois peitos, mãos apertando a carne macia, dentes arranhando de leve, deixando os mamilos vermelhos e latejando. Eu gemia alto, mãos no cabelo dele, puxando pra mais perto: "Isso... chupa mais forte, Diego...".

Ele me levou pro sofá de couro preto, me sentou na beirada e se ajoelhou entre minhas pernas. Abriu o botão do short jeans, puxou devagar junto com a calcinha preta de renda, expondo minha bucetinha depiladinha já molhada pra caralho. O ar fresco bateu na pele quente, me arrepiando toda. Ele não foi direto: beijou a parte interna das coxas, língua traçando linhas quentes subindo devagar, mordendo de leve a carne macia até eu tremer. "Tá cheirosa, safada... já tá molhada por mim?", provocou, voz rouca. Eu assenti, mordendo o lábio: "Desde o churrasco...". Ele abriu minha buceta com os polegares, expondo o clitóris inchado, e deu uma lambida longa da entrada até em cima, língua plana e quente.

O choque de prazer me fez jogar a cabeça pra trás, gemendo alto. Ele chupou devagar, círculos na pontinha sensível, depois sugou forte, dois dedos entrando devagar, curvando pro ponto G enquanto a língua acelerava. Meu corpo convulsionava, pernas tremendo em volta da cabeça dele, mãos agarrando o sofá: "Porra, Diego... não para... vou gozar...". Gozei forte na boca dele, buceta piscando nos dedos, leite escorrendo pelo queixo dele. Ele lambeu tudo, olhos nos meus, sorrindo safado.

Mas eu queria retribuir. Levantei ele do chão, sentei ele no sofá e abri a calça dele devagar. O pau saltou pra fora: médio, uns 16cm, mas grosso, veias saltadas, cabeça vermelha inchada e babando pré-gozo abundante. Segurei firme na base, sentindo o calor pulsar na palma da mão. Olhei nos olhos dele, lambi os lábios e engoli devagar: primeiro só a cabeça, língua rodando na glande sensível, saboreando o gosto salgado. Depois desci mais, boca esticada no pau grosso, sentindo as veias na língua. Ele gemeu alto: "Caralho, Tainá... sempre sonhei com essa boca...". Chupei gostoso, subindo e descendo devagar no começo, depois acelerando, babando tudo, saliva escorrendo pelas bolas. Segurei as bolas com uma mão, massageando suave, rolando entre os dedos enquanto chupava forte, garganta relaxada pra engolir até o fundo. Ele segurou meu cabelo num coque improvisado, guiando o ritmo sem forçar: "Isso... engole tudo, safada... que boca quente...".

Acelerei mais, punheta na base enquanto chupava a cabeça com sucção forte, língua pressionando embaixo. Ele tremia todo, abdômen contraindo, gemendo rouco: "Porra, Tainá... vou gozar na tua boca, pode?". Assenti sem tirar da boca, olhos nos dele, acelerando ainda mais. Ele veio forte: jatos quentes e grossos na língua, enchendo a boca, pulsando contra o céu da boca. Engoli tudo devagar, lambendo a cabeça pra limpar o resto, sentindo o gosto salgado descer pela garganta. Ele caiu no sofá ofegante, rindo baixo: "Você é foda... nunca imaginei que seria assim". Eu subi no colo dele, beijei a boca dele com gosto de porra ainda na língua, roçando minha buceta molhada contra o pau semi-duro dele: "Isso foi só o começo...".

Mas parei aí. Levantei, vesti a calcinha e o short devagar, deixando ele louco de vontade. "Transamos depois? Não hoje. Quero que você fique pensando em mim a noite toda". Ele gemeu de frustração, pau endurecendo de novo só de me ver me arrumando: "Sua safada... me mata assim". Dei um beijo longo na boca dele, mão apertando o pau uma última vez por cima da calça: "A gente se vê, Diego. Me liga quando quiser repetir". Saí do apê com as pernas bambas, buceta ainda latejando do gozo, gosto dele na boca, e um sorriso safado no rosto. Deixei ele louco de tesão, e eu também fiquei – mas no controle. Agora solteira, eu decido o ritmo. E o Diego? Já mandou mensagem no dia seguinte: "Quando você me deixa te foder de verdade?". Respondi só com um emoji de fogo. Vamos ver quanto tempo ele aguenta esperar. 😈

E agora o carnaval tá batendo na porta. Estou decidida a fazer doideras. Quero viver a vida sem peso na consciência, sem namorado pra prestar contas, sem culpa por ser safada. Tô pensando em viajar pro litoral norte de novo – talvez Riviera de São Lourenço. Lá rola um carnaval foda: blocos na praia, festas no Pucci Riviera, drinks exclusivos nos bares, galera bonita, sol, mar, e aquela vibe de liberdade total. Imagino eu de biquíni mínimo, dançando até o sol nascer, pegando quem der na telha, talvez levando alguém pra transar na areia ou num apê alugado. Sem compromisso, só prazer puro. Quem sabe não rola um ménage, ou uma noite louca com desconhecidos, ou até uma recaída com o Thiago (se ele aparecer por lá). Ou quem sabe volto pra Juquehy e dou um jeito de cruzar com o Beto de novo... rs.

Enfim, tô solteira, livre, com 29 anos e um fogo que não apaga. Se rolar alguma aventura no carnaval, prometo contar tudo aqui. Sem filtro, sem vergonha.

Beijos, Tainá. 😈

Quem aí vai pro litoral no carnaval? Me contem os planos de vocês nos comentários. Quem sabe a gente não se esbarra por aí... 🔥

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Comentários

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Puta merda sem querer o cara se livrou de uma roubada das grandes, sem saber ele estava sendo feito de otário por uma mulher mau caráter e egoísta, sorte a dele q a relação acabou

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Você segue incrível, seus contos são muito bons. Agora que está solteira, vai poder aprontar ainda mais - principalmente no carnaval!

Carnaval esse ano vai ser no nordeste, tô pensando em Fortaleza. Ótima cidade pra quem quer curtir sem problemas, haha.

hcastelobr@gmail.com

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