COMO FUI CHANTAGEADA POR 3 ALUNOS DE ESCOLA PÚBLICA pt9 Breno e Giulia

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 1239 palavras
Data: 01/01/2026 12:17:21

Nos dias seguintes, a casa estava tranquila como sempre, mas agora tinha uma menina de 18 anos andando de roupas curtas e provocantes de um lado para o outro. Noto que, após muito tempo, Breno estava mais presente em casa, e os dois estavam tendo uma aproximação que me preocupava.

Até que Giulia me pediu que a acompanhasse até a casa de seu pai para pegar algumas coisas que ela não havia conseguido pegar. Breno se ofereceu para ir com ela. Os dois passam uma hora fora.

Ao voltarem, noto Breno nervoso, estranho e suado, mas o que mais me choca é o fato de ele estar sem camisa, coisa que pouco fazia, pois não gostava. Já Giulia chega ofegante e toma um litro de água.

Eu a pergunto como foi, e ela, sarcástica, diz que foi ótimo, melhor do que ela imaginava. Sinto minhas pernas bambas e penso que onde há fumaça, há fogo.

Após minha desconfiança, não conseguia mais deixar de reparar em tudo. Ainda faltavam alguns dias para o fim do ano letivo, e quase ninguém estava indo à escola. O que realmente me preocupava era deixar uma menina morena, linda e provocante ao lado do meu marido. Minha mente dizia para eu deixar aquilo pra lá, mas não conseguia.

Resolvo isso após um chamado dos meninos. Vou ao encontro deles, onde novamente fui feita de Puta pelos três, agora oficialmente formados no ensino médio. Digo aos três sobre minhas desconfianças, e José Victor diz que isso tudo é bem estranho, mas que ele não me trairia, né?

Com um cigarro na mão, Thales sorri e, irônico, completa:

— Chumbo trocado, gatinha preocupada.

Completo que não acreditava, pois Giulia é virgem. Ouço risadas dos três, e José Victor me diz que ela não é virgem. No sexo vaginal, sim; já em outras partes…

— Como assim? — exclamo.

Thales me olha e fala:

— Sua burra, ela dá o Cú pra todo cara que ela sai. Meu primo já ficou com ela.

Nervosa, digo que Vadia. Uma pena que não possa espiá-la com meu marido. William me diz que sabia instalar câmera escondida. Eu digo que já tem, porém a senha era composta por duas partes: uma que eu escolhi e a outra meu marido, e que era um segredo para termos privacidade.

William, inquieto, sem pensar, diz:

— Eu sei hackear, igual fiz com seu celular.

O silêncio toma conta.

E eu digo:

— Como assim vocês me hackearam?

Eles ainda ficam em silêncio, até que cobro uma explicação. José Victor me informa que conseguiram o vídeo e o acesso à minha conta bancária através da experiência de William em hackear jogos, telefones e redes de wi-fi, e que, para acessar as câmeras, ele precisaria apenas de um notebook.

Após isso, digo que eles são uns filhos da puta e peço para ele fazer esse serviço. Ele me olha e diz que sim. Após alguns minutos, lá estava eu com as câmeras em mãos.

No dia seguinte, passaria o dia inteiro na escola, em um conselho de classe. Enquanto estava lá, espiava tudo. Era normal: ela andava com roupas curtas, e ele, normalmente, sem camisa. Até que ela oferece uma massagem nos pés. Vejo aquilo com um ciúme e um ódio mortal.

Até ele receber uma ligação e dizer a ela que iria ao mercado, saindo logo em seguida. Fico aliviada. Estava na hora de voltar para casa.

Giulia me manda mensagem informando que sairia com as amigas. Breno iria até a hamburgueria. Mando uma mensagem pros meninos: “Vamos nos encontrar na minha casa”. Todos responderam: ok.

Antes de chegar em casa, José Victor me diz que William descobriu algo sério. Ele me manda uma localização. Era de um motel perto da escola Professora Ana Maria. Ando alguns quarteirões, entro numa rua sem saída. Lá estava William, inquieto como sempre.

Ele me explica que seu parceiro namora a atendente desse pequeno motel e que, sempre que ia sair com a namorada, o deixava no local. Há pouco tempo, um casal entrou no quarto 16. Era Giulia e Breno.

Enfurecida, digo que iria atrás deles. Albino diz que não, mas que poderia me ajudar a acessar a câmera de segurança do quarto. Ele fala que só o gerente tem o acesso, mas que ele havia hackeado há alguns anos para uso próprio.

Ele pega meu celular, e lá estava. Era só eu dar o play.

Após conectar meu celular à câmera do quarto 16, vejo a seguinte cena.

Breno era um homem bonito e forte, de ombros largos, presença firme e confiante. Estava sem camisa, exibindo o corpo definido. Em seguida, tirou a calça, e vi sua rola dura como uma barra de ferro saltar à frente — 17 centímetros de pura tentação. Giulia, por sua vez, estava nua, com o corpo curvilíneo, seios médios e uma bunda grande, marcada por uma tatuagem de leão nas costas. Um piercing brilhava em seu umbigo. De quatro na cama, ela balançava aquela bunda gostosa, como se chamasse Breno para si.

Breno abriu a bunda grande dela sem avisar e logo foi enfiando aquela rola grande de maneira lenta. Ele começou a se mover com força, usando os braços para se apoiar, e puxou Giulia pelos cabelos lisos. Em contraste, ela rebolava no pau de Breno como se já estivesse acostumada àquilo, dizendo com a voz carregada de desejo: “Isso, gatinho… come sua ninfetinha… vai, arromba esse cuzinho.”

Breno, em êxtase, passou a se movimentar de forma intensa, com brutalidade e tesão. Ela balançava como eu nunca havia visto alguém antes. Minha mão foi ao encontro da minha parte íntima e notei o quanto eu estava molhada. Continuei assistindo ao vídeo: ela controlava Breno, que a fodia de maneira excitante e feroz, como eu não via há anos.

Percebi quando o corpo dela se arqueou com força, os olhos reviraram, até que ela gozou e Breno diminuiu o ritmo. Em seguida, Giulia se virou e chupou meu marido até ele gozar cada gota. Ele a olhou e disse algo baixo, ainda ofegante, antes de cair exausto na cama. Meu mundo desabava… mas minha buceta dizia outra coisa.

Chego em casa e pego uma mala. Arrumo as coisas de Giulia. Alguns minutos depois, ela chega.

Mando que se sente. Ela obedece.

— Você disse que era virgem — falo, encarando-a. — Mas estava, agora mesmo, com o meu marido.

Ela fica surpresa, respira fundo e responde:

— Eu menti para me proteger. Me arrependi. O que aconteceu com o Breno foi desejo, nada planejado.

Ela continua, nervosa:

— Eu namorei um menino da igreja. Queria me manter “pura”, então fazia apenas sexo anal. Acabei gostando… e isso continuou.

Baixo os olhos por um instante. Ela se apressa:

— Ele te ama. Eu não quero tomar ele de você.

Respiro fundo antes de responder:

— Eu sei que ele me amava. Tudo o que eu fiz foi por causa da chantagem.

Ela me encara, firme, e rebate:

— Você gostou. Eu vi. Ouvi. Se o Breno tivesse um pouco disso em casa, talvez fosse diferente.

O silêncio pesa. Depois de alguns segundos, cedo:

— Talvez você tenha razão.

Chamo-a para mais perto e proponho:

— Você pode ficar com ele. Mas nunca aqui em casa. E nunca vai contar o que sabe sobre mim… nem sobre os outros.

Ela estende a mão, hesita por um segundo e diz:

— Fechado.

Ela sai do quarto.

Deito na cama, olhando para o teto, pensando no que o destino ainda está preparando.

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Comentários

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Parabéns otimo conto , sortudo dele poder comer o cu da novinha ...

rogers_rgr@hotmail.com se quiser conversar por email ...

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Sortudo?, depois de ser feito de trouxa por uma esposa vagabunda e mau caráter por tanto tempo,era o mínimo q o coitado do corno poderia receber em troca, pois além da esposa o trai-lo, ainda vive sendo arrombada por três moleques, enquanto o coitado do marido só trabalha pra sustentar a vadia, se isso é ter sorte, prefiro ser o cara mais azarado do mundo

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