Hábito Noturno

Um conto erótico de alfadominador
Categoria: Gay
Contém 2761 palavras
Data: 25/01/2026 18:21:29

Senti o ar úmido da noite grudar na minha pele, um suor frio que não secava. O galpão de caminhões se estendia à frente, sombras compridas dos veículos sob as luzes amarelas dos postes. Meu turno começou às dez, e eu já estava lá, encostado na cerca de arame, fumando um cigarro enquanto o cheiro de diesel entrava pelo nariz junto com o tabaco.

Meu nome é Jairo. Branco, magro e submisso desde sempre, daqueles que abaixavam os olhos sem perceber. Trabalhava ali há três anos e a solidão da noite virara minha companheira fiel.

Até Jonas chegar alguns meses antes.

Negro alto e forte, ombros largos que esticavam o uniforme azul-marinho até o limite. Peito estufado, braços grossos, mãos enormes que balançavam soltas ao lado do corpo. Vi ele chegando pelo retrovisor de um Scania velho, passo pesado batendo no asfalto molhado pela garoa. Meu coração deu um pulo seco só de olhar.

Por que aquelas mãos me deixavam assim? Grandes, palmas escuras, dedos longos e grossos. Imaginei elas me agarrando pela nuca, me puxando contra o peito dele. Ou descendo pelas minhas costas, apertando minha cintura até eu gemer baixo. Pensei nisso e senti o pau dar uma pulsada dentro da calça, traiçoeiro.

Ele parou na minha frente, sorriu com dentes brancos brilhando contra a pele preta.

— E aí, branquelo? Noite mansa? — A voz grave dele entrou no meu peito como um soco lento. Engoli em seco, apaguei o cigarro com o calcanhar, senti o calor da brasa morrer enquanto meu corpo esquentava por dentro.

Dentro da guarita o ar estava pesado, cheiro de café requentado e suor velho. Jonas se jogou na cadeira ao lado, pernas compridas esticadas, coxas grossas ocupando metade do espaço. O calor do corpo dele chegou até mim, uma onda quente que arrepiou minha pele. Fingi olhar pro monitor, mas meus olhos me traíram e desceram pro volume da calça dele, marcando forte contra o tecido.

Ele era hétero, ou pelo menos fingia ser. Casado, dois filhos, falava da mulher com orgulho. Mas às vezes me pegava olhando e não desviava. Às vezes o olhar dele demorava no meu pescoço, na minha boca. E eu ficava imaginando aquelas mãos grandes me virando de costas, me dobrando sobre a mesa, rasgando minha calça sem pedir licença.

A ronda começou. Caminhamos lado a lado pelos corredores de caminhões. O som dos nossos passos ecoou diferente: o meu leve, quase tímido; o dele firme, dominante. A garoa fina molhou meu rosto, escorreu pelo colarinho. Senti o cheiro dele mais forte agora — sabonete barato misturado com suor masculino, um cheiro que me deixou tonto.

Paramos perto de um Volvo velho. Ele acendeu um cigarro, ofereceu pra mim. Nossos dedos se tocaram quando passei a mão. A pele dele era quente, áspera. Meu pau endureceu mais, pressionou a cueca. Pensei: se ele soubesse o quanto eu queria aquelas mãos me segurando, me abrindo, me fodendo até eu não aguentar mais.

— Você é quieto pra caralho, Jairo. — Ele soltou a fumaça devagar, olhou pro céu escuro. — Sempre com essa cara de quem tá pensando besteira.

Ri nervoso, baixo.

— Talvez eu esteja.

Ele virou o rosto pra mim. Os olhos escuros brilharam sob a luz fraca. Não disse nada. Só me encarou. E eu senti o tesão subir devagar, como uma onda que começou nos pés e foi subindo até a garganta.

A guarita ficou pequena demais quando voltamos. O ventilador de teto girou preguiçoso, espalhou o calor em vez de refrescar. Jonas tirou o boné, passou a mão na nuca suada. Vi os músculos do braço flexionarem, a veia grossa pulsar. Meu estômago revirou.

Sentei-me na cadeira, pernas abertas pra disfarçar a ereção que não baixava. Ele se encostou na mesa, de frente pra mim, braços cruzados no peito. O tecido do uniforme esticou nos bíceps. Pensei nas mãos dele de novo – grandes o suficiente pra envolver meu pau inteiro, pra me masturbar com força enquanto me olhava nos olhos.

— Você já pensou em trepar com homem, branquelo?

A pergunta saiu seca, sem rodeio. Meu coração parou um segundo, depois disparou louco. Engoli em seco. A boca seca apesar da umidade do ar.

— Já pensei. Muito.

Ele riu baixo, um som rouco que reverberou no meu peito.

— E com um preto alto e forte como eu?

Não respondi com palavras. Só olhei pra ele, deixei o desejo escorrer pelos olhos. Meu pau pulsou forte agora, latejou contra a calça. Senti umidade na glande, vazando devagar.

Jonas se aproximou um passo. O cheiro dele me invadiu – suor, cigarro, masculinidade crua. Ele estendeu a mão, segurou meu queixo com dois dedos. Polegar e indicador grossos. Levantou meu rosto pra encarar ele.

— Você quer que eu te foda, né? Quer sentir esse pau preto te rasgando.

A voz dele foi baixa, perigosa. Meu corpo inteiro tremeu. Assenti devagar, quase sem querer. O tesão me deixou idiota, sem defesa.

Ele soltou meu queixo, mas não recuou. Desceu a mão pelo meu pescoço, apertou de leve. Senti a pressão dos dedos, o calor da palma. Imaginei essa mesma mão me puxando o cabelo enquanto ele me comia de quatro no chão sujo da guarita.

— Hoje não. — Ele falou, mas o tom foi de promessa. — Mas vou te deixar louco de tesão até você implorar.

Ele se afastou, voltou pra cadeira. Acendeu outro cigarro. Fiquei ali, ofegante, pau duro latejando, mente girando com imagens dele me dominando.

A noite seguiu lenta. Ele me provocou com olhares, com toques casuais. Cada toque acendeu mais fogo. Fiquei quieto, submisso, deixei o desejo crescer como uma febre.

Quando o turno acabou, às seis da manhã, o sol começou a nascer fraco atrás dos caminhões. Jonas se levantou, alongou o corpo imenso. Olhou pra mim de cima.

— Descansa, branquelo. Mais tarde te faço suar de verdade.

Ele saiu. Fiquei na guarita, sozinho, cheiro dele ainda no ar. Com a mão dentro da calça, me masturbei devagar enquanto pensava nele me fodendo sem dó. Gozei rápido, gemendo seu nome.

O tesão não morreu. Só aumentou.

O turno seguinte começou pesado. Chuva fina batia no telhado de zinco do galpão, um tamborilar constante que abafava tudo. Entrei na guarita às dez em ponto, corpo já quente só de lembrar daquela madrugada. Jonas chegou logo depois, uniforme colado na pele molhada, cheiro de terra molhada e suor misturado ao dele.

Ele não falou nada no começo. Só me olhou de cima, olhos escuros fixos nos meus. Senti o ar ficar mais grosso, como se o oxigênio tivesse sumido. Meu pau deu sinal de vida antes mesmo de ele abrir a boca.

— Bora lá no banheiro, branquelo. — A voz saiu baixa, rouca, como se tivesse esperado o dia inteiro pra dizer isso. Meu estômago virou. O banheiro do galpão era um vestiário improvisado: azulejos quebrados, chuveiros e bancos de madeira velhos, cheiro de ambiente não usado e urina antiga. Ninguém usava à noite. Perfeito pra isso.

Caminhamos em silêncio pelos corredores escuros. Os passos dele ecoavam fortes, os meus mais leves, quase correndo atrás. A chuva batia mais forte lá fora, mas dentro o ar estava parado, quente, úmido. Senti o suor escorrer pelas minhas costas, grudar a camisa na pele.

Chegamos na porta do banheiro e ele a empurrou com o ombro, luz fluorescente piscou e acendeu fraca. Bancos de madeira alinhados, armários de metal, um espelho rachado na parede. Jonas apenas encostou a porta com o trinco enferrujado e meu coração disparou.

Ele se virou pra mim devagar. Tirou o boné, jogou no banco. O cabelo curto brilhava de suor.

— Tira a camisa. — Ordem simples. Obedeci rápido, dedos tremendo. A camisa caiu no chão sujo. Fiquei ali, peito nu, pele arrepiada apesar do calor.

Jonas se aproximou. O corpo dele ocupava o espaço todo. Senti o calor irradiar dele antes mesmo do toque. Ele estendeu a mão grande, palma aberta, e encostou no meu peito. Dedos ásperos roçaram meu mamilo e gemi baixo, involuntariamente. O toque queimou.

— Tá se tremendo todo, porra. — Ele riu baixo, som que vibrou no meu peito. Desceu a mão devagar, traçou a linha do meu abdômen magro. Parou na cintura da calça. Apertou. Meu pau latejou contra o tecido, duro pra caralho.

De repente me preocupei. E se alguém aparecesse? E se o patrão resolvesse fazer uma visita? Mas o tesão era maior. O tesão sempre ganhava. Imaginei aquelas mãos me virando, me dobrando sobre o banco, me abrindo sem dó. Meu cu piscou só de pensar.

Ele me empurrou contra a parede fria de azulejo. Costas bateram com força. Senti o frio contrastar com o calor do corpo dele colado no meu. Boca dele perto da minha orelha. Hálito quente, cheiro de cigarro e menta.

— Quero você de joelhos primeiro. — Voz grave, comando puro. Ajoelhei devagar. Joelhos no piso frio, sujo. Olhei pra cima. Ele abriu o zíper devagar. O pau saltou pra fora, grosso, preto, veias pulsando. Cabeça brilhando do pré-gozo. Cheiro forte de macho invadiu minhas narinas.

— Chupa.

Abri a boca. Ele segurou minha nuca com uma mão grande, dedos enfiados no cabelo. Empurrou devagar. A cabeça grossa entrou, esticou meus lábios. Sabor salgado, quente. Abocanhei com vontade, língua rodando na glande. Ele gemeu baixo, primeiro som de prazer dele.

— Assim, branquelo. Até o fundo. — Empurrou mais fundo. Senti a garganta apertar, engasgar um pouco. Lágrimas vieram aos olhos. Mas continuei. Queria agradar. Queria ser usado. Ele fodia minha boca devagar, ritmado, controlando tudo. Mão na nuca, outra encostada na parede.

O tesão crescia devagar. Meu pau doía dentro da calça, gotejando sem parar. Ele saiu da minha boca de repente, pau brilhando de saliva. Me puxou pelo braço, me levantou. Virou meu corpo de costas. Pressionou contra mim. Senti o pau duro roçar minha bunda por cima da calça.

— Você quer isso no cu, né? — Sussurrou no meu ouvido. Assenti, voz rouca. — Fala.

— Quero seu pau no meu cu, Jonas. Me fode. — As palavras saíram cruas, desesperadas.

Ele riu. Desabotoou minha calça, puxou pra baixo junto com a cueca. O ar fresco bateu na pele quente e minha bunda exposta. Ele cuspiu na mão, passou entre minhas nádegas. Dedo grosso roçou o anel. Pressionou. Entrou tenso, mas relaxei aos poucos. O dedo entrou devagar, abriu caminho.

— Caralho, apertado. — Ele murmurou. Mexeu devagar, dois dedos agora. Senti queimar, depois prazer. Gemi alto. Ele curvou os dedos, acertou a próstata. Meu corpo tremeu por inteiro. Pré-gozo pingou no chão.

Ele tirou os dedos. Me virou de frente de novo. Me empurrou pro banco de madeira. Sentei-me. Ele ficou de pé na minha frente, pau apontado pro meu rosto.

— Continua chupando.

Obedeci. Chupei com mais fome. Ele pegou um lubrificante no bolso — o safado veio preparado. Passou no pau, me levantou de novo, passou na minha bunda. Com uma mão em pescoço, seus dedos voltaram, mais escorregadios agora. Três dedos. Abriu mais. Dor misturada a prazer insano.

O tesão estava no limite. Corpo suado, respiração pesada. Cheiro de sexo no ar. Me colocou de quatro no banco e mandou eu arquear as costas. Senti a cabeça do pau encostar no meu cu.

— Respira fundo, branquelo. Vou entrar devagar.

Ele empurrou devagar. A cabeça grossa forçou a entrada. Queimou pra caralho. Gemi alto, dentes cerrados. Ele parou, mão na minha cintura, dedos apertando forte. Marcas vermelhas na pele branca.

— Relaxa. Deixa entrar.

Voz calma, mas rouca de tesão. Respirei fundo. Ele avançou mais um pouco. Centímetro por centímetro. Senti cada veia, cada pulsação. O pau dele era grosso demais, esticava tudo. Dor virava prazer devagar.

Quando metade entrou, ele parou. Me deu tempo. Mão desceu pro meu pau, apertou. Masturbou devagar. O prazer duplicou. Gemi de novo, mais baixo. Ele começou a mexer, vai e vem curto. Cada estocada abria mais.

— Caralho, que cu gostoso. — Ele grunhiu. Acelerou. Estocadas mais fundas. Senti o pau bater no fundo. Corpo inteiro tremia. Bancada rangia sob nós. Cheiro de suor, lubrificante, sexo cru.

Ele segurou meus quadris com as duas mãos grandes. Dedos cravados na carne. Me puxava contra ele a cada metida. Ritmo constante, forte. Meu pau balançava solto, vazando no chão. Gemia sem parar, voz rouca.

Pensei no quanto eu queria isso. Ser fodido por um macho assim, alto, forte, dominante. O contraste: eu branco, magro, submisso; ele negro, imenso, dono de tudo. O risco de ser pego só aumentava o tesão.

Ele mudou o ângulo. Acertou a próstata direto. Visão escureceu de prazer. Gritei baixo.

— Isso, porra! Aí! — Ele riu, acelerou mais. Estocadas profundas, rápidas. Som de pele batendo em pele ecoava no banheiro vazio.

Me virou de barriga pra cima no banco. Pernas abertas. Ele se inclinou sobre mim. Corpo pesado me esmagando contra a madeira dura. Pau entrou de novo, fundo. Olhos nos olhos. Ele me beijou pela primeira vez. Boca quente, língua invasora. Sabor de cigarro e desejo.

Fodia forte agora. Bancada tremia. Meu pau roçava no abdômen dele, duro, latejando. Ele segurou meu pescoço com uma mão, apertou de leve. Controle total.

— Vai gozar assim, branquelo? Com meu pau te arrombando?

Assenti, desesperado.

— Vai, me fode mais. — Ele obedeceu. Estocadas brutas. Corpo suado colado no meu. Cheiro forte de macho. Prazer subia em ondas. Senti o gozo chegando.

— Não goza ainda. — Ele mandou. Saiu de repente. Me virou de novo, de quatro. Entrou com força. Uma mão no meu cabelo, puxou pra trás. Arqueei as costas novamente. Outra mão bateu na bunda. Dor quente, prazer.

Fodia como animal. Ritmo louco. Meu cu latejava, aberto, cheio. Ele gemia baixo, grunhidos graves.

— Tô quase, porra. Vou encher teu cu.

O tesão explodia. Meu pau tocou o banco, roçou a cada estocada. Gozei sem tocar. Jatos fortes no chão sujo. Corpo convulsionou. Ele sentiu o cu apertar em volta dele.

— Caralho! — Ele empurrou fundo uma última vez. Gozou dentro. Senti o pau pulsar, jatos quentes enchendo tudo. Corpo dele tremeu sobre o meu. Ficamos assim, ofegantes, suados.

Ele saiu devagar. Senti o sêmen escorrer pelas coxas. Quente, grosso. Ele me virou, me sentou no banco. Beijou minha testa.

— Bom menino.

O ar no banheiro estava denso de sexo. Cheiro forte de porra, suor, lubrificante. Meu corpo doía gostoso: cu latejando, garganta rouca, marcas vermelhas na cintura. Jonas ficou de pé na minha frente, pau ainda semiduro, brilhando.

— Você aguentou bem, branquelo. — Voz baixa, satisfeita. Senti orgulho misturado a vergonha. Orgulho de ter sido fodido por ele. Vergonha de ter gozado tão rápido, de ter implorado.

Me levantei devagar. Pernas moles. Cu ardia a cada movimento. Senti mais sêmen escorrer. Ele viu, riu baixo.

— Deixa escorrer. Marca de quem foi fodido direito.

Me puxou pra perto. Abraço forte. Corpo imenso me envolvendo. Senti o peito dele subir e descer, coração batendo rápido ainda. Beijou meu pescoço, mordeu de leve. Arrepio novo.

— Quero mais. — Falei baixo, voz tremendo. Ele riu contra minha pele.

— Calma. A noite é longa.

Me levou pro chuveiro. Água fria primeiro, depois morna. Ficamos debaixo juntos. Ele ensaboou minhas costas, minhas nádegas. Dedos roçaram o cu sensível. Gemi de novo.

Ele me virou, encostou minha frente na parede fria. Água escorrendo entre nós. Pau dele endureceu de novo contra minha bunda.

— Segunda rodada?

Assenti. Ele desligou o registro do chuveiro, cuspiu na mão, passou no pau. Entrou devagar dessa vez. Fodia lento, profundo. Mãos nas minhas coxas, me levantando um pouco. Pernas abertas, corpo apoiado na parede.

Ritmo sensual agora. Cada metida demorada. Senti cada detalhe: veias, cabeça grossa roçando dentro. Gemia baixo no meu ouvido.

Gemi enquanto o prazer subia devagar. Ele acelerou aos poucos. Gotas de água escorriam nas costas dele, descendo pelo corpo negro brilhante. Beijava meu ombro, mordia.

Mudei a posição. Ele me levantou, pernas em volta da cintura dele. Encostou minhas costas na parede. Fodia pra cima, forte. Meu pau roçava no abdômen dele. Gozei de novo, jatos ainda fartos. Ele continuou, mais rápido.

— Goza dentro de novo. — Pedi. Ele grunhiu. Empurrou fundo. Gozou forte, enchendo mais. Corpo tremeu contra o meu.

Saímos do chuveiro. Secamos com toalhas dos armários. Vestimos devagar. Ele me olhou no espelho rachado.

— Amanhã de novo?

Sorri, exausto.

— Sempre.

Saímos do banheiro. Chuva ainda caía lá fora. Voltamos pra guarita em silêncio. Corpo dolorido, satisfeito. Cheiro dele na minha pele. Tesão saciado, mas já crescendo de novo.

Sabia que isso era só o começo. Jonas tinha me marcado. E eu queria mais. Muito mais.

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